Mais uma cena que certamente vai rodar o mundo e expor a “Ditadura da Toga” que impera no Brasil. Em um evento em Buenos Aires, o ministro Gilmar Mendes foi interrompido em sua palestra por um exilado político, que escancarou a verdade sobre o 8 de janeiro e a perseguição do ministro Alexandre de Moraes, que o condenou sem provas. É um fato que envergonha profundamente o país. Gilmar emudeceu. Não disse absolutamente nada. Um silêncio revelador. Buenos Aires virou palco daquilo que o Brasil tenta esconder: a contradição viva de um país que fala em liberdade enquanto persegue quem ousa pensar diferente.
TST Decide: Ex-Vigia de Eike Batista Obtém Justiça Gratuita em Ação Trabalhista
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) proferiu uma decisão nesta quinta-feira (6) em um caso envolvendo o empresário Eike Batista. A instância superior concedeu o benefício da justiça gratuita a um ex-vigia que trabalhou na residência de Batista entre 2014 e 2019, em uma ação que pleiteia reconhecimento de vínculo empregatício e verbas trabalhistas. O ex-funcionário alega que foi contratado para realizar vigilância noturna na propriedade do empresário. Além disso, afirma ter cumprido suas funções durante feriados sem a devida compensação, conforme determina a legislação. Na ação, o trabalhador indicou que suas atribuições teriam extrapolado as funções de vigilância, sendo solicitado para tarefas adicionais. Entre elas, conduzir automóveis de Eike Batista e transportar familiares do empresário. O processo detalha que o ex-vigia transportava a esposa do empresário para o trabalho e acompanhava o filho mais velho de Eike em compromissos noturnos. O funcionário argumenta que essas atividades configuram acúmulo de funções, demandando compensação financeira extra. Na petição judicial, o ex-vigia solicitou a justiça gratuita, justificando sua condição atual de desempregado e informando ser portador de diabetes tipo 2. Ele argumentou a falta de recursos para arcar com as despesas processuais sem comprometer sua subsistência. A Vara do Trabalho havia reconhecido parcialmente os pedidos do ex-funcionário, confirmando o vínculo empregatício. Contudo, negou o reconhecimento do acúmulo de funções e rejeitou o pedido de gratuidade da justiça. Ao recorrer da decisão, o TST manteve o entendimento sobre o vínculo empregatício e, reformando a sentença anterior, concedeu ao trabalhador o direito de não arcar com as custas processuais. A decisão marca mais um desdobramento na esfera jurídica envolvendo o nome do conhecido empresário.
STF Avança: Corte Reconhece ‘Omissão’ do Congresso para Taxar Grandes Fortunas
O Supremo Tribunal Federal (STF) deu mais um passo considerado um avanço descarado sobre o Poder Legislativo. A Corte reconheceu a ‘omissão’ do Congresso Nacional na regulamentação do imposto sobre grandes fortunas. A ação original, ajuizada pelo PSOL, argumenta que a taxação é uma ferramenta essencial para promover a chamada ‘justiça social’ no país. Enquanto isso, compromissos financeiros de vulto são firmados. No primeiro dia da Cúpula de Líderes da COP30, em Belém, o governo brasileiro anunciou a destinação de US$ 5,58 bilhões para o Fundo Florestas Tropicais para Sempre. A pergunta que fica é: para o bolso de quem vai, de fato, todo esse dinheiro? A transparência sobre a aplicação de tais recursos é uma preocupação constante. Em um assunto que promete gerar grande repercussão, o jornalista Sérgio Tavares concedeu uma entrevista exclusiva ao Bom Dia, JCO. Ele abordou o lançamento do filme ‘Fake Judge’. O documentário ‘Fake Judge’ se propõe a desmascarar as decisões do ministro Alexandre de Moraes, trazendo à luz questionamentos importantes sobre o papel do Judiciário.
28,5 Milhões de Brasileiros Reféns: Facções e Milícias Dominam 19% do País
É um cenário alarmante que se espalha pelo Brasil: facções criminosas e milícias impõem seu domínio sobre territórios onde vivem impressionantes 28,5 milhões de brasileiros. Isso significa que 19% de nossa população está sob o controle direto do crime organizado, uma realidade brutal que veio à tona com força total após a recente Operação Contenção. Realizada em 28 de outubro nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro — reduto do Comando Vermelho (CV) —, a operação mobilizou 2.500 agentes de segurança. O confronto foi intenso, com criminosos usando até drones com granadas, resultando na trágica morte de quatro policiais e 117 bandidos, além da prisão de 99 indivíduos. O governo estadual confirmou que 95% dos mortos possuíam vínculos comprovados com o CV. A vida nessas áreas é resumida pela declaração de uma empregada doméstica de 58 anos, moradora da Baixada Fluminense: “O segredo para sobreviver é cabeça baixa e boca fechada”. Uma frase que expõe a dura realidade imposta aos cidadãos de bem. Esse controle territorial do crime tem raízes no Rio dos anos 1980, com a expansão do CV, originado no sistema prisional. Na década de 1990, as milícias, compostas por policiais e ex-policiais, começaram a monopolizar serviços essenciais em bairros inteiros, uma prática logo adotada pelos traficantes. Hoje, a presença de facções é uma realidade em todos os estados brasileiros, concentrando-se nas áreas mais vulneráveis e com menor presença do Estado. O Atlas da Violência revela que as perdas econômicas anuais dessa criminalidade chegam a 5,9% do PIB nacional, englobando desde a desvalorização imobiliária até prejuízos no turismo e concorrência desleal. Em Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio, um morador foi forçado a fechar seu pequeno mercado por extorsões e ameaças de “se não pagar, leva bala”. Na região metropolitana do Rio, 270 mil domicílios sequer têm acesso a serviços regulares de telefonia celular. A exploração vai além: em comunidades da Baixada Fluminense, moradores pagam até 50% a mais no condomínio devido à chamada “taxa da portaria”, um valor exigido pelos grupos armados. A Light, concessionária de energia, não consegue combater ligações clandestinas porque seus técnicos são barrados por criminosos. No setor imobiliário, há a grilagem de terrenos e construções irregulares que depois buscam legalização. A violência afeta diretamente a educação e a saúde. Cerca de 217 mil alunos da rede municipal do Rio têm seus anos letivos interrompidos por tiroteios. Os atendimentos de saúde mental cresceram 25% em 2025 nas redes municipais de áreas dominadas, e o acesso a hospitais é comprometido por barricadas. A expansão das organizações criminosas se alastra para além do Rio, atingindo estados como Ceará, Bahia, Pernambuco e Amazonas, impulsionada pela disputa de rotas do tráfico. O CV opera com um sistema descentralizado, de “franquias”, enquanto o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo, mantém uma estrutura hierárquica rígida. O resultado é visto em Morada Nova, Ceará, onde aproximadamente 2.000 moradores abandonaram suas casas em julho de 2025, transformando um povoado em cidade fantasma após ameaças. Escolas, igreja e posto de saúde permanecem fechados, com a prefeitura reconhecendo a “situação anormal e emergencial”. Em Pernambuco, a disputa entre PCC e CV impôs ‘toques de recolher’ pelo WhatsApp na região metropolitana de Recife, após as 22h, transformando morros em zonas de conflito. Tentativas de solução são poucas e muitas vezes falhas. Embora o programa Usinas da Paz no Pará tenha mostrado alguma redução de crimes letais, iniciativas como as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio de Janeiro, implementadas em 2008, não obtiveram sucesso duradouro. Após a recente operação no Complexo do Alemão e na Penha, o governo fluminense apenas “anunciou planos” para recuperar as áreas, enquanto a população continua refém.
Farsa em SC: Grupo planeja tirar Bolsonaro da liderança da direita, com ‘M’ e apoio do Novo
Uma manobra política que vai muito além das disputas eleitorais em Santa Catarina está sendo revelada. Não se trata apenas de uma vaga no Senado, mas de um movimento antigo e persistente para retirar Jair Bolsonaro da liderança da direita brasileira. Este fenômeno, em sua essência, assemelha-se ao que levou supostos bolsonaristas a apoiarem Marçal em 2024, buscando substituir Bolsonaro por um ‘coach estelionatário’ no comando do projeto político da direita. É um padrão claro de rejeição aos Bolsonaros como protagonistas. Há, de fato, um grupo político ativo há anos, trabalhando para destituir Bolsonaro da liderança. Ele é formado por figuras que já o contestavam antes de 2018 e por aqueles que se elegeram com o apoio direto do próprio Bolsonaro, mas agora enxergam vantagens em uma troca de comando. Enquanto os primeiros agem em seu papel legítimo dentro do jogo político, os segundos se configuram como um bando de ingratos, traidores e sem valor. É notável que muitos dos personagens que torcem o nariz para a candidatura de Carlos fizeram o ‘M’, inclusive a Dona Emília, que possivelmente migrará para o partido Novo e fará companhia ao Senhor Sabugosa. A influência do Novo e de figuras ligadas a Deltan Dalagnol é constante nessas ‘picuinhas da direita’ contra Bolsonaro. A estratégia é clara: descolar-se de Bolsonaro, mas sem perder o valioso apoio dos seus eleitores. Uma manobra que visa enganar o eleitorado conservador.
Operação Polêmica: Prefeito Rodrigo Manga, de Sorocaba, afastado do cargo por 180 dias
Uma decisão judicial acaba de afastar o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos), do cargo por 180 dias. A medida, que já causa grande repercussão, está ligada à Operação Copia e Cola da Polícia Federal. A investigação apura supostas irregularidades na contratação de uma organização social para gerir unidades de saúde no município. O caso levanta questões sobre a condução de processos administrativos e a transparência na gestão pública. Conhecido como o “prefeito TikTok” por sua intensa presença nas redes sociais, Manga afirma ser alvo de perseguição política. Ele revelou ter sido alertado, inclusive por parlamentares em Brasília, sobre movimentações para tirá-lo “do jogo” devido à sua crescente popularidade. A defesa do prefeito não hesitou em classificar a investigação como nula e ilegal. Os advogados alegam que o processo foi conduzido por autoridade incompetente e carece de provas concretas, colocando em xeque a validade da ação. Com o afastamento de Manga, quem assume interinamente o comando da cidade é o vice-prefeito Fernando da Costa. O cenário divide opiniões em Sorocaba e em todo o país. Para muitos, a ação da Justiça é vista como fundamental no combate a possíveis irregularidades. Para outros, entretanto, o episódio representa mais um preocupante exemplo de interferência política e uma tentativa clara de silenciar lideranças que conquistam apoio popular. Enquanto a Justiça segue com o processo, Rodrigo Manga aposta na força de suas redes sociais e no engajamento de sua base de apoio para tentar reverter o afastamento e retomar o cargo.
Acusado pelo 8 de Janeiro Interrompe Gilmar Mendes em Buenos Aires e se Declara ‘Refugiado Político’
Um dos acusados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 em Brasília interrompeu a fala do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, nesta quinta-feira (6), durante o Fórum de Buenos Aires. O incidente ocorreu na Faculdade de Direito da Universidade de Buenos Aires (UBA) e chamou a atenção dos presentes. O homem, identificado como Simon Castro, se apresentou publicamente como “refugiado político” na Argentina. Sua intervenção surpreendeu o auditório e interrompeu, ainda que brevemente, a conferência do ministro Mendes, que optou por não responder às declarações feitas. Simon Castro agradeceu por ter a oportunidade de ser ouvido no evento. “Sou um dos refugiados aqui na Argentina e agradeço por me receber e me ouvir. Essa é a verdadeira democracia: o poder de falar e se expressar”, declarou ele, finalizando sua fala sob o silêncio do auditório. Posteriormente, Simon procurou jornalistas e negou veementemente ter cometido crimes. “Tenho uma foto com o ministro Gilmar Mendes, não sou criminoso. Se fosse, estaria armado. Eles não me revistaram aqui. Não sou terrorista, como o Brasil diz”, afirmou. Ele revelou que responde a 16 acusações criminais, entre elas terrorismo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, e alegou não ter tido direito à defesa. Desde o início do Fórum, brasileiros que se identificam como “exilados” têm se esforçado para interagir com a imprensa e os participantes do evento, protestando contra o que classificam como uma “ditadura do STF”.
Apoiador de Lula e filho de ex-presidente do PT assassina o próprio pai em Paraty (RJ)
Um crime brutal chocou Paraty, no Rio de Janeiro, e expôs as intrincadas ligações de uma família com a cúpula do Partido dos Trabalhadores. Francisco Frateschi, conhecido por seu apoio fervoroso ao PT e a Lula nas redes sociais, é o assassino do próprio pai, Paulo Frateschi. O ex-deputado e ex-presidente do Partido dos Trabalhadores foi vítima de um ataque fatal em sua residência. Francisco residia em Paraty e frequentemente postava conteúdo político alinhado ao PT e a Lula. Ele ostentava publicamente fotos com importantes lideranças do partido, incluindo o próprio Lula e Dilma Rousseff, evidenciando sua proximidade ideológica. Seu pai, Paulo Frateschi, era uma figura histórica do PT, sendo um dos fundadores da sigla e mantendo uma estreita ligação com Luiz Inácio Lula da Silva. Foi inclusive na casa da família Frateschi, em Paraty, que Lula se hospedou após deixar a prisão. A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência, onde Francisco agrediu Paulo Frateschi com uma arma branca. O ex-parlamentar sofreu ferimentos graves na cabeça e no braço, entrando em parada cardiorrespiratória. Ele foi levado ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. Durante o ataque, a mãe de Francisco tentou intervir e sofreu ferimentos leves. Após ser contido, Francisco foi encaminhado para as providências legais, conforme informou a PM. O local do crime foi preservado, e todos os envolvidos foram levados ao 91º Distrito Policial. Este é o terceiro evento trágico a atingir a família Frateschi. Em 2002, Paulo perdeu o filho Pedro, de 7 anos, em um acidente rodoviário. No ano seguinte, outro filho, Júlio, de 16 anos, também faleceu em um acidente de trânsito.
STF Recua: Alexandre de Moraes Proíbe Condenados em Audiências Após Polêmica com Defensora de Traficante
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cedeu à pressão e determinou uma mudança crucial: pessoas ou instituições condenadas por envolvimento em organizações criminosas estão impedidas de participar de audiências convocadas pela Corte. A decisão veio após intensa repercussão negativa sobre a possível presença da ONG Anjos da Liberdade, presidida pela advogada Flávia Fróes. A advogada é conhecida por defender o traficante Marcinho VP, líder do Comando Vermelho. A manifestação de Moraes ocorreu no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, conhecida como “ADPF das Favelas”. No despacho, o ministro apresentou a lista completa dos participantes confirmados e esclareceu os critérios de participação. Um recuo inesperado, que muitos veem como resposta à pressão pública e um reajuste necessário diante de situações que desafiam a credibilidade da Justiça.
Operação Policial no Rio: Vídeo da ‘Japinha do CV’ gera incertezas sobre paradeiro em complexos do crime
Um vídeo que se tornou viral desde segunda-feira (3/11) levanta novas dúvidas sobre o paradeiro da ‘Japinha do CV’, a figura conhecida como ‘musa do crime’ e apontada como integrante de frente do Comando Vermelho (CV). As imagens, atribuídas a ela, mostram uma mulher correndo em meio à megaoperação policial que ocorreu em 25 de outubro nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. A autenticidade deste vídeo, contudo, ainda não foi confirmada pelas autoridades, e a identidade exata da mulher flagrada nas imagens segue sob rigorosa apuração. A controvérsia em torno da ‘Japinha’ intensificou-se após a circulação de uma foto que exibia o rosto desfigurado de uma suposta integrante da facção, alimentando especulações sobre a morte da criminosa. No entanto, o corpo em questão não foi identificado entre os 115 suspeitos, todos homens, oficialmente listados pela polícia. Este detalhe crucial gerou incerteza sobre a real situação da jovem e abriu espaço para um leque de novas especulações sobre seu paradeiro. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), sob acompanhamento do Ministério Público, está à frente da investigação das mortes ocorridas durante a operação, enquanto a Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) analisa possíveis conexões dos mortos com o Comando Vermelho. Áudios obtidos indicam que o corpo encontrado, vestindo roupa camuflada e colete tático, não pertence à ‘Japinha’, mas sim a um homem cuja identidade não foi divulgada até o momento.