Jards Macalé morreu nesta segunda‑feira (17) no Rio, com 82 anos. A notícia foi confirmada pela sua equipe nas redes sociais e reacendeu a comoção em todo o país por um dos artistas mais criativos da MPB. Ele estava internado desde 1º de junho no hospital da Barra da Tijuca por problemas pulmonares. O compositor, cujo nome completo é Jards Anet da Silva, acabou não resistindo a uma parada cardíaca. A equipe do hospital informou que a causa da morte foi choque séptico e insuficiência renal, complicações que pioraram nos últimos dias. A equipe divulgou que, mesmo nos últimos momentos, o artista manteve energia. Eles relataram que, ao acordar de uma cirurgia, ele cantou “Meu Nome é Gal”. O comunicado agradeceu o carinho do público e avisou que o funeral será anunciado depois. Ele terminou com a frase de Macalé: “Nessa soma de todas as coisas, o que sobra é a arte. Eu não quero mais ser moderno, quero ser eterno.”
Alerta: Inicia o prazo final para Bolsonaro
Na segunda‑feira, 17, foi publicado o acórdão que negou os recursos de Jair Bolsonaro e de mais sete pessoas do chamado “núcleo central” da suposta tentativa de golpe. Isso deu início ao prazo de cinco dias para novos recursos. Feita essa fase, o processo entra numa etapa decisiva, logo antes de cumprir as penas. A lei diz que a execução só começa depois que não houver mais recurso, ou seja, após o trânsito em julgado. O relator, ministro Alexandre de Moraes, vai analisar os próximos recursos. Ele pode mandar os embargos para o plenário da 1ª Turma ou rejeitá‑los um a um, se achar que são só para atrasar o caso. Antes, Moraes já havia chamado os embargos de Bolsonaro de “inconformismo” com a condenação. Com o caso ainda no STF, Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 4 de agosto. Dentro do tribunal, os ministros acreditam que a pena pode começar a ser cumprida em novembro, a menos que algo mude o rumo da ação.
Proprietário do Banco Master é detido pela PF ao tentar fugir do país pelo aeroporto
Na segunda‑feira, dia 17, a PF capturou Daniel Vorcaro, que comanda o Banco Master, dentro do aeroporto de Guarulhos. Ele queria deixar o Brasil a bordo de um jato privado com destino a Malta. A captura ocorreu dentro de uma operação que investiga a venda de títulos de crédito falsos. Depois da prisão, Vorcaro foi encaminhado à Superintendência da PF, em São Paulo.