A Polícia Federal ainda não sabe como o deputado Alexandre Ramagem conseguiu sair do país. O parlamentar já foi condenado no absurdo processo da trama golpista e agora deve solicitar asilo nos Estados Unidos. A partir daí, Ramagem vai usar sua voz no exterior para denunciar as arbitrariedades e a tirania do governo brasileiro. Fontes dizem que Ramagem está nos EUA há dois meses, e só agora a Câmara percebeu. Além disso, a saída tranquila dele mostra a incompetência da direção da PF sob Lula. Se o governo pedir sua extradição, vai enfrentar mais um constrangimento e vergonha no cenário internacional. No fim das contas, o rebuliço da imprensa parece uma piada.
PSOL pede a Moraes a prisão preventiva do General Heleno
A esquerda conduz uma guerra política sem trégua, cheia de absurdos e crueldade. A bancada do PSOL acabou de enviar ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, um pedido pedindo prisão preventiva e outras restrições de liberdade para quatro ex‑governantes de Bolsonaro. O requerimento, entregue nesta quinta‑feira (20), tem como alvo o general Augusto Heleno, o ex‑ministro da Justiça Anderson Torres, o ex‑ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e o almirante Almir Garnier. Os deputados que assinaram o pedido citam o artigo 312 do Código de Processo Penal, que permite prisão preventiva se houver risco de fuga ou de atrapalhar a lei. Eles dizem que os investigados podem fugir, porque viajaram ao exterior recentemente e ficaram muito tempo fora. O texto ainda lembra que o STF já condenou os quatro ex‑governantes por participação nos atos de 8 de janeiro, e as sentenças já são definitivas. Para reforçar o pedido, os parlamentares citam exemplos como o deputado Alexandre Ramagem, que vive em North Miami, EUA, e a deputada Carla Zambelli, que também tentou fugir. O general Augusto Heleno está sendo investigado por suposta participação em uma rede paralela de inteligência e por incitar ataques ao Estado Democrático de Direito. No pedido ao ministro Moraes, o PSOL pede prisão preventiva ou outras restrições, checagem de passaportes, controle de alternativas à prisão e busca dos investigados que estejam fora do país. Assinaram o pedido deputados como Ivan Valente, Talíria Petrone, Célia Xakriabá, Érika Hilton, Chico Alencar, Fernanda Melchionna, Glauber Braga, Henrique Vieira, Luciene Cavalcante, Luiza Erundina, Sâmia Bomfim e Tarcísio Motta.
PSOL pede a Moraes a prisão preventiva do General Heleno
A esquerda tem travado uma batalha política cruel, irracional e sem compaixão. A bancada do PSOL enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, um pedido de prisão preventiva e outras restrições de liberdade contra quatro antigos membros do governo Bolsonaro. O requerimento, apresentado na quinta‑feira (20), aponta o general Augusto Heleno, o ex‑ministro da Justiça Anderson Torres, o ex‑ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e o almirante Almir Garnier. Vários deputados do PSOL assinaram o pedido e o fundamentaram no artigo 312 do Código de Processo Penal, que permite a prisão preventiva se houver risco de fuga ou de atrapalhar a justiça. Eles dizem que os investigados podem fugir, já que viajaram recentemente ao exterior e ficaram muito tempo fora do Brasil. O texto ainda lembra que o STF já condenou os quatro ex‑governantes por participação nos atos de 8 de janeiro; só falta o trânsito em julgado das sentenças. Para reforçar o pedido, os deputados citam exemplos que consideram precedentes, como o deputado Alexandre Ramagem, que estaria morando em North Miami, nos EUA, e situações envolvendo a deputada Carla Zambelli. Augusto Heleno aparece como investigado por suposta participação em uma rede paralela de inteligência e por incitar ataques ao Estado Democrático de Direito. No pedido ao ministro Moraes, o PSOL pede prisão preventiva, checagem de passaportes, controle de possíveis alternativas à detenção e ações para encontrar os investigados que estejam fora do país. Assinaram o pedido deputados como Ivan Valente, Talíria Petrone, Célia Xakriabá, Érika Hilton, Chico Alencar, Fernanda Melchionna, Glauber Braga, Henrique Vieira, Luciene Cavalcante, Luiza Erundina, Sâmia Bomfim e Tarcísio Motta.
URGENTE: Trump toma decisão inesperada sobre o regime brasileiro
Trump avisou nesta quinta que alguns produtos agrícolas do Brasil, como café e carne bovina, não terão mais a taxa extra de 40%. Frutas como tomate e manga também entram num regime especial, ficando sem a taxa extra em determinados períodos do ano. A regra vale para as cargas enviadas a partir de 13 de novembro. Em 14 de novembro, Trump acabou com a tarifa recíproca de 10% sobre carne bovina, tomate, café, banana, açaí e outros produtos. Ele disse que a medida serve para baixar o preço dos alimentos nos EUA e para mostrar que a Casa Branca reage à derrota nas eleições locais deste mês. Mesmo com a flexibilização, Trump mantém o estado de emergência ativo, o que significa que a maioria das sobretaxas ainda está em vigor.
ONU avisou o irresponsável governo brasileiro sobre riscos de incêndio e alerta parece ter sido ignorado
A ONU mandou um aviso oficial ao Brasil alertando que os pavilhões da COP30 corriam risco de choque elétrico. O alerta chegou uma semana antes do fogo que pegou a Zona Azul nesta quinta (20) em Belém. O documento, assinado por Simon Stiell, secretário‑executivo da Convenção do Clima da ONU, apontava vários problemas de segurança nos locais. Em 12 de novembro, a carta foi encaminhada ao presidente da COP30, André Corrêa do Lago, e ao ministro da Casa Civil, Rui Costa. Ela apontava que a chuva em Belém provocou infiltrações no teto e nas luminárias, criando não só incômodo, mas também risco de choque elétrico. A ONU ainda condenou a invasão de manifestantes na chamada “Blue Zone”, área reservada às autoridades da conferência. Stiell disse que as autoridades brasileiras não tomaram as medidas previstas no plano de segurança acordado com a ONU, e o protesto acabou ferindo um segurança. Na semana passada, a Casa Civil anunciou que reforçou a segurança depois da confusão com os manifestantes. Segundo o órgão, os vazamentos apontados foram consertados imediatamente, com troca e vedação das partes danificadas pela chuva. A ONU enumerou ainda temperaturas altas e ar‑condicionado defeituoso, o que ameaçava o conforto de delegados e funcionários. Ela também citou alagamentos em partes da feira, portas que não trancavam, falta de pessoal de segurança e banheiros em condições ruins. Stiell ainda criticou as filas enormes para comer e os pavilhões em péssimo estado para receber delegações estrangeiras. Muitos ainda estavam inacabados e não cumpriam os padrões combinados com a ONU. O fogo começou por volta das 14h nesta quinta. O ministro do Turismo, Celso Sabino, corrigiu a informação de que o incêndio teria começado no Pavilhão da Índia; na verdade, foi no Pavilhão da África Oriental. As chamas subiram rápido ao teto, enquanto bombeiros e voluntários tentavam conter o incêndio. A Blue Zone foi totalmente evacuada cerca de 40 minutos depois que o fogo começou. A Green Zone, onde a sociedade civil realiza suas atividades, também foi esvaziada por precaução. Sabino contou à imprensa que um curto‑circuito de carregador de celular pode ter sido a causa do incêndio. As áreas da COP30 ficarão fechadas até, no mínimo, 20h desta quinta. Esse atraso pode atrapalhar o calendário das negociações climáticas e dificultar a elaboração da declaração final, que deve ser concluída amanhã, sexta‑feira (21). As autoridades continuam investigando exatamente o que provocou o incêndio que danificou as instalações da conferência em Belém.
Traficantes do CV abordam carro de família e atiram na cabeça de bebê de 1 ano no RJ
Numa noite de terça (19), por volta das 22h30, traficantes abriram fogo contra um carro na comunidade do São Jorge, em Engenheiro Pedreira, Japeri, Baixada Fluminense. Uma bebê de 1 ano e 7 meses levou um tiro na cabeça. A bebê recebeu os primeiros socorros na Policlínica de Japeri e foi levada depois ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, em Saracuruna. O tiroteio ocorreu enquanto a família voltava de um aniversário numa pizzaria de Queimados. Segundo a mãe, o pai, ao entrar na comunidade, seguiu o procedimento de segurança dos moradores: ligou o pisca‑alerta e diminuiu a luz dos faróis. Mesmo com o alerta, outro carro chegou e os ocupantes começaram a atirar. Um dos tiros acertou a cabeça da bebê. Os disparos só cessaram quando moradores avisaram que a família morava na comunidade do São Jorge. Uma parente contou à Polícia Militar que o ataque foi feito por traficantes do Comando Vermelho, que domina a região. Ela disse que o pai só percebeu que estavam sendo alvejados ao entrar na rua onde mora. A Prefeitura de Duque de Caxias informou que a bebê chegou ao hospital às 1h44 da madrugada de 20/10. Ela tinha ferida na cabeça, sem perfuração, e exames mostraram uma fratura sem hematoma. A cirurgia de emergência foi feita e deu certo. A criança ainda está internada, mas está estável, consciente e respira sem aparelhos. A Polícia Civil, na 63ª DP de Japeri, segue investigando para prender quem mandou o tiro.
Morre bi-campeão brasileiro de asa-delta em trágico acidente no RJ
Alcolumbre dá início ao contra-ataque e faz anúncio perturbador para o governo
Nomear Jorge Messias para o STF não será tarefa simples. Davi Alcolumbre já começou a se opor, e antes do que se esperava. Na quinta‑feira, 20, o presidente do Senado disse que vai levar ao plenário um PL complementar que pode custar bilhões ao erário. O discurso veio poucas horas depois de Lula (PT) confirmar a nomeação de Jorge Messias ao STF. A votação está marcada para a próxima terça, 25, e trata da aposentadoria especial dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias. O texto garante aposentadoria completa e paridade a quem cumprir idade e tempo de serviço mínimos. Alcolumbre defendia a indicação de Rodrigo Pacheco (PSD‑MG), presidente do Senado e seu aliado, para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso. Segundo fontes próximas, ele se irritou ao descobrir a escolha de Messias sem aviso prévio. Alcolumbre declarou, em nota oficial, que a votação será um passo decisivo do Senado para corrigir uma injustiça histórica. Em outubro, a Câmara aprovou uma PEC com objetivo parecido, criando vínculos temporários e flexibilizando as regras de aposentadoria dos mesmos agentes. O governo Lula chamou a proposta de pauta‑bomba, rotulando‑a como “contrarreforma da Previdência”. Especialistas do Executivo estimam que o custo da medida pode ficar entre R$ 20 e R$ 200 bilhões nos próximos anos. A PEC foi aprovada na Câmara depois que líderes pressionaram o Palácio do Planalto. Um dia após a votação na Câmara, o líder do governo, José Guimarães (PT‑CE), protocolou um requerimento mudando a orientação oficial e mostrando oposição ao avanço da proposta. Alcolumbre ressaltou em sua nota que a proposta marca um avanço para milhares de profissionais que dedicam suas vidas ao cuidado direto da população brasileira. Ele ainda disse que, ao colocar a matéria em pauta, o Parlamento confirma que esses agentes são prioridade. É uma boa notícia para o SUS, para o país e, principalmente, para quem mantém a saúde nas comunidades mais vulneráveis. A indicação de Messias por Lula pode tensionar a relação entre governo e Senado. Até então, Alcolumbre era um dos principais aliados do presidente no Congresso. Fontes próximas dizem que o vínculo com Jaques Wagner (PT‑BA), líder do governo no Senado, também está abalado. Para que Messias tome a vaga na Suprema Corte, pelo menos 41 dos 81 senadores precisam aprovar a indicação em votação secreta no plenário do Senado.
Maduro se desespera, faz proposta a Trump e toma um sonoro “não”
O New York Times informou que a Casa Branca disse não à ideia de Maduro de abdicar após uma transição de dois a três anos. A proposta surgiu durante trocas discretas entre emissários da Venezuela e funcionários dos EUA, com a permissão do presidente Donald Trump, que tem aumentado as reuniões sobre o futuro do ditador. O jornal ainda contou que, além da transição, Maduro sugeriu abrir mais as reservas de petróleo venezuelanas para empresas americanas. Mas Washington achou o prazo muito longo e disse que, apesar de importante, a proposta não ajuda a acelerar as mudanças políticas que os EUA desejam ver na Venezuela.
Ramagem mantém absoluto silêncio, por enquanto
O deputado Pastor Henrique Vieira, do PSOL‑RJ, pediu ao ministro Alexandre de Moraes que prenda preventivamente o deputado Alexandre Ramagem, do PL‑RJ. O pedido surgiu depois de descobrir que Ramagem está morando num condomínio em North Miami, nos EUA, mesmo após a esdrúxula condenação do STF no caso da suposta trama golpista. Na quarta‑feira (19) souberam onde Ramagem está. Ele teria saído do Brasil em setembro, partindo do Rio de Janeiro para Boa Vista e, de lá, embarcado para território americano. Moraes já tinha ordenado que Ramagem entregasse os passaportes e não deixasse o país. Até agora, nem o deputado nem seus advogados falaram nada sobre estar nos EUA ou sobre a ordem de prisão. Ramagem tem mantido total silêncio. Tudo aponta que ele está cuidando da parte jurídica para solicitar asilo nos Estados Unidos. Nos próximos dias ele deve aparecer e, sem dúvida, vai virar mais uma voz forte nos EUA contra o regime que temos no Brasil. A Primeira Turma do STF deu a Ramagem 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão, começando em regime fechado. O STF também tirou o mandato de deputado, mas a Câmara ainda tem que analisar isso depois que esgotarem os recursos. Na semana passada o STF rejeitou os recursos de Ramagem, do ex‑presidente Jair Bolsonaro e de outros no caso, aproximando a execução das penas.