Fogo pegou de surpresa quem estava no pavilhão Blue Zone da COP 30, em Belém, deixando todo mundo assustado. Depois do susto, a ONU afirmou que a COP 30 não está mais sob sua responsabilidade. É mais uma vergonha para esse governo: Lula colocou Jorge Messias, que hoje é Advogado‑Geral da União, como candidato ao lugar deixado por Barroso no STF. O jogo de cartas marcadas continua sem parar. Será que tem mais um deputado fugindo da perseguição? Alexandre Ramagem saiu do Brasil e está nos EUA com a família. Para analisar tudo, o Jornal do JCO traz a advogada Ana Paula Rocha e os advogados Claudio Caivano e Wellington dos Santos. Assista, compartilhe e ajude o Jornal da Cidade Online a crescer! Imagem: https://fotos.jornaldacidadeonline.com.br/uploads/fotos/1300x0_1763668123_691f709b1ebcb.jpeg
Filha de Renato Aragão entra com ação na Justiça e acusa o pai de “calote”
Juliana Rangel Aragão, a filha mais velha de Renato Aragão, processou o pai pedindo a devolução de um empréstimo de R$ 950 mil que ainda não foi pago. O processo foi aberto depois que o prazo, marcado para dezembro de 2023, passou. Hoje a dívida soma cerca de R$ 872 mil, depois de descontar os R$ 77 mil já pagos. Renato Aragão, em nota lançada nesta quinta (20), negou que o acordo fosse um empréstimo. A quantia em discussão vem da venda de um imóvel que Juliana recebeu da mãe, Martha Maria Rangel Aragão, que já morreu. O humorista afirma que o dinheiro foi usado para deixar seu patrimônio seguro e bem organizado. Juliana conta que os pagamentos parciais foram controlados por Lilian Aragão, esposa atual de Renato. Nos documentos, a relação entre Lilian e Juliana aparece como tensa. Juliana afirma que Lilian pediu para ela assinar recibos de pagamento parcial, dizendo que o casal havia pago despesas pessoais. Nos autos, Juliana admite que não guardou todos os comprovantes porque não controlava suas finanças na época. Depois de tentar resolver o assunto fora dos tribunais e não conseguir, ela resolveu levar o caso à Justiça. A equipe de Renato informou que este ano a família entrou em crise quando Juliana saiu de casa sem avisar onde ia e cortou contato, deixando a filha menor sob os cuidados do avô. Desde então, Renato e outros parentes tentaram se aproximar, mas não obtiveram resposta. No processo, Juliana pede que o pai seja condenado a pagar a dívida completa, com juros, correção e honorários de 20% sobre o total. A família de Renato diz que tem recebido apenas notificações judiciais e mensagens que consideram chantagem. A defesa de Renato alerta que terceiros desconhecidos podem estar tentando atrapalhar o caso de má-fé. A família afirma estar disposta a dialogar, sempre respeitando a relação pai‑filha, e vê isso como o ponto mais importante desse triste episódio.
Avião venezuelano suspeito de tráfico é interceptado no Brasil
Na manhã de quarta‑feira (19), a Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou um avião vindo da Venezuela que voava sem permissão sobre a Reserva Yanomami, em Roraima. A ação foi comandada pelo COMAE. Por volta das 7h, os radares da FAB avistaram o avião. Ele não tinha plano de voo e ignorou as chamadas do controle de tráfego brasileiro. O Decreto nº 5.144/2004, então, rotulou a aeronave como suspeita de tráfico de drogas. A FAB despachou dois caças A‑29 Super Tucano para monitorar e interceptar o avião que invadiu o espaço aéreo. Quando o piloto não atendeu às ordens, os militares lançaram um tiro de aviso. Como o comandante continuou sem cooperar, a FAB mudou a classificação do avião para hostil. Assim, ele passou a estar sujeito ao tiro de detenção, que tem por objetivo parar o voo, segundo o Decreto nº 5.144/2004. Pressionado pelos militares, o avião fez um pouso forçado em uma pista de terra perto de Surucucu, interior de Roraima. Um helicóptero H‑60 Black Hawk levou tropas para fechar a área e garantir o controle. Na inspeção, o Comando Conjunto Catrimani II encontrou a matrícula do avião falsificada, reforçando a suspeita de tráfico. O piloto conseguiu fugir antes que as forças brasileiras o capturassem. A FAB, em nota oficial, reafirmou que trabalha 24 horas para garantir a segurança da aviação e a soberania do nosso espaço aéreo.
“Bessias”, o indicado de Lula para o STF, é denunciado por prevaricação. PGR e TCU são acionados
O senador Rogério Marinho (PL-RN), que lidera a oposição no Senado, enviou pedidos de investigação contra o advogado‑geral da União, Jorge Messias, à PGR, ao TCU e à Comissão de Ética da Presidência. Marinho diz que Messias se omitiu ao permitir descontos indevidos nos benefícios dos aposentados do INSS. Marinho afirma que a AGU tem recebido alertas internos desde 2024 sobre irregularidades de sindicatos que atacam beneficiários do INSS. Os próprios documentos da AGU apontam a Contag e o Sindnapi como possíveis envolvidos. A denúncia ainda menciona a Conafer, que aparece nos relatórios internos da AGU como outra entidade suspeita de participar das irregularidades. Marinho critica a ação judicial da AGU, feita em maio de 2025, quando Messias solicitou o bloqueio de R$ 2,5 bilhões de bens de supostas fraudadoras. Ele aponta que, mesmo com recomendações para abrir processos administrativos e cancelar convênios, seis das nove entidades listadas foram deixadas de fora da ação. O Sindnapi, cujo vice‑presidente é Frei Chico, irmão de Lula, não foi incluído no bloqueio. Marinho vê isso como sinal de favorecimento político. A AGU rebateu as acusações, dizendo que o relatório tem só caráter administrativo, não aponta fraudes concretas e não pode servir de base para processos judiciais. Marinho pediu ao TCU que faça auditoria da AGU, à PGR que abra investigação criminal e à Comissão de Ética que verifique favorecimento político, acusando Messias de agir de forma seletiva e proteger entidades próximas ao governo. A denúncia surge no mesmo momento em que a indicação de Jorge Messias para a vaga de Barroso no STF foi confirmada. A nomeação será publicada em edição extraordinária do Diário Oficial, mas Messias ainda tem que passar pela sabatina no Senado antes de assumir.
Para fechar a COP 30, um grande incêndio. O chanceler alemão tem razão (veja o vídeo)
Não havia água, nem comida, os alojamentos ruíram, e ainda um fogo está consumindo o que restou. O fogo enorme pegou os pavilhões da chamada blue zone, onde negociadores e ministros se encontram, e chegou a queimar o teto. Acreditam que o incêndio começou no Pavilhão da Índia, por volta das 14h, possivelmente por falha em um gerador ou por curto-circuito em um estande. Quando o fogo pegou, o local estava cheio e a gente viu uma grande correria.
Janja recebe honraria do MEC e se apressa em cometer mais um erro bizarro (veja o vídeo)
Janja, a primeira‑dama, ainda tem dificuldade com a língua. Ela não para de cometer erros estranhos e, sempre que fala, acaba insultando estrangeiros ou deturpa o português de forma gritante. Já vimos ela dizer ‘cidadões’, ‘abrido’, ‘ploblema’ e ‘inresponsabilidade’. Agora o erro caiu sobre a palavra ‘ATORAS’. Agora, ao falar de atrizes, Janja usou a palavra errada: ‘atoras’.
URGENTE: Incêndio na COP 30, era só o que faltava…
Um grande fogo pegou o pavilhão dos países na COP30. A confusão foi tanta que todos tiveram que sair imediatamente.
Alcolumbre está profundamente insatisfeito com indicação de “Bessias” e isso é um risco para Lula
Alcolumbre, presidente do Senado, não aceitou a nomeação de Jorge Messias para o STF e, segundo quem o conhece, isso pode atrapalhar a votação. Lula anunciou na quinta‑feira (20) que indicaria Messias, sem consultar Alcolumbre. O presidente do Senado tinha deixado claro, segundo fontes próximas, que preferia o senador Rodrigo Pacheco (PSD‑MG). A tensão entre o Palácio do Planalto e Alcolumbre aumentou quando a indicação do atual Advogado‑Geral da União foi oficializada. A maioria dos senadores também queria Pacheco, o que complica a situação para o governo. No início da semana, Lula se encontrou com Pacheco e, antes de fechar a escolha por Messias, disse ao senador mineiro que seguiria um “caminho diferente” para preencher a vaga no STF. Desde segunda‑feira, parlamentares de centro e da oposição procuraram Alcolumbre para registrar seu incômodo. Eles reclamam que o Senado está sendo tratado como mero passo final de uma decisão já tomada. Segundo quem está perto de Alcolumbre, ele não vai apoiar Messias, não vai trabalhar para sua aprovação e nem vai votar nele. A irritação aumentou porque Jaques Wagner (PT‑BA) teria se esforçado demais para defender o nome, indo contra a maioria dos parlamentares. Agora a indicação tem um caminho mais difícil. Messias será ouvido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e, depois, o nome vai para o plenário, onde precisa de pelo menos 41 votos favoráveis. Nos próximos dias, o indicado deve conversar com os senadores. Aliados de Alcolumbre dizem que o clima está “muito ruim” e que é a relação mais tensa deste mandato entre governo e Senado. Um sinal de mudança apareceu na recente recondução de Paulo Gonet para a Procuradoria‑Geral da República, aprovada com apenas 45 votos, bem abaixo dos 65 do ano passado. O Planalto leu o resultado de Gonet como um sinal de descontentamento. Para os líderes do Senado, a queda no número de votos mostra que o governo já não tem mais garantia automática de aprovação. Os parlamentares concluíram que o Senado deixou de ser o “colchão de segurança” de Lula, o que pode dificultar futuras indicações e projetos do Executivo na Casa.
Deputado que brigou na rua já foi cassado uma vez, mas foi reconduzido ao cargo por um ministro do STF
Em agosto de 2022, Renato Freitas, que na época era vereador de Curitiba, viu a Câmara Municipal cassar seu mandato. Naquele momento, foram seguidos todos os requisitos do regimento para tornar a cassação válida. A razão da cassação foi a invasão de uma igreja por Freitas, ato que a arquidiocese de Curitiba classificou como “profanação religiosa”. Com maioria absoluta, a Câmara decidiu cassar o mandato, tirando dele os direitos políticos. Por isso, enquanto a pena durar, ele ficou impedido de se candidatar a qualquer cargo. Entretanto, o ministro Luis Roberto Barroso anulou a cassação, devolveu o cargo a Renato Freitas e restaurou seus direitos políticos.
URGENTE: Lula confirma “Bessias”… Senado precisa impedir mais essa aberração
Na quinta (20), Lula recebeu no Palácio da Alvorada o ministro da AGU, Jorge Messias, para oficializar o convite ao STF. A escolha já estava feita desde outubro, mas o governo só divulgou agora. Lula deve tornar a nomeação pública ainda hoje, antes de seguir para São Paulo e depois para Joanesburgo, onde vai ao G20. Ele deixou a oficialização para depois de conversar com senadores. Messias dirige a AGU desde que o governo começou e sempre foi o candidato favorito ao STF. Mas o Senado já mostra resistência, já que cabe a ele aprovar a escolha do presidente. Antes da decisão, o ex‑presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD‑MG), era o nome mais cotado pelos parlamentares para o STF. Na segunda‑feira (17), Lula se encontrou com ele e comunicou que iria indicar Messias. Depois de saber da escolha de Lula, Pacheco anunciou que vai deixar a política e descartou a ideia de concorrer ao governo de Minas Gerais com o apoio do presidente. A decisão dele pesa bastante na disputa pela vaga no STF. Depois do convite, Messias vai começar o conhecido “beija‑mão” no Senado, conversando com senadores para ganhar apoio. Em seguida virá a sabatina na CCJ e a votação secreta no plenário, que são as etapas formais da nomeação.