Na quarta-feira (19), o vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) apresentou um pedido de cassação contra o deputado estadual Renato Freitas (PT-PR) depois que vídeos mostraram o parlamentar em uma briga nas ruas de Curitiba. Kilter, ao falar do caso, lembrou de outras polêmicas de Freitas e disse que o deputado tem um padrão de comportamento repetido. Ele ainda citou um abaixo‑assinado que surgiu depois que Freitas protestou num supermercado de Curitiba, em junho. A petição tem mais de 21 assinaturas e, segundo Kilter, mostra que a gente já está se organizando para cobrar respostas e ação contra o deputado.
O “conselhão” do Banco Master precisa ser investigado. É de cair o queixo os nomes dos envolvidos…
No Comitê Consultivo e Estratégico do Banco Master, colocaram pessoas que se dizem especialistas em direito. Esses são os membros desse ‘conselhão’ problemático: O jornalista Cláudio Dantas comentou a situação assim: Precisamos cobrar uma investigação desse ‘conselhão’.
PF entra em parafuso e tenta entender como Ramagem saiu do país sem passaporte
A PF quer descobrir de que jeito o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) saiu do país. A polícia acha que ele passou a fronteira por um país vizinho e depois foi para os EUA. Depois de ser condenado no absurdo processo da trama golpista, Ramagem deve pedir asilo nos EUA e virar uma voz forte contra o que ele chama de tirania e abusos do governo brasileiro. Ainda, o fato de ele ter saído sem problemas mostra a incompetência da PF sob o comando de Lula. Se o governo pedir a extradição, vai sofrer mais um constrangimento e vergonha na cena internacional. Com tudo isso, o Brasil se afasta cada vez mais do resto do mundo.
Tiroteio em bar na Baixada Fluminense mata 3 e gera pânico (veja o vídeo)
Um bar no bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu, foi alvo de um tiroteio que matou três homens. A Polícia Militar do Rio chegou ao local depois de receber aviso de disparos na Estrada de Adrianópolis. Quando a polícia chegou, encontrou os três mortos com tiros. A equipe isolou o local para guardar a cena, como manda o procedimento. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) passou a investigar. A Polícia Civil disse que já pediu perícia e está trabalhando para descobrir quem fez o crime e por quê. Ainda não se sabe quem eram as vítimas. A polícia tenta descobrir o motivo do ataque no bar. A DHBF está colhendo depoimentos e procurando imagens de câmeras de segurança para achar os autores do triple homicídio em Nova Iguaçu.
Numa semana trágica, Lula abre crise com Motta, tem desavença com Alcolumbre e perde trunfo eleitoral
Nesta semana, Lula brigou ao mesmo tempo com o presidente da Câmara e com o do Senado. Como se não bastasse, o senador Rodrigo Pacheco retirou o apoio a Lula como candidato ao governo de Minas em 2026. Isso põe em risco o plano de Lula em Minas, que tem 16 milhões de eleitores e é o segundo maior eleitorado do Brasil. Segundo ministros da equipe de Lula, o Planalto está simplesmente deixando a situação se desenrolar, sem intervir nos conflitos. O problema aparece a um ano do fim do mandato, quando Lula já deixou claro que quer concorrer à reeleição. A briga com Hugo Motta, presidente da Câmara, tem a ver com um projeto de lei que visa combater o crime organizado. Motta fechou um acordo com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas – outro Republicano que pode enfrentar Lula em 2026 – e colocou Guilherme Derrite como relator da proposta. Guilherme Derrite, que hoje é secretário de Segurança de São Paulo e ex‑policial militar, foi eleito deputado federal pelo Progressistas. Colocar Derrite como relator foi um revés para o governo federal, que perdeu o controle de um projeto que queria usar para melhorar sua imagem em segurança pública. A briga ficou mais quente quando Lula atacou o projeto de Motta e o presidente da Câmara rebateu que o governo “seguiu o caminho errado”. Lindbergh Farias, líder do governo, chamou isso de “crise de confiança” entre o Executivo e a Câmara. Ao mesmo tempo, Lula criou atrito com o Senado ao dizer ao senador Rodrigo Pacheco (PSD‑MG) que não o escolheria para um cargo no Supremo. Ele explicou que pretende indicar Jorge Messias, que hoje é advogado‑geral da União, para a vaga. No mesmo papo, Lula disse que quer Pacheco como candidato ao governo de Minas para reforçar sua base na reeleição. Pacheco, porém, respondeu que pretende deixar a política e voltar à advocacia. A escolha de Lula foi contrária ao que esperava Davi Alcolumbre, presidente do Senado, que queria Pacheco no Supremo. Mesmo que a indicação seja do presidente, o Senado tem que aprovar, precisando de pelo menos 41 dos 81 votos. Por isso, corre o boato de que o Senado pode rejeitar a escolha de Lula.
Emenda proíbe voto de presidiário: “Chega a ser ridículo quando dizemos em outros países que no Brasil é possível preso votar”
Na terça (18), a Câmara aprovou uma emenda que impede presos provisórios de se registrarem como eleitores e cancela o título de quem já tem. O texto faz parte do PL 5.582/2025, o PL Antifacção, apresentado por Marcel van Hattem (Novo‑RS). A votação deu 349 a favor e 40 contra. O relatório de Guilherme Derrite (PP‑SP) sobre o texto principal foi aprovado por 370 deputados, contra 110 que votaram contra. O PL traz punições mais duras para organizações criminosas e cria crimes novos direcionados a membros de facções. Na hora de defender o projeto, van Hattem atacou a ideia de presos votarem. Ele disse que quem está fora da sociedade não pode decidir o futuro nas urnas, chamando isso de absurdo. “É ridículo dizer que no Brasil preso pode votar, como se fosse algo que acontece em outros países”, afirmou o gaúcho, chamando o voto de detento de mera regalia. No relatório, Derrite define legalmente o que é uma “organização criminosa ultraviolenta”, ou facção. Ele descreve como um grupo de três ou mais pessoas que usa violência, ameaça ou coerção para dominar território, intimidar a população ou autoridades, e atacar serviços e infraestrutura essenciais. O PL cria o crime de “domínio social estruturado”, que cobre quem usa violência para controlar território, ataca as forças de segurança ou sabota serviços públicos essenciais. A punição para esse crime vai de 20 a 40 anos de prisão. O texto ainda permite agravantes que podem elevar a pena em até dois terços ou reduzir pela metade, dependendo se o crime foi cometido por líderes de facções ou tem ligações internacionais. A pena fica maior se o crime buscar ganho econômico, como mineração ilegal ou exploração sem autorização. Violência contra autoridades ou pessoas vulneráveis também eleva a punição. O PL preserva o poder da Receita Federal, do Banco Central e demais fiscalizadores para confiscar bens imediatamente. Além disso, o juiz pode decretar confisco extraordinário mesmo sem condenação criminal.
O relativismo de Eric Hobsbawm: Mais um engodo no processo de “santificação” dos ídolos comunistas
Provavelmente, em algum momento, você ouviu falar de Eric Hobsbawm. Ele é leitura obrigatória nos cursos de História, virou ícone da esquerda e é tratado como santo pelos comunistas. Seu livro mais famoso, ‘A Era dos Extremos’, mostra tanto seus pontos fortes quanto suas falhas como pensador. Li um texto no UOL sobre Hobsbawm. Conhecendo o viés do portal, já esperava bajulação e mentiras. Foi exatamente isso que encontrei: o artigo o chama de ‘historiador das lutas sociais’ e ‘militante crítico’. Quem entende como a esquerda transforma seus ídolos em santos sabe que esse engodo faz parte do plano, e aqui não foi diferente. Hobsbawm viveu as grandes tragédias do século XX. Nasceu no Egito, filho de judeus, ficou órfão e foi criado pelos tios que se mudaram para a Alemanha. Em Berlim, viu a queda da República e a ascensão de Hitler ao poder, com o surgimento do Terceiro Reich. O pós‑guerra trouxe totalitarismos que despedaçaram a democracia liberal e derrubaram monarquias europeias. Diante desse cenário, ele abraçou o comunismo e manteve essa escolha até o fim da vida. Essa escolha explica muito de sua produção. Como historiador marxista, Hobsbawm tenta contar a história sob a lente da luta de classes, colocando a economia acima de tudo. Segundo Marx, quem controla os meios de produção determina as relações humanas; tudo o mais – tradições, nações, religião – seria apenas ‘superestrutura’. Em resumo, a condição material dos ricos e dos pobres move a história, enquanto ideias são usadas pelos poderosos para oprimir os demais. Mas Marx errou ao colocar tudo na economia. Antes mesmo das fábricas, já existiam instituições baseadas em costumes que guiavam a vida das pessoas – como o direito consuetudinário na Inglaterra de Hobsbawm. Isso impede que a história seja vista só pela luta de classes. Além disso, a teoria da ‘mais‑valia’ foi refutada pela Escola Austríaca, provando a falha intelectual do marxismo. Mesmo assim, Hobsbawm ignora essas críticas. O entusiasmo pela causa comunista o fez relativizar os inúmeros crimes e genocídios do regime. Em ‘A Era dos Extremos’, não há nenhuma crítica à violência da Revolução Russa. Pelo contrário, Lênin é apresentado como quem ouviu o povo. O autor deixa de fora que a revolução foi liderada por uma elite intelectual marxista, não pelas massas. Ele também omite a supressão dos tribunais e o Terror Vermelho, que tirou cerca de 1,2 milhão de vidas. O texto do UOL diz que Hobsbawm condenou a invasão soviética da Hungria em 1956, quando cerca de 20 mil opositores foram mortos. Isso é mentira. Na época, ele justificou a ação como ‘necessária para impedir um governo de direita’. O Partido Comunista britânico nunca repudiou o massacre, e Hobsbawm permaneceu filiado até 1991, ao contrário de E. J. Thompson, que saiu do partido ao saber dos tanques em Budapeste. O comunismo gerou as maiores matanças da história. Em todo país onde o regime se instalou, deixou um rastro de destruição e milhares de mortos. Nenhum líder comunista escapou de sujar as mãos de sangue, arruinar a economia e destruir a liberdade dos cidadãos que conseguiram fugir. Prometendo um paraíso terrestre, entregou apenas o inferno. Como dizia Gustavo Corção, quem tenta transformar a Terra em paraíso perde a felicidade do céu. Não dá para aceitar que um homem tão instruído como Hobsbawm não tenha revelado as atrocidades do comunismo. Seu apego à ideologia política impediu que falasse a verdade, manchando sua credibilidade como historiador e como comentarista público. Defender até o fim um movimento responsável pelo maior genocídio da humanidade mostra que a paixão ideológica pode superar o amor pela verdade. O relativismo de Hobsbawm abre caminho para mais desgraças – para ele, para quem compartilha o mesmo erro e para inocentes que pagam o preço.
URGENTE: Justiça decide sobre pedido de liberdade para dono do Banco Master
A desembargadora Solange Salgado da Silva já deu o veredito sobre o pedido de liberdade que os advogados de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, fizeram. Vorcaro está sendo investigado por supostas fraudes que teriam prejudicado o sistema financeiro nacional na venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB). Enquanto isso, a defesa ainda aguarda o TRF1 analisar outro habeas corpus que entrou.
Vaza “plano” de Trump contra Maduro
O New York Times trouxe à tona informações nunca antes divulgadas sobre como Donald Trump tem agido nos bastidores para apertar ainda mais o cerco ao governo de Nicolás Maduro. Fontes do governo dos EUA dizem que Trump autorizou novas medidas, inclusive possíveis missões secretas da CIA, para preparar uma eventual ofensiva militar maior. O objetivo é isolar o ditador venezuelano e expandir a influência política e estratégica dos EUA na região. O jornal também contou que Trump deu sinal verde para abrir novas conversas paralelas com representantes de Maduro. Nessas negociações, o venezuelano chegou a pensar em deixar o cargo, algo que ele vinha adiando por anos. Mas a Casa Branca descartou a ideia, alegando que ainda não era o momento certo para uma transição. O Pentágono enviou navios de guerra ao Caribe e atacou pequenas embarcações que, segundo Washington, fazem parte de redes de tráfico de droga ligadas à Venezuela. Os EUA afirmam que Maduro governa sem legitimidade e tem ligações com cartéis internacionais, o que reacende rumores de uma invasão militar. Maduro rebate as acusações e avisou os americanos de que uma “guerra insana” seria o que eles estariam iniciando. Mesmo sem tropas em solo venezuelano, o NYT diz que autoridades de Washington estudam novos passos, como sabotagem ou ataques cibernéticos, psicológicos e de informação, para tornar o regime chavista mais caro politicamente. Essas opções estão sendo analisadas junto com o aumento da pressão diplomática e de sanções. Fontes do jornal relataram que o Departamento de Defesa já montou listas de instalações supostamente ligadas ao tráfico de drogas e está avaliando ataques a unidades militares que ainda apoiam Maduro. Na semana passada, Trump se reuniu duas vezes na Sala de Situação da Casa Branca com seus principais conselheiros para discutir esses cenários e pesar riscos e oportunidades. Enquanto mandava a CIA avançar em possíveis missões secretas, Trump reabriu canais informais de diálogo com Maduro, que haviam sido interrompidos no mês passado. Quem acompanhou as conversas disse que o líder venezuelano mostrou interesse em deixar empresas americanas de energia explorar mais o petróleo do país. Trump confirmou publicamente o contato no domingo, dizendo… A resposta de Caracas foi imediata: o governo venezuelano chamou a movimentação militar dos EUA de violação da soberania e de tentativa de golpe, colocando suas Forças Armadas em alerta máximo. Ao mesmo tempo, a Rússia reforçou seu apoio a Maduro, defendendo a soberania da Venezuela e condenando qualquer intervenção externa que queira mudar o cenário político.
Lula inaugura majestosa ponte feita quase que totalmente por Bolsonaro e música desmoralizante viraliza (veja o vídeo)
A ponte que cruza o Rio Araguaia, ligando Xambioá (TO) a São Geraldo do Araguaia (PA), foi aprovada e quase toda feita durante o governo Bolsonaro, com as obras começando em 2019 pelo Ministério da Infraestrutura. Em novembro de 2025, Lula abriu a ponte, concluindo o projeto que começou no governo anterior. Obras de infraestrutura costumam passar de um governo ao outro, mas o progresso real aconteceu entre 2019 e 2022. A abertura da ponte por Lula ainda gerou uma música que lembra a gente da situação real.