Antes de prender Bolsonaro, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) afirmou que há quem queira ver o ex‑presidente morto. Ele disse que prefere não mencionar nomes para não se arriscar a processos. Segundo Nikolas, se Bolsonaro for mandado para um presídio, ele terá grande risco de não sobreviver. Quando perguntaram se ele falava de alguma autoridade em particular, Nikolas respondeu com uma série de perguntas para reforçar sua ideia. O ex‑presidente já sofre todas as crueldades que o “sistema” pode impor e, ainda assim, sua vida continua ameaçada.
Helder Barbalho cortou verba dos bravos bombeiros paraenses que salvaram a COP 30 de uma tragédia
Os bombeiros do Pará, que impediram uma grande tragédia na COP 30, agora enfrentam uma situação muito difícil no estado. A falta de competência na gestão pública levou o governador a cortar R$ 55 milhões do orçamento dos bombeiros. Curiosamente, no ano da COP 30 o orçamento dos bombeiros foi de R$ 430,6 milhões, menos que os R$ 485,8 milhões previstos para 2024. Os recursos de investimento também diminuíram: de R$ 8,6 milhões em 2024 para apenas R$ 5,6 milhões em 2025. Hoje, só conseguimos nos manter graças ao apoio dos nossos assinantes e parceiros.
Oposição faz pressão máxima para votar anistia e quer projeto na pauta amanhã
A prisão do ex‑presidente Jair Bolsonaro, nesta manhã de sábado (22), por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, provocou reação da oposição, que agora quer acelerar o projeto de anistia no Congresso. A oposição vai colocar o tema na lista de exigências ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep‑PB), na reunião de líderes desta semana. O deputado Sanderson (PL‑RS) já pede que a votação do projeto seja marcada para segunda‑feira (24). A relatoria do projeto ficou a cargo de Paulinho da Força (SD‑SP), que só quer rever a dosimetria das penas. A oposição, porém, descarta a proposta.
“Moraes está jogando Bolsonaro para morrer na cadeia, por ação ou omissão”, afirma parlamentar (veja o vídeo)
O vereador Adrilles Jorge atacou duramente os senadores que mostraram um vídeo da inspeção na prisão da Papuda, onde Bolsonaro pode ser enviado.
A transferência de prisão de Bolsonaro acende um sinal de alerta institucional
Mover Bolsonaro da prisão provocou outra crise política e jurídica. Mesmo sendo só uma mudança de regime já definido, a medida reacendeu discussões sobre direitos básicos, justiça neutra e o uso do direito penal como arma de poder. Juristas e especialistas em processo penal concordam: o caso ameaça princípios da Constituição, ainda mais porque não há fatos novos, provas claras ou conduta específica contra Bolsonaro. A Constituição proíbe punir alguém por laços familiares ou políticos, e garante que ninguém pode ser preso sem prova concreta de crime definido e doloso. Mas a justificativa da decisão usa termos vagos como “risco democrático” e “abalo institucional”, ignorando o artigo 312 do CPP, que pede provas concretas de necessidade cautelar. Trocar regras claras por critérios subjetivos deixa espaço para interpretações exageradas e enfraquece o devido processo. A imparcialidade também está em questão. Autoridades que já se pronunciaram sobre o caso e o histórico de brigas políticas mancham a neutralidade que o judiciário deveria ter. Em vez de esclarecer, o processo parece confirmar uma história já montada, segundo os críticos. Especialistas em Direito Penal dizem que isso se parece com o “Direito Penal do Inimigo”, onde a pessoa não é julgada por atos, mas vista como ameaça ao Estado. Isso não afeta só o caso, mas toda a sociedade. Um precedente contra um opositor pode virar arma contra qualquer cidadão depois. O povo sente a tensão. Grande parte vê o caso como seletivo: políticos envolvidos em corrupção continuam livres e no poder, enquanto opositores recebem medidas extremas. Esse contraste gera sensação de injustiça e desconfiança nas instituições. Os críticos dizem que a decisão tem um grau de severidade que não se explica, já que Bolsonaro cumpria restrições e não mostrou risco imediato. Ainda chamam a justificativa de “cruel”, ao pintar o presidente idoso, com cirurgias e limitações físicas, como se fosse capaz de fugir, romper aparelhos, subir em telhados e chegar a embaixadas. Essa história gerou muitas piadas nas redes. Politicamente, alguns alegam que o caso vai além de esquerda e direita. Eles defendem que o debate sobre anistia não é partida política, mas questão de humanidade, empatia e paz nacional. A verdade é que a democracia precisa de freios e contrapesos. Se decisões judiciais virarem armas políticas, a confiança nas instituições cai. Quando a lei não controla abusos, ela mesma se torna um abuso. Policial federal, formado em Direito e Administração de Empresas.
Advogado de Zambelli cobra posição de Gilmar em caso de deputado petista que brigou na rua
Fabio Pagnozzi, que representa Carla Zambelli, usou as redes sociais para exigir que o ministro Gilmar Mendes dê uma punição ao deputado estadual do PT, Renato Freitas. Renato Freitas acabou se metendo numa briga de rua com um homem. Vídeos mostram que o deputado petista começou a confusão, agredindo o rapaz com a ajuda de um assessor. Mais tarde, em outra troca de socos, ele recebeu um forte golpe no nariz e passou a se fazer de vítima.
O preso político que não fugiu
Em setembro de 2025, a Primeira Turma do Supremo decidiu que ele deve cumprir 27 anos e três meses de cadeia por tentar um golpe, liderar uma quadrilha armada e praticar crimes contra a democracia. Ele já está inelegível até 2030 por abuso de poder. Agora vai para a prisão, talvez em regime fechado, e só poderá ficar em casa se a saúde deteriorar. Enquanto muitos réus ricos fogam para Miami, Lisboa ou Orlando, Bolsonaro chegou a Brasília direto de Orlando, encarou a crise judicial e afirmou: “Eu fico”. Ele decidiu ficar e assistir ao caos de perto. Com isso, ele faz algo que nenhum político brasileiro fez recentemente. Dirceu optou por negociar delação. Cunha tentou fugir, mas foi preso no aeroporto. Temer passou uma noite na prisão e depois se recolheu aos livros e entrevistas pagas. Em 2018, Lula pensou em pedir asilo na embaixada da Itália, mas o pedido foi negado e o país já estava cercado. Ele passou três meses nos EUA, com passaporte diplomático, filhos acomodados, conta cheia e sem risco de extradição. Poderia ficar lá. Não o chamariam de covarde, mas de “estratégico”. Ainda assim, voltou ao Brasil, quebrando todas as versões pré‑fabricadas. Primeira história que rola o dia inteiro: ele é um covarde que foge da justiça. Não funciona. Segunda versão: ele só pensa na família. Também não bate, porque se fosse proteger os filhos, teria ido para a Flórida. Terceira versão: ele é um louco perigoso que deve ser contido. Essa não explica por que ele mesmo se entregou. O que resta é algo que incomoda: Bolsonaro tem uma determinação que a política brasileira não vê há décadas. Pode ser teimosia, orgulho, missão messiânica ou cálculo de mártir, mas não é covardia. Isso irrita os opositores, que preferem a história do “ditador fugitivo”. Também incomoda parte dos aliados, que o veem como símbolo de resistência, enquanto gostariam que ele fosse apenas um candidato que entrega votos e fica na sombra. Hoje, quem defende sua prisão não são os inimigos, que já o consideram morto politicamente, mas alguns aliados que precisam do mártir para unir a base. Enquanto Bolsonaro aguarda o julgamento, o governo Lula não escapa da crítica. Prometendo moralidade, o PT volta a ter escândalos. Em 2025, a Operação Sem Desconto revelou um esquema bilionário no INSS, que desviou cerca de R$ 6 bilhões entre 2019 e 2024, cobrando descontos indevidos de aposentados idosos. Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi preso como líder do golpe, mas o que assusta é a ligação com o Planalto. Alessandro Stefanutto, ex‑presidente do INSS nomeado por Lula em 2023, foi detido na mesma operação que investiga os descontos ilegais. Também surgiram indícios de um sindicato ligado ao irmão de Lula, Frei Chico, vice‑presidente do Sindnapi, que alimentou a CPMI do INSS e já tirou Lupi do cargo. Em novembro, a Operação Coffee Break chegou à família de Lula. Carla Ariane Trindade, ex‑nora de Lula, foi alvo de buscas por tráfico de influência no MEC, envolvendo a empresa Life Tecnologia Educacional, que recebeu R$ 70 milhões em contratos superfaturados de kits e livros para escolas de São Paulo. Ao mesmo tempo, Kalil Bittar, ex‑sócio de Lulinha na Gamecorp, atuava como lobista e usou o nome do presidente para liberar verbas do FNDE. Lula não comenta, enquanto a PF diz ter “poucas dúvidas” de pagamentos em dinheiro à sua nora. Desde 2023, o governo cortou R$ 4,4 bilhões da Saúde em 2024, R$ 1,2 bilhão da Educação e mais R$ 3,8 bilhões em 2023, deixando hospitais, Farmácia Popular e livros didáticos sem recursos. As contas para 2027 apontam um déficit de R$ 10,9 bilhões só para cumprir os pisos constitucionais, apertado pelo arcabouço fiscal que Lula aprovou. Como diz o ex‑procurador Deltan Dallagnol, é o “velho jeito petista”: o Estado é dividido entre aliados e a corrupção surge como consequência. A contradição está clara. Enquanto isso, Nayib Bukele faz de El Salvador o país mais seguro das Américas, prendendo 1 % da população adulta, e o centro democrático brasileiro aplaude o “milagre”. No Brasil, ao prender um ex‑presidente sem crime de sangue, o mesmo centro finge que tudo está bem e diz que “as instituições funcionam”. Mas e os desvios no INSS? E a família de Lula no MEC? E os cortes que deixam crianças sem livros e idosos sem remédios? No final, Bolsonaro pode acabar na prisão, mas a lembrança não será a de um covarde que fugiu, nem a de um genocida. Será a de quem podia desaparecer e escolheu ficar para enfrentar um sistema que persegue uns e protege outros. Essa postura é rara na política, onde a maioria prefere fugir, delatar ou buscar o caminho mais fácil, enquanto escândalos de ambos os lados corroem a credibilidade de todos. Sou policial federal, formado em Direito e Administração de Empresas.
Recado de Alcolumbre estremece o Planalto
Alcolumbre, presidente do Senado (União‑AP), avisou Lula (PT) que vai votar contra a nomeação de Jorge Messias, advogado‑geral da União, ao STF. Mesmo assim, ele prometeu não travar a tramitação da indicação no Senado. É aí que o risco aparece. A Constituição exige que, para entrar no STF, o candidato consiga, em voto secreto, o apoio de no mínimo 41 dos 81 senadores. O presidente pode indicar, mas a escolha só vale se o Senado aprovar. Segundo quem acompanha Alcolumbre, ele sugeriu Rodrigo Pacheco (PSD‑MG), ex‑presidente do Senado, como a melhor opção para a vaga no STF. Os mesmos dizem que Pacheco conta com forte apoio entre os colegas. Ao contrário do que aconteceu em 2021, quando a indicação do AGU de Jair Bolsonaro (PL) ficou quatro meses parada, Alcolumbre garantiu que não vai atrasar o caso de Messias. A ideia é levar a nomeação logo à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Quem está perto de Alcolumbre diz que, mesmo votando contra, ele não vai fazer campanha nem contra nem a favor de Messias. Os petistas, porém, desconfiam dessa postura neutra. Líderes do Senado acreditam que, mesmo que a CCJ aprove, a falta de apoio de Alcolumbre tornará difícil para Messias conseguir os votos que precisa no plenário. Para os senadores aliadados ao governo, o destino da nomeação está ligado à atitude de Pacheco. Em encontro neste mês, Lula teria dito que quer Pacheco como candidato ao governo de Minas Gerais, mas o senador parece pouco animado com a ideia. Os petistas pensam que, para Messias ser aprovado, é preciso convencer Pacheco a apoiar a escolha de Lula, aceitar a candidatura em Minas e, se perder, esperar outra vaga no STF. Quem está perto da liderança do Senado diz que muitos veem a vaga como fora do comum. “É um presente inesperado para o Lula”, comentou um senador. Outros defendem que o presidente divida esse “bônus” da escolha com o Legislativo. A vaga apareceu porque o ex‑ministro Luís Roberto Barroso saiu do STF antes de completar 75 anos, a idade obrigatória de aposentadoria. Segundo a Constituição, ele poderia ficar na Corte até 2033. Apoios de Pacheco dizem que o senador de Minas merece a vaga no STF, já que, ao enfrentar Bolsonaro, perderá proteção institucional. Eles apontam que Pacheco tem eleição difícil em Minas, enquanto Lula parece bem encaminhado para a reeleição e o ministro Alexandre de Moraes tem vaga garantida até os 75 anos.
Allan desmonta decisão de Moraes: A farsa da tornozeleira, a cronologia real e a prisão já decidida
Allan dos Santos, jornalista brasileiro que vive no exílio nos EUA, postou no X uma sequência de mensagens que mostram a suposta farsa da tornozeleira. É evidente que a mídia militante tenta dar aparência de legalidade a uma decisão que, na prática, é totalmente ilegal. Veja a seguir:
Globo consegue patético “flagrante” de Nikolas e expõe como grande “furo” de reportagem (veja o vídeo)
A Globo continua agindo como aliada do establishment, abandonando o jornalismo de verdade. Ela pode estar ganhando benefícios, mas perde o que mais importa para um meio de comunicação: a credibilidade. O deputado Nikolas Ferreira foi ao encontro do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Um drone da Globo invadiu a reunião e gravou o momento em que o deputado usava o celular. Na mesma reportagem, a Globo lembra que o ministro Alexandre de Moraes, ao decretar a prisão domiciliar, proibiu que visitantes usassem o celular. Ao invés de condenar a decisão absurda do juiz, a Globo prefere agir como ‘dedo duro’ do sistema. Com certeza, essa exposição vai deixar muita gente sem dormir.