Na semana passada, o Tribunal Regional Federal da 1ª região recusou o Habeas Corpus pedido por Daniel Vorcaro, o banqueiro. Hoje, os advogados dele voltam a recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Se a nova ação falhar, Vorcaro, que está detido na sede da Superintendência da Polícia Federal em Brasília, será mandado para a Papuda até, no máximo, amanhã. A escolha final cabe ao presidente do tribunal, o ministro Herman Banjamin.
URGENTE: Na sede da PF, Bolsonaro toma decisão que pode garantir a sua vida
No sábado, dia 23, Jair Bolsonaro foi colocado sob prisão preventiva. A medida, que consideramos absurda, vem da perseguição do atual regime. Dentro da sede da Polícia Federal, Bolsonaro fez uma escolha clara: não vai aceitar o que a PF serve e prefere comer o que a família traz. No dia em que foi preso, ele nem jantou, dizendo que não tinha fome. A PF tem cardápio de arroz, feijão, salada e proteína no almoço e no jantar, mas ele insistiu em comer só o que recebeu de fora. A família também enviou itens de higiene. No domingo, um ajudante entregou escova de dente, desodorante e outras coisas. No almoço de domingo, quem está perto dele contou que Bolsonaro escolheu outra refeição caseira, leve e sem gordura, cuidando da saúde. Ainda no domingo, Michelle foi ver o marido depois da audiência que confirmou a prisão. Quem convive com ele diz que está calmo e conversa como sempre. Os apoiadores contam que esperam visitas regulares enquanto ele fica detido. Bolsonaro agora aguarda o julgamento dos embargos de declaração na ação penal que trata da alegada trama golpista.
Jimmy Cliff, a lenda jamaicana, ícone do reggae mundial, morre após sofrer convulsão
Jimmy Cliff, cantor e compositor da Jamaica, morreu aos 81 anos por problemas de saúde. A notícia saiu na segunda‑feira (24) nas redes sociais oficiais dele. O artista, que ajudou a levar o reggae ao mundo, teve uma convulsão que acabou em pneumonia e o levou ao falecimento. A esposa, Latifa, foi quem assinou o comunicado postado no Instagram. Cliff começou a cantar ainda jovem e sua voz forte logo chamou atenção. Em 1972, ele atuou no filme “The Harder They Come”. O trabalho no longa ajudou a divulgar a música e a cultura da Jamaica por todo o planeta. Ao longo da carreira, ele lançou discos que marcaram o reggae, como “The Power and the Glory”. A canção “Reggae Night” também ficou famosa e é considerada um clássico do estilo.
AO VIVO: Prisão de Bolsonaro é cortina de fumaça para escândalo bilionário do Banco Master? (veja o vídeo)
Já se passaram 48 horas desde que Bolsonaro foi preso preventivamente, e ainda surgem fatos suspeitos. Os médicos que o atendem apresentaram um laudo dizendo que ele tem confusão mental e alucinações, que podem ter sido provocadas por um remédio dado sem que a equipe médica oficial soubesse. A questão que fica é quem deu permissão para a médica dar esse remédio ao ex‑presidente sem aviso. Ao mesmo tempo, a oposição e o centro já estão tentando colocar na agenda o Projeto de Lei da Dosimetria. Na Avenida Paulista, a UNE chegou a celebrar a prisão de Bolsonaro com uma roda de samba, mostrando a divisão que o caso gerou. No programa Bom Dia, JCO traz a vereadora Nina Braga e o advogado Wellington dos Santos para debater o caso. Veja, compartilhe e ajude o Jornal da Cidade Online.
A “alucinação” que Moraes precisava…
Bolsonaro contou que, ao sentir uma “alucinação”, resolveu interferir na tornozeleira eletrônica durante a audiência de custódia deste domingo (23/11). Ele foi preso preventivamente no sábado (22/11) por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e está detido em uma sala da Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Segundo Bolsonaro, a suposta alucinação acabou sendo exatamente o que o ministro Alexandre de Moraes queria. Essa foi a desculpa perfeita para o plano maquiavélico que a esquerda armou contra o ex‑presidente. O jurista Tiago Pavinatto, bem conhecido, afirmou que a solda encontrada na tornozeleira de Bolsonaro só teria peso jurídico para justificar sua prisão se, e somente se, … Não perca tempo e garanta esses livros enquanto ainda há cópias – a censura pode fechar tudo a qualquer momento!
Brasília em ebulição: Prisão de Bolsonaro transforma PF em ponto de mobilização da direita (veja o vídeo)
Mesmo com a ordem de prisão em regime fechado, o ex‑presidente Jair Bolsonaro acabou gerando o efeito oposto ao que o sistema jurídico esperava: ao invés de calá‑lo, o ato o fortaleceu. Em vez de dispersar seus apoiadores, a prisão acendeu a faísca que fez Brasília ferver logo nas primeiras horas, mostrando o peso da liderança de Bolsonaro. A sede da Superintendência Regional da PF, no Setor Policial Sul, virou num ponto de encontro improvisado da direita, quase um campo de resistência. A cada hora chegam mais gente: famílias com bandeiras, cidadãos irritados, políticos indignados e influenciadores de todo o Brasil se juntam lá. Fica claro: a prisão, que a direita acha injusta e exagerada, virou o maior símbolo de união desde 2022. Aliados próximos dizem que Bolsonaro não só está preso, como também lida com um problema de saúde delicado. Os soluços que atormentam Bolsonaro há anos pioraram nas últimas semanas, trazendo muita dor e desconforto. Para controlar os soluços, ele está tomando remédios fortes que podem causar alucinações e confusão mental. Seus apoiadores acreditam que o sistema o persegue politicamente e ainda o coloca em risco de deterioração física e emocional, justamente quando está vulnerável. Juntos, prisão, sofrimento e a sensação de injustiça aumentam ainda mais a força dos protestos. Para a direita, foi um tiro pela culatra: ao tentar isolar Bolsonaro, o sistema acabou despertando uma mobilização adormecida e reacendeu a revolta contra decisões que consideram arbitrárias. Com a tarde avançando, a expectativa aumenta. A PF reforçou a segurança, parlamentares da oposição já se organizam para observar de perto, e Brasília se prepara para uma noite tensa, enquanto o país inteiro assiste. A prisão de Bolsonaro deixou de ser só um ato judicial; virou um movimento político que pode mudar a disputa pelo futuro do Brasil.
Piloto sofre acidente em show no Beto Carrero World, não resiste e morre
Ontem (23), Lurrique Ferrari, que pilotava as manobras do Hot Wheels Epic Show, sofreu um grave acidente na sua apresentação no Beto Carrero World, em Penha (SC), e acabou falecendo. Depois da queda, levaram Ferrari direto ao hospital. Os médicos fizeram cirurgia, mas os ferimentos foram demais e ele não sobreviveu. Um parente e os responsáveis do Beto Carrero World confirmaram a morte de Ferrari. Vale lembrar que o parque é um dos maiores complexos de lazer da América Latina. O Hot Wheels Epic Show, que trouxe o acidente, é um número de acrobacias com carros e motos. É um dos principais shows do parque, sempre com pilotos experientes fazendo manobras para o público.
Advogado quase passa despercebido em farra do INSS, mas cai em “malha fina” e se complica
Cecílio Galvão, advogado que fez a ponte entre associações sob investigação e o INSS, recebeu R$ 4 milhões dessas entidades suspeitas por um esquema de descontos irregulares nas aposentadorias. O dinheiro apareceu em documentos do Coaf que foram levados à CPMI do INSS no Congresso. Apesar disso, a PF não incluiu Galvão em nenhuma fase da Operação Sem Desconto, que mira descontos ilegais nos benefícios. A Abenprev mandou R$ 3,1 milhões para Galvão e a Unibap deu R$ 888 mil. Ambas estão no foco da polícia por um esquema de descontos sem autorização. A Unibap já faturou R$ 183 milhões tirando dinheiro dos aposentados; a Abenprev arrecadou R$ 80 milhões. As associações deram procuração a Galvão para fechar acordos com o INSS. Com esses acordos, elas podiam descontar as mensalidades direto dos contracheques dos membros. Galvão também dirige a consultoria Crédito e Mercado, que atende institutos de previdência em todo o país. A empresa trabalhou para municípios que enviaram recursos de fundos previdenciários ao Banco Master, que está sob investigação da PF por suspeita de fraude de bilhões. A Crédito e Mercado promoveu uma palestra com Eric Fidelis, filho do ex‑diretor de Benefícios do INSS, André Fidelis, que também está sendo investigado nesse esquema. Galvão vem de uma família política de Pernambuco e foi prefeito de Belo Jardim na década de 1990. Em 2014, tentou a vaga na Assembleia Legislativa e ficou como suplente. Hoje é filiado ao Solidariedade, frequenta Brasília e esteve numa reunião com o vice‑presidente Geraldo Alckmin em 2023. Embora as associações tenham, de fachada, aposentadas como presidentes, quem realmente manda e tira o lucro são dois empresários do ramo de crédito consignado e seguros: Zacarias Canuto e Gutemberg Tito. Juntos, eles faturaram mais de R$ 11 milhões com essas entidades, de acordo com o Coaf. Mesmo com a polícia na pista, Tito sacou várias vezes R$ 50 mil em dinheiro. A CGU encontrou várias falhas nas associações: membros cadastrados com documentos expirados e milhares de nomes de pessoas já falecidas nas listas enviadas ao INSS. Por causa disso, as entidades já estão sendo processadas. Além disso, Galvão tem uma empresa que vende empréstimos consignados para grandes bancos. Ao ser questionado, Galvão disse que foi contratado apenas para dar assessoria jurídica às associações citadas. Ele explicou que o principal objetivo do contrato era a assinatura do ACT – Acordo de Cooperação Técnica. Galvão contou que os contratos foram feitos direto com a Unibap e a Abenprev, assinados pelos representantes legais da época. Ele ainda disse que, na sua empresa, foi palestrante em um evento da Crédito e Mercado sobre compensação previdenciária. Sobre a relação com a Diretoria de Benefícios do INSS, Galvão afirmou que sempre atuou pelos canais oficiais, cumprindo o que o contrato exigia, sem se importar quem estivesse no comando, e trabalhou intensamente até a publicação dos ACTs. Galvão esclareceu que sua empresa não indica investimentos aos clientes. O que ela faz, por exigência regulatória, é dar um parecer técnico sobre se um produto ou banco segue a lei e a política de investimentos dos clientes. A decisão final de investir fica a cargo dos órgãos deliberativos de cada RPPS. Sobre o encontro com Alckmin, Galvão disse que foi ao ministério como cidadão, não representando nenhuma empresa. Junto a especialistas em economia verde, ele só queria contribuir para o debate sobre estoque e crédito de carbono, tema que na época chamaram de “petróleo verde”.
Em trilha de praia em Florianópolis, professora é brutalmente assassinada por homem drogado (veja o vídeo)
A professora de inglês de 31 anos, Catarina Kasten, que estudava pós‑graduação na UFSC, foi encontrada morta na trilha da Praia do Matadeiro, em Florianópolis. Turistas descobriram o corpo na sexta‑feira (21). A polícia prendeu o suspeito, Giovane Correa Mayer, de 21 anos, que confessou o crime. Por volta das 13h, turistas acharam o corpo de Catarina numa parte de mata da trilha. Ela estava violenta, sem roupa. O namorado já havia chamado a polícia, porque ela não voltou da aula de natação que começou às 7h. A polícia usou as câmeras de segurança da região e identificou o suspeito. Giovane foi preso ainda na noite de sexta. No depoimento, ele disse que estava na trilha para usar drogas, encontrou Catarina, a agrediu sexualmente e a matou. A UFSC divulgou nota oficial dizendo que sente pesar e indignação com o crime. Catarina estudava no Programa de Pós‑Graduação em Inglês da UFSC. No domingo (23), parentes e amigos se reuniram na Igreja da Armação, perto do crime, e cobraram mais segurança para as mulheres em Florianópolis. A trilha do Matadeiro é uma das mais frequentadas de Florianópolis. Todo dia, dezenas de turistas e moradores a usam para chegar à praia ou fazer exercício. Existe um vídeo que grava o assassino pouco antes de cometer o crime.
Morre ator de “O Agente Secreto”
Udo Kier, ator alemão que atuou em mais de 250 filmes, morreu neste domingo, dia 23, aos 81 anos. A notícia saiu na revista Variety e foi confirmada por seu marido, Delbert McBride. A família ainda não revelou a causa. Kier trabalhou por seis décadas, passando por terror, comédia, drama, ficção científica e suspense. Ele chegou ao Brasil ao atuar em “Bacurau” (2019) e em “O agente secreto” (2025), filmes do diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho. Ele trabalhou com diretores como Wim Wenders, Michael Bay, Gus Van Sant, Quentin Tarantino, Dario Argento e Lars Von Trier. Nascido em Colônia na Segunda Guerra Mundial, mudou-se para a Inglaterra aos 16 para aprender inglês. Dois anos depois, entrou no cinema no curta “Road to Saint Tropez” (1966). Na década de 1970, ficou conhecido mundialmente ao trabalhar com Paul Morrissey e Andy Warhol. Na década de 1990, entrou em Hollywood, aparecendo em “Ace Ventura – Um Detetive Diferente” (1994) e “Blade – O Caçador de Vampiros” (1998). Em “Bacurau”, thriller de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, Udo fez o papel de Michael, um caçador que aterrorizou a cidade fictícia do filme. Foi a primeira vez que ele pisou no Brasil. No último filme “O Agente Secreto”, ele apareceu rapidamente como um alfaiate judeu que sofre nas mãos dos nazistas, dividindo a cena com Wagner Moura. A morte de Udo gerou mensagens de tristeza de artistas brasileiros. Sônia Braga, que atuou em “Bacurau”, escreveu no Instagram: “Que notícia triste. Das tantas pessoas que conheci, ele foi alguém com quem sempre mantive contato. Trocávamos e‑mails, poucas palavras, lembranças nos aniversários, simples, mas sempre com muito carinho.” Karine Teles, também de “Bacurau”, postou fotos de Udo nos Stories do Instagram com a frase “Viva Udo”. A equipe do filme também fez publicações nas redes. A equipe do filme escreveu: “Udo Kier, lenda do cinema, faleceu hoje aos 81 anos. Ele já tinha trabalhado com Kleber Mendonça Filho em ‘Bacurau’, codirigido com Juliano Dornelles, e tem participação especial em ‘O agente secreto’.” O legado de Kier segue vivo pelos personagens que criou em seis décadas, mostrando sua versatilidade em vários estilos e sua parceria com diretores de todo o mundo.