O general Augusto Heleno, que já foi ministro do GSI, avisou ao Exército que convive com Alzheimer desde 2018. Ele contou isso num exame de corpo de delito feito nesta terça (25), que serve para checar a saúde dele antes de, se for o caso, colocá‑lo no sistema prisional. A consulta médica aconteceu no Comando Militar do Planalto, em Brasília, onde médicos anotaram o que o general contou e checaram como ele está agora. No laudo, a equipe registrou que Heleno fala de quedas frequentes de memória e confirma que, desde 2018, tem Alzheimer. O relatório também diz que ele tem prisão de ventre e pressão alta, problemas que ele já trata continuamente. Na entrevista, os médicos ainda perguntaram se ele sentia algum sintoma agora. Ele respondeu que sente dor nas costas, o que é o que mais o incomoda no momento.
Condição de saúde preocupante de General Heleno é revelada
O general Augusto Heleno, que já foi ministro do GSI, contou ao Exército que convive com Alzheimer desde 2018. Essa informação apareceu num exame de corpo de delito feito nesta terça‑feira (25), que serve para checar a saúde dele antes de, se for o caso, colocá‑lo no sistema prisional. O médico fez a avaliação no Comando Militar do Planalto, em Brasília, onde a equipe de saúde anotou o histórico que o general deu e conferiu como está hoje. No laudo, a equipe registrou que Heleno falou de perdas de memória frequentes e confirmou que, desde 2018, sofre de Alzheimer. O relatório ainda indica que ele tem prisão de ventre e pressão alta, problemas que ele diz estar tratando continuamente. Na entrevista, os médicos ainda perguntaram se ele tinha alguma queixa atual. Ele respondeu que sente dor nas costas, e que esse é o incômodo mais forte que tem agora.
Militares são alvejados por tiros na Casa Branca e Trump promete fazer ‘animal pagar caro’
Trump, presidente dos EUA, reagiu nesta quarta‑feira (26/11) ao tiroteio que feriu gravemente dois guardas da Guarda Nacional perto da Casa Branca, em Washington, D.C. No Truth Social, o presidente chamou o atirador de “animal” e disse que ele vai “pagar um preço muito alto” pelo ataque. Os dois militares feridos e o suspeito foram socorridos rapidamente e levados a hospitais diferentes. Até agora, a polícia não divulgou motivo algum nem confirmou quem é o atirador preso, deixando a investigação ainda no começo e muito cautelosa.
Desembargador faz convocação para paralisação nacional em reação à prisão de Bolsonaro
O juiz aposentado Sebastião Coelho usou as redes sociais para pedir que seus seguidores façam um protesto nacional pedindo anistia total ao ex‑presidente. O pedido veio logo depois da prisão de Bolsonaro, no sábado (22/11), na sede da Polícia Federal, em Brasília. Em um vídeo no Instagram, Coelho explica como a paralisação deve ser feita e diz que é a única saída que ainda resta. Ele afirma que as tentativas anteriores não serviram de nada e que agora o foco é pressionar o Congresso, que, segundo ele, está de costas para o povo. Por isso, a mobilização precisa ser mais forte. Coelho quer anistia total, sem restrição, para todos os envolvidos em 8 de janeiro e para o presidente Bolsonaro, que ele diz representar a todos. Coelho explica que o movimento deve envolver todos os setores, menos bombeiros, hospitais e ambulâncias. A paralisação começaria por áreas específicas, com líderes de cada setor comandando, e as demais categorias entrariam aos poucos. Para Coelho, só a união de todos pode salvar o Brasil de um cenário onde, segundo ele, todas as ditaduras têm o apoio da Justiça. Ele chega a dizer que, no Brasil, a própria Justiça é a ditadura, e usa isso como argumento para a necessidade de agir agora. Coelho pergunta quanto tempo os apoiadores vão ficar de braços cruzados enquanto, na sua visão, o país corre perigo. Ele também critica o silêncio das Forças Armadas e reclama que Bolsonaro está preso em um local inadequado, afirmando que agora é a hora de agir. Coelho eleva ainda mais o discurso ao exigir uma “reação à altura”. Poucas horas depois da prisão, ele voltou às redes pedindo uma resposta forte, embora pacífica, contra o que chama de abuso de autoridade. Para ele, a prisão foi intolerância religiosa e abuso de poder, e avisa que generais podem acabar em presídios comuns, o que violaria o Estatuto dos Militares. Poucos dias antes do julgamento de Bolsonaro, saiu um livro impactante chamado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir o presidente — e despertou uma nação”. Ele descreve o cenário lamentável e absurdo que se confirmou hoje com a prisão do ex‑presidente. O livro denuncia que Bolsonaro foi perseguido por um verdadeiro aparato político que juntou instituições, a mídia e setores progressistas para fraquejar seu governo e calar o movimento conservador em ascensão. Ele também prevê o desfecho dessa trama, transformando a obra em um registro histórico e um manifesto contra a censura e o “sistema”. Clique no link abaixo para ler o documento.
URGENTE: Alcolumbre promete mostrar a Lula “o que é não ter presidente do Senado como aliado”
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Alcolumbre avisou seus aliados que vai mudar a postura frente ao Palácio do Planalto. Ele disse que vai mostrar a Lula o que acontece quando o presidente do Senado não é aliado, disse em conversa fechada na quinta‑feira (20), logo depois de anunciar oficialmente Messias. Mesmo antes do governo decidir o nome do advogado‑geral da União, Alcolumbre já lutava para colocar seu aliado Rodrigo Pacheco (PSD‑MG), ex‑presidente do Senado, como candidato. Dois dias antes da decisão final, o ambiente já estava tenso. Em um papo acalorado, Alcolumbre teria advertido o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT‑BA).
Oficialmente, Eduardo vira o “alvo” da vez…
Nesta terça‑feira (25), a Primeira Turma do STF manteve a decisão de abrir ação penal contra o deputado Eduardo Bolsonaro (PL‑SP). Ele agora responde como réu por crime de coação durante o processo. O relator, ministro Alexandre de Moraes, disse que há provas de que Eduardo tentou pressionar autoridades norte‑americanas enquanto o julgamento que condenou seu pai, Jair Bolsonaro, por suposta tentativa de golpe corria. Esses indícios foram suficientes para abrir a ação. O voto contou ainda com o apoio dos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, fechando a unanimidade. Em setembro, a PGR acusou Eduardo de procurar ajuda externa para interferir no caso do pai. Pouco tempo depois desses contatos, o governo de Donald Trump lançou medidas contra o Brasil: aumentou tarifas de exportação, suspendeu vistos de ministros e impôs sanções financeiras a Alexandre de Moraes, usando a Lei Magnitsky. Com o pai preso, Eduardo passou a ser o principal alvo. Ele ainda enfrenta dificuldades no Congresso. Depois de pedir licença de 120 dias em março e se mudar para os EUA, dizendo que sofre perseguição política, não voltou ao plenário desde que a licença terminou em 20 de julho. Ficar tanto tempo fora pode gerar um processo de cassação por ausência, o que aumenta a pressão sobre ele.
URGENTE: Tiroteio deixa baleados perto da Casa Branca (veja o vídeo)
Segundo relatos, dois membros da Guarda Nacional dos EUA foram atingidos por tiros em Washington, D.C., na quarta‑feira (26), bem perto da Casa Branca. A Casa Branca foi colocada em lockdown imediatamente.
Clube Militar lança forte nota contra prisões de “respeitados chefes militares”
No dia 26 de novembro de 2025, o Clube Militar divulgou um comunicado chamado “Prisões Injustas”. O clube protesta veementemente contra a decisão do STF que prendeu chefes militares com carreira impecável de mais de 40 anos a serviço da nação, alegando que esse histórico deveria ter sido levado em conta durante todo o processo.
AO VIVO: Novas sanções contra Moraes vêm aí… (veja o vídeo)
Quem tem força para parar Moraes? Talvez a resposta venha de fora do país. O deputado Eduardo Bolsonaro avisou que prender o ex‑presidente pode abrir caminho para mais sanções ao ministro. E tem mais: com Bolsonaro na cadeia, as negociações para acabar com as tarifas americanas ficam mais complicadas, e Lula vai ficando cada vez mais isolado. Hugo Motta e Alcolumbre faltaram ao lançamento do PL que elimina o IR para quem ganha até R$ 5 mil. Eles tinham que falar, mas desapareceram. Alcolumbre está irritado com a indicação de Messias, e a tensão com Motta já vem da disputa pelo IOF. O general Augusto Heleno contou ao Exército que tem Alzheimer desde 2018, diagnóstico confirmado em exame médico na terça‑feira, 25, no Comando Militar do Planalto. O que a prisão de generais traz de impacto para as Forças Armadas e para a política? Para analisar tudo, o Jornal do JCO traz Padre Kelmon, o jornalista Glauco Fonseca e o analista político Paulo Baltokoski. Veja, compartilhe e ajude o Jornal da Cidade Online.
Quando tudo parece não poder piorar, Moraes consegue ir além
Alexandre de Moraes enviou ao Superior Tribunal Militar um pedido para analisar se Jair Bolsonaro pode perder a patente. O pedido veio no mesmo documento em que Moraes confirmou que a ação penal sobre o suposto golpe já ficou final, com Bolsonaro condenado a 27 anos e três meses de prisão. Mesmo depois de mais de 30 anos na política, Bolsonaro ainda é capitão reformado do Exército. Só a Justiça Militar pode decidir tirar essa patente. A medida só pode avançar depois que não houver mais chance de recurso criminal. Moraes diz que o prazo para novos embargos terminou, então a condição está cumprida. Poucos dias antes do julgamento, saiu um livro que causa impacto. “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação” descreve o cenário ridículo que se tornou realidade com a prisão de Bolsonaro. O livro aponta que Bolsonaro sofreu uma perseguição política organizada, envolvendo instituições, a imprensa e grupos progressistas que quiseram enfraquecer seu governo e calar a direita em ascensão. Ele ainda antecipa o fim dessa trama. Hoje, a obra virou um documento histórico, um protesto contra a censura e o que chamam de “sistema”.