É uma vergonha total ver o Brasil entregue a criminosos de todas as cores, gente desprezível que a esquerda idolatra, a massa ignorante, a verdadeira decadência do país. Eu fico pasmo, revoltado e indignado com o que está acontecendo. General Heleno, peço perdão por todo o seu esforço ignorado, pela traição dos seus, pela sua inteligência brilhante esmagada pela estupidez criminosa, pela mancha na sua honra. Eu, que vivo na obscuridade da minha vida sem graça, peço-lhe perdão.
URGENTE: Tiroteio no RJ fecha a linha amarela e atinge sala da UFRJ
Na manhã de quarta (26), a polícia entrou na Vila do João, no Complexo da Maré, e fechou a Linha Amarela, sentido Fundão, por alguns minutos. Durante a ação, tiros alcançaram uma sala de aula da UFRJ. O fechamento começou às 10h50 e durou quase quinze minutos, segundo a Lamsa, que cuida da rodovia. O COR‑Rio, órgão da prefeitura, confirmou que todo o sentido Ilha do Fundão ficou interditado. A sala F2018, do CCMN, no campus da UFRJ na Ilha do Fundão, recebeu tiros durante a operação. Alunos postaram fotos que mostram, no mínimo, dois disparos dentro da sala. A Polícia Civil disse que recebeu denúncia de narcotraficantes armados na Maré e, por isso, enviou a Ssinte e a Core para agir. O objetivo, segundo eles, era impedir um confronto que poderia matar civis. Vizinhos da Maré filmaram o tiroteio e mostraram a força dos disparos. A Fiocruz, vendo o risco, elevou para nível 3 a segurança do Campus Maré. Às 11h15 a Fiocruz mandou comunicado pedindo que funcionários ficassem dentro dos prédios do Campus Maré. Também proibiu a passagem entre Manguinhos e Maré e parou os ônibus circulares por enquanto. O sentido Fundão da Linha Amarela ficou fechado, mas o sentido Barra seguiu aberto e sem problemas. Na Linha Vermelha, os dois sentidos continuaram livres, com trânsito fluindo bem. Depois que a via foi reaberta, o COR‑Rio avisou motoristas a evitarem a área, pois a polícia ainda pode fechar a estrada novamente na Maré.
Simultaneamente Lula leva duas “pancadas” e crise se agrava
Os chefes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), faltaram à cerimônia que sancionou a lei que aumenta a isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil. A cerimônia aconteceu nesta quarta‑feira, 26, no Palácio do Planalto, em Brasília. A cerimônia, marcada para as 10h30, esperava a presença dos líderes do Congresso, mas acabou sendo duas pancadas ao mesmo tempo para Lula. Lula tinha guardado tempo para que os dois falassem, mostrando que a presença dos chefes do Legislativo era importante. O fato de Alcolumbre e Motta faltarem ao mesmo tempo mostra que a briga entre o Congresso e o governo só piora. Antes, eles já criticavam os líderes do PT – Jaques Wagner no Senado e Lindbergh Farias na Câmara – e disseram que cortaram relações políticas com eles. Ao escolher não ir, os parlamentares deixaram claro que Lula é o principal alvo da sua insatisfação. Essa postura deixa evidente que a liderança do Congresso e o Executivo estão em desacordo num momento de decisões legislativas importantes. O conflito com Alcolumbre piorou depois que Lula indicou Jorge Messias, então advogado‑geral da União, para um cargo no STF. Alcolumbre defendia que o senador Rodrigo Pacheco (PSD‑MG) fosse nomeado para a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que se aposentou em outubro. Desde que Messias foi anunciado, Alcolumbre tem se oposto ao nome. Para dificultar, Alcolumbre marcou a entrevista de Messias na CCJ para 10 de dezembro, dando um tempo muito curto para a preparação. Já Motta tem atritos com o governo desde que se opôs ao aumento do IOF, proposta que a Câmara acabou rejeitando. A briga ficou mais forte quando o projeto Antifacção, vindo do Executivo, passou pelo Legislativo. Motta provocou a reação do PT ao colocar o deputado Guilherme Derrite (PP‑SP), crítico ao governo, como relator da proposta. Lindbergh Farias, líder do PT na Câmara, criticou a escolha, aumentando o afastamento entre Motta e o partido de Lula. Motta afirma que o PT faz uma oposição desleal, usando as redes sociais para pintá‑lo como aliado de banqueiros e bilionários, acusações que ele considera injustas e motivadas politicamente.
Alcolumbre solta mais uma e enfurece ainda mais os petistas
Alcolumbre, presidente do Senado, decidiu que Bessias não vai para o STF e está correndo atrás disso. Montou uma armadilha e já marcou a sabatina para 10 de dezembro, deixando pouco prazo para o candidato de Lula se defender. Quando perguntaram a ele, Alcolumbre se esquivou e não deu resposta. Bessias só será confirmado se conseguir 41 votos dos 81 senadores. A gente só continua graças aos assinantes e parceiros. Se quiser apoiar, torne‑se assinante e ganhe acesso ao primeiro podcast conservador do Brasil e ao conteúdo exclusivo da Revista A Verdade, que traz os “assuntos proibidos”. Clique aqui: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao
Com a prisão de Bolsonaro o Brasil assina sua própria derrota moral
Neste sábado o Brasil acordou com a prisão de Jair Messias Bolsonaro, um ato que fica entre a ingenuidade do perdão e a crueldade da repetição. Não há provas sólidas nem fatos claros; a prisão se apoia apenas em símbolos e conveniências. O que vimos não foi um procedimento jurídico, mas a confirmação de um Estado que transformou o Direito em arma política e o processo em um show. A prisão preventiva de Bolsonaro foi baseada nos argumentos mais frágeis que já vimos de um juiz de alto nível. Eles citaram uma suposta tentativa de quebrar uma tornozeleira que nunca foi violada, a distância da casa dele a uma embaixada que ele nunca tentou entrar e, ainda, uma vigília de oração feita pelo filho, rotulada como “ameaça à ordem pública”. Em qualquer democracia séria isso seria motivo de piada; aqui virou justificativa para prender um ex-presidente. A decisão não tem base jurídica, parece mais um ato de palco. Marcar a prisão para 22 de novembro foi mais um ato de encenação. O juiz Moraes, que já se tornou protagonista político, não só interpreta a Constituição, como a reescreve; não aplica a lei, mas a distorce; não julga, persegue. Enquanto o país se acostuma ao abuso, assiste ao surgimento de um Estado de exceção que não precisa de decretos formais, agindo nas entrelinhas, usando interpretações amplas e inventando “riscos democráticos” para cobrir qualquer arbitrariedade. O que realmente assusta não é a prisão, mas o que ela simboliza. A elite fala em “2026” como se a democracia fosse normal, mas não é. Quando um ministro prende alguém e só depois pergunta o motivo, quando termos vagos substituem as exigências claras do artigo 312 do CPP, e a presunção de inocência vira obstáculo ao governo, nenhuma eleição vai consertar a rachadura. O Brasil vive um Direito Penal do Inimigo, que julga a pessoa e não o ato. O próximo alvo já está marcado: Flávio Bolsonaro, investigado apenas por carregar o sobrenome. Não dá para negar o viés político desse ataque. Investigaram cada detalhe da vida de Bolsonaro – rotina, despesas, hospitais, cartões, assessores, conversas, até os quartos de internação – e não acharam nada. Zero. Esse é o ponto crucial. Um presidente que não ficou rico é intolerável para um sistema que vive às custas do Estado. Um líder que ainda tem apoio popular sem máquina, partido ou mídia representa ameaça não à democracia, mas a quem já aprendeu a sequestrá‑la. A reação do exterior mostra a seriedade da situação. O embaixador Christopher Landau chamou o juiz Moraes de “abusador de direitos humanos” e disse que o STF virou motivo de vergonha mundial. Quando uma das maiores democracias critica o Judiciário brasileiro, não é mais uma briga interna, mas um problema institucional que já ultrapassou fronteiras. O que acontece aqui não passa despercebido lá fora; a imagem do Brasil cai junto com a credibilidade do seu tribunal superior. Existe ainda uma ferida mais profunda, pouco comentada: a traição de dentro. Bolsonaro foi cercado por incompetentes, bajuladores e estrategistas de fantasia que falavam de “xadrez 4D” sem saber mover um peão. Eram vaidosos disfarçados de aliados, calculistas como conselheiros. Por omissão e covardia, deixaram o ex‑presidente desamparado e vulnerável. A história mostra que não é o ódio dos adversários que destrói o herói, mas a covardia dos próprios amigos. Curiosamente, a injustiça nunca elimina um mito; só o aumenta. Gandhi foi preso, Martin Luther King foi perseguido. Todos passaram por noites sombrias, não por culpa própria, mas porque o sistema teme quem inspira multidões. A prisão de Bolsonaro não o silencia; ao contrário, o eleva. O mesmo fogo que o queima também o purifica. O sofrimento e a perseguição não diminuem sua importância, apenas a reforçam. O Brasil está vivendo um dos capítulos mais vergonhosos da sua história institucional. Não por prender um homem, mas por prender um símbolo. Quem celebra essa prisão como vitória política não entende que está celebrando sua própria servidão. Quando se relativiza a liberdade de expressão, religiosa, política e a própria legalidade para atacar um adversário, a democracia não tem futuro. A ideia de que “2026 está logo ali” é ilusão. Eleições não consertam um sistema capturado; a urna não resolve o autoritarismo. A verdade é clara e dura: não prenderam Bolsonaro, tentaram prender você, sua liberdade, a democracia e o futuro. A verdade, porém, tem um jeito incômodo de voltar. Quanto mais a tentam calar, mais forte ela fica. A prisão de Bolsonaro será o ponto de partida para o despertar, não para a violência. Uma sociedade que aceita tamanha injustiça não pode ficar adormecida para sempre. A dor, por mais amarga que seja, gera coragem. Quando o dia nascer – e ele nascerá – ficará evidente que a perseguição não destruiu o mito, mas o consagrou. O ataque não quebrou o espírito do povo, mas o despertou. Não foi Bolsonaro quem caiu, mas o último véu que escondia a verdadeira cara do regime. Na memória do Brasil, ficará a lembrança de um homem que não lutou por si, mas por todos; que carregou a nação como cruz, ficou de pé, sofreu injustiça e resistiu. Há quem seja feito de matéria e há quem seja feito de propósito. Propósito não se algema, não se cala, nunca se prende. Policial federal, formado em Direito e Administração de Empresas.
General Heleno preso e José Dirceu solto… O que isso significa? Que país é esse?
Colocar o general Augusto Heleno, com 78 anos, atrás das grades por mais de 21 anos equivale a uma sentença de morte para quem passou a vida servindo ao Brasil. É inaceitável. Heleno é um dos generais mais competentes, responsáveis e respeitados das Forças Armadas. A acusação não tem base; o julgamento foi manipulado, sem provas reais. Mandar um idoso para a prisão, onde dificilmente sairá vivo, é uma injustiça histórica contra quem sempre honrou o Brasil. Enquanto isso, José Dirceu anda livre e pode até concorrer nas próximas eleições. Ele é quem idealizou e colocou em prática o esquema de colocar aliados no Estado, transformando o Brasil em base para espalhar a agenda radical de esquerda pela América Latina. Sempre deixou claro suas convicções. Não hesitou em usar o caminho mais baixo que encontrou – infiltrar o Estado para desviar recursos – para tentar a revolução que defende. O roubo de Dirceu não foi só para ele; serviu para corromper outras pessoas. Ele está no centro da trama que alimenta várias redes ilícitas que ainda vão surgir. Questões graves ainda serão reveladas. Ainda há suspeitas de envolvimento com armas e drogas.
Alcolumbre evita “Bessias”, marca sabatina e ativa “arapuca”
Os apoiadores de Lula acham que a data escolhida para a sabatina de Jorge Messias é ruim. Davi Alcolumbre, presidente do Senado, marcou a sessão na CCJ para quarta‑feira, 10 de dezembro. Assim, o Advogado‑Geral da União tem só duas semanas para angariar o apoio dos 81 senadores. Messias só será aprovado se conseguir ao menos 41 votos. O tempo curto foi chamado de “dramático” por quem está perto de Lula e do próprio candidato. Ainda por cima, ele precisa se encontrar cara a cara com cada senador. No dia 25 de novembro, Messias já andou pelos corredores do Senado pedindo apoio. Ele tem a ajuda do ministro André Mendonça, que está no STF, e do senador Jaques Wagner, líder do governo. Mas quem está do lado de Lula acha que o jeito tradicional de conseguir votos não basta. Wagner, líder do governo, admitiu que Lula terá que entrar nas negociações pessoalmente. Ele lembrou que, na história, a maioria dos nomes para o STF passa por margens muito apertadas. Alcolumbre marcou a sabatina antes mesmo de o presidente mandar a mensagem oficial ao Congresso. Lula indicou Messias na quinta‑feira, 20 de novembro, mas o documento oficial ainda está sendo preparado pela Secretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Depois da indicação, o AGU tentou falar com Alcolumbre, mas não conseguiu. A prioridade de Messias é se aproximar do presidente do Senado e, ao mesmo tempo, conversar com outros senadores. O atrito entre Alcolumbre e Messias começou porque o presidente do Senado queria que Rodrigo Pacheco (PSD-MG) fosse nomeado para o STF. Ele ficou descontente com a escolha de Lula.
Dono do Banco Master fica transtornado e reage aos berros ao receber notícia de advogados
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ficou furioso e gritou quando soube que seria levado ao Centro de Detenção Provisória em Guarulhos. Ele estava calmo numa cela da superintendência da PF em São Paulo, mas na manhã de ontem, frente aos advogados, perdeu a paciência e gritou. Não é surpresa, o homem desembolsa uma fortuna em advogados… Ainda gritando, ele exigiu que resolvam sua situação imediatamente.
Professora relata terror durante o sequestro de 300 crianças em escola católica
Na madrugada de sexta‑feira (21), homens muito armados entraram na Escola Católica St. Mary, no estado de Níger, na Nigéria, e levaram mais de 300 alunos e funcionários. Martha Mathias, professora da escola, estava em casa com a família quando os bandidos apareceram no campus. Ela contou que mandaram seu marido sair, e assim que o fizeram, o amarraram. Martha viu os sequestradores ameaçar a própria filha. Além do marido, mais 11 funcionários e cerca de 253 estudantes foram levados. A Associação Cristã da Nigéria divulgou no domingo (23) que 50 alunos já haviam escapado. Stephen Samuel, de 13 anos, escapou e contou o que viu. Segundo ele, os homens armados acordaram os alunos à noite, amararam todos e os levaram para fora da escola. Njinkonye, mãe de um garoto de 10 anos que ainda não foi encontrado, foi à escola na segunda‑feira (24) para ver o que estava acontecendo. Na mesma semana, meninas foram raptadas de um internato em Kebbi, no noroeste, e 38 pessoas foram sequestradas durante um culto em Kwara, no centro do país. Na terça‑feira (25), as autoridades disseram que 24 meninas raptadas em Kebbi foram libertadas. O presidente Bola Tinubu comentou a libertação. As forças de segurança estão procurando as crianças e funcionários que ainda não foram encontrados. O governo disse que o sequestro em Kebbi provocou ataques parecidos em Kwara e Níger. No norte da Nigéria, sequestros em massa para pedir resgate são cada vez mais comuns. Bandos armados invadem escolas e vilarejos, deixando a polícia local sem condições de responder.
AO VIVO: A farsa da prisão de Bolsonaro (veja o vídeo)
O STF, em sua primeira turma, decidiu por unanimidade prender Jair Bolsonaro e lhe deu 27 anos e três meses de cadeia por uma suposta trama golpista. A perseguição não termina aí. Ramagem, Anderson Torres, Almir Garnier, Paulo Sérgio Nogueira, Augusto Heleno e Braga Netto também foram condenados, mesmo sem crime comprovado, mostrando a campanha política sem fim. No Senado, já se prepara a sabatina de Jorge Messias, conhecido como ‘Bessias’, escolhido por Dilma Rousseff e que, na AGU, perseguiu conservadores. No Bom dia, JCO, a advogada Katia Magalhães e o médico Fernando Pechy chegam ao estúdio; Pechy vai falar dos perigos da obesidade.