A Lei Magnitsky avança devagar, mas vai isolando quem é punido da sociedade aos poucos. Por isso, o ministro Alexandre de Moraes logo sentirá a sanção com muito mais intensidade. Um exemplo é a Coca‑Cola. A empresa pagou o patrocínio do XXVI Congresso Nacional do Ministério Público, onde Moraes foi um dos palestrantes principais. Logo depois, um alto oficial do Departamento de Estado ligou a um executivo da Coca‑Cola nos EUA. O agente da administração Trump avisou que o patrocínio era inaceitável. Assim, Washington já está tomando medidas para deixar a Lei Magnitsky mais rígida no Brasil, porque encontrou falhas.
O complicado e quase incompreensível movimento de Mendonça em favor de “Bessias”
O apoio de Mendonça à indicação de Messias parece confuso, mas a postura contrária de Moraes deixa tudo mais claro. Mendonça ataca a chamada máfia do Largo São Francisco; ao mesmo tempo, Moraes tenta colocar um aliado na vaga que ficou aberta com a saída de Barroso. No começo, pensei que fosse só corporativismo evangélico, mas a situação vai muito além disso.
A Anistia como Marco de Virada para a Direita no Brasil (veja o vídeo)
Hoje a Câmara vai votar a anistia, e isso pode ser o ponto mais importante para a direita desde 2018. Não é só mais um projeto de lei; é a chance de consertar abusos, devolver a confiança nas instituições e garantir segurança jurídica a milhares que foram perseguidos depois de 2022. A direita vê a anistia como algo além de símbolo: é a oportunidade de fechar um capítulo de excessos, prisões duvidosas, restrição de liberdades e perseguição política que manchou a credibilidade do Estado. Votar a anistia mostra que o Brasil não aceita duas leis para dois lados, nem criminaliza quem pensa diferente. A base conservadora também se agita com a anistia, vendo nela a restauração da justiça e um passo chave para fortalecer a força política rumo a 2026. A prisão de Bolsonaro reacendeu a revolta e a vigilância nacional, transformando o tema numa bandeira de união e energia para a direita. O voto de hoje pode mudar tudo. Se a anistia passar, a confiança no Congresso volta e marca o primeiro passo concreto para equilibrar as instituições. Se for rejeitada, a crise de representatividade piora e a sensação de injustiça que tem tirado gente às ruas se reforça. Hoje a Câmara não escolhe só um projeto, escolhe que tipo de justiça o Brasil vai defender.
Por soltura de Bolsonaro, greve de caminhoneiros entra no radar
Pessoas estão se mobilizando para protestar, e já se fala em greve dos caminhoneiros para pedir a soltura do ex‑presidente Jair Bolsonaro. O protesto ganhou força nos últimos dias. Na terça‑feira (25), o ministro Alexandre de Moraes finalizou a ação penal contra Bolsonaro, assinou a certidão de trânsito em julgado e ordenou o início do cumprimento da pena, o que incendiou ainda mais a movimentação. A organização acontece quase que só nas redes sociais, onde já anunciaram manifestações que devem começar no domingo (30). Essa ideia de usar caminhoneiros não é nova. No fim de 2022, depois do segundo turno das eleições, eles bloquearam rodovias em mais de 20 estados para contestar o resultado. Na ocasião, a Advocacia‑Geral da União precisou entrar na justiça para garantir que as estradas fossem liberadas. Agora, a ameaça de paralisação surge enquanto aliados trabalham para aprovar o Projeto de Lei da Anistia no Congresso.
Gusttavo Lima surpreende funcionários (veja o vídeo)
Na festa de fim de ano da empresa, o cantor Gusttavo Lima apareceu e pegou os funcionários de surpresa. Ele informou que vai pagar um 14º salário a todo mundo neste fim de ano. Gusttavo falou isso pessoalmente, chamando todo o time para contar a novidade.
Estão usando da Ciência Médica para matar Bolsonaro
O psiquiatra Marcelo Ferreira Caixeta postou nas redes sociais um texto que deixa claro os perigos da prisão absurda de Jair Bolsonaro. Ele mostra, passo a passo, que a chamada “ciência médica” está sendo usada como arma para matar Bolsonaro.
Com impasse com a PF de Lula, Moraes finalmente toma uma decisão em que favorece Bolsonaro
O ex‑presidente não aceitou a refeição que a PF do governo Lula tentou dar a ele. Surpreendentemente, a mesma PF começou a dificultar a entrega de dieta especial ao Bolsonaro na sede da Superintendência em Brasília. Essa atitude, que parece pura falta de humanidade, só alimenta as críticas que já se faziam contra a PF. O ministro Moraes acabou permitindo que o ex‑presidente receba a dieta especial, considerando as cirurgias que ele precisou após a facada de 2018, na campanha. Mas o ministro colocou regras: a comida será entregue por alguém aprovado pela defesa, no horário que a PF determinar, e a agência vai fiscalizar o que for levado todo dia. Em resumo, a PF do governo Lula vai vasculhar a refeição do Bolsonaro – um procedimento que não tem necessidade nenhuma.
A ilegalidade das medidas cautelares contra Jair Bolsonaro… Todas carecem de fundamento jurídico
O que realmente importa aqui é que todas as restrições contra Bolsonaro, desde julho de 2025, não têm base legal. A tornozeleira, a prisão em casa e a prisão preventiva foram feitas sem cumprir o que manda o Código de Processo Penal. Isso mostra que a lei está sendo usada de forma seletiva para frear o conservadorismo, que tem grande apoio no Brasil. Em 11 de julho de 2025, a justiça colocou Bolsonaro sob tornozeleira no Inquérito 4.922, que na verdade investiga o filho, Eduardo, nos EUA. Jair nunca recebeu denúncia da PGR e, até novembro de 2025, só está sendo investigado, sem processo aberto. O Código de Processo Penal só permite monitoramento se houver prova de crime, indícios de autoria e risco real de fuga ou atrapalhar a investigação. Em julho, nada disso existia. O que se usou foi só a desculpa de ‘contatos internacionais’, sem nenhum fato concreto, violando a presunção de inocência. No dia 20 de agosto de 2025, a corte transformou a tornozeleira em prisão domiciliar, alegando que Bolsonaro teria feito publicações veladas e mantido contato com outros investigados. Mas, como a medida inicial já era ilegal, tudo que veio depois também é nulo, segundo a doutrina do ‘fruto da árvore envenenada’. A lei só permite prisão em casa em casos muito claros: pessoa muito velha e doente, gestante, ou responsável por menor incapaz. Bolsonaro tem 70 anos, mas não tem laudo médico que comprove incapacidade. Sem esse documento, a prisão domiciliar também não tem base legal. Em 22 de novembro de 2025, o juiz decretou prisão preventiva. Para isso, a lei pede um fato novo e concreto que mostre risco à ordem pública, à investigação ou à aplicação da lei. A justificativa foi que a tornozeleira teria sido violada às 0h08 e que Bolsonaro poderia fugir depois de uma reunião de aliados. Mas, como a tornozeleira nunca teve base legal, não há descumprimento válido. A defesa provou que o alarme foi só um problema técnico, e que Bolsonaro estava sempre sob vigilância da PF. O STF já decidiu que prisão preventiva só vale com causa nova e independente, o que não aconteceu aqui. A prisão aconteceu num sábado, 22, dia de votação do partido. Isso fez muitos acreditarem que foi um plano bem pensado. Os aliados viram a escolha do fim de semana como forma de impedir tumultos nas instituições. Boatos de que a cadeia já estava pronta e a imprensa montada em frente à PF desde a noite anterior reforçaram a ideia de preparação prévia. Todos esses fatos mostram que a justiça está sendo seletiva. Enquanto os inquéritos contra Bolsonaro avançam rápido, processos contra membros do governo atual andam devagar ou são arquivados. O isolamento político aumentou com proibições de contato, viagens e atividades políticas – medidas quase nunca usadas contra quem nem tem denúncia. A ligação das investigações com as tensões Brasil‑EUA ampliou o impacto das decisões nos nossos políticos. Juristas renomados dizem que isso corta drasticamente o espaço de atuação do conservadorismo, usando o Estado como ferramenta de contenção ideológica. O que se discute agora é a necessidade urgente de rever essas decisões em colegiado, para que a Constituição volte a valer, a confiança nas instituições seja recuperada e a democracia plural no Brasil seja preservada. Ao analisar as três etapas – tornozeleira, prisão em casa e prisão preventiva – chega‑se à mesma conclusão: nenhuma delas cumpre a lei. Em um sistema jurídico que funcione, Bolsonaro deveria estar livre, respondendo aos inquéritos sem nenhuma medida restritiva, nem usando tornozeleira. Policial federal, formado em Direito e Administração de Empresas.
Clima fica horrível com recusa de Alcolumbre em atender líder de Lula
A nomeação de Jorge Messias ao STF está, sem dúvida, em risco. Davi Alcolumbre, do União-AP, cortou o relacionamento com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, do PT-BA. Alcolumbre não fala com Wagner há, no mínimo, seis dias, desde que Lula confirmou a indicação de Messias. Ele não atende nem devolve as ligações, e não há sinal de que volte a conversar. A última vez que se falaram foi na quarta‑feira, 19, durante sessão no plenário. Wagner disse que ficou surpreso com a postura de Alcolumbre e que não imaginava que a situação fosse tão grave por causa da recusa do Planalto em nomear Rodrigo Pacheco, do PSD-MG. Analistas consideram isso ruim para o governo, pois Alcolumbre era o parlamentar mais próximo do Executivo no Congresso e sempre apoiou as pautas do Palácio.
Coca-Cola entra na mira de Trump por patrocínio de evento com palestra de Moraes
Na terça‑feira (25), um agente do governo dos EUA ligou para um executivo da Coca‑Cola e avisou que o apoio da empresa ao 26º Congresso Nacional do Ministério Público, onde Alexandre de Moraes foi palestrante, pode gerar problemas. Washington disse que isso pode violar a Lei Magnitsky, que já sancionou o ministro em julho. O congresso foi em Brasília, de 11 a 14 de novembro, e os ingressos custavam de R$ 820 a R$ 1.020. O tema escolhido foi “O MP do futuro: democrático, resolutivo e inovador”. A gestão Trump acha errado que empresas americanas apoiem eventos que dão palco a quem está na lista da Lei Magnitsky. Não foi só a Coca‑Cola: PicPay, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e a Febraban também colocaram dinheiro no congresso. Um porta‑voz do Departamento de Estado dos EUA alertou que quem financia qualquer pessoa incluída na Lei Magnitsky pode correr o risco de ser sancionado. A Coca‑Cola está no centro da discussão porque tem sede nos EUA. Quando perguntaram o que o governo Trump faria contra quem patrocina esses eventos, o porta‑voz respondeu que Washington nunca avisa antes de aplicar sanções ou fiscalizações. Fontes dizem que Washington quer apertar ainda mais a Lei Magnitsky no Brasil, depois de perceber falhas na sua aplicação. O Departamento de Estado está cobrando que empresas – sobretudo bancos e firmas de tecnologia – sigam à risca as regras da sanção. Se o endurecimento avançar, Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, que também estão na lista da Lei Magnitsky, podem ter o acesso a serviços de essas empresas cortado. Os EUA querem deixar claro o que esperam para que as empresas não sofram sanções de segunda ordem. No caso da Coca‑Cola, o alerta já chegou por telefone. As penalidades internacionais contra quem desobedece a Lei Magnitsky costumam demorar. Hoje, o governo dos EUA já impôs sanções a empresas que quebraram regras estabelecidas em 2019. Na noite de terça‑feira (25), a Coca‑Cola Brasil divulgou: “Somos parceira institucional da Conamp há anos, junto com várias outras empresas, e apoiamos o ‘Congresso Nacional do Ministério Público’ só para incentivar o debate sobre assuntos de interesse público e relevância social.” A empresa ainda disse que não interfere na escolha da programação nem dos palestrantes; isso fica a cargo exclusivo dos organizadores. Ela acrescentou que, quando confirmou o patrocínio institucional para a última edição, não recebeu a lista de palestrantes. Nem a Coca‑Cola nem seus representantes estiveram no congresso nem ajudaram a organizar nada.