Nesta quinta (27/11), o Congresso Nacional anulou os vetos do presidente sobre o Licenciamento Ambiental. Os parlamentares desfizeram decisões de Lula e recuperaram partes que o Planalto considerava delicadas. A tensão começou quando o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), convocou a sessão na terça (25/11). Ele fez isso porque Lula insistiu em mandar o advogado‑geral da União, Jorge Messias, para o STF, ao invés do candidato que Alcolumbre apoiava, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Na mesma hora, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), virou as costas para o Planalto. Ele cortou relações com o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), depois de brigar várias vezes sobre temas que o Centrão considera estratégicos, deixando o governo ainda mais encurralado nas duas casas.
URGENTE: Últimas informações sobre a saúde de Bolsonaro
Jair Bolsonaro, que está detido na superintendência da PF em Brasília, adoeceu recentemente e recebeu atendimento médico. A PF ligou para o médico Leandro Echenique, da equipe do ex‑presidente, e Bolsonaro já foi medicado seguindo as orientações recebidas. O portal UOL informou que o estado de saúde se estabilizou logo depois. O advogado de Bolsonaro contou que ele passou a noite com crises de soluços. Antes da prisão, a defesa solicitou regime domiciliar, mas o ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou o pedido, alegando que a violação da tornozeleira eletrônica por Bolsonaro inviabiliza a análise. Poucos dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. A obra descreve o cenário ridículo que culminou na prisão de Bolsonaro. O texto denuncia que Bolsonaro foi perseguido por um conjunto de instituições, da mídia e de setores progressistas que tentaram derrubar seu governo e calar o conservadorismo em alta. O autor ainda prevê o fim dessa trama, tornando o livro um registro histórico e um manifesto contra a censura e o que chamam de “sistema”.
A decisão mais cruel de Moraes que poucos perceberam e até a velha mídia se calou
Alexandre de Moraes mudou o jogo político ao envolver Jair Bolsonaro. Depois que Moraes avisou que a pena de 27 anos e três meses, já confirmada por colegiado, dispara a Lei da Ficha Limpa, Bolsonaro ficou inelegível até 2060. Antes de mandar o caso ao TSE, Moraes já tinha ordenado que Bolsonaro e outros do núcleo 1 cumprissem a pena de imediato. No despacho, deixou claro que a decisão dos magistrados obriga a Justiça Eleitoral a registrar a inelegibilidade, cumprindo a lei. A Lei da Ficha Limpa diz que quem tem condenação confirmada por colegiado não pode concorrer por oito anos depois de acabar a pena. Com 70 anos hoje, Bolsonaro só poderia se candidatar novamente aos 105, segundo a lei. Moraes, assim, acabou com a carreira política dele. Dias antes do julgamento, saiu o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele descreveu o caos que hoje virou realidade com a prisão de Bolsonaro. A obra acusa que Bolsonaro sofreu perseguição de um aparelho formado por instituições, mídia e setores progressistas, que se juntaram para enfraquecer seu governo e calar os conservadores. Ela ainda prevê o fim dessa trama. Hoje, o livro virou um documento histórico, um protesto contra a censura e o “sistema”.
Médicos já foram acionados e situação de Bolsonaro é grave
O vereador Carlos Bolsonaro contou que o pai dele sofreu outra crise forte, que já vinha se prolongando. Jair Renan, que acabou de visitar o pai, também escreveu: Poucos dias antes do julgamento de Jair Bolsonaro, saiu um livro impactante. Intitulado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, ele descreve o quadro ridículo e triste que acabou se confirmando hoje com a prisão do ex‑presidente. Na obra, há acusações claras: Bolsonaro foi perseguido por um complexo sistema político que juntou instituições, a imprensa e grupos progressistas para minar seu governo e calar a crescente força conservadora. O livro ainda aponta como tudo deve terminar… É assustador. Hoje, ele virou um documento histórico, um protesto contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
URGENTE: Bolsonaro passa mal dentro da prisão
O vereador Carlos Bolsonaro postou agora nas redes sociais: Poucos dias antes do julgamento de Jair Bolsonaro, saiu um livro que chocou. Intitulado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, ele descreve o cenário ridículo que culminou hoje na prisão do ex‑presidente. Segundo o livro, Bolsonaro sofreu uma perseguição política organizada, envolvendo instituições, a imprensa e grupos progressistas que queriam enfraquecer seu governo e calar a crescente força conservadora. O autor ainda aponta como tudo pode terminar. Hoje, a obra virou um documento histórico, um protesto contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
Novo documento é apresentado e General Heleno deve deixar a prisão
Papéis médicos que apareceram na imprensa mostram que o general Augusto Heleno, que foi ministro do GSI no governo Bolsonaro (PL), foi diagnosticado com Alzheimer em fase inicial. Ele está preso desde terça‑feira, 25 de novembro, no Comando Militar do Planalto (CMP). Os laudos vão servir para a defesa pedir que a pena seja trocada por prisão em casa. Os documentos juntam avaliações feitas ao longo de quase um ano: exames de imagem, testes de memória e análise do líquor, que serve para investigar doenças do cérebro. Eles dizem que a perda de memória já foi vista em 2022, antes mesmo de o processo judicial começar. Os papéis contam como a doença avançou, mostrando consultas regulares, remédios e acompanhamento de vários especialistas. Os médicos observaram que a memória dele piora cada dia: esquece nomes, datas, repete perguntas, perde a capacidade de analisar e tem dificuldade nas tarefas do dia a dia. A ressonância mostrou que o cérebro está encolhendo e tem pequenos derrames, e os testes neuropsicológicos confirmaram Alzheimer em fase inicial. No teste MoCA, que mede a mente, ele teve problemas de fala, de se localizar no espaço e de lembrar o que acabou de acontecer. Os laudos dizem que ele não dá conta de tomar os remédios sozinho, tem dificuldade com aparelhos eletrônicos, não lembra das conversas recentes e precisa de ajuda até para coisas simples, como se vestir. Além disso, o general sofre de artrose na coluna e na lombar, o que deixa a mobilidade limitada e gera dor constante. Especialistas avisam que manter o general na prisão piora a saúde dele, principalmente por causa do isolamento e do estresse constante. Um dos arquivos é um vídeo onde o militar falha em uma tarefa simples: devolver o troco correto durante um teste de memória.
AO VIVO: Reviravolta pode libertar Bolsonaro (veja o vídeo)
Os senadores juntaram assinaturas suficientes e pediram que o projeto que tira a lei usada por Alexandre de Moraes para prender Bolsonaro seja tratado com urgência. Rogério Marinho já protocolou o pedido e está cobrando Davi Alcolumbre para colocar o tema na pauta. Eles garantem que não vão parar. Moraes concedeu 24 horas para a defesa de Bolsonaro justificar o uso de celular por Nikolas Ferreira na visita do dia 21. A pressão não alivia. Além disso, os ministros de Bolsonaro, André Mendonça e Nunes Marques, estão trabalhando nos bastidores para garantir a sabatina de Jorge Messias, escolha de Lula para a PGR. Isso é troca de favores ou jogada política? No Jornal do JCO, a professora Paula Marisa e o vereador Darcio Bracarense vão comentar tudo. Veja, compartilhe e dê apoio ao Jornal da Cidade Online. Poucos dias antes do julgamento de Bolsonaro, saiu um livro impactante. “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação” descreve o quadro ridículo que hoje resultou na prisão do ex‑presidente. Na obra, há denúncias claras: Bolsonaro sofreu uma perseguição política organizada, envolvendo instituições, imprensa e grupos progressistas que tentaram enfraquecer seu governo e calar o movimento conservador que crescia. O livro ainda aponta como tudo pode terminar. É de arrepiar. Hoje, o livro virou um documento histórico, um manifesto contra a censura e o “sistema”. Quer ler na sua mão? Clique no link abaixo.
Militares de alta patente do Exército, Marinha e Aeronáutica soltam o verbo sobre o STF
Nesta quarta (26/11), a Comissão de Interclubes Militares publicou seu posicionamento oficial a respeito da prisão de oficiais da ativa e da reserva das Forças Armadas, condenados pelo STF por suposta participação em golpe. A comissão disse que está incomodada com o jeito que o processo foi conduzido, com a forma de calcular as penas e, principalmente, com a ordem de prisão imediata. O almirante Alexandre José Barreto de Mattos (Clube Naval), o general Sérgio Tavares Carneiro (Clube Militar) e o brigadeiro Marco Antônio Perez (Clube da Aeronáutica) assinaram a nota e disseram que cumprir as prisões ao final do julgamento não pode ser só um detalhe burocrático. Eles ressaltam que as dúvidas técnicas que o ministro Fux levantou com precisão jurídica devem ser analisadas com rigor, e não jogadas fora. Os reservistas que assinaram o documento afirmam que as penas são desproporcionais, nem deveriam existir e são mais duras que a média da Justiça brasileira, especialmente se compararmos com sentenças para assassinos, traficantes, ladrões de dinheiro público e estupradores. O texto ainda diz que essas condenações fogem do padrão das decisões judiciais no Brasil, e por isso, na opinião dos assinantes, deveriam ser analisadas com mais cuidado. Eles deixam claro que a crítica dos clubes militares não é um ataque às instituições. A nota destaca que questionar uma decisão judicial faz parte do devido processo legal, principalmente quando há suspeita de erros na análise dos fatos ou diferenças de interpretação que podem ter influenciado o veredicto. Eles ainda apontam que as prisões envolvem “chefes militares respeitados, com carreira de mais de 40 anos a serviço do Brasil”, e que esse histórico deveria ser levado em conta ao longo de todo o processo.
Ator e dublador sofre queda e perde a vida de forma trágica
Tony Germano, ator e dublador de 55 anos, faleceu na manhã desta quarta (26). Ele estava reformando a antiga casa dos pais, onde havia voltado a viver, quando caiu da laje e morreu imediatamente. Embora fosse ator, a maior parte da sua carreira foi feita como dublador. Entre os trabalhos que dublou estão as séries da Nickelodeon Nicky, Ricky, Dicky & Dawn, o filme da Netflix Vai, Cachorro, Vai! e o live‑action de A Bela e a Fera (2017). Ele ainda deu voz a personagens em animações como Elena de Avalor, Muppets e Sheriff Callie.
URGENTE: Bolsonaro responde Moraes após prazo de 24h
Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) afirmam que o ex‑presidente não usou o celular enquanto recebia o deputado Nikolas Ferreira (PL‑MG), mesmo estando em prisão domiciliar. O pedido de explicações veio do ministro Alexandre de Moraes, do STF, depois que a Rede Globo divulgou imagens de drone. Os advogados disseram que a reunião foi feita no quintal da casa, um local sempre vigiado pela Polícia Penal e autorizado pelo STF. Eles mandaram a resposta na tarde de quinta‑feira, 27/11, e reforçaram que tudo aconteceu à vista de todos e sob controle. Os porta‑vozes de Bolsonaro reforçaram que ele nunca tocou, nem sequer olhou para o celular de Nikolas. Acrescentaram ainda que, durante toda a prisão domiciliar, o ex‑presidente cumpriu as regras à risca e não usou nenhum telefone. A visita aconteceu em 21 de novembro, um dia antes de o juiz decretar a prisão preventiva de Bolsonaro. Poucos dias antes do julgamento, foi lançado um livro que causou grande comoção. O título “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação” descreve exatamente o quadro absurdo que hoje levou à prisão do ex‑presidente. Na obra, se acusa que Bolsonaro foi alvo de um plano de perseguição política, com apoio de instituições, da mídia e de setores progressistas, tudo para fraquejar seu governo e calar o movimento conservador que vem crescendo. O livro ainda prevê como tudo vai terminar – e a previsão é de arrepiar. Hoje, a obra virou um documento histórico, um manifesto contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.