O artigo 73, parágrafo único, alínea c do Estatuto dos Militares serve de pano de fundo. Um ex‑presidente, condenado por vários crimes e quase analfabeto, cumpriu a pena na sede da Polícia Federal em Curitiba. O prédio virou seu escritório particular, onde recebia todo tipo de visita. Um ministro do STF ainda brigou para que o ex‑presidente conseguisse falar à imprensa. O ministro da Defesa e os comandantes deveriam assumir a responsabilidade. Se eles falharem, é hora do Congresso parar de se esconder. O Parlamento tem que usar sua autoridade e agir contra a ilegalidade, mesmo estando sem presidente desde 01.02.2019.
Nesse fim de ano, um anjinho precisa de sua ajuda…
A história do bebê João Guilherme tocou muita gente. Ele nasceu em 21 de novembro, em Sarandi, no interior do Rio Grande do Sul. O parto foi difícil, quase tirando a vida da mãe, e os médicos acharam que o bebê tem a rara síndrome de Arlequim. Logo depois, o hospital pediu a transferência para um centro maior. Os especialistas disseram que o quadro é crítico; Joãozinho sente dor constante e luta para sobreviver. Mesmo com o parto complicado, a mãe Sabrina já recebeu alta e viu o filho pela primeira vez na quarta‑feira, dia 26. Ela e o pai têm mais quatro filhos, que ficam com parentes. O pai vai todos os dias ao hospital, a 100 km de casa, para ficar ao lado do filho e ajudar a família. A família não tem dinheiro suficiente para pagar comida, combustível, remédios e hospedagem.
URGENTE: Reviravolta na prisão de Bolsonaro começa a se desenhar no Congresso
Um grupo de senadores conseguiu as assinaturas que faltavam e agora solicita que, com urgência, seja analisado um projeto que anula a lei que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, usou para prender o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Poucos dias antes do julgamento, saiu à luz um livro impactante. Intitulado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, ele descreve o quadro ridículo e lamentável que acabou se confirmando na prisão de Bolsonaro. Nas páginas, o autor denuncia que Bolsonaro sofreu uma perseguição política organizada, envolvendo instituições, a imprensa e grupos progressistas que queriam derrubar seu governo e calar a crescente força conservadora. O texto ainda aponta que, no fim, a história tem um desfecho vitorioso. Hoje, o livro virou um documento histórico, um grito contra a censura e contra o que chamam de “sistema”.
Famoso cantor é internado às pressas
O vocalista da Psirico, Márcio Victor, acabou sendo internado de repente no Hospital Aliança, em Salvador, depois de ficar mal. Ele fez um cateterismo no coração, que correu bem, e logo foi mandado para a UTI para ficar sob observação. A assessoria do artista divulgou um boletim médico dizendo que o quadro está estável. Eles afirmam que o cantor está lúcido, orientado e evoluindo bem, o que os médicos veem como sinal de que o tratamento está funcionando. Informações apontam que Márcio sentiu forte dor no peito, braço dormente e um mal-estar geral, o que fez a equipe médica correr para fazer exames. Depois das primeiras avaliações, os médicos decidiram mover o cantor para a UTI cardiológica, garantindo cuidados especiais nas primeiras horas depois do cateterismo, algo crucial para evitar complicações.
Ao vivo, repórter da Globo é agredida (veja o vídeo)
Duda Dalponte, repórter da Globo, foi agredida enquanto transmitia ao vivo. Durante a transmissão do Jornal Hoje, dentro da torcida do Flamengo, a jornalista sofreu puxões de cabelo. É certo que esse caso vai deixar muita gente acordada à noite.
7 influenciadores com milhões de seguidores são presos em SP em operação contra “rolezinhos” ilegais de moto
A Polícia Civil de São Paulo prendeu sete influenciadores digitais nesta quinta (27) durante uma operação contra rolês de moto ilegais no Tatuapé, zona leste. A batida apreendeu cerca de 50 motocicletas e vários carros de luxo, entre eles um Porsche. Entre os presos está Gustavo Henrique Ramos Silva, de 20 anos, conhecido como Kabrinha. Kabrinha tem 4,8 milhões de seguidores no Instagram. Ele posta vídeos de manobras perigosas: empinar moto, andar sem capacete, levar vários passageiros, trafegar na contramão e acelerar demais. Os rolês tinham um jeito certo de funcionar. Os jovens marcavam ponto nas avenidas do norte e leste de SP, formavam um comboio e seguiam até o Tatuapé. No caminho, usavam motos sem placa, sem equipamentos de segurança e, em muitos casos, de origem suspeita. Além de Kabrinha, a polícia deteve Ailton Lima Marques, Alexandre Silva Pessoa, Kaik Mendes Lobo, Lucas Rodrigues Ferreira, Nikolas Mendes Lobo e Ricardo Arabe Muniz de Almeida. Todos são acusados de organizar e divulgar esses encontros ilegais. Imagens das autoridades mostram que os ‘rolês’ eram quase uma coreografia. Depois do ponto de partida, os motociclistas bloqueavam as ruas, parando o trânsito. Em um vídeo, Kabrinha faz manobras ‘do grau’, andando na roda só, acompanhado por outros. Em outra gravação, o influenciador usa um cone de sinalização como se fosse capacete. O ato demonstra total desrespeito às regras de segurança e foi postado nas redes do grupo. Kabrinha começou a produzir conteúdo ainda adolescente, ganhando o apelido “Meno”. Seu canal sempre mostrou risco no trânsito, ostentação de bens e manobras ilegais nas vias. A Polícia Civil monitorava o grupo há meses antes da batida. A operação faz parte da campanha das autoridades para acabar com os rolês de moto ilegais, que ameaçam quem participa e quem usa a rua.
Tarcísio enaltece operação histórica contra empresa gigante: “Fraudam 350 milhões por mês”
Nesta quinta (27), o Ministério Público de São Paulo lançou uma operação contra o Grupo Refit, suspeito de sonegar impostos no ramo de combustíveis. Foram cumpridos 190 mandados de busca e apreensão em empresas ligadas ao empresário Ricardo Magro. Na coletiva na sede do MPSP, o governador Tarcísio de Freitas chamou a ação de “operação histórica” contra o que ele disse ser o maior devedor persistente do país. A operação, chamada Poço de Lobato, contou com a participação do MPSP, da Receita Federal e das polícias Civil e Militar de São Paulo. Na coletiva, mostraram que o Grupo Refit deve mais de R$ 26 bilhões em tributos em todo o Brasil, de acordo com a Receita Federal. Só em São Paulo, a dívida de ICMS já chega a cerca de R$ 9,6 bilhões. O governador fez um paralelo entre o que eles alegam ter sonegado e o dinheiro que o Estado investe em serviços essenciais. “Para entender, aumentamos o gasto com saúde em R$ 10 bilhões ao ano, dobrando as cirurgias eletivas em São Paulo. Enquanto isso, esses caras desviam R$ 350 milhões todo mês”, disse Tarcísio. Tarcísio afirmou que o dinheiro que eles supostamente tiram todo mês poderia financiar 20 escolas por mês. “Essa operação é fundamental porque não aceitamos mais dívidas e devedores recorrentes em São Paulo”, declarou o governador. O MPSP contou que o grupo usou táticas parecidas com as da Operação Carbono Oculto, de agosto de 2025. Eles criaram “contas-bolsão” para esconder o dinheiro. A empresa financeira principal do esquema controlava 47 contas bancárias ligadas às empresas do grupo. Após fechar as distribuidoras da Operação Carbono Oculto, as investigações mostraram que o alvo da nova Operação Poço de Lobato mudou totalmente sua forma de operar. O esquema usado desde 2018 foi trocado por outro, com novos participantes e empresas. Enquanto antes movimentavam cerca de R$ 500 milhões, agora lidam com mais de R$ 72 bilhões depois de 2024.
Quando a Justiça perde o freio, a liberdade perde o chão: Quando uma vigília vira ameaça, é a liberdade de todos que está em risco
Quando juízes tiram conclusões sem provas e as colocam em decisões, a democracia deixa de ser proteção e vira só um adereço do Estado. Quando uma vigília é tratada como ameaça, a liberdade de todos fica em perigo. O caso do ex-chefe do Executivo poderia ser só mais um episódio da política bagunçada, se não fosse porque os pormenores revelam mais sobre o Brasil do que sobre o próprio acusado. Uma reunião tranquila, marcada como culto, foi vista como tentativa de subversão. Ninguém sabe ao certo o que assustou tanto a República: as orações, as mãos levantadas ou o medo de alguém cantar o hino errado. Na visão dos tribunais, o sagrado virou suspeita e a fé virou crime. A explicação da decisão é frágil, parece até um manual de invenção jurídica. O despacho diz que a vigília tinha “risco de tumulto”, “risco de constrangimento às diligências” e até “risco de fuga”. Mas fuga simbólica? Não há prova, só suposições. A palavra risco aparece tanto que parece que criamos um Direito Penal de hipóteses, onde crimes imaginários valem mais que fatos reais. Esse é o verdadeiro perigo. Ainda tem o caso da “caixa da tornozeleira”, que foi usado como indício de fuga, embora ninguém explique como essa fuga aconteceria ou para onde. A história chega a ser quase cômica: imaginar uma senhora com trombose ou labirintite levando o suposto “fugitivo” até a zona dos consulados, a 13 km de distância, passando bem sob a vigilância da Polícia Federal que ficava de plantão com quatro agentes armados, e ainda dizer ao Estado “perdeu, mané”. É importante dizer que tentar abrir a “caixa da tornozeleira” não mostra vontade de fugir, mas sim o comportamento de um homem cansado e humilhado. Depois de anos sofrendo o que só pode ser chamado de tortura institucional, fica a pergunta: ainda existe alguém que consiga manter a calma sob tanta opressão? O choque não está no cansaço, mas na ideia de que alguém poderia aguentar tudo isso sem se abalar. Não é surpresa que quem julga o caso nem se apresenta. Quem acompanha as notícias sabe que, dos quatro votos da “Turma”, um vem da própria vítima que também acusa, outro é o advogado do atual chefe do Executivo, e outro já chamou o acusado de “o próprio diabo”. Isso mostra que alguns magistrados colocam suas crenças e interesses à frente da lei. Eles conduzem investigações como se defendessem uma causa pessoal, e não um princípio constitucional. Assim, a tão falada imparcialidade desaparece. Um jurista americano já avisou: o maior perigo para a democracia é um juiz que não reconhece seus limites. Rui Barbosa também disse: “a pior ditadura é a ditadura da toga, pois contra ela não há quem se defenda”. Quando a toga se acha intocável, a lei perde seu sentido e o Estado de Direito vira só decoração. É preciso lembrar que o declínio não começou agora. Nas eleições de 2022, opiniões simples foram proibidas; quem falava de ligações com ditadores foi censurado; vídeos sumiram; jornalistas foram intimidados; contas críticas perderam dinheiro; ordens judiciais secretas se tornaram rotina. Criou‑se, na prática, uma “licença para adivinhar intenções”, algo que não cabe em uma democracia madura. E ainda tem o inquérito que nunca acaba – uma investigação que se molda ao que o poder precisa naquele dia, virando um guarda‑chuva grande o bastante para cobrir tudo que incomoda o sistema. Não serve para descobrir a verdade, mas para conter. Por isso, achar que tudo se resume a um homem é puro simplismo. O que está em risco é o precedente – e um precedente não desaparece depois de criado. Castigar o líder serve de lição. O verdadeiro alvo é o cidadão de cada dia. A coerção não vem de gritos, vem do medo. As pessoas começam a medir o que dizem, pensam, agem. Falam menos. O silêncio vira “virtude”. Regimes autoritários não surgem anunciados; surgem às escondidas. Eles se formam quando aceitamos, calados, um absurdo atrás do outro. O ponto crucial: um sistema que ultrapassa seus limites não fica seletivo por muito. Hoje atinge um grupo, amanhã todos. O poder sem limites não tem alvo fixo – escolhe quem for conveniente naquele momento. No fim das contas, quando a vigília é tratada como ameaça, o problema não é o acusado. O problema é a nação inteira, que vai esquecendo aos poucos o que é ser livre. Texto de Claudio Apolinário, vereador de São José dos Campos e pastor da Igreja Bíblica Vida.
Mais um ex-presidente é condenado
Nesta quarta (26), o Quarto Juizado Penal Colegiado Nacional condenou o ex‑presidente peruano Martín Vizcarra a 14 anos de cadeia pelos escândalos de Lomas de Ilo e do Hospital de Moquegua. O tribunal mandou que ele comece a cumprir a pena agora, porque não há nenhuma lei que autorize a suspensão. Além da prisão, ele ficou proibido de ocupar cargos públicos por 9 anos e tem que pagar 2,3 milhões de soles como indenização. O dinheiro será repartido entre Vizcarra e as empresas do esquema, mas a ICCGSA não paga porque já fez um acordo de colaboração. O juiz deixou claro que a indenização serve para reparar os prejuízos que o Estado sofreu quando Vizcarra era governador de Moquegua.
“Moraes quer assassinar o Jair Bolsonaro”, diz Eduardo (veja o vídeo)
Em entrevista ao Poder360 na quarta‑feira (26), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL‑SP) disse que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, quer matar o pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ele ainda comentou que o ex‑presidente está com problemas de saúde. Eduardo contou que, desde julho, a Justiça proibiu que ele fale com o pai. A ordem do STF, datada de 18 de julho, impede qualquer contato entre eles. A restrição vem porque há investigação de supostas ações dele nos EUA contra autoridades brasileiras. Eduardo chamou Moraes de “ditador que adora se mostrar perverso”. Ele disse que colocar tornozeleira eletrônica e prisão domiciliar no pai é cruel, já que Jair Bolsonaro tem sérios problemas de saúde. Desde fevereiro de 2025, Eduardo vive nos EUA. Ele quer voltar ao Brasil, mas tem medo de ser preso ao pisar no país. Para ele, a razão de não poder voltar é que o “homem mais poderoso”, que ele chama de ditador perverso, ameaça prendê‑lo se ele retornar.