Paulo Guedes rompe um longo silêncio…
Paulo Guedes, que antes foi ministro da Economia e hoje é sócio fundador da YvY Capital, disse na terça‑feira, 25, que o mundo está passando por um “tsunami de conservadorismo”, enquanto a ordem mundial criada depois da Segunda Guerra Mundial se enfraquece. Ele fez esse comentário em um encontro promovido pela UBS Wealth Management, onde explicou como, na sua visão, as tensões atuais mudaram o centro de poder do planeta. No começo da fala, Guedes apontou que o liberalismo econômico já não domina mais e que a geopolítica agora lidera as discussões globais. De maneira leve, resumiu o que entende dessa mudança. Ele vê essa virada como um ponto de ruptura na história, que está mudando as prioridades de política e economia. Guedes disse que o crescimento dos grupos conservadores vem junto com o enfraquecimento das pautas progressistas e o recuo do liberalismo clássico. Ele acha que o clima de insegurança – seja no dia a dia ou nas instituições – alimenta isso. Por isso, a procura por estabilidade virou o foco principal. Ele ainda afirmou que as democracias ocidentais enfrentam forte pressão, enquanto nações orientais aumentam sua presença no cenário mundial. Falando da China, Guedes destacou que o país usou ferramentas de mercado para tirar milhões da pobreza, mostrando, segundo ele, o contraste entre os modelos políticos que competem hoje.
Nesse fim de ano, um anjinho precisa de sua ajuda…
A história do bebê João Guilherme emocionou muita gente. Se ainda não soube, João nasceu em 21 de novembro, em Sarandi, no interior do Rio Grande do Sul. O parto foi difícil, quase tirando a vida da mãe, e os médicos descobriram que o menino tem a rara síndrome de Arlequim. Logo, os médicos pediram a transferência para um hospital maior. Especialistas alertaram que o caso é crítico; João sente dor constante e luta para sobreviver. Mesmo com o parto complicado, a mãe, Sabrina, já recebeu alta e viu o filho pela primeira vez na quarta‑feira (26). Ela e o pai têm mais quatro filhos, que ficam com parentes. O pai tem se desdobrado todos os dias para estar perto do bebê e ajudar a família, que mora a 100 km do hospital. A família não tem dinheiro suficiente para cobrir despesas de comida, combustível, remédios e hospedagem.
Ao julgar caso sobre racismo, Fux vira “alvo” na web por usar frase polêmica
No julgamento da ADPF 973, que verifica se há violações sistemáticas aos direitos da população negra e exige políticas de reparação, o ministro Luiz Fux acabou se tornando o centro da atenção de forma inesperada. Depois de falar bastante sobre a luta contra o racismo estrutural, ele soltou a expressão “passado negro”, que especialistas e movimentos sociais apontam como racista. A fala saiu enquanto Fux mostrava números, fatos históricos e as falhas do governo em proteger os direitos desse grupo. Ele fez o comentário ao citar casos graves envolvendo negros, como a morte de George Floyd, e ao dizer que a sociedade precisa deixar para trás práticas discriminatórias. Ao terminar, declarou:
Magistrado desmascara comandante do Exército e demonstra sua vergonhosa submissão a Moraes
Todo mundo sabe de certas coisas, mas poucos têm coragem de falar. É o caso do atual comandante do Exército, general Tomás Miguel Miné Paiva. Todos reconhecem que ele está submisso ao ministro Alexandre de Moraes, o que envergonha as Forças Armadas. Foi o desembargador aposentado Sebastião Coelho quem trouxe isso à luz. Depois que a Comissão de Interclubes Militares se manifestou sobre os militares presos na suposta trama golpista, o magistrado lançou duras críticas ao comandante do Exército. Em um vídeo divulgado nesta quinta‑feira (27), ele acusou o general de ser submisso ao ministro Alexandre de Moraes, do STF. No mesmo registro, Coelho elogiou a nota dos clubes militares que questionou as prisões dos oficiais. Sua crítica principal foi direcionada à atuação do comandante do Exército no caso envolvendo o ex‑presidente. Coelho afirmou que o general “seguiu o caminho da submissão e conivência com Alexandre de Moraes”. Desde a prisão de Bolsonaro, em 22 de novembro, o desembargador vem atacando o comandante em vários vídeos, dizendo que Tomás Paiva mantém a “cabeça baixa” diante das ordens do STF. O Exército respondeu que “a Força não comenta manifestações ou opiniões pessoais feitas por terceiros”. Na quarta‑feira (26), a Comissão de Interclubes Militares publicou uma nota oficial contestando o processo judicial, as sentenças e a prisão imediata dos oficiais das Forças Armadas. A nota ressalta que, quando um julgamento apresenta pontos sólidos de contestação, como os levantados pelo ministro Fux, é preciso enfrentar essas questões com rigor, e não deixá‑las de lado. Militares da reserva demonstraram descontentamento com as penas aplicadas. Os clubes militares consideram as sentenças “desproporcionais e desequilibradas, superiores à média da Justiça brasileira, sobretudo se comparadas a condenações de assassinos, traficantes, ladrões do dinheiro público, estupradores, etc.”. O documento ainda afirma que discordar das decisões judiciais não significa atacar as instituições. A nota enfatiza que decisões que afetam a liberdade das pessoas devem seguir rigorosamente o devido processo legal, principalmente quando há indícios de falhas na análise dos fatos ou na interpretação jurídica. O documento aponta que as prisões atingem “respeitados chefes militares, com carreira impecável de mais de 40 anos a serviço da nação, e que isso deveria ser considerado em todo o processo e julgamento”. Entre os condenados estão ex‑comandantes das Forças Armadas do governo Bolsonaro e ex‑ministros militares. O almirante Almir Garnier cumpre 24 anos na Estação Rádio da Marinha, em Brasília. O general Augusto Heleno, com 21 anos de pena, está no Comando Militar do Planalto, onde também está o general Paulo Sérgio Nogueira, sentenciado a 19 anos. O general Braga Netto, com 26 anos de pena, está detido na Divisão do Exército, na Vila Militar do Rio de Janeiro. Ao contrário dos demais, que permanecem em unidades militares, Bolsonaro está sob custódia da Polícia Federal.
5 policiais do Choque do RJ são presos por grave suspeita de crime na megaoperação contra o CV
Nesta sexta (28), a Corregedoria da PM do Rio deteve cinco membros do Batalhão de Choque, acusados de crimes na operação Contenção nos complexos da Penha e do Alemão. Os presos incluem o terceiro sargento Eduardo de Oliveira Coutinho, o subtenente Marcelo Luiz do Amaral e o segundo sargento Diogo da Silva Souza. A 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar revisou as gravações das câmeras corporais e encontrou sinais de que um fuzil apreendido depois de um tiroteio foi furtado. Outros cinco policiais do mesmo Batalhão também receberam mandados de busca e apreensão. Em nota, a PM do Rio disse que não tolera desvios ou crimes cometidos por seus membros e que vai punir duramente quem for provado culpado. Ainda não constam, no sistema do TJ-RJ, os nomes dos advogados que defenderão os presos. A ordem de prisão relata que, depois de um tiroteio com agentes do Choque, um fuzil foi encontrado no chão. Nos vídeos a arma é recolhida, mas não aparece nos documentos oficiais da operação. Por volta das 10h33, os policiais entraram em um comércio. Nas gravações se ouve um papo que sugere que eles queriam desmontar, esconder e levar objetos. Numa das falas, Coutinho fala para Amaral: O juiz Thales Nogueira Cavalcanti Venancio Braga anotou: Na operação Contenção, o Choque fez 27 prisões e registrou uma morte causada por polícia. A equipe confiscou 22 fuzis, cinco pistolas, um revólver, carregadores, munições, drogas e R$ 787. Participaram da ação 210 policiais do Batalhão de Choque. Os policiais presos não constam na lista de quem registrou oficialmente as armas apreendidas. A Promotoria do Rio juntou um relatório completo ao material que foi encaminhado ao STF dentro da ADPF 635.
Após seis anos, o “Sistema Globo de Enganação” emite o certificado para seus cordeirinhos idiotizados
Aproveite o que a gente oferece: futebol, novela, música e vários programas. Também tem telejornais, sites de notícias e rádio, tudo do Grupo Globo de Enganação. Aqui você acha credibilidade e jornalistas de primeira. Pessoal, quem mostra sua falta de moral e ética na frente de todo mundo merece o desprezo de toda a sociedade; essa pessoa é a Malu Gaspar. O que essa militante escreve mostra o pior da imprensa brasileira: pura canalhice e manipulação coletiva, um cinismo evidente. O texto serve de prova da estupidez nacional. Para não perder de vista o peso que a imprensa tem na sociedade, vamos lembrar que, desde 2019, a imprensa marginal luta contra a democracia, o cidadão e o profissionalismo. O que essa pessoa patética escreveu é puro show de criatividade hipócrita. Ela explora a ignorância do público e se esconde atrás de um jornalismo subversivo. O texto passou por várias editorias antes de sair, todo planejado, e demonstra um nível incrível de estupidez intelectual. O pior é que muitos não percebem que o texto é uma bofetada na cara. Por anos acreditaram nas mentiras e perversidades dessa imprensa sem escrúpulos, que agora tenta encobrir tudo. Eles mentiam abertamente, protegendo a covardia, as injustiças e as ilegalidades do STF, especialmente de Alexandre de Moraes. Agora, depois de conseguir o que queriam – prender o inocente Jair Bolsonaro – eles tentam aliviar a culpa. Mas não vão conseguir. Eles vão carregar nos ombros, até o fim da vida, a postura maquiavélica de quem são. Para os tolos que ainda defendem, um recado: exibam com orgulho o certificado do Sistema Globo de Enganação, a cara dessa imprensa amaldiçoada, colocando-o na parede de casa ou do escritório.
Morre jovem cantora gospel
Adriana Lázara, cantora gospel de Niquelândia (GO), morreu nesta terça (25/11) aos 28 anos, depois de lutar três anos contra um câncer ósseo. Desde 5 de novembro, ela ficava internada no Hospital do Câncer, em Goiânia, onde sua condição piorou com várias complicações. Familiares dizem que a situação piorou muito depois que seu pai, Geraldo Gomes da Silva, de 63 anos, morreu de câncer de intestino e fígado algumas semanas antes. A dor da perda teria deixado Adriana ainda mais fraca, já que o tratamento já a deixava debilitada. No velório do pai, Adriana, que tinha acabado de fazer quimioterapia, ficou mal e teve que voltar ao hospital em Goiânia. Familiares contaram que ela estava muito fraca e foi intubada ao chegar. Na noite de segunda (24/11) teve parada cardíaca, entrou em coma e não sobreviveu. Adriana era casada e chamava o marido de “o cheiroso da Adriana”. Nas redes, amigos, parentes e a comunidade religiosa choraram a perda, lembrando sua fé, generosidade e a coragem com que enfrentou a doença.
Tardiamente, Globo reconhece abusos e fala em impor limites ao Supremo
Com a perseguição política contra a direita quase terminada e seus líderes presos, a bancada editorial do governo começou a falar em colocar “limites ao Supremo”. Ao adotar essa postura, admite os abusos e a ruptura do Estado de Direito, mas ainda tenta defender tudo como uma “defesa da democracia”. É como dizer que dá para avançar na democracia ao quebrar leis e pisar nos direitos básicos. Toda ditadura que a gente conhece começou com esse mesmo discurso. A bancada editorial foi peça chave na montagem do regime de exceção no Brasil e vai pagar por isso. Com certeza, essa novidade vai deixar muita gente sem dormir…
Sabão líquido de marca conhecida tem contaminação bacteriana identificada e Anvisa manda recolher
Nesta quinta (27), a Anvisa ordenou que fossem recolhidos vários lotes do sabão líquido Ypê, depois de descobrir que estavam contaminados por uma bactéria perigosa. A própria fabricante, Química Amparo LTDA, encontrou a bactéria Pseudomonas aeruginosa nos lotes. Essa micro‑organismo vive em lugares úmidos e pode atacar o sistema imunológico, provocando infecções de pele, urinárias ou respiratórias. Com a ordem, ficam proibidos de vender, distribuir e usar os lotes listados a seguir. Não é só o Ypê. A Anvisa também mandou recolher lotes do shampoo SMART HAIR MICRO – SMART GR, da Klug Indústria Química e de Cosméticos Ltda, que foi regularizado de forma irregular pelo próprio fabricante. A Química Amparo explicou que a ação da Anvisa vem das próprias análises da empresa. Foi um recolhimento preventivo de 14 lotes de sabão. A fabricante ainda afirma que, como o produto é diluído em água e não fica muito tempo em contato com a pele, o risco ao consumidor é baixo, de acordo com a Anvisa. “Já tínhamos percebido a necessidade de recolher os lotes e avisamos o mercado em todos os nossos canais oficiais”, disse a Química Amparo. Nosso jornal só continua graças aos assinantes e parceiros. Se quiser apoiar e ainda ter acesso ao primeiro podcast conservador do Brasil e ao conteúdo exclusivo da Revista A Verdade, assine agora: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao