O advogado Martin De Luca, que representa empresas ligadas a Donald Trump, declarou que a retirada das sanções americanas contra o ministro Alexandre de Moraes, impostas sob a Lei Magnitsky, não constitui um recuo definitivo da política dos Estados Unidos. Ele ressaltou que a decisão está condicionada ao cumprimento, por parte do Brasil, dos compromissos assumidos para reverter medidas que Washington classifica como censura. De Luca explicou que o foco das autoridades americanas permanece “na reversão das medidas de censura que despertaram ampla preocupação nos Estados Unidos. Esperamos e acreditamos que as autoridades brasileiras cumpram os compromissos que assumiram”. O advogado reforçou que sanções internacionais são instrumentos de pressão política, não fins em si mesmos. “Sanções não são um fim em si mesmas. Elas são uma forma de pressão para produzir mudanças. As autoridades brasileiras vêm tentando negociar com seus interlocutores nos Estados Unidos e sinalizando disposição para recuar em práticas de censura e de lawfare.” “A recente votação na Câmara e outras medidas foram passos visíveis, mas não os únicos. O que vem a seguir dependerá de saber se essa correção de rumo será real.” No X, De Luca enviou um recado aos brasileiros: “Compreendo a frustração e a dor que muitos brasileiros estão sentindo neste momento. É real e vem de ver direitos fundamentais sendo levados ao limite.” “Desde o início, tenho sido consistente em afirmar que a pressão externa pode chamar a atenção e gerar influência, mas, por si só, não produz mudanças duradouras. Isso só acontece quando as autoridades cumprem seus compromissos e as instituições retornam aos princípios fundamentais do devido processo legal e da liberdade de expressão.” “Este momento pode ser uma oportunidade para o Brasil virar a página, baixar a temperatura e restaurar a vibrante vida democrática que outrora o tornou um modelo regional.” “Isto não é o fim de nada. É um teste para ver se as palavras se transformam em ações. Continuo aqui, focado na liberdade de expressão e no devido processo legal, observando o que vem a seguir.” Uma reviravolta na perspectiva negativa inicial… Só o tempo dirá o que acontecerá. Livro que previu a prisão de Bolsonaro, também prevê desfecho final dessa história ATENÇÃO! Temos uma dica importante para você, leitor do JCO. Quer saber a verdade por trás da prisão de Bolsonaro, conteúdos inéditos sobre 2022, encontrar o único motivo para seguir acreditando em um futuro melhor e apoiar a nossa batalha? Conheça o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Contamos com você nessa batalha!
Izalci Lucas denuncia novo favorecimento a J&F
O senador Izalci Lucas (PL‑DF) criticou o governo Lula ao afirmar que há uma retomada de esquemas de corrupção envolvendo o grupo empresarial J&F. O parlamentar recordou escândalos anteriores, como a Operação Greenfield e a delação do empresário Joesley Batista, para sustentar que o “governo do PT” continua a favorecer empresas “amigas” em troca de propinas, citando empréstimos bilionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e recursos de fundos de pensão em gestões passadas. Izalci denunciou a atuação da Âmbar Energia, empresa controlada pela J&F, que adquiriu termoelétricas em situação de crise no Norte do país e teria sido beneficiada por uma medida provisória editada pelo governo Lula. Segundo o senador, a medida transferiu os custos para a conta de luz de todos os brasileiros, garantindo lucro para a iniciativa privada. O lucro é deles, mas o prejuízo quem paga somos nós. Se a J&F receber esse subsídio por 15 anos, eles podem ultrapassar R$ 30 bilhões. O que parecia um péssimo negócio virou novamente ganhos de bilhões. O senador também atacou o programa “Meu INSS Vale +”, gerido pelo banco PicPay, também pertencente ao grupo J&F, até sua suspensão por supostas cobranças indevidas a aposentados. Além disso, criticou a importação de tilápia do Vietnã pelo mesmo conglomerado, facilitada, segundo ele, por recentes burocracias criadas pelo governo para prejudicar produtores nacionais. Percebam que a J&F não perde uma oportunidade de negócio. Pena que o negócio dos amigos do Lula e da Dilma seja roubar os aposentados pobres e os cofres públicos. Livro que previu a prisão de Bolsonaro, também prevê desfecho final dessa história Fonte: Agência Senado
Jogos de Poder entre EUA e o STF: o Caso Moraes
A decisão de não avançar com a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, não foi um recuo isolado nem fruto de reavaliação moral ou jurídica de sua conduta. Nos bastidores da diplomacia internacional, o movimento está ligado a interesses estratégicos mais amplos que envolvem o Brasil, os Estados Unidos e o cenário político interno brasileiro. Interlocutores do governo americano afirmam que a Lei Magnitsky — um instrumento severo usado para punir autoridades estrangeiras acusadas de graves violações de direitos humanos — passou a ser tratada como moeda de negociação política, e não como um mecanismo automático de sanção. O ponto decisivo foi o avanço, no Congresso Nacional, do Projeto de Lei da Dosimetria, que setores do governo norte‑americano enxergam como um possível “freio institucional” aos excessos do Judiciário brasileiro. A leitura em Washington é pragmática: se o próprio sistema político brasileiro demonstra disposição para corrigir distorções por meio do Legislativo, a imposição de sanções externas poderia ser interpretada como interferência direta nos assuntos internos do país. Além disso, diplomatas avaliam que sancionar um ministro do STF teria efeitos colaterais graves: aprofundaria a crise institucional no Brasil, fortaleceria o discurso de soberania contra ingerência estrangeira e poderia gerar instabilidade econômica e jurídica em um país considerado estratégico na América Latina. Outro ponto central é o interesse geopolítico dos Estados Unidos. O Brasil ocupa posição‑chave em temas sensíveis como segurança regional, comércio, meio ambiente e influência chinesa no continente. Uma crise diplomática aberta com o Supremo brasileiro poderia empurrar o país ainda mais para alianças alternativas, algo que Washington tenta evitar, principalmente no atual momento de tensão entre EUA e Venezuela, em que a posição do Brasil interessa no cenário do conflito. Nos bastidores, o entendimento é claro: a Lei Magnitsky permanece como ameaça latente, mas sua aplicação foi temporariamente retirada da mesa para dar espaço a uma solução política interna. Isso não significa absolvição, tampouco mudança de avaliação sobre os atos do ministro; trata‑se de uma escolha estratégica de momento. Em síntese, a não aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes não decorre de falta de fundamentos, mas de cálculo político. O recado enviado é direto: se o Brasil demonstrar capacidade de autocorreção institucional, a pressão internacional diminui. Caso contrário, a sanção pode voltar ao radar a qualquer momento. Trata‑se menos de justiça internacional e mais de pragmatismo político — onde princípios, interesses e conveniência caminham lado a lado. Assista ao vídeo:
Tensão nos Bastidores: De Luca, Moraes e a Negociação EUA‑Brasil
O advogado Martin De Luca, que representa empresas ligadas a Donald Trump, afirmou que a retirada das sanções impostas ao ministro Alexandre de Moraes, com base na Lei Magnitsky, não deve ser interpretada como um recuo definitivo da política dos Estados Unidos. Segundo ele, a decisão está condicionada à expectativa de que o Brasil cumpra compromissos relacionados à reversão de medidas que Washington classifica como censura. De Luca explicou que o foco das autoridades americanas permanece “na reversão das medidas de censura que despertaram ampla preocupação nos Estados Unidos. Esperamos e acreditamos que as autoridades brasileiras cumpram os compromissos que assumiram”. O advogado reforçou que sanções internacionais funcionam como instrumento de pressão política, e não como objetivo final. “Sanções não são um fim em si mesmas. Elas são uma forma de pressão para produzir mudanças. As autoridades brasileiras vêm tentando negociar com seus interlocutores nos Estados Unidos e sinalizando disposição para recuar em práticas de censura e de lawfare.” “A recente votação na Câmara e outras medidas foram passos visíveis, mas não os únicos. O que vem a seguir dependerá de saber se essa correção de rumo será real”, afirmou. Uma reviravolta na perspectiva negativa inicial… Só o tempo dirá o que vai acontecer! Livro que previu a prisão de Bolsonaro, também prevê desfecho final dessa história
Lula celebra inesperado gesto de Trump a respeito de Moraes
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou publicamente a recente decisão dos Estados Unidos de excluir o nome do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, da lista de sanções prevista na Lei Magnitsky. “A Suprema Corte, para nós, é muito importante. Eu fiquei muito feliz, embora não tanto quanto o senhor, Alexandre de Moraes, mas muito feliz, ao ver que a medida foi tornada pública e alcançará ainda mais pessoas. Não podemos aceitar que o presidente de outro país use suas leis para punir autoridades que exercem a democracia em suas nações. Portanto, sua vitória, Alexandre, é, na verdade, a vitória da democracia brasileira.” Lula ainda ressaltou que a retirada, anunciada um dia antes do aniversário do ministro, foi um “presente” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o lançamento do SBT News. Veja: