O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu limitar a presença de acompanhantes junto ao ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o período de internação hospitalar. Pela determinação, apenas a esposa, Michelle Bolsonaro, está autorizada a permanecer ao lado do ex‑chefe do Executivo. Os filhos, o senador Flávio Bolsonaro e o ex‑vereador Carlos Bolsonaro, só poderão visitá‑lo mediante autorização judicial prévia. Na decisão, Moraes deixou explícitas as condições impostas para o acompanhamento durante a internação. “Autorizo a presença da esposa do custodiado, Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, como acompanhante durante toda sua internação, observadas as regras do hospital. As demais visitas somente poderão ocorrer com prévia autorização judicial”, escreveu o ministro. Justamente neste momento de dificuldade, Bolsonaro não terá seus filhos por perto. Crueldade total!
Moraes Retira Acusação e Corrige Comunicado Sobre Reuniões com o Banco Central
Na terça‑feira (23), a assessoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgou uma correção à nota oficial que havia sido publicada anteriormente sobre as reuniões com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e representantes de instituições financeiras, cujo objetivo era tratar da aplicação da Lei Magnitsky. No documento revisado, o ministro esclareceu que, em razão dos efeitos da legislação internacional, participou de encontros com o Banco Central, o Banco do Brasil e outras instituições do sistema financeiro. A nota também faz referência a uma “reunião conjunta com os presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, da Febraban, do BTG, e os vice‑presidentes do Santander e do Itaú”. Na versão divulgada anteriormente, havia sido informado incorretamente que um representante do Bradesco teria participado do encontro, quando, na realidade, tratava‑se de um dirigente do Santander. De acordo com o comunicado, todas as reuniões tiveram caráter técnico e um objetivo específico: analisar os impactos da lei sobre o funcionamento do sistema bancário. “Em todas as reuniões, foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei [Lei Magnitsky], em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito”, informava a nota.
MORAES ORDENA MONITORAMENTO 24h DA PF NA INTERNAÇÃO DE BOLSONARO
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, ordenou que a Polícia Federal mantenha monitoramento ininterrupto enquanto o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) está internado. A ordem estabelece que, no mínimo, dois agentes federais permaneçam na porta do quarto de Bolsonaro no Hospital DF Star, em Brasília. Conforme a decisão, a segurança deve ser contínua 24 horas por dia, desde a chegada do ex‑presidente até a sua alta médica. A medida foi tomada após a autorização da cirurgia de hérnia inguinal bilateral. Moraes considera que cabe à Polícia Federal garantir a integridade do custodiado e a proteção das instalações do hospital, exigindo equipes de prontidão nas áreas internas e externas. Qual o medo do ministro?
URGENTE: O MAIS FORTE PEDIDO DE IMPEACHMENT CONTRA MORAES SURGE
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) pretende formalizar, ainda hoje, uma representação criminal junto à Procuradoria-Geral da República, além de um pedido de impeachment contra o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A iniciativa será encaminhada ao procurador-geral da República, Paulo Gonet. Em paralelo, a parlamentar também protocolará no Senado um convite para que o ministro compareça à Casa e apresente esclarecimentos aos senadores. As medidas foram motivadas por informações que passaram a circular desde a segunda-feira (22), segundo as quais Moraes teria mantido contato e realizado uma reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. O objetivo do encontro, conforme a notícia divulgada, teria sido interceder em favor do Banco Master, instituição financeira que é alvo de investigações relacionadas a fraudes de grande monta. O banco mantinha um contrato estimado em cerca de R$ 129 milhões com o escritório da advogada Viviane Barci, esposa do ministro. Além de Damares, os documentos apresentados contam com a assinatura dos senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES). No pedido encaminhado à PGR, os parlamentares requerem a abertura de um inquérito para apurar possível prática de advocacia administrativa — crime caracterizado quando um agente público utiliza sua posição para favorecer interesses privados. No âmbito político, o requerimento de impeachment seguirá para uma análise preliminar. O pedido solicita que o chefe da PGR dê andamento ao procedimento e, em seguida, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), avalie a admissibilidade da denúncia apresentada pelos parlamentares.
MALU GASPAR DESMENTE MORAES NA GLOBONEWS, REVELANDO QUE REUNIÃO NÃO É SOBRE A LEI MANGITSKY – VEJA O VÍDEO!
Alexandre de Moraes divulgou uma nota afirmando que a reunião com o presidente do Banco Central não tratava do Banco Master, mas da Lei Magnitsky. No entanto, a Globo manteve a informação e entrou em confronto direto com o ministro. Ao vivo na GloboNews, a jornalista Malu Gaspar desmentiu Moraes, explicando que a reunião citada na nota do ministro não corresponde à que foi abordada em sua matéria, pois ocorreu antes da sanção da Lei Magnitsky. Assista:
Jurista denuncia STF como ‘puteiro’ ao vivo no UOL – Veja o vídeo!
Jurista Wálter Maierovitch soltou o verbo quando questionado sobre a possibilidade de impeachment de Alexandre de Moraes. No vivo do portal UOL, ele afirmou que o Supremo Tribunal Federal não pode ficar com a imagem de “puteiro”. “O STF não pode ficar com essa imagem de um lupanário, ou seja, de um puteiro”, declarou. Assista:
Tarde Demais: Globo Acaba com o ‘Amor’ por Moraes – Veja o Vídeo
Muito tarde, a Rede Globo resolveu acordar… O vazamento de uma reunião entre o ministro Alexandre de Moraes e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, caiu como uma bomba em Brasília. A revelação foi do jornal O Globo, que afirmou que o encontro ocorreu pelo menos quatro vezes “para fazer pressão em favor do Banco Master”. Moraes negou tudo, afirmando que as reuniões ocorreram “em virtude da aplicação da Lei Magnistiky”. Na GloboNews, os críticos atacaram Moraes, dizendo que na reunião citada a Magnitsky sequer foi discutida. A própria Malu Gaspar, colunista que revelou o escândalo, afirmou que está fazendo o seu papel e que, se os ministros não cumprem os seus, ela não pode fazer nada: “Não é um ataque ao STF! Estamos cumprindo o nosso papel! Se eles não cumprem o deles, a gente não pode fazer nada”.
A PIOR AMEAÇA DE JOSÉ DIRCEU (VEJA O VÍDEO)
O Globo está soltando a mão de Alexandre de Moraes? O jornalista Merval Pereira criticou duramente o ministro em um artigo bombástico. Enquanto isso, o ministro Gilmar Mendes corre para defender Moraes e Toffoli no caso Banco Master. O que está por trás dessa blindagem no STF? E José Dirceu faz ameaças: 2026 será “momento revolucionário” no PT, com risco de “guerra”. Lula reeleito ou o Brasil pega fogo? Para destrinchar tudo isso, um time de peso: Claudio Caivano (advogado), Marcos Pizzolatto (professor) e Paulo Kogos (economista). Não perca! Assista, compartilhe e apoie o jornalismo independente. Veja o vídeo:
Havaianas: Ideologia que rompe o imaginário brasileiro
A polêmica recente em torno da campanha da Havaianas mostra que o problema vai muito além de uma escolha criativa mal recebida. O episódio revela uma tensão crescente entre marcas consolidadas, decisões corporativas guiadas por agendas ideológicas e um consumidor brasileiro que cada vez menos tolera discursos percebidos como imposições culturais ou políticas. No centro da controvérsia está a Alpargatas, proprietária da Havaianas, e uma estratégia de comunicação que, segundo críticos, desconsiderou símbolos, tradições e superstições profundamente arraigadas na cultura nacional. A campanha em questão sugeria que o brasileiro não deveria “começar o ano com o pé direito”, uma referência direta a uma crença popular antiga, presente em diferentes regiões do país. Para muitos consumidores, a mensagem soou como provocação gratuita; para outros, como um gesto ideológico disfarçado de criatividade publicitária. O resultado foi imediato: rejeição nas redes sociais, boicotes espontâneos e um debate que rapidamente extrapolou o universo do marketing. Quando a publicidade ignora o repertório cultural Marcas como a Havaianas não vendem apenas produtos; vendem símbolos. Durante décadas, o chinelo de borracha foi associado à informalidade brasileira, ao cotidiano popular, ao humor e à identidade nacional. Mexer nesse imaginário exige cautela. Superstições podem parecer irrelevantes para executivos ou departamentos criativos sofisticados, mas fazem parte do cotidiano real de milhões de brasileiros. Cores usadas no Réveillon, rituais de virada de ano e pequenos gestos simbólicos não são detalhes folclóricos; são elementos de pertencimento cultural. Ao subestimá-los, a marca corre o risco de parecer desconectada do público que a sustenta. O erro, segundo analistas críticos da campanha, não está apenas no conceito criativo, mas na incapacidade de ler o contexto social e cultural. O fator liderança e o histórico corporativo Outro ponto que ganhou destaque no debate foi a figura do CEO da Alpargatas, Liel Miranda. Críticos resgataram episódios anteriores de sua trajetória empresarial, especialmente quando esteve à frente da Mondelez. Na ocasião, campanhas consideradas ideológicas também geraram forte reação negativa do público, resultando em pedidos públicos de desculpas e prejuízos de imagem. A repetição de estratégias semelhantes levanta uma questão relevante: trata‑se de erros pontuais ou de uma visão deliberada sobre o papel das marcas na chamada “guerra cultural”? Para uma parcela do público, há um padrão claro de tentativas de inserir pautas políticas ou comportamentais em produtos de consumo popular — uma estratégia que, em vez de engajar, acaba afastando consumidores. Ideologia, consumo e o limite da imposição O caso Havaianas se soma a outros exemplos recentes no mercado global. Marcas como Budweiser e Disney enfrentaram reações semelhantes após associarem seus produtos a agendas identitárias que não dialogaram com seu público tradicional. Em todos esses episódios, o ponto central não foi a diversidade ou a pluralidade em si, mas a percepção de imposição — a sensação de que o consumidor estava sendo educado, corrigido ou direcionado politicamente. O consumo, por definição, é uma escolha. Quando uma marca parece dizer ao público o que ele deve pensar, sentir ou valorizar, essa relação se rompe. O discurso corporativo que afirma “despertar necessidades” no consumidor pode soar, para muitos, como arrogância. Afinal, ninguém gosta de ser tratado como massa moldável. Impactos econômicos e o risco para a cadeia produtiva Além da dimensão cultural e simbólica, há consequências práticas. A Havaianas possui milhares de franquias no Brasil, empregando diretamente um número expressivo de trabalhadores e sustentando uma extensa cadeia produtiva. Uma queda brusca nas vendas afeta lojistas, funcionários, fornecedores e parceiros comerciais. Especialistas alertam que, se comprovado prejuízo financeiro diretamente associado à campanha, franqueados podem buscar reparação judicial por danos materiais, quebra de contratos ou perdas comerciais. O cenário abre espaço para substituição da marca em pontos de venda, favorecendo concorrentes que optem por uma comunicação mais neutra ou alinhada ao sentimento popular. Concorrência e reposicionamento de mercado Enquanto a Havaianas enfrenta desgaste, marcas concorrentes observam uma oportunidade rara. Empresas como Ipanema, Rider e outras podem se beneficiar ao reforçar uma comunicação baseada em símbolos nacionais, simplicidade e identificação direta com o consumidor médio. O uso de figuras populares, como cantores sertanejos ou atletas, reforça essa estratégia de proximidade cultural — algo que, historicamente, sempre funcionou no Brasil. Curiosamente, campanhas do passado da própria Havaianas mostraram que é possível brincar com símbolos culturais sem gerar rejeição. Comerciais bem-humorados envolvendo futebol, rivalidades esportivas e superstição já foram amplamente aceitos. A diferença está no tom: humor compartilhado é distinto de provocação ideológica. Mais que um erro de marketing Reduzir o episódio a um “erro de campanha” é simplificar demais. O caso revela um conflito maior entre elites corporativas globalizadas e consumidores locais que se sentem ignorados. Também evidencia o risco de decisões tomadas em bolhas ideológicas, desconectadas da realidade cultural do público final. O consumidor brasileiro mudou. Ele não é passivo, não aceita facilmente discursos que percebe como desrespeitosos ou alheios à sua identidade. Redes sociais amplificam reações, boicotes se organizam rapidamente e marcas antes intocáveis passam a ser questionadas. A crise da Havaianas serve como alerta para o mercado. Em tempos de polarização política e cultural, marcas precisam escolher com cuidado seus posicionamentos. Não se trata de evitar temas sensíveis, mas de compreender profundamente o público com quem se fala. Ignorar tradições, símbolos e valores populares pode custar caro — não apenas em vendas, mas em reputação construída ao longo de décadas. Se a Alpargatas conseguirá reverter esse desgaste ainda é incerto. O episódio, no entanto, já entrou para a lista de casos emblemáticos em que a publicidade deixou de unir e passou a dividir. Em um país onde cultura e consumo caminham juntos, romper esse elo pode ser um erro difícil de corrigir.
Em Protesto, Loja Para De Vender Havaianas e Queima Estoque Por Apenas R$1
As polêmicas envolvendo a Havaianas não cessam… Ontem, segunda‑feira (22), a rede de lojas Guarani, de Brusque – SC, vendeu cada par de Havaianas em suas três lojas por apenas R$1. O estoque esgotou em poucas horas. Em comunicado, a empresa informou que “não vamos mais trabalhar com a marca por tempo indeterminado, devido a provocação da marca com a população conservadora, na qual fazemos parte”. A censura e a perseguição covarde que calou um dos maiores jornalistas do Brasil