O caso comovente do pequeno João Guilherme continua a tocar corações em todo o país. Para quem não conhece, João Guilherme nasceu em 21 de novembro, na cidade de Sarandi, interior do Rio Grande do Sul. Durante um parto difícil que quase custou a vida da mãe, os médicos identificaram que o recém‑nascido apresentava a síndrome rara Arlequim. Os profissionais solicitaram de imediato a transferência do bebê para um hospital de grande porte, onde especialistas alertaram que a situação era gravíssima. João sofria dor constante e batalhava pela vida. Nos últimos dias, o bebê apresentou uma melhora surpreendente e significativa. Os médicos já declararam que o pior já passou. Para ajudar os pais a lidar com os custos de alimentação, combustível e medicamentos, foi criada uma vakinha que tem sido de grande valia, permitindo acompanhar de perto a recuperação do bebê. GRAÇAS A DEUS as ajudas chegam e já estão dando resultados. Se você puder ajudar este pequeno anjinho neste Natal, basta clicar no link abaixo: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/joao-guilherme-luta-pela-vida-e-precisa-da-sua-ajuda?utm_source=google.com Outra forma doar é pelo PIX: 5819426@vakinha.com.br Qualquer contribuição será de grande ajuda. Compartilhe!
SENADOR PROPÕE FIM DO RECESSO PARA INVESTIGAR O BANCO MASTER
O senador Eduardo Girão, filiado ao Novo no Ceará, pediu a suspensão do recesso parlamentar para que o Congresso continue a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre o INSS e que o Senado instale a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Master, já com 34 assinaturas. “Não podemos esquecer o escândalo monumental envolvendo o Banco Master, cujo rombo pode ultrapassar R$ 40 bilhões, e que está sendo blindado, por enquanto, pelo [Supremo Tribunal Federal] STF, e também aqui, porque eu tenho um pedido de CPI nesta Casa, há três semanas, que ainda não foi numerado nem lido, para que a gente possa buscar a verdade sobre isso, que também envolve gente muito poderosa.” Chega de sigilo, chega de blindagem. Mais do que nunca, é fundamental a instalação da CPI do Banco Master, que já conta com o apoio de 34 senadores da República, afirmou. O senador também destacou informações de um depoimento prestado por Edson Claro à Polícia Federal que, de acordo com ele, reforçam as investigações em curso da CPMI. Edson Claro era funcionário de confiança de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como peça central do esquema de fraudes que causaram prejuízos a aposentados e pensionistas. Girão afirmou que o depoimento do ex-funcionário à Polícia Federal durou mais de 70 horas e resultou em mais de mil páginas de documentos, com relatos de operações financeiras, movimentação de recursos no exterior e criação de empresas fora do país. Segundo o senador, as informações indicam conexões entre investigados e levantam suspeitas sobre a prática de tráfico de influência em órgãos do governo federal. “Em seu depoimento, relatou muitas operações de lavagem de dinheiro envolvendo a criação de empresas no exterior. Uma delas é outro lobby que funciona forte aqui dentro do Congresso Nacional, que é o lobby da World Cannabis, com o objetivo de comercializar produtos à base da maconha.” Essa é uma das empresas em que há fortes indícios da possibilidade de Lulinha [filho do presidente Lula] atuar como sócio oculto, de forma a facilitar a movimentação junto ao Ministério da Saúde, aproveitando o tráfico de influência”, disse. Corajosa varejista desafia o STF ao lançar “COMBO PROIBIDO”
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A IMPRENSA VAI SER O SEU BICHO PAPÃO, MORAES? CPMI, IMPEACHMENT E JÁ FALAM ATÉ EM PRISÃO…
Alexandre de Moraes está se complicando cada vez mais; quanto mais se envolve, mais se expõe, e ele sabe que tem culpa no cartório. O que mais preocupa é a reação da imprensa militante. Será que o cenário se torna ‘todos contra ele’? Ninguém pode conter o ministro, que permanece em sua toga, em sua cadeira, enquanto sua caneta parece estar fora de controle. Em curto espaço de tempo, Moraes já emitiu uma nota oficial, uma correção e, nesta terça-feira, mais uma nota, todas relativas ao seu envolvimento no caso Master/Magnitsky. Ele novamente afirma que as tratativas com o presidente do Banco Central, Galípolo, tratavam das sanções impostas pela Lei Magnitsky sobre ele, sua família e a empresa familiar, e desta vez incluiu datas. Leia a nota: “O Ministro Alexandre de Moraes esclarece que realizou, em seu gabinete, duas reuniões com o Presidente do Banco Central para tratar dos efeitos da aplicação da Lei Magnitsky. A primeira no dia 14/08, após a primeira aplicação da lei, em 30/08; e a segunda no dia 30/09, após a referida lei ter sido aplicada em sua esposa, no dia 22/09.” “Em nenhuma das reuniões foi tratado qualquer assunto ou realizada qualquer pressão referente a aquisição do BRB pelo Banco Master. Esclarece, ainda, que jamais esteve no Banco Central e que inexistiu qualquer ligação telefônica entre ambos, para esse ou qualquer outro assunto. Por fim, esclarece que o escritório de advocacia de sua esposa jamais atuou na operação de aquisição BRB-Master perante o Banco Central.” Isso levanta novas perguntas: se a lei recai sobre o CPF de Moraes e de sua esposa, por que ele se reuniu na condição de ministro, alegando que as reuniões ocorreram em seu gabinete no STF? Se ele nega ter telefonado para Galípolo, como responderá aos jornalistas que afirmam que ele, sim, ligou ao presidente do Banco Central? Na matéria publicada ontem, o emaranhado é analisado em termos temporais e do ponto de vista dos envolvidos. Com as datas agora divulgadas e o contraponto de Malu Gaspar (veja na matéria), ainda não há base para defender o indefensável, e as perguntas permanecem sem resposta. A sociedade precisa reagir a esses fatos. Leia a matéria publicada ontem: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/77277/nota-oficial-de-moraes-carece-de-explicacoes-e-pode-evoluir-para-cpmiimpeachment-veja-o-video
JORNAL NACIONAL ROMPE O SILÊNCIO SOBRE MORAES E O BANCO MASTER
Surpreendentemente, Alexandre de Moraes vive o maior momento de tensão de sua vida nas últimas horas. O ministro do STF está vendo o crescimento de uma grande revolta da imprensa sobre o caso envolvendo o Banco Master e sua esposa, Viviani Barci. Até o Jornal Nacional, da Rede Globo, resolveu comentar o caso. Algo inédito e inesperado! Veja:
Bolsonaro Internado: Carlos Vai ao Hospital Para ‘Olhar Pra Ele’ – Veja o Vídeo!
O ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) saiu da custódia da Polícia Federal na manhã desta quarta‑feira (24/12) e foi encaminhado para internação no Hospital DF Star, em Brasília. A saída aconteceu por volta das 9h29, e ele chegou à unidade de saúde alguns minutos depois, às 9h33. Desde sua prisão, em 22 de novembro, na Superintendência da PF, esta foi a primeira vez que Bolsonaro deixou o local. O deslocamento foi realizado sob forte esquema de segurança, com um comboio composto por viaturas da Polícia Federal e apoio de batedores da Polícia Militar e da Polícia Penal. O ex‑presidente entrou no hospital pela garagem, medida adotada para reduzir a exposição. Carlos Bolsonaro foi até a frente do Hospital para “pelo menos olhar pra ele”. “Seria meu presente de Natal”, desabafou. Veja:
MORAES SENTIU…
O ministro Alexandre de Moraes, membro do Supremo Tribunal Federal, divulgou, durante a noite, uma nova nota oficial contestando a alegação de que teria se reunido com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar da venda do Banco Master ao BRB. Na nota, o magistrado nega a versão e esclarece que as reuniões tiveram outro foco. Este é o terceiro comunicado emitido após a divulgação do episódio pela imprensa. Desta vez, Moraes forneceu detalhes mais precisos sobre as trocas com o presidente da autoridade monetária, indicando, pela primeira vez, as datas e o número de encontros. Segundo ele, em nenhuma das reuniões foi discutido o tema da negociação do Master, nem houve ligações telefônicas entre as partes. “Em nenhuma das reuniões foi tratado qualquer assunto ou realizada qualquer pressão referente à aquisição do BRB pelo Banco Master”, afirmou o ministro, em trecho da nota. Nas declarações anteriores, o gabinete de Moraes afirmou que os encontros com Galípolo se concentraram exclusivamente nos efeitos da Lei Magnitsky. Essa lei americana de sanções financeiras impactou tanto o ministro quanto sua esposa, Viviane Barci, em momentos diferentes. No novo esclarecimento, Moraes disse que a primeira reunião foi em 14 de agosto, logo após a sanção ter sido imposta a ele. O segundo encontro, de acordo com a nota, ocorreu em 30 de setembro, depois que sua esposa também foi incluída na lista de punições. Ambos teriam sido realizados no gabinete do ministro, em Brasília. Ele acrescentou que o escritório de advocacia de Viviane Barci nunca participou da operação de aquisição BRB-Master junto ao Banco Central. A divulgação do terceiro comunicado veio depois de reportagem do jornal O Estado de São Paulo que alegava que Moraes teria feito seis ligações a Galípolo em um único dia, supostamente para tratar da operação do Master. Em resposta, o ministro afirmou que não houve nenhuma ligação telefônica com o presidente do BC. Moraes escancaradamente sentiu…
MORAES EM APUROS: ESCADALOSO CONFLITO DE INTERESSES NO BANCO MASTER. Veja o vídeo!
Não há fatos que se prestem à relativização. Não há episódios que justifiquem notas protocolares, explicações evasivas ou o clichê de “nada a declarar”. O caso que envolve o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e o Banco Master é exatamente isso. Não se trata de fofoca política, intriga de bastidores ou perseguição ideológica. É um conflito de interesses explícito, grave e inaceitável institucionalmente. Um ministro da mais alta Corte do país manteve contato direto, repetido e fora de qualquer liturgia republicana com o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, num período crítico para decisões que afetavam diretamente um banco privado que, por coincidência — ou não — tinha contrato milionário com o escritório de advocacia da esposa do próprio ministro. Se isso não é escândalo, nada mais é. Não há interpretação criativa do Direito, nem hermenêutica progressista, nem malabarismo institucional que justifique o fato de um ministro do STF atuar nos bastidores ao lado do chefe da autoridade monetária para tratar de interesses ligados a uma instituição financeira privada vinculada à sua esfera familiar. Mesmo que Moraes alega que “não falou especificamente do banco”, esse argumento não se sustenta. Na ética pública, não importa apenas o conteúdo da conversa — importa o contexto, o momento e a relação de interesses. A simples aproximação já contamina o ato. A insistência, portanto, o torna indefensável. Em democracias sérias, isso levaria ao afastamento imediato. No Brasil, tenta-se normalizar. O episódio revela algo ainda mais alarmante: a consolidação de um poder que não reconhece limites. Alexandre de Moraes não é apenas um ministro do STF. Ele se tornou um ator político central, com influência direta sobre Congresso, Executivo, imprensa e, aparentemente, sobre o sistema financeiro. Quando um magistrado de tão grande poder transita entre o público e o privado sem restrições, a separação entre os Poderes deixa de ser princípio constitucional e passa a ser mera decoração. O Banco Central é uma autarquia independente. Não responde a ministros do STF, nem recebe orientação política de juízes. Quando esse muro é atravessado, a República sangra. Desde a revelação do caso, observa-se um silêncio ensurdecedor das instituições que deveriam zelar pela integridade do sistema. Nenhuma explicação detalhada. Nenhuma transparência real. Nenhuma investigação aberta de ofício. Apenas notas frias e evasivas. Esse silêncio não é prudência. É cumplicidade institucional. Enquanto isso, o cidadão comum assiste à consolidação da percepção mais corrosiva para qualquer democracia: há autoridades que não prestam contas a ninguém. Não é perseguição. É responsabilidade. Rotular críticas como “ataques à democracia” já se tornou expediente habitual. Mas democracia não é blindagem de poder. Democracia é controle, fiscalização e responsabilidade — sobretudo dos que concentram mais autoridade. O caso Banco Master não é um detalhe. É um divisor de águas. Ou o Brasil admite que ministros do STF podem agir como lobistas informais de interesses privados ligados à sua família — ou reafirma, com fatos, que ninguém está acima da lei. A pergunta que não quer calar Se fosse qualquer outro agente público — um ministro de Estado, um diretor de banco, um parlamentar — o escândalo já teria implodido carreiras. Por que, então, quando o nome é Alexandre de Moraes, exige-se silêncio, cautela infinita e tolerância máxima? A resposta é simples e assustadora: porque o poder deixou de ter contrapeso. E quando isso acontece, não é o ministro que está em apuros. É a democracia brasileira. Assista:
PARLAMENTAR DO PT É PRESO: O MOTIVO É CHOCANTE
O vereador Josivan Lucas de Barros (PT), conhecido como Professor Josivan, foi preso acusado de desacato, resistência e calúnia contra policiais militares no interior do Piauí. Segundo a Polícia Militar, o parlamentar tentou usar o cargo para impedir uma abordagem por poluição sonora e chegou a ameaçar transferir os agentes de cidade. A ocorrência começou por volta das 23h, quando uma guarnição do Grupamento de Polícia Militar (GPM) flagrou um veículo com um “paredão de som” em volume excessivo durante rondas de rotina. Conforme o relatório oficial, ao ser orientado a desligar o equipamento, Josivan se recusou inicialmente e afirmou que, por ser vereador, “poderia agir como quisesse”. Após a intervenção de moradores, o som acabou sendo desligado, mas o episódio não se encerrou ali. Horas depois, ainda segundo a PM, o vereador voltou a abordar os policiais, desta vez apresentando sinais visíveis de embriaguez. Ele questionou se estaria sendo monitorado pela guarnição e acusou os agentes de estarem recebendo propina. Diante das acusações, os policiais deram voz de prisão por calúnia e desacato. Conforme o relato da corporação, Josivan resistiu fisicamente à abordagem, o que levou ao uso de algemas. Durante a condução, o parlamentar teria feito ameaças, dizendo ter “poder político” para transferir os policiais de São Francisco de Assis caso fosse levado à delegacia. Josivan Lucas de Barros foi encaminhado à Unidade Integrada de Segurança Pública (UISP) de Simplício Mendes, cidade vizinha a cerca de 64 quilómetros do local da ocorrência. Ele prestou depoimento ao delegado de plantão e permanece detido à disposição da Justiça. Até o momento, nem a defesa do vereador nem o diretório municipal do PT se manifestaram sobre o caso.
EM MENOS DE 24H, MORAES SOLTA SEGUNDA NOTA, CITA DIRETAMENTE A ESPOSA
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, divulgou, na noite de terça‑feira, uma nova declaração pública na tentativa de esclarecer os encontros que manteve com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Segundo o ministro, as reuniões tiveram caráter institucional e trataram exclusivamente dos impactos da aplicação da Lei Magnitsky, sem qualquer relação com operações envolvendo o Banco Master. De acordo com a nota, foram realizados dois encontros no gabinete do ministro. O primeiro ocorreu em 14 de agosto, logo após a aplicação inicial da legislação norte‑americana, no fim de julho. O segundo aconteceu em 30 de setembro, depois que a lei foi estendida à sua esposa, em 22 de setembro. Moraes sustenta que, em nenhum desses momentos, houve discussão ou tentativa de interferência relacionada à aquisição do Banco Master pelo BRB, instituição controlada pelo governo do Distrito Federal. O ministro também afirmou que jamais esteve fisicamente no Banco Central e que não houve ligações telefônicas entre ele e o presidente da autarquia para tratar desse ou de qualquer outro tema. Além disso, ressaltou que o escritório de advocacia de sua esposa não teve participação junto ao Banco Central na operação que envolvia o BRB e o Master. Leia a nota na íntegra: “O Ministro Alexandre de Moraes esclarece que realizou, em seu gabinete, duas reuniões com o Presidente do Banco Central para tratar dos efeitos da aplicação da Lei Magnitsky. A primeira no dia 14/08, após a primeira aplicação da lei, em 30/08; e a segunda no dia 30/09, após a referida lei ter sido aplicada em sua esposa, no dia 22/09.” Em nenhuma das reuniões foi tratado qualquer assunto ou realizada qualquer pressão referente à aquisição do BRB pelo Banco Master. Esclarece, ainda, que jamais esteve no Banco Central e que inexistiu qualquer ligação telefônica entre ambos, para esse ou qualquer outro assunto. Por fim, esclarece que o escritório de advocacia de sua esposa jamais atuou na operação de aquisição BRB‑Master perante o Banco Central.