A linha de costura, assim como os costureiros que a manejam, provém do Senado Federal e do Supremo Tribunal Federal. A peça a ser costurada é uma calça da marca Impeachment. Está abandonada, empoeirada, com seus bolsos furados, cós danificado, caimento do gavião desalinhado e barra por fazer. A linha do Senado, especificamente nas mãos do costureiro Alcolumbre, está emaranhada dentro do STF, nas mãos de alguns dos ministros da casa. Não à toa, Alcolumbre se senta em cima ou engaveta vários e vários pedidos para resgatar a coitada da calça, anos a fio, e no caso em voga, hoje sequestrada pelo Alexandre de Moraes e que só ele veste. Já dentro do STF, um destes ministros, e vejo no Gilmar Mendes um hábil costureiro, está desemaranhando a linha do Alcolumbre, que vê no movimento a liberdade para costurar a calça, atendendo a pedidos dos consumidores que querem vesti‑la, desfilando com ela orgulhosos e esperançosos pelas ruas e shoppings do país. A quatro mãos, os costureiros puxam a linha para cá, tiram um nó aqui, outro ali, e assim que tiver certeza de que sua linha passará livre pelo buraco da agulha, sem ter a possibilidade de parecer um camelo, Alcolumbre vai colocar a calça na máquina. E o rei, que antes a vestia, estará nu? Por enquanto, a barra é o primeiro ponto da calça que está sendo feita. A costura precisa esconder os puídos que já tem e evitar encostar no chão para não voltar a puir. Nossa percepção, sob o pilar do desespero e os tropeços do Xandão, a pressão da Faria Lima e o serviço, subserviência e oportunismo da imprensa militante, nos permite alcançar costuras atrevidas numa calça antes proibida de se tocar!
Existe uma obsessão em tentar matar Bolsonaro
O senador Magno Malta (PL-ES) declarou que a aprovação do chamado Projeto de Lei da Dosimetria representa um avanço, mas não corrige as “injustiças cometidas pelo Supremo Tribunal Federal” nos julgamentos da suposta tentativa de golpe de Estado. Ao defender a anistia para os condenados, o senador disse que as penas aplicadas pela Suprema Corte foram desproporcionais. “Não é o ideal. O ideal seria subir os cem degraus e fazer a anistia ampla, geral e irrestrita. Mas não foi possível. Subimos um degrau, e ainda assim um degrau escorregadio.” “Porque quem está preso quer ir para casa. Mas nós vamos continuar gritando e lutando para subir o segundo degrau, o terceiro, o quarto degrau. Ninguém vai nos tirar da luta. Nós não vamos parar”, afirmou. Ao defender Jair Bolsonaro, Magno Malta argumentou que o julgamento no Supremo teve o objetivo de atingir politicamente o ex‑presidente e inviabilizar sua participação nas próximas eleições. “Jair Bolsonaro resplandece na sua grandeza. Deixou de ser um CPF. Ele sabe que o texto da dosimetria é da lavra de Alexandre de Moraes.” “Ele sabe que Alexandre de Moraes é o seu algoz, é o seu perseguidor. Há uma tara em tentar matar esse homem [Bolsonaro] do ponto de vista moral, do ponto de vista físico.” “Tudo o que o sistema quer é ver Jair Bolsonaro pelas costas, para tirá‑lo do processo eleitoral.”
GILMAR, TOFFOLI, FACHIN, CÁRMEN, ZANIN, DINO, KÁSSIO, MENDONÇA E FUX: JURISPRUDÊNCIA CONTRA MORÁES
Será hilário, chocante ou um pesadelo? Esse dia pode chegar, e, nesse momento, vários ministros podem declarar que Moraes deve ser julgado na primeira instância, ou a maioria deles pode se declarar suspeitos para o julgamento. Dois outros podem chegar à corte: Bessias e Pachecu. Para o primeiro, já há a vaga; e, considerando a saída de Moraes, a segunda vaga permanece em aberto. Ops… e se não? Pode ser que não haja tempo para o ex-presidiário indicar mais ninguém. O impeachment dele também está à vista? Para acreditar nesse cenário, basta continuar observando o papel da imprensa militante, que, ao que tudo indica, virou o disco direto na vitrola. A conferir!
Impeachment de Ministro do STF Nunca Estava Tão Próximo
Parlamentares apresentaram um pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes, ministro do STF, alegando que ele teria atuado junto ao Banco Central em benefício do Banco Master. O pedido fundamenta-se em reportagem do O Globo que apontou contatos entre Moraes e Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central. Conforme os senadores, as conversas teriam se referido ao Banco Master, que esteve no centro de um processo de intervenção e liquidação. O documento menciona ainda um contrato de alto valor entre o banco e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Para os parlamentares, esses fatos configuram um conflito de interesses. Eles afirmam que Alexandre de Moraes, usando o peso institucional do cargo, teria se engajado em ações favoráveis a interesses privados específicos, comprometendo a imparcialidade que um ministro do STF deve manter. A petição também aponta indícios de crime de advocacia administrativa, alegando atuação fora das atribuições jurisdicionais. O pedido foi assinado pelos senadores Damares Alves (Republicanos-DF), Eduardo Girão (Novo-CE) e Magno Malta (PL-ES), que reforçam que a conduta não estaria amparada por imunidade funcional. “A conduta narrada, se confirmada, revela atuação extrajudicial, alheia à função jurisdicional, com potencial utilização da autoridade do cargo para interferir em órgão regulador independente, em benefício de interesse privado específico, o que afasta qualquer alegação de imunidade funcional”, destacam os senadores no documento encaminhado ao Senado. Com o levante da velha mídia, o impeachment de um ministro do STF nunca esteve tão próximo.
Funcionários do Banco Central Reagem à Suspeita Grave contra Moraes
A estabilidade funcional dos servidores do Banco Central voltou a ser foco de debate institucional depois de questionamentos sobre a atuação da cúpula da autoridade monetária e sobre contatos com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). Em nota, o Sindicato Nacional dos Servidores do Banco Central em São Paulo (Sinal‑SP) afirmou que as garantias da carreira são vitais para preservar decisões técnicas frente a possíveis pressões externas. A manifestação do sindicato aconteceu em meio à controvérsia sobre a liquidação do Banco Master e às alegações de que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, teria mantido contato com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar do caso da instituição controlada pelo empresário Daniel Vorcaro. O episódio aumentou a tensão entre órgãos de Estado e reacendeu debates sobre a autonomia do BC. Divulgada na segunda‑feira (22), a nota do Sinal‑SP destaca que o Regime Jurídico Único e a estabilidade funcional não são privilégios corporativos, mas instrumentos de proteção institucional. “Tais prerrogativas são a salvaguarda que permite ao corpo técnico resistir a ingerências e pressões externas, possibilitando que decisões sensíveis sejam tomadas com autonomia e fundamentação técnica”, afirma o comunicado. Embora o Sinal‑SP não mencione diretamente uma interferência específica por parte de Alexandre de Moraes, a nota cita as “recentes manifestações do TCU e do STF relativas à liquidação do Banco Master”.
Médico alerta: Bolsonaro corre risco de nova cirurgia
Na manhã de quinta-feira, 25 de dezembro, em Brasília, o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) teve seu estado de saúde esclarecido por seu médico, que não descartou a necessidade de um novo procedimento nos próximos dias. Ele foi submetido a uma cirurgia para correção de hérnia inguinal bilateral. O procedimento começou por volta das 9h40, durou cerca de três horas e ocorreu sem qualquer complicação, conforme esperado. A equipe médica prevê que Bolsonaro permaneça internado até a segunda‑feira seguinte, 29 de dezembro. O cirurgião responsável, Cláudio Birolini, confirmou que a anestesia geral foi empregada e que o paciente apresentou boa recuperação imediata. “O procedimento transcorreu sem nenhuma intercorrência. Ele tomou anestesia geral, já está acordado, já está no quarto, inclusive. Agora, no pós-operatório imediato, ele deve se alimentar, e agora, nesses próximos dias, os cuidados serão voltados à analgesia, fisioterapia e profilaxia de tromboembolismo”, afirmou o médico. Birolini acrescentou que a correção da hérnia exigiu a colocação de um reforço de polipropileno na parede abdominal. A equipe também acompanha outro problema de saúde que Bolsonaro enfrenta há meses: crises recorrentes de soluço. Na próxima segunda‑feira, será avaliada a necessidade de uma nova intervenção para tratar esse sintoma. “Estamos inserindo um novo tratamento mais otimizado, aí nós vamos ver como é a evolução clínica dele, como está espaçado o quadro de soluços. É um sintoma que preocupa muito, porque ele prejudica o sono. E é uma preocupação nossa”, explicou o cirurgião.
Médico alerta: Bolsonaro corre risco de nova cirurgia
Após passar por uma cirurgia na manhã desta quinta-feira (25/12), em Brasília, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve seu quadro de saúde detalhado por seu médico, que afirmou não descartar a realização de um novo procedimento nos próximos dias. Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia para correção de hérnia inguinal bilateral. O procedimento teve início por volta das 9h40, durou aproximadamente três horas e transcorreu dentro do esperado, sem qualquer complicação. A previsão da equipe médica é que o ex-presidente permaneça internado pelo menos até a próxima segunda-feira (29/12). De acordo com o cirurgião Cláudio Birolini, responsável pela operação, foi utilizada anestesia geral, e o paciente apresentou boa recuperação imediata. “O procedimento transcorreu sem nenhuma intercorrência. Ele tomou anestesia geral, já está acordado, já está no quarto, inclusive. Agora, no pós-operatório imediato, ele deve se alimentar, e agora, nesses próximos dias, os cuidados serão voltados à analgesia, fisioterapia e profilaxia de tromboembolismo”, afirmou o médico. Segundo Birolini, a correção da hérnia envolveu a colocação de um reforço de polipropileno na parede abdominal. Além disso, a equipe acompanha outro problema de saúde enfrentado por Bolsonaro há meses: crises recorrentes de soluço. Na próxima segunda-feira, será avaliada a necessidade de uma nova intervenção para tratar o sintoma. “Estamos inserindo um novo tratamento mais otimizado, aí nós vamos ver como é a evolução clínica dele, como está espaçado o quadro de soluços. É um sintoma que preocupa muito, porque ele prejudica o sono. E é uma preocupação nossa”, explicou o cirurgião.
O ‘PECADO ORIGINAL’ DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
O senador Sergio Moro (União‑PR) comemorou a aprovação do chamado PL da dosimetria, que tem como objetivo reduzir penas de condenados por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023.
Nova informação revela mais escândalo na narrativa de Moraes
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tiveram encontros recentes que não apareceram nas agendas públicas, mesmo envolvendo altos responsáveis e ocorrendo em períodos críticos. Em comunicado divulgado na terça-feira, Moraes confirmou dois encontros com Galípolo no segundo semestre. A primeira ocorreu em 14 de agosto, poucos dias após o ministro ter sido alvo de sanções dos Estados Unidos sob a Lei Magnitsky, impostas em 30 de julho. O segundo encontro teria sido em 30 de setembro, depois que o nome da esposa do magistrado, a advogada Viviane Barci de Moraes, foi incluído nas mesmas sanções. Mesmo com a relevância institucional e o contexto sensível, os compromissos não foram registrados em nenhuma agenda oficial, e nem o ministro nem o presidente do Banco Central divulgaram os encontros. O ponto mais curioso é a ausência de registro no Banco Central, onde Galípolo costuma registrar compromissos no e-Agendas da CGU. Em 14 de agosto, não há nenhum compromisso oficial. Em 30 de setembro, duas audiências públicas estavam na agenda – uma com representantes do mercado financeiro e outra com integrantes do Fundo Garantidor de Créditos – mas ambas foram canceladas. Qual o motivo do silêncio? O que estão tentando ocultar? Moraes está se afundando…
AO VIVO: COLUNISTA DE O GLOBO ‘JANTA’ A MILITANTE DANIELA LIMA
O advogado Enio Viterbo publicou uma análise interessante: Gente, vocês perceberam que a Malu Gaspar jantou a Daniela Lima? A Malu Gaspar disse que o ministro Alexandre de Moraes se encontrou PESSOALMENTE com o presidente do Banco Central para falar sobre Banco Master. A Daniela Lima saiu em defesa do Moraes, dizendo o Master foi mecionado nas reuniões de Moraes com os executivos de bancos para tratar da Magnitsky, mas foi apenas de passagem e não foi nem pelo próprio Moraes. Só que… a Malu Gaspar foi ao ar e mandou assim ‘eu não estou falando sobre essa reunião com os banqueiros para falar de Magnistky. Eu estou falando de OUTRA reunião, só estavam Moraes e Galípolo’. (Detalhe: A Daniela Lima não cita as ligações por telefone entre Moraes e Galípolo. Malu Gaspar fala em 3 ligações , Estadão em 6, Poder360 em 5.) Ao vivaço. Veja: