Na verdade, esse ponto de não retorno foi ultrapassado ainda em 2019, quando ministros abriram o inquérito das chamadas “fake news” — iniciativa que a então procuradora‑geral da República, Raquel Dodge, criticou duramente e comparou a um “tribunal de exceção”. Os primeiros atos de grande repercussão desse inquérito já indicavam seu caráter extraordinário: a decisão que determinou a suspensão imediata de procedimentos investigatórios instaurados na Receita Federal, que envolviam autoridades do Supremo e pessoas próximas, além da censura imposta a uma revista que publicara o depoimento de Marcelo Odebrecht sobre o “Amigo do Amigo do Meu Pai”. A partir daí, o inquérito — cuja condução passou a ser alvo permanente de críticas por sua elasticidade e por concentrar, na prática, funções típicas de investigar, acusar e julgar — tornou‑se o eixo de uma escalada de medidas excepcionais. Vieram ordens de remoção de conteúdo, decisões com efeito censor e prisões preventivas de críticos e opositores, frequentemente amparadas em interpretações amplas de conceitos como “ataques às instituições” e “desinformação”. A exceção foi sendo normalizada como método. Enquanto isso, uma parcela expressiva dos réus e condenados da Lava Jato — operação que revelou um dos maiores esquemas de corrupção já expostos no país — viu suas condenações serem anuladas ou revertidas, em decisões que alimentaram a percepção pública de impunidade e de reescrita histórica do maior escândalo político‑financeiro da história nacional. Esse padrão culminou no tratamento judicial dado ao bolsonarismo e ao entorno de Jair Bolsonaro: um processo que, para muitos, assumiu contornos abertamente políticos, no qual a narrativa de “tentativa de golpe” passou a operar como verdade institucional, apesar de sua caracterização ser fortemente contestada. As fragilidades dessa construção vieram à tona no voto do ministro Luiz Fux, que registrou objeções graves sobre tipificação, extensão e garantias do devido processo. No mesmo ciclo, centenas de brasileiros foram presos ou condenados por atos ligados ao 8 de janeiro — muitos sob acusações gravíssimas — em decisões acusadas de impor penas desproporcionais, tratar condutas distintas como equivalentes e relativizar garantias elementares. Somente depois de consolidado esse arranjo — e depois de o Supremo ter normalizado uma lógica de excepcionalidade dirigida sobretudo contra a direita — é que parte da imprensa, que antes justificava arbitrariedades e tratava a corte como intocável, passou a expressar desconforto e a questionar seus métodos. Agora é tarde. Quero ver colocar esse gênio de volta na garrafa. Leandro Ruschel.
EX-ASTRO MIRIM É FLAGRADEADO VAGANDO PELAS RUAS DE LOS ANGELES (Veja o vídeo!)
É inacreditável o resultado de uma dependência química que provocou graves transtornos mentais. Tylor Chase, hoje com 36 anos, conhecido por interpretar um personagem na série infantil da Nickelodeon “Manual de Sobrevivência Escolar do Ned”, foi avistado perambulando vulneravelmente pelas ruas de Los Angeles. Um vídeo que mostra o ex‑ator em situação de rua passou a circular nas redes sociais nesta sexta‑feira (26). O pai do ex‑astro mirim, Joseph Mendez Jr., comentou sobre a situação do filho na última quarta‑feira (24), revelando que Chase convive com transtorno bipolar e esquizofrenia. “Ele é uma pessoa maravilhosa quando é o Tylor. Por mais de uma década, a família procurou opções de tratamento para Tylor, incluindo apoio para tratar do uso de drogas, assim como da saúde mental. Mas, no fim, ele precisa estar disposto a aceitar”, declarou Mendez Jr. ao jornal Daily Mail. A família conseguiu convencer Chase a iniciar tratamento em uma clínica de reabilitação na Geórgia em 2021, mas o ator abandonou o programa antes de concluí‑lo. As autoridades de Los Angeles registraram 12 ocorrências criminais envolvendo o ex‑ator desde 2023, principalmente por pequenos furtos e posse de substâncias ilícitas. Segundo o jornal The New York Post, Chase foi hospitalizado nesta quinta‑feira (25) para um processo de desintoxicação de três dias, um dia após a declaração pública de seu pai. Veja o vídeo:
BANQUEIRO APONTADO PELA ESQUERDA COMO ‘FONTE’ DE MALU TEM ANO EXTRAORDINÁRIO NO NEGÓCIO
O BTG Pactual registrou o maior crescimento em valor de mercado entre as empresas listadas na B3 em 2025, somando R$ 150,4 bilhões até 23 de dezembro, segundo levantamento da Elos Ayta. As units do banco liderado por André Esteves subiram mais de 93 % no ano, elevando sua capitalização total para R$ 284 bilhões. O desempenho do BTG superou o do Itaú, que aumentou seu valor de mercado em R$ 131,1 bilhões, alcançando R$ 412,4 bilhões. O Itaú mantém‑se como a empresa mais valiosa da bolsa brasileira. A Vale completa o grupo das três companhias com maior valorização, com aumento de R$ 78,3 bilhões, atingindo capitalização de R$ 311,2 bilhões. Na contramão desses resultados positivos, a Petrobras teve a maior queda em valor de mercado na B3. A petroleira perdeu R$ 87 bilhões em 2025, recuando para R$ 403 bilhões de capitalização. A Ambipar enfrentou cenário ainda mais difícil, com perda de R$ 21,2 bilhões. A empresa, que praticamente viu seu valor de mercado desaparecer, está avaliada agora em apenas R$ 450 milhões. A WEG também registrou resultado negativo no período. A fabricante de equipamentos elétricos teve redução de R$ 18,8 bilhões em sua capitalização, fechando o ano com valor de mercado de R$ 202 bilhões. O setor financeiro, com destaque para o BTG de Esteves, apresentou resultados expressivamente positivos em 2025, enquanto empresas de energia e meio ambiente enfrentaram maiores dificuldades no mercado de capitais brasileiro.
Morre ex‑ministro e ex‑senador, figura marcante da política nacional
Figura marcante na política nacional na década de 1990, faleceu nesta sexta‑feira (26), o ex‑ministro e ex‑senador do Rio Grande do Sul, Carlos Alberto Chiarelli. Ele estava hospitalizado na cidade de Pelotas, onde nasceu, e tinha 85 anos de idade. Chiarelli ocupou o cargo de ministro da Educação entre 1990 e 1991, durante o governo do presidente Fernando Collor. Além dessa função, o político gaúcho também exerceu mandatos como deputado federal e senador pelo Rio Grande do Sul. O político iniciou sua carreira durante o período do regime militar como integrante da Aliança Renovadora Nacional (Arena). Com a redemocratização do país, Chiarelli se filiou ao Partido da Frente Liberal (PFL) em 1985, ano de fundação da legenda. Sua trajetória foi marcada pela permanência na mesma agremiação política desde 1985 até o final da vida. Ele acompanhou as transformações do partido, que foi rebatizado como Democratas e, após fusão com o PSL, tornou‑se o atual União Brasil. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o velório e sepultamento do ex‑ministro. A reportagem contatou a prefeitura de Pelotas para obter detalhes sobre as cerimônias fúnebres, mas não recebeu resposta das autoridades municipais.
Moraes impõe primeira medida contra ex‑diretor da PRF após tentativa de fuga
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta‑feira (26) a prisão preventiva do ex‑diretor‑geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, após sua fuga para o Paraguai. Silvinei foi preso durante a madrugada no aeroporto de Assunção, quando tentava embarcar para El Salvador. De acordo com a Polícia Federal, Silvinei deixou o Brasil na noite da última quarta‑feira (24). Ele rompeu a tornozeleira eletrônica e saiu do país em um carro alugado, seguindo até Assunção, de onde pretendia embarcar para a América Central. O rompimento do equipamento acionou os alarmes na central de monitoramento, e a PF imediatamente mobilizou as bases fronteiriças para impedir a fuga. A Polícia Federal informou que o apartamento de Silvinei estava trancado, impossibilitando a verificação de que a tornozeleira estivesse ou não no imóvel. Silvinei Vasques foi abordado pelas autoridades paraguaias ao tentar deixar o Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, portando um passaporte falsificado. O ex‑chefe da PRF deverá passar por audiência de custódia. Silvinei Vasques foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão, decisão confirmada na última semana pela Primeira Turma do STF. Ele aguardava a análise dos recursos em liberdade. O ex‑comandante da PRF chegou a ser preso em 2023, mas foi liberado mediante o cumprimento de medidas cautelares. Silvinei pediu aposentadoria da PRF em 2022 e, na época, exercia a função de secretário na cidade de São José (SC). Ele solicitou exoneração do cargo no dia 17 de dezembro, um dia após a condenação pelo STF.
Mãe de quatro filhos é encontrada morta com sinais de violência; polícia caça principal suspeito
Tatiana Aparecida Vieira, de 40 anos, foi encontrada morta com sinais de violência em sua casa no bairro dos Pimentas, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo. O corpo foi localizado na quinta‑feira (25), dia de Natal, por policiais militares acionados por familiares da vítima que não conseguiam contato com ela. A vítima apresentava múltiplos ferimentos na região do rosto e pescoço, conforme informações da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP). O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência esteve no local, mas apenas constatou o óbito. Tatiana deixa quatro filhos. A Polícia Civil investiga o ex‑companheiro como principal suspeito. Familiares acionaram a Polícia Militar após saberem que o homem estaria na residência de Tatiana. Segundo a polícia, a vítima possuía medida protetiva contra o ex‑parceiro, com quem mantinha uma relação conflituosa. Vizinhos relataram aos policiais que viram Tatiana pela última vez na véspera de Natal, quando estava na companhia do ex‑companheiro. As investigações indicam que o suspeito teria passado a noite de Natal com a vítima e saído do imóvel antes da chegada das equipes policiais. A SSP confirmou que o homem é considerado suspeito e que as buscas para localizá‑lo estão em andamento. O caso foi registrado como homicídio de autoria desconhecida no sistema policial de Guarulhos. A Polícia Civil solicitou perícia detalhada no local do crime e exame necroscópico no corpo da vítima. O departamento de homicídios assumiu as investigações para esclarecer as circunstâncias da morte e identificar o responsável pelo crime.
Toffoli cria acareação fictícia com objetivo óbvio
O caso do Banco Master tem potencial explosivo, mas é fundamental formular as perguntas corretas. Qual a data das reuniões entre Galipolo e Xerxes? Quais técnicos do Banco Central estão sendo pressionados? Quais são as cláusulas do contrato de Vivi com o Banco Master? Uma multidão de Mavs está atacando Malu Gaspar, enquanto o PT já orientou parlamentares a defender Moraes ou a evitar o assunto. Qual é o posicionamento da OAB e do PGR? Se a fonte de Malu for realmente André Esteves, parece improvável que ele esteja sendo perseguido. Estamos apenas na ponta do iceberg. Todo conteúdo relacionado ao Banco Master que apareça no noticiário deve ser compartilhado exaustivamente. Uma acareação que não ouve os envolvidos individualmente não seria, então, uma tentativa de combinar depoimentos?
EX-CHEFE DA PRF DETIDO NO AEROPORTO DO PARAGUAI
Silvinei Vasques, ex‑diretor‑geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), foi preso nesta sexta‑feira, 26, no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, localizado em Assunção, capital do Paraguai. A detenção ocorreu quando ele se preparava para embarcar em um voo internacional. Segundo informações repassadas por um agente da Polícia Federal que acompanha o caso, Vasques tinha como destino final El Salvador. A tentativa de viagem chamou a atenção das autoridades, uma vez que havia restrições judiciais em vigor contra o ex‑dirigente da PRF. Antes de deixar o Brasil, Vasques teria rompido a tornozeleira eletrônica enquanto ainda estava em Santa Catarina. Diante disso, alertas foram imediatamente enviados a países que fazem fronteira com o território brasileiro, o que contribuiu para a rápida localização e prisão no exterior. A situação do ex‑diretor se agravou recentemente após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Há cerca de dez dias, a 1ª Turma da Corte condenou integrantes do chamado “núcleo 2” de um suposto plano de ruptura institucional. Silvinei Vasques estava entre os condenados e recebeu uma pena de 24 anos e seis meses de prisão. De acordo com o entendimento firmado pela maioria dos ministros, Vasques teria utilizado a estrutura da PRF para dificultar o deslocamento de eleitores do então candidato Lula na região Nordeste, durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2022. A acusação sustenta que operações da corporação teriam sido direcionadas para interferir no processo eleitoral. Apesar dessa conclusão adotada na condenação atual, registros do período eleitoral indicam uma avaliação diferente por parte da Justiça Eleitoral à época. Em 2022, o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, afirmou que as blitze realizadas não impediram os eleitores de votar. “O prejuízo que causou aos eleitores, eventualmente, foi o atraso”, disse Moraes. “Mas volto a dizer, nenhum ônibus voltou à origem. Todos votaram.”
Pesquisa revela empate técnico e deixa Lula ainda mais frustrado
Um estudo recente do instituto Paraná Pesquisas aponta um cenário de forte equilíbrio em uma possível disputa presidencial de 2026. De acordo com o levantamento divulgado nesta sexta‑feira (26), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) aparecem em situação de empate técnico em uma simulação de segundo turno. No quadro estimulado apresentado aos entrevistados, Lula registra 44,1 % das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 41 %. A diferença de 3,1 pontos percentuais está dentro da margem de erro de 2,2 pontos, para mais ou para menos, o que impede a indicação de um favorito claro. Mesmo com poucos dias do anúncio da pré‑candidatura, Flávio já desponta… Lula, certamente, está frustrado. O desempenho de Flávio Bolsonaro ocorre em meio ao apoio explícito do ex‑presidente Jair Bolsonaro, que o escolheu como principal representante de seu campo político para a corrida ao Palácio do Planalto. Esse respaldo foi reforçado por meio de uma carta escrita e assinada por Bolsonaro, lida por Flávio nesta quinta‑feira (25), pouco antes da cirurgia do ex‑presidente.
SUZANE VON RICHTHFEN É FLAGRADA EM SUPERMERCADO E REAGE COM DESCONFORTO
Suzane von Richthofen foi flagrada em um supermercado e reagiu com desconforto ao perceber que duas mulheres a filmavam. As imagens circularam nas redes sociais e já somam milhares de visualizações. Segundo o relato das autoras do vídeo, a reação ocorreu assim que Suzane notou o celular apontado em sua direção. Vestida de maneira simples, ela aparece caminhando pelo estabelecimento enquanto fazia compras. “Ela olhou com a cara feia. A gente baixou o celular e fingiu que era vídeo nosso” Condenada pelo assassinato dos próprios pais em 2002, Suzane cumpriu pena em regime fechado e deixou a prisão após progressões previstas em lei. Desde então, mantém uma rotina discreta e longe da exposição pública. Em 2023, já em liberdade, ela conheceu o médico Felipe Zecchini Muniz por meio das redes sociais. O relacionamento avançou rapidamente, culminando no casamento e na mudança do casal para Bragança Paulista, onde passaram a viver juntos. Após a oficialização da união, Suzane passou a usar o nome Suzane Louise Magnani Muniz.