A Rede Globo dedicou quase seis minutos do Jornal Nacional para fazer duras críticas ao ministro do STF, Dias Toffoli. Segundo a emissora, a eventual reversão da liquidação do Banco Master comprometeria a credibilidade técnica do Banco Central. Contudo, a Globo parece não se preocupar com essa questão, apontando que o momento difícil do país tem participação decisiva da própria Globo e da mídia tradicional, que alimentaram a situação. Esse novo posicionamento da emissora, ainda que tardio, pode influenciar os desdobramentos futuros. O senador Alessandro Vieira afirmou recentemente: “Nós temos ministros que acham normal, cotidiano, caronas em jatinho, jatinho pago pelo crime organizado, notoriamente pelo crime organizado, não é surpresa. ‘Descobri hoje que era crime organizado’. Não, o cara sabe que é crime organizado, entra no jatinho, vai para uma viagem paga pelo crime organizado, acessa um evento de luxo pago pelo crime organizado, se hospeda, come, bebe, pago pelo crime organizado, e retorna a Brasília para julgar na nossa Corte Superior”. E acrescentou: “Este é um país que já teve Presidente preso, que já teve ministro preso, Senador preso, Deputado preso, Governador preso, Prefeito, Vereador, mas ainda não teve ministro dos tribunais superiores. E me parece que este momento se avizinha.” Veja o vídeo:
Toffoli comete erro ortográfico escandaloso ao confundir “sessão” e “cessão”
O “jurista” Dias Toffoli não sabe a diferença entre ‘sessão’ e ‘cessão’. Isso é gravíssimo em se tratando de um ministro da Suprema Corte do país, pois é na mão dessas autoridades que estamos entregues, sem direito a recurso. O advogado Guillermo Piacesi reagiu com ironia: “O ILMO. MIN. TOFFOLI deve ter algum poder sobrenatural ou uma imaginação bem fértil para dizer que títulos (coisas inanimadas) fizeram uma SESSÃO sabe-se lá do que (de dança, de troca‑troca, ou de leitura), ao invés de se estar diante de CESSÃO (ato de ceder). Oligofrenia pura.” Confira:
Alexandre Garcia denuncia a “tragédia moral” no Brasil (Veja o vídeo)
Alexandre Garcia apresenta um vídeo em que discute a “tragédia moral” vivida pelos brasileiros nos dias atuais. Segundo ele, essa tragédia apoia‑se em três pilares. 1. Um presidente da República descrito como ignorante, semianalfabeto, mentiroso compulsivo, condenado em dois processos‑crime até a terceira instância por roubo e lavagem de dinheiro, considerado o maior corrupto já registrado em uma democracia ocidental. Retornou ao Palácio do Alvorada, “cena do crime”, por meio de astúcia, irresponsabilidade e falta de caráter de parte dos membros do Supremo Tribunal Federal. 2. Um Congresso emasculado, sem coragem para exercer suas prerrogativas constitucionais, cujos membros, em sua maioria, têm “o rabo preso” no STF, corte que, segundo o autor, o escancara, humilha, pisoteia, avilta, acanalha, degrada, desonra, despreza, deprava e infama diariamente. 3. Uma Suprema Corte que, na visão de Garcia, transformou‑se em um valhacouto de bandidos endinheirados, além de ser um antro de esquemas de corrupção. Alguns ministros teriam se tornado milionários por meio de escritórios de advocacia “dirigidos” por suas esposas, celebrando contratos fraudulentos e milionários, irreais no âmbito jurídico, com a participação de notórios criminosos. Há ainda negócios supostamente culturais – grandes eventos que, na prática, geram enormes fortunas através de financiamentos pomposos de empresários ricos, também com “o rabo preso” no STF. Esses financiamentos seriam, na realidade, produtos de chantagem, configurando crimes de Advocacia Administrativa. Para quem ainda desconhece o conceito, a Advocacia Administrativa é definida como “crime contra a Administração Pública, previsto no art. 321 do Código Penal Brasileiro, que ocorre quando um funcionário público – por exemplo, um ministro do STF – usa sua função para patrocinar, direta ou indiretamente, interesses privados (seus ou de terceiros) perante a administração, ferindo a imparcialidade e a moralidade públicas”. Assista ao vídeo de Alexandre Garcia.
BRIGITTE BARDOT: A FEMINILIDADE SELVAGEM QUE CHOCOU O MUNDO
Brigitte Bardot não foi apenas atriz — foi revolução estética, terremoto cultural e mulher que redefiniu o que significava ser feminina num mundo que tentava limitar esse conceito. Com olhar felino, cabelos desordenadamente perfeitos e sensualidade que nunca pediu desculpas, Bardot transformou o cinema francês dos anos 1950 e 1960 em palco para uma nova mulher: livre, provocadora, vulnerável e feroz. FEMINILIDADE INTENSA Ela não interpretava papéis — devorava‑os. Sua presença em tela era magnética, quase selvagem, como se a câmera fosse apenas um espelho para sua alma indomável. Bardot encarnava a feminilidade como força, não como submissão. FEITOS MARCANTES – Estrela de ‘E Deus Criou a Mulher’ (1956), filme que a lançou ao estrelato mundial e escandalizou com sua ousadia. – Musa de cineastas como Roger Vadim e Jean‑Luc Godard, que viam nela não só beleza, mas profundidade. – Símbolo da libertação sexual e da contracultura, inspirando gerações de mulheres a romperem padrões. – Após se afastar do cinema, tornou‑se uma ativista apaixonada pelos direitos dos animais, dedicando sua vida à causa com a mesma intensidade que dedicou à arte. Ela não interpretava mulheres — era todas elas, livres, ferozes e indomáveis. Brigitte Bardot morreu aos 91 anos, mas sua imagem permanece viva — não como lembrança nostálgica, mas como grito de liberdade que ecoa até hoje. Brigitte Bardot não morreu. Ela apenas se retirou do palco onde beleza, rebeldia e feminilidade intensa se encontraram para mudar a história. Aos 91 anos, a musa que incendiou o cinema francês deixa o mundo com a mesma força com que o seduziu: sem pedir licença, sem pedir desculpas. Do cinema à militância, Bardot provou que feminilidade é força, e não submissão. Ela não foi moldada pelo tempo. Ela o moldou.
Autoridades apontam provável causa da fatal queda de avião em Copacabana (Veja o vídeo)
Um monomotor que rebocava uma faixa publicitária caiu no mar de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (28), provocando a morte do piloto Luiz Ricardo Leite de Amorim, de 40 anos. O Corpo de Bombeiros localizou o corpo após duas horas e meia de buscas. A aeronave pertencia à empresa Visual Propaganda Aérea e não possuía autorização da prefeitura para realizar o voo publicitário no momento do acidente, conforme informações da administração municipal. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), órgão da Força Aérea Brasileira, deu início às investigações sobre as causas da queda. Em comunicado, o Cenipa explicou que “durante a ação inicial, profissionais qualificados e credenciados aplicam técnicas específicas para coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave ou pela aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à investigação”. Especialistas apontam que o monomotor pode ter sofrido um estol – perda de sustentação da asa. Gerardo Portela, doutor em Gerenciamento de Riscos e Segurança pelo Departamento de Engenharia Naval e Oceânica da Coppe/UFRJ, analisou as imagens do acidente e destacou o possível papel da faixa publicitária. “Essa faixa impõe um arrasto muito grande. Então, significa carga, e o motor é muito sobrecarregado. É preciso checar se aquela faixa era compatível com a aeronave e com as condições de potência do motor”, afirmou. O acidente ocorreu pouco depois das 12h, entre os postos 3 e 4 da praia, próximo à Rua Santa Clara. Testemunhas relataram ter ouvido um forte estrondo antes da queda. O técnico óptico Edmar Cabral Bezerra, de 58 anos, que estava no local, disse: “Sentei na areia e ouvi um barulhão. O pessoal do meu lado falou que era um avião.” Os Bombeiros foram acionados às 12h34 e mobilizaram motos aquáticas, embarcações infláveis, mergulhadores e apoio aéreo com helicóptero para as operações de resgate. Nenhuma outra pessoa ficou ferida, apesar da presença de outras embarcações e motos aquáticas na água. Portela também mencionou outras possíveis causas para o estol, como pane no motor ou no sistema de controle da aeronave. “Em caso de qualquer pane, ele precisaria desengatar aquela faixa rapidamente, porque ela representa um arrasto muito grande e reduz muito a possibilidade de ele conseguir planar e fazer um pouso de emergência”, explicou o especialista. Bernardo Rubião, subprefeito da Zona Sul que acompanhou as buscas, informou que relatos iniciais indicavam ser o primeiro voo do piloto rebocando faixa publicitária. Até o final da tarde de sábado, os responsáveis pela aeronave buscavam uma solução para retirar o monomotor do fundo do mar. A Polícia Civil abriu investigação para apurar as circunstâncias do acidente. O Cenipa reforçou que suas investigações têm como objetivo “contribuir para a prevenção de acidentes aeronáuticos” e “não têm o propósito de atribuir culpa ou responsabilidade civil ou criminal por um acidente aeronáutico, mas, sim, de identificar os possíveis fatores contribuintes relacionados à ocorrência, com o objetivo de preservar vidas por meio do fortalecimento da segurança do transporte aéreo”. A prefeitura do Rio informou que a empresa Visual Propaganda Aérea será autuada por realizar o voo sem a devida licença. Em nota, a administração municipal destacou que “promove fiscalizações periódicas em todas as atividades econômicas no Rio para evitar que este tipo de infração ocorra”. O acidente aconteceu em um momento de grande movimentação nas praias cariocas, às vésperas do Réveillon. Banheiros relataram que, aproximadamente dez minutos após a queda, as demais aeronaves que sobrevoavam a praia interromperam seus trajetos sobre Copacabana, local onde é comum a presença de pequenos aviões puxando faixas publicitárias. A FAB confirmou que a matrícula da aeronave acidentada era PT‑AGB. A empresa Visual ficará responsável pela reflutuação e transporte do monomotor. Segundo a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), a empresa possui alvará para realizar publicidade aérea, mas não havia solicitado licença específica para o trabalho realizado no domingo. Veja o vídeo:
Moraes tenta usar prisão em massa para apagar holofotes do caso Master e erra; Globo ataca
Nada melhor para mudar a direção dos holofotes do que ordenar a prisão em massa de dez figuras públicas, fez o ministro Alexandre de Moraes. De forma absurda, sem ouvir a Polícia Federal nem o Ministério Público, o magistrado emitiu a ordem. Na prática, Moraes não inova. Já penalizou indivíduos por atos cometidos por terceiros. Ele chegou a punir a esposa de Alexandre Ramagem, a mãe de Carla Zambelli e a filha de Oswaldo Eustáquio, pessoas que não eram parte nem estavam investigadas em nenhum inquérito. Desta vez, a estratégia não funcionou. As prisões foram noticiadas, mas os holofotes permanecem sobre o caso Master. Para impedir que a atenção esfrie, a Rede Globo divulgou o jantar de Vorcaro com o ministro. Parece que o “inferno” de Alexandre de Moraes está apenas começando. Tudo indica que a Globo dispõe de um verdadeiro arsenal para ser usado contra o ministro, divulgando informações em ritmo de conta‑gotas, quase como uma guerra psicológica calculada. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
PF continua busca de Carlos Rocha, “pai da urna eletrônica”, alvo de mandado de prisão domiciliar de Moraes
A Polícia Federal não conseguiu localizar Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, que integra a lista de dez pessoas com mandados de prisão domiciliar expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes. Os mandados foram assinados na sexta‑feira (27) e referem‑se a processos que tramitam no Supremo Tribunal Federal. De acordo com informações obtidas, a defesa de Rocha informou às autoridades que o engenheiro não reside mais no endereço onde a PF efetuou as buscas e ainda não revelou seu paradeiro atual. Caso não se apresente voluntariamente, poderá ser declarado foragido, o que autoriza a conversão da prisão domiciliar cautelar em preventiva. Rocha foi condenado a cumprir sete anos e seis meses em regime de prisão domiciliar. A condenação decorre de um estudo técnico elaborado a pedido do Partido Liberal, que contestava os resultados das eleições de 2022. O STF entendeu que, embora o engenheiro possua reconhecido conhecimento sobre sistemas de votação eletrônica, o relatório não continha fundamentação técnica suficiente. O ex‑assessor internacional Filipe Martins também está entre os alvos dos mandados de prisão domiciliar, ao lado de outros oito condenados no mesmo processo, que foi caracterizado como trama golpista. A decisão judicial ocorreu após a tentativa de fuga de Silvinei Vasques, ex‑diretor da Polícia Rodoviária Federal. Moraes justificou a medida alegando risco de fuga, ainda que os alvos não tenham violado as medidas cautelares previamente impostas. A decisão tem gerado questionamentos no meio jurídico quanto à sua fundamentação e legalidade. O advogado constitucionalista André Marsiglia criticou a postura do ministro, definindo‑a como “fórmula medieval” por punir indivíduos por atos praticados por terceiros. Ele citou casos semelhantes envolvendo familiares de figuras públicas, como a esposa de Alexandre Ramagem, a mãe de Carla Zambelli e a filha de Oswaldo Eustáquio.
FAB impõe sigilo de cinco anos ao voo oficial de Gilmar Mendes
A Força Aérea Brasileira recusou um pedido, fundamentado na Lei de Acesso à Informação, para divulgar os custos de um voo oficial a Buenos Aires, solicitado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos‑PB), que contou com a presença do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. O deslocamento ocorreu em 5 de novembro e tinha como objetivo a participação no 1º Fórum de Buenos Aires, evento jurídico organizado por Gilmar Mendes na capital argentina. O encontro foi inspirado em outro fórum promovido anualmente pelo ministro em Lisboa, conhecido como “Gilmarpalooza”. Conforme reportagem do jornal O Globo, a Aeronáutica classificou como sigilosos, por cinco anos, os dados relativos aos custos da viagem realizada pela Força Aérea Brasileira. A recusa chamou atenção porque, em ocasiões anteriores, informações semelhantes sobre deslocamentos oficiais de Hugo Motta já haviam sido tornadas públicas. A FAB também rejeitou o recurso apresentado para tentar reverter a decisão e manter a informação acessível. Até o momento, a assessoria de imprensa da Aeronáutica não se pronunciou oficialmente sobre os motivos que levaram à imposição do sigilo. O STF não erra. Ele decide. E você obedece. Se você ainda acha que o que acontece no país é “só política”, é porque ainda não viu o jogo por dentro. Nós, aqui do JCO, poderíamos tentar explicar como o “mecanismo” funciona, mas surge algo muito maior do que esperávamos e que pode literalmente “mudar o jogo” em sua mente. Basta clicar no link abaixo: https://conteudoconservador.news/stf/ “Não é o preço do papel. É o preço de entender antes que seja tarde.”
Clima tenso no show de Roberto Carlos leva João Gomes a abandonar o palco (VEJA O VÍDEO)
O cantor João Gomes veio a público para esclarecer os comentários surgidos após sua participação no tradicional especial de fim de ano de Roberto Carlos, exibido na terça‑feira, 23. Nas redes sociais, o artista pernambucano afirmou que não há nenhum desentendimento com o veterano da música brasileira. A repercussão começou quando João, inesperadamente, cantou um trecho de “A Volta”, música assinada por Roberto Carlos em parceria com Erasmo Carlos. Ao perceber que o anfitrião não entrou imediatamente na canção, o jovem artista se despediu do palco dizendo: “Não vou lhe atrapalhar, não”. O episódio rapidamente ganhou destaque na internet, levando parte do público a interpretar a cena como um possível sinal de desconforto de Roberto Carlos diante da intervenção improvisada. No domingo, 28, João Gomes respondeu diretamente nos comentários de uma publicação no Instagram, refutando os boatos e afastando qualquer mal‑entendido entre os dois cantores. Segundo ele, a reação de Roberto teve outra motivação. “O Roberto estava cheio de água nos olhos, acho que toda canção que lembra do Erasmo ele se emociona”, escreveu Gomes, referindo‑se a Erasmo Carlos, parceiro histórico de Roberto, que faleceu em 2022. Veja:
Morre técnico de som renomado que escapou da tragédia dos Mamonas Assassinas
Nesta semana, faleceu o técnico de som Luciano Macarrão Amorim, aos 59 anos. Macarrão trabalhava recentemente com a banda Raimundos. Ele era um dos profissionais mais respeitados no circuito de bandas do Brasil, tendo passado por Sepultura, Tihuana, Charlie Brown Jr. e, no passado, pelos Mamonas Assassinas. Digão, vocalista dos Raimundos, recordou que Macarrão escapou do acidente aéreo que matou os integrantes da banda Mamonas Assassinas em 2 de março de 1996. “Era pra ele estar naquele voo. Mas na hora deixou que um dos seguranças viajasse com a banda”, contou Digão em entrevista. O acidente cobriu o céu de tristeza ao ceifar as vidas de Alecsander Alves, conhecido como Dinho, vocalista; Alberto Hinoto, apelidado de Bento, guitarrista; Samuel Reoli, baixista; Sérgio Reoli, baterista; Júlio César Barbosa, tecladista; Jorge Germano Martins, piloto; Alberto Yoshihumi Takeda, copiloto; Isaac Souto, ajudante de palco; e Sérgio Saturnino Porto, segurança da banda.