A Força Armada Nacional Bolivariana da Venezuela (FANB) realizou uma operação de combate ao narcotráfico na fronteira com o Brasil, no estado do Amazonas, surpreendendo observadores. Segundo informações divulgadas, oito aeronaves e quatro acampamentos ligados ao tráfico internacional de drogas foram destruídos pelos militares. Qual o plano do presidente Nicolás Maduro? Agora surgiram imagens chocantes do ataque. A decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir a venda do livro “Diário da cadeia” provocou forte reação da Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH), que denunciou a censura. Embora o ministro alegue que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, a medida permanece em vigor há quase um ano, sem esclarecimentos adicionais. Outros títulos parecem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam diretamente a repressão e os acontecimentos incomuns no Supremo Tribunal Federal.
Dono do Banco Master depõe no STF em investigação de fraude bilionária
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, prestou depoimento nesta terça‑feira (30) no âmbito da investigação que apura uma suposta fraude bilionária envolvendo operações com o Banco de Brasília (BRB). Além dele, também foram ouvidos o ex‑presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos. As oitivas tiveram início por volta das 14h e ocorreram na sede do Supremo Tribunal Federal (STF). Daniel Vorcaro foi o primeiro a chegar ao STF, após desembarcar no Aeroporto de Brasília ainda pela manhã. Ele também foi o primeiro a ser ouvido pela Polícia Federal. Os depoimentos foram conduzidos pela delegada Janaína Palazzo, responsável pelo inquérito, com acompanhamento de um juiz auxiliar do gabinete do ministro Dias Toffoli, relator do caso na Corte. Segundo o próprio Toffoli, a finalidade central das oitivas é esclarecer as negociações e circunstâncias relacionadas à suposta fraude de R$ 12 bilhões envolvendo a venda de carteiras de crédito do Banco Master ao BRB. A investigação busca compreender o papel de cada um dos envolvidos nas tratativas entre as instituições financeiras. Paralelamente às apurações criminais relacionadas às operações entre o Master e o BRB, ainda existe uma acusação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes por, supostamente, fazer “pressão” junto ao Banco Central, já que sua esposa, Viviane Barci, é advogada do Banco Master. Moraes nega tudo. A Polícia Federal investigará também essa denúncia? Caso o empresário decida colaborar, a situação em Brasília pode se tornar ainda mais tensa. Para piorar o clima, a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro afirma que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, mas a censura persiste há quase um ano. Atualmente, outros títulos parecem estar na mira da censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam exatamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.
Flávio Bolsonaro empata com Lula em nova pesquisa e evidencia fraqueza do PT
O senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) comemorou nas redes sociais o resultado do novo levantamento do instituto Paraná Pesquisas, que indica empate técnico entre ele e o petista Lula em uma simulação de segundo turno para 2026. De acordo com o instituto, Lula aparece com vantagem de 9,8 pontos no primeiro turno. Contudo, em um eventual confronto direto, o cenário se iguala: Lula registra 44,1 % e Flávio alcança 41 %, diferença dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais. Nas redes sociais, Flávio ressaltou o movimento de rejeição ao atual governo: “Dia após dia, o brasileiro vai se conscientizando de que, com o PT, o Brasil segue de mal a pior. É hora de resgatar o nosso Brasil”, escreveu o senador. A pesquisa ouviu 2 038 eleitores entre os dias 18 e 22 de dezembro, em 163 municípios de 26 estados e no Distrito Federal, com grau de confiança de 95 %. Para os aliados do campo conservador, o resultado demonstra que, mesmo com a máquina governamental nas mãos, Lula perde força quando confrontado diretamente com o bolsonarismo nas urnas – um sinal claro de que 2026 não será confortável para o PT. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura do ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a medida permanece em vigor há quase um ano. Outros títulos também podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de episódios no STF.
Aliados de Bolsonaro lançam campanha por prisão domiciliar após várias cirurgias
Após os procedimentos cirúrgicos recentes aos quais Jair Bolsonaro foi submetido, seus aliados passaram a intensificar a articulação política para que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorize o cumprimento de prisão domiciliar. A mobilização ganhou força nos últimos dias, especialmente nas redes sociais. Bolsonaristas lançaram a campanha virtual com a hashtag “Bolsonaro em Casa”, que rapidamente começou a circular entre apoiadores. A iniciativa é liderada pelo deputado estadual paulista Paulo Mansur (PL), que defende que o atual momento do processo judicial e o estado de saúde do ex‑presidente justificariam a mudança de regime. Em publicações nas redes, Mansur afirmou que a etapa da dosimetria da pena já teria sido superada. “A dosimetria já foi aplicada. Dosimetria é redução de pena. O jogo jurídico e político já foi definido. O que não dá é aceitar que, depois da oitava cirurgia, Bolsonaro saia do hospital direto para a Polícia Federal”, declarou o parlamentar. O movimento também recebeu adesão do senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ), filho mais velho do ex‑presidente. Nas últimas horas, ele publicou diversas mensagens utilizando a mesma hashtag, reforçando o apelo pela concessão da prisão domiciliar. Não há outro caminho! O ex‑presidente corre sério risco de vida se permanecer atrás das grades. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, a censura persiste há quase um ano. Muitos outros livros podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de acontecimentos estranhos dentro do STF.
Moraes impõe prazo de 24 horas a Filipe Martins para esclarecer possível violação de medidas cautelares
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa de Filipe Martins, ex‑assessor do ex‑presidente Jair Bolsonaro, apresente esclarecimentos em até 24 horas sobre um possível descumprimento de medidas cautelares impostas pela Corte. Na semana passada, Moraes decretou a prisão domiciliar de Filipe Martins e de outros nove condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. A medida foi adotada após a tentativa de fuga do ex‑diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques e da evasão do deputado federal Alexandre Ramagem (PL‑RJ). Além da prisão domiciliar, os réus estão submetidos a restrições como o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de acesso a redes sociais. No despacho mais recente, Moraes informou que, em 29 de dezembro, foi juntada aos autos uma informação de que Filipe Martins teria utilizado a rede social LinkedIn para buscar perfis de terceiros, o que pode configurar violação direta das medidas impostas. “Intimem‑se os advogados regularmente constituídos de Filipe Garcia Martins Pereira para que, no prazo de 24 horas, prestem esclarecimentos sobre as informações juntadas aos autos, sob pena de decretação da prisão preventiva do réu”, escreveu o ministro, citando o artigo 312 do Código de Processo Penal. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro afirma que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor, embora a censura persista há quase um ano. Outros títulos podem estar sob risco, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de acontecimentos no STF.
URGENTE: Bolsonaro retorna ao centro cirúrgico por soluços persistentes
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro informou nesta terça‑feira, 30, que o ex‑presidente Jair Bolsonaro precisou retornar ao centro cirúrgico após apresentar novo e persistente quadro de soluços. A informação foi divulgada nas redes sociais, poucas horas depois de familiares relatarem a retomada do problema de saúde. Mais cedo, Carlos Bolsonaro já havia comunicado que o pai voltou a sofrer com os episódios de soluço mesmo após ter sido submetido a procedimentos cirúrgicos recentes. Segundo ele, as intervenções realizadas nos últimos dias não impediram o reaparecimento do quadro. “Meu amor apresentou quadro de soluços às 10h, que não cessaram até o momento”, escreveu Michelle por volta das 14h40 desta terça‑feira. Diante da persistência dos sintomas, a equipe médica decidiu por uma nova intervenção. De acordo com a ex‑primeira‑dama, os médicos optaram por reforçar o bloqueio do nervo frênico, estrutura associada aos episódios recorrentes. “Ele acaba de ser encaminhado ao centro cirúrgico. Seguimos enfrentando dias difíceis e contamos com as orações de todos”, acrescentou Michelle. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor. A censura permanece há quase um ano. Atualmente, outros títulos parecem estar na mira da censura. Dois exemplos são “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da própria censura e de acontecimentos incomuns no STF.
Porchat usa Embaixada do Brasil como palco para zombar da campanha das Havaianas
O humorista Fábio Porchat gravou um vídeo satírico “interpretando” o gestor de crise da atriz Fernanda Torres — protagonista do comercial das Havaianas que gerou revolta entre eleitores conservadores. O vídeo foi filmado dentro da Embaixada do Brasil em Roma, provocando forte reação e acusações de uso político de espaço público. Nas redes sociais, Porchat sugere medidas para “salvar” a imagem da marca e conter o boicote, o que levanta questionamentos sobre a utilização de instalações diplomáticas para esse tipo de conteúdo. O senador Rogério Marinho (PL‑RN) reagiu, afirmando: “Instalações governamentais não servem para militância, nem para proteger aliados”. Veja o vídeo! A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura do livro “Diário da cadeia”, alvo de decisão do ministro Alexandre de Moraes. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Segundo a CIDH, outros títulos também podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da censão e de ocorrências incomuns dentro do STF.
Correios anuncia 15 mil demissões e fechamento de mil agências: gigante estatal à beira do colapso
Os Correios divulgaram nesta segunda‑feira (29) um amplo plano de recuperação financeira que prevê a demissão de 15.000 funcionários e o fechamento de 1.000 unidades de atendimento em todo o país. A estatal estima um ganho anual de R$ 7,4 bilhões, sendo R$ 4,2 bilhões obtidos com cortes de despesas e outros R$ 3,2 bilhões provenientes do aumento de receitas. Batizado de “Plano de Reestruturação para a Sustentabilidade e Soberania Logística dos Correios”, o programa terá vigência entre 2025 e 2027. Parte relevante das medidas, contudo, só deve produzir efeitos mais expressivos a partir de 2027, como o Programa de Demissão Voluntária (PDV) direcionado aos empregados. O anúncio ocorre em meio a um cenário financeiro delicado. A estatal acumulou prejuízo de R$ 6,1 bilhões entre janeiro e setembro de 2025, quase três vezes superior ao resultado negativo registrado no mesmo período de 2024. Situação é caótica! Pode ser o fim de uma gigante brasileira…
Silas Malafaia critica Paulo Gonet e a decisão de Moraes (Veja o vídeo)
O pastor Silas Malafaia se manifestou após ser denunciado pela Procuradoria‑Geral da República (PGR) pelos crimes de calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Miguel Miné Ribeiro Paiva. O posicionamento foi feito em vídeo publicado nas redes sociais. Segundo Malafaia, a denúncia se refere ao discurso realizado no ato Anistia Já, em 6 de abril, na Avenida Paulista, quando defendeu o general Braga Netto e questionou a postura do Alto Comando do Exército: “Cadê esses generais de quatro estrelas do Alto Comando do Exército?” “Cambada de frouxos, cambada de covardes, cambada de omissos.” “Vocês não honram a farda que vestem.” O pastor ressaltou que não mencionou o nome de Tomás Paiva e questionou o motivo de estar sendo acusado como se tivesse direcionado as críticas ao comandante. Ele também criticou o fato de o processo ter sido encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF). “Eu não tenho prerrogativa de função, eu não tenho foro no Supremo Tribunal Federal. Ele tinha que mandar para a primeira instância.” De acordo com Malafaia, Paulo Gonet justificou o envio ao STF por ligação com o inquérito das “fake news” e das chamadas “milícias digitais”. O pastor reagiu: “O que tem a ver a manifestação da minha opinião em uma manifestação pública com fake news? Absolutamente nada. (…) Repito, o que tem a ver minha opinião, minha liberdade de expressão garantida pelo artigo 5º, inciso 4º da Constituição, com questões de fake news? Isso é um absurdo.” Outro ponto criticado foi a rapidez da resposta de Moraes à denúncia: “No dia 18, sexta‑feira, Paulo Gonet me denuncia. No dia 20, domingo, Alexandre de Moraes determina prazo de 15 dias para eu responder à denúncia. Só tem um detalhe: de 20 de dezembro a 20 de janeiro é o recesso do Judiciário. (…) Como ele, no recesso, manda me intimar numa velocidade que não acontece nunca? Isso é uma vergonha.” Malafaia também lembrou o direito ao duplo grau de jurisdição: “Todo brasileiro tem o direito de recorrer às diversas instâncias. Como Lula e a quadrilha do PT, que foram julgados e condenados por unanimidade. O que eu tenho que ser julgado no STF? Repito, eu não tenho prerrogativa de função, nem foram lá.” Ele questionou ainda os ministros Gilmar Mendes e Edson Fachin: “Aonde eu vou recorrer? O STF se tornou um tribunal de pura perseguição política, nada mais e nada menos do que isso. Que país é esse?” Por fim, o pastor criticou a atuação de Paulo Gonet e de Alexandre de Moraes: “Paulo Gonet se tornou capacho e subserviente. Alexandre de Moraes envergonha o STF.” E concluiu: “Paulo Gonet, você vai denunciar a jornalista, denunciar a jornalista Malu Gaspar, pelo que ela falou de Alexandre de Moraes? Vai denunciar os milhões sem justificativa que a mulher de Alexandre de Moraes recebeu? Vai denunciar Alexandre de Moraes por tráfico de influência? [ministro] Dias Tóffoli? Não. Isso é uma vergonha!” A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura feita por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor. A censura permanece há quase um ano. Outros títulos, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a censura e os estranhos acontecimentos dentro do STF, também podem estar na mira da censura. Saiba mais.
Podres de Ministros Devem Explodir nos Próximos Dias
A editora DC Comics publicou o arco do Batman intitulado “Torre de Babel”, no qual o Cavaleiro das Trevas elabora um plano secreto para neutralizar os membros da Liga da Justiça caso sejam corrompidos por forças malignas. Esse plano chega às mãos de Lex Luthor, provocando um caos de grandes proporções, que é posteriormente contido pelo próprio Batman. Segundo Xerxes, alguns ministros permanecem omissos enquanto outros chegam a colaborar para sua própria queda. Por isso, ele desenvolveu uma versão própria do plano “Torre de Babel”. Não estranhe se alguns podres de Sinistros pipocarem nas próximas semanas. Se o Titanic afundar, o careca quer a banda tocando.