A Procuradoria‑Geral da República (PGR) recebeu um novo pedido para investigar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a acusação de atuação indevida em benefício do Banco Master. A solicitação foi protocolada pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo‑PR), que alega que o magistrado teria usado sua posição institucional para pressionar o Banco Central em defesa de interesses privados ligados à referida instituição financeira. O pedido baseia‑se em reportagens recentes da imprensa. Segundo a jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo, Alexandre de Moraes teria realizado ao menos quatro contatos com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar de questões relacionadas ao banco controlado por Daniel Vorcaro. “Ao menos três dos contatos foram por telefone, mas, por uma vez, Moraes encontrou‑se presencialmente com Galípolo para conversar sobre os problemas do banco de Daniel Vorcaro”, afirmou a jornalista em texto publicado no último dia 22. O jornal O Estado de S. Paulo também noticiou que Moraes teria ligado seis vezes para Galípolo em um único dia, a fim de discutir a tentativa de venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB). A operação foi barrada pelo Banco Central em setembro deste ano. De acordo com o veículo, esses contatos não constam nas agendas oficiais nem do presidente do BC nem do ministro do STF, que normalmente não divulga compromissos ou registra audiências em seu gabinete. Paralelamente à iniciativa de Kilter, parlamentares da oposição intensificaram ações no Congresso. Deputados liderados por Marcel van Hattem (Novo‑RS) e Cabo Gilberto (PL‑PB) protocolaram, nesta segunda‑feira, 29, um novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes no Senado. Além disso, o deputado Carlos Jordy (PL‑RJ) informou que está coletando assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigue o caso Banco Master. Segundo ele, cerca de 150 deputados e senadores já teriam aderido ao requerimento. Moraes nunca esteve tão pressionado. Está chegando a hora. Vale ressaltar que, recentemente, a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura praticada por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro sustente que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, a censura permanece por quase um ano, sem clareza sobre o que se pretende ocultar. Outros livros também podem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos acontecimentos incomuns dentro do STF.
Estadão publica editorial contundente que critica Alexandre de Moraes
O jornal O Estado de S.Paulo publicou nesta terça‑feira, 30, um editorial com duras críticas às recentes decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que impôs prisão domiciliar a réus já condenados no âmbito da suposta trama dos atos de 8 de janeiro. Intitulado “Decisão inexplicável”, o texto afirma que o ministro agravou medidas cautelares com base em presunções genéricas de fuga, sem que existam atos concretos atribuídos aos réus. Segundo o jornal, essa fundamentação gera perplexidade e ultrapassa os limites do devido processo legal. No dia seguinte à tentativa malsucedida de fuga de Silvinei Vasques, ex‑diretor da Polícia Rodoviária Federal, o ministro Alexandre de Moraes decretou a prisão domiciliar de outros dez condenados pelo STF pela trama golpista. A decisão causa perplexidade. O Poder Judiciário deve assegurar a aplicação da lei penal, mas a lógica do ministro para justificar o agravamento das restrições cautelares impostas a indivíduos que, até onde se sabe, cumpriam suas obrigações enquanto aguardavam o trânsito em julgado de suas sentenças, chega às fronteiras da injustiça. A motivação apresentada pelo próprio ministro é clara. Moraes alegou que “o modus operandi da organização criminosa condenada pelo STF indica a possibilidade de planejamento e execução de fugas para fora do território nacional” de todos os réus – o que constitui uma ilação. O ministro afirmou que, após a fuga do ex‑deputado Alexandre Ramagem, “a mesma estratégia de evasão do território nacional também se verificou em relação ao corréu Silvinei Vasques”. Foi com base nessa visão que Moraes decidiu impor medidas mais duras a outros condenados, independentemente de qualquer ato praticado por eles. Sabe‑se que medidas cautelares no processo penal não se confundem com penas, mas tampouco podem ser aplicadas como sanção antecipada ou por presunção genérica de risco. No Brasil, a doutrina e a jurisprudência exigem a individualização dessas medidas, em contraste direto com ações objetivas atribuídas a cada réu ou investigado. Trata‑se de respeito elementar ao devido processo legal. Punir alguém pelo que outros fizeram – ou pelo que se imagina que possa vir a fazer – equivale a instaurar no país um “direito penal por projeção”. A Constituição é taxativa ao vedar a transferência da pena de uma pessoa para outra (art. 5.º, inciso XLV). Ainda que se reconheça a complexidade dos casos envolvendo organizações criminosas, isso não autoriza a flexibilização de direitos e garantias fundamentais nem a substituição da prova individualizada por suposições de comportamento grupal. É alarmante que a mais alta Corte de Justiça brasileira não considere esse ponto. Nada indica que os dez condenados submetidos agora à prisão domiciliar, entre outras medidas cautelares, tenham tentado fugir, descumprido ordens judiciais ou atuado em conluio para frustrar a aplicação da lei penal. Agravar a situação jurídica desses indivíduos com base em episódios atribuídos a terceiros não fortalece a autoridade do STF; ao contrário, fragiliza‑a ao abrir espaço para decisões percebidas como arbitrárias. A credibilidade do Supremo não decorre apenas da firmeza de sua resposta aos ataques contra a ordem constitucional democrática, mas também – e sobretudo – da observância rigorosa dos limites impostos pelo próprio Estado de Direito. O STF deve ser justo, não implacável. Praticar abusos sob a justificativa de cautela institucionaliza a injustiça. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou‑se contra a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro sustente que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, a censura persiste há quase um ano, sem clareza sobre o que se pretende ocultar. Segundo a CIDH, outros títulos também podem estar na mira da censura. Dois exemplos citados são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e dos acontecimentos incomuns no STF.
Tenente-coronel Guilherme Almeida Marques entrega‑se à PF e inicia prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe
Tenente-coronel do Exército Guilherme Almeida Marques entregou‑se nesta segunda‑feira, 29, à sede da Polícia Federal em Goiânia (GO) para iniciar o cumprimento de prisão domiciliar. O militar foi condenado a 13 anos e seis meses de reclusão por participação na suposta tentativa de golpe investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A determinação que autoriza que dez condenados passem a cumprir pena em regime domiciliar foi assinada no sábado, 27, pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. A decisão foi tomada pouco depois da prisão do ex‑diretor da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, no Paraguai, quando ele tentava embarcar para El Salvador após romper a tornozeleira eletrônica. Antes de se apresentar às autoridades, Guilherme Almeida Marques encontrava‑se na Bahia e informou que retornaria ao endereço indicado pela Justiça para cumprir a ordem judicial. Como os demais sentenciados no caso, ele ficará sujeito a uma série de restrições impostas pelo STF. Entre as medidas determinadas estão o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, a proibição de acesso e uso de redes sociais, a vedação de contato com outros investigados, a impossibilidade de receber visitas sem autorização judicial, a proibição de deixar o país e a entrega dos passaportes às autoridades. Ao justificar as restrições, o ministro Alexandre de Moraes citou episódios recentes que, segundo ele, reforçam o risco de descumprimento das decisões judiciais, como a tentativa de fuga de Silvinei Vasques e a saída do ex‑deputado federal e ex‑diretor da Agência Brasileira de Inteligência, Alexandre Ramagem, para os Estados Unidos. Para o relator, as medidas visam garantir a efetividade das decisões judiciais e impedir novas evasões enquanto os condenados cumprem as penas estabelecidas pelo Supremo. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura permaneça há quase um ano. Segundo a CIDH, outros títulos podem estar na mira da censura, entre eles “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da censura e dos acontecimentos incomuns dentro do STF.
ALERTA CLIMÁTICO: Calor intenso e tempestades chegam nas próximas horas
Na terça‑feira, 30, o clima será marcado pela combinação típica do verão brasileiro: calor intenso, alta umidade e formação de áreas de instabilidade em diversas regiões do país. Segundo os mapas meteorológicos, as tempestades mais organizadas e os maiores volumes de chuva devem se concentrar inicialmente no Sul, avançando ao longo do dia em direção ao Sudeste e ao Centro‑Oeste. Nas demais regiões, a precipitação tende a ocorrer de forma pontual, alternando com períodos de tempo abafado. A Região Sul apresenta o cenário mais preocupante do dia. A previsão indica chuva persistente e volumosa entre o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná. Ao longo da tarde e da noite, esperam‑se tempestades com pancadas intensas, elevada incidência de raios e risco de transtornos localizados. O calor registrado antes das chuvas, aliado à umidade elevada, favorece acumulados significativos em curto intervalo de tempo. No Sudeste, predomina o calor pela manhã e início da tarde, com temperaturas elevadas em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Com o avanço da instabilidade, o aumento da nebulosidade deve provocar pancadas de chuva, principalmente no interior paulista, no território fluminense e em áreas do centro‑sul mineiro. Embora os volumes previstos sejam, em geral, moderados, há possibilidade de tempestades isoladas no fim da tarde. O Centro‑Oeste também enfrenta um dia marcado por calor e alta umidade, condições que favorecem a formação de tempestades típicas de verão. As áreas com maior chance de instabilidade incluem Mato Grosso do Sul, o centro‑norte de Mato Grosso e partes de Goiás. As chuvas devem ocorrer de maneira irregular, concentradas principalmente no período da tarde, com risco de trovoadas, rajadas de vento e elevação rápida dos acumulados em pontos específicos. No Nordeste, o tempo segue predominantemente quente, sobretudo no interior. As áreas com maior ocorrência de chuva ficam concentradas no oeste da região, atingindo pontos do Maranhão, do Piauí e do oeste da Bahia. No litoral e nas demais áreas, o dia deve alternar entre sol e aumento de nuvens, com pancadas rápidas e isoladas. Já na Região Norte, a elevada umidade mantém a chuva frequente. Estados como Amazonas, Pará, Rondônia, Amapá e Tocantins devem registrar pancadas mais intensas a partir da tarde, muitas vezes acompanhadas de trovoadas. Nessas áreas, as temperaturas tendem a ficar ligeiramente mais amenas nos períodos de maior nebulosidade. Ao longo do dia, o padrão atmosférico reforça a concentração de tempestades no Sul e o avanço gradual da instabilidade para o Sudeste e o Centro‑Oeste. Nas demais regiões, o calor segue dominante, com chuva distribuída de forma irregular, cenário típico desta época do ano, segundo informações do site Meteored. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou-se contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, mas a medida permanece em vigor há quase um ano. Outros títulos também podem estar sob risco de censura. Entre os exemplos citados estão “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a censura e acontecimentos controversos no STF.
Ex‑esposa de Toffoli pode explicar recuo no caso Banco Master
Ontem, 29, inesperadamente, o ministro Dias Toffoli decidiu recuar de uma determinação anterior e deixou sob responsabilidade da Polícia Federal a avaliação sobre a necessidade de uma acareação entre personagens‑chave do caso Banco Master. Nesta terça‑feira (30), a Polícia Federal deve ouvir separadamente o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, o ex‑presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa e o diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos. O “recuo” de Toffoli chega justamente após uma revelação envolvendo sua ex‑esposa, a advogada Roberta Maria Rangel. Casada com o ministro entre 2013 e o primeiro semestre de 2025, ela ampliou de forma expressiva sua presença tanto no STF quanto no Superior Tribunal de Justiça (STJ), representando grandes grupos empresariais, como J&F e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Um levantamento divulgado pelo jornal O Estado de São Paulo nesta segunda‑feira (29) aponta que o total de processos em que Roberta Rangel atuou nessas duas Cortes saltou de 53 para 127 após a posse de Toffoli no Supremo, o que corresponde a um aumento aproximado de 140 %. Mais de 70 % dessas ações foram iniciadas já durante o período em que o magistrado integrava o STF. Questionados, tanto Roberta Rangel quanto o ministro Dias Toffoli optaram por não se manifestar. Toffoli sentiu… Recentemente, a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder — já que a censura persiste por quase um ano. Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.
Multinacional com 9 mil funcionários encerra fábrica no Brasil após 70 anos
Uma fábrica de materiais destinados ao isolamento térmico e acústico, pertencente à Isover — empresa integrante do Grupo Saint‑Gobain — terá suas atividades industriais encerradas em Santo Amaro, na zona sul da cidade de São Paulo. O fechamento está previsto para ocorrer até 31 de julho de 2026 e foi oficializado por meio de um acordo firmado com o Ministério Público e a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo. Conforme divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Grupo Isover confirmou a assinatura do termo que estabelece o fim da produção no local dentro do cronograma definido pelas autoridades ambientais. A Isover está presente em 39 países, emprega mais de 9 mil pessoas e opera cerca de 60 fábricas distribuídas em 28 nações. No Brasil, a desativação da unidade paulista deverá impactar diretamente mais de 100 famílias de trabalhadores, além de gerar reflexos sobre um número expressivo de empregos indiretos ligados à operação. A decisão de encerrar as atividades industriais ocorre após anos de queixas de moradores da região, que relataram problemas recorrentes associados à poluição atmosférica. Entre as principais reclamações estão episódios frequentes de forte odor, emissão de fumaça densa e ruídos constantes vindos da planta industrial. Segundo relatos da comunidade, os efeitos à saúde incluíam dificuldade respiratória, irritações na pele, ardência nos olhos e incômodo sonoro, sobretudo durante a noite. Conforme estabelecido no TAC (Termo de Ajuste de Conduta), assinado em 22 de dezembro, a produção de lã de vidro deverá ser interrompida até 4 de julho de 2026. Já o forno de fusão de vidro, apontado como a principal fonte das emissões, terá seu funcionamento encerrado até 31 de julho do mesmo ano. Após esse período, o espaço deixará de ter caráter industrial e passará a operar exclusivamente como centro de distribuição dos produtos fabricados pela empresa em outras unidades. Os materiais produzidos pela Isover são amplamente utilizados em segmentos estratégicos da economia, como construção civil, indústria automotiva, agronegócio e infraestrutura de data centers, o que evidencia a relevância da marca no mercado nacional e internacional.
PF avança na investigação do caso Banco Master após “recuo” de Toffoli
A investigação sobre o chamado caso Banco Master entra em uma nova etapa nesta terça‑feira (30), com os depoimentos do empresário Daniel Vorcaro, controlador da instituição, do ex‑presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa e do diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos. As oitivas estão marcadas para começar às 14h e ocorrerão por videoconferência, sob a condução de uma delegada da Polícia Federal responsável pelo inquérito. Concluída a oitiva dos três envolvidos, a delegada poderá sugerir ao juiz auxiliar do gabinete do ministro Dias Toffoli, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), a realização de uma acareação. A medida poderá ser adotada caso sejam identificadas contradições relevantes entre os depoimentos, com possibilidade de ocorrer ainda na sequência das audiências. Tudo ocorre após o “recuo” do ministro… O STF está perdido! A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, a censura permanece há quase um ano. Atualmente, muitos outros livros podem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam exatamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.
Primeiro jingle de Flávio Bolsonaro para 2026 viraliza na internet (VEJA O VÍDEO)
Começou a circular nas redes sociais e já chama a atenção nos bastidores políticos o que vem sendo apontado como o primeiro jingle ligado ao nome de Flávio Bolsonaro com foco no debate eleitoral de 2026. A música, de autoria de Emílio Kerber, ganhou rápida repercussão por trazer uma mensagem clara de estratégia e posicionamento dentro do campo da direita. Apesar de mencionar Flávio, a letra não o projeta como candidato. Pelo contrário, constrói a narrativa de que a escolha estratégica do senador é reafirmar o nome de Jair Bolsonaro como principal liderança e referência do eleitorado conservador para o próximo ciclo presidencial. O jingle funciona menos como peça de campanha formal e mais como sinal político antecipado, reforçando a ideia de unidade, lealdade e continuidade. Em tom simbólico, a música sugere que o projeto político está acima de ambições pessoais, posicionando Flávio como fiador dessa decisão. Em um cenário de fragmentação da direita e antecipação do debate de 2026, a canção surge como um recado direto à base: Jair Bolsonaro segue no centro do tabuleiro político, enquanto movimentos estratégicos começam a ser comunicados não apenas por discursos, mas também por símbolos culturais que viralizam nas redes. Veja: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, a censura persiste por quase um ano. Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são os títulos “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.
AO VIVO: OPOSIÇÃO E IMPRENSA REFORÇAM CERCO A MORAES (VEJA O VÍDEO)
A oposição interrompeu o recesso e anunciou, ontem, em coletiva de imprensa, que está preparando o protocolo de um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes. O movimento reúne apoio parlamentar expressivo e eco crescente na imprensa. O requerimento já conta com 114 assinaturas, sendo 100 deputados federais e 14 senadores, o que representa a maior adesão política conjunta já registrada contra um ministro do Supremo Tribunal Federal. Embora o julgamento de ministros do STF seja prerrogativa do Senado, a mobilização na Câmara amplia a pressão institucional e eleva o custo político de qualquer tentativa de ignorar o pedido. O foco agora recai sobre o Senado e sobre o seu presidente, Davi Alcolumbre, que decidirá se o processo terá andamento. O ambiente político se agravou com a mudança de postura da imprensa, que passou a tratar com maior contundência as acusações de abuso de poder e as suspeitas de interferência indevida no Banco Central em favor do Banco Master. Reportagens destacam que Moraes teria, supostamente, atuado junto ao Banco Central do Brasil, levantando questionamentos sobre conflito de interesses. O caso ganhou ainda mais repercussão após a divulgação de que a esposa do ministro mantém contrato estimado em R$ 129 milhões com o Banco Master, informação que intensificou o escrutínio público e institucional. Mesmo sem decisão sobre o mérito, o efeito político é concreto: Moraes passa a ser formalmente questionado no espaço que tem poder para julgá‑lo, em um cenário de isolamento inédito. Assista:
URGENTE: NOVAS INFORMAÇÕES SOBRE A SAÚDE DE CARLOS BOLSONARO
Carlos Bolsonaro publicou: “Dormi com meu pai esta noite” (terça‑feira, 30 de dezembro de 2025). Ele iniciou tratamento para apneia do sono com aparelho próprio e está em fase de adaptação. Sua flora digestiva apresenta boa evolução após as cirurgias de hérnia realizadas no dia 25 de dezembro, e a pressão arterial continua sendo monitorada por causa de novos picos. Os soluços retornaram nesta manhã, depois de dois procedimentos corretivos. Os níveis de ferro no sangue permanecem sob controle devido à sua deficiência. Hoje ele será encaminhado a uma área restrita para, após a prisão, finalmente tomar banho de sol, algo que lhe foi praticamente impossibilitado enquanto esteve na Superintendência da Polícia Federal, onde vivia em um cubículo de oito metros quadrados, com ar‑condicionado central ligado e ruído constante. O acompanhamento integral permanece permanente e necessário para a manutenção da vida, e os médicos continuam trabalhando para melhorar seu estado de saúde. É cansativo, mas cada segundo ao seu lado vale a pena. Seguimos mais um dia. Um grande abraço a todos! A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repulsa à censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura persiste há quase um ano. Muitos outros títulos podem estar sob risco. Entre eles estão “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a censura e episódios estranhos no STF.