O jornalista Alexandre Siqueira publicou no X a mensagem que recebeu de uma colega jornalista, dirigida ao presidente Jair Bolsonaro e sua família. Amigos, chegou às minhas mãos, de uma colega jornalista, uma mensagem direcionada ao Jair Bolsonaro e a seus familiares. E por seu caráter de empatia e positivismo, sinto-me honrado em dividir com vocês para que alcance o destinatário. De fato, o Brasil está condoído com o flagelo que o presidente vem sofrendo, dia a dia, impiedosamente por figuras marginais da lei e descolados do espírito humanitário. Encontrei nesta missiva uma maneira de transmitir mais uma maneira de sedimentar as forças dele, com nossa solidariedade e compreensão, além da fé e da esperança, para que ele supere esse calvário. E o momento é propício, e assim Deus quis, que a proximidade da data do nascimento de seu filho, nosso salvador na terra, marque nossas manifestações e nossa interação de sentimentos cristãos. Que esta mensagem chegue às mãos dele através de sua mulher e filhos. Leia a carta: A mensagem chegou à família Bolsonaro e, inclusive, foi compartilhada por Carlos Bolsonaro no X. Siga Alexandre Siqueira no X: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra poderia induzir o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros títulos também parecem estar sob risco de censura. Entre eles estão os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos acontecimentos dentro do STF.
Nada devolverá a essas pessoas os dias que ficaram enjauladas
A senadora Damares Alves (Republicanos‑DF) defendeu o projeto de lei da dosimetria, aprovado pelo Senado, afirmando que o texto representa um passo para corrigir excessos nas condenações e permite que o Senado encerre o debate sobre o tema para avançar em outras pautas. “A gente vai fazer justiça diminuindo a pena, mas nada devolverá a essas pessoas os dias em que ficaram enjauladas. Qualquer ato que a gente faça em direção à justiça não devolverá as noites sem sono, a saúde debilitada, crianças crescendo longe do pai e da mãe, pais adoecendo porque os filhos estão presos. Nada devolverá a essas pessoas a vida que elas tinham antes e a vida que elas têm agora e terão daqui para a frente”, disse. A senadora relatou ter visitado familiares de presos e afirmou que muitos condenados receberam penas elevadas, sem diferenciação entre condutas. Segundo ela, há casos de pessoas que não participaram de atos de vandalismo, mas foram condenadas com base no mesmo enquadramento penal aplicado a quem depredou patrimônio público. “Vocês não vão colocar estupradores na rua com esse projeto; vocês vão colocar pessoas que estavam orando pelo Brasil e que vieram numa manada e acabaram entrando nesse ambiente”, afirmou.
Soraya Thronicke é flagrada em compras de luxo com o lobista Silvio Assis em Orlando
Durante viagem aos Estados Unidos, a senadora Soraya Thronicke (Podemos‑MS), conhecida por sua traição ao ex‑presidente Jair Bolsonaro e que recentemente atuou como relatora da CPI das Bets no Senado, foi registrada em um episódio que voltou a chamar atenção para sua relação com o lobista Silvio Assis. Os dois foram vistos juntos em Orlando, na Flórida, realizando compras em um ambiente de luxo enquanto aproveitavam o período de férias no exterior. A cena ocorreu na noite de sexta‑feira (26/12), dentro da loja da grife francesa Louis Vuitton, localizada no The Mall at Millenia, um dos shoppings mais sofisticados da cidade. Imagens divulgadas pelo portal Metrópoles mostram a parlamentar e o lobista circulando pelo espaço com taças de espumante. Em um dos vídeos, Soraya aparece próxima aos provadores, elogiando uma peça de vestuário que Silvio Assis experimentava naquele momento. O registro visual ganhou repercussão não apenas pelo cenário de alto consumo, mas principalmente pelo histórico que envolve o nome do lobista. Silvio Assis é conhecido em Brasília por ter sido alvo de investigações e denúncias relacionadas a corrupção e tráfico de influência. Em 2018, ele foi preso pela Polícia Federal após interceptações telefônicas, autorizadas pela Justiça, indicarem negociações para o pagamento de R$ 3,2 milhões em propina com o objetivo de facilitar a liberação de registros sindicais junto ao Ministério do Trabalho. Nos anos seguintes, o lobista voltou a ser citado em novos episódios controversos. Entre eles, estão suspeitas de pedidos de vantagem indevida durante negociações para a compra de vacinas contra a Covid‑19 e acusações de extorsão envolvendo empresários do setor de apostas on‑line, área que foi justamente investigada pela CPI relatada por Soraya Thronicke. A ligação entre a senadora e Silvio Assis já havia vindo a público anteriormente. Em dezembro de 2024, reportagem da revista Veja revelou que a parlamentar mantinha em seu gabinete no Senado a irmã e o genro do lobista, ambos nomeados como assessores. A informação circulou amplamente durante os trabalhos da CPI das Bets e levantou questionamentos sobre a proximidade entre a relatora e figuras ligadas ao universo investigado pela comissão. Veja o vídeo: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder — já que a censura persiste por quase um ano. Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.
Esquerdistas mentem ao acusar ‘recuo’ de Malu Gaspar
Esquerdistas afirmam que a jornalista Malu Gaspar teria recuado em relação ao ministro Alexandre de Moraes. O advogado Enio Viterbo analisou o caso e explicou, de forma detalhada, que não há mudança de versão que contrarie a fala original da jornalista. … isso vem de uma matéria da Revista Fórum, de esquerda e lulista, que afirma que Malu Gaspar recuou porque publicou, nesta segunda‑feira, uma ‘correção’ na matéria. Malu Gaspar, na coluna de hoje, disse: “Ao ser informado por Galípolo de que o BC havia descoberto as fraudes, Moraes recuou e disse que tudo precisava ser investigado”. A esquerda está dizendo que Malu Gaspar mudou a versão porque, antes, ela não tinha dito que, ao ser informado das fraudes, Moraes quis que o caso fosse investigado. Segundo Viterbo, (1) isso não contradiz o que a jornalista afirmou inicialmente; (2) não há diferença relevante. No artigo original, Malu Gaspar escreveu: “Galípolo, então, respondeu a Moraes que os técnicos do BC tinham descoberto as fraudes no repasse de R$ 12,2 bilhões em créditos do Master para o BRB. Diante da informação, segundo os relatos, o ministro teria reconhecido que, se a fraude ficasse comprovada, o negócio não teria mesmo como ser aprovado”. Não há pedido de investigação nem impedimento de investigação por parte de Moraes no texto. Se a conversa existiu, o crime de advocacia administrativa foi cometido. Não interessa o que Galípolo respondeu nem o que Moraes disse em réplica, nem se ele pediu investigação: o crime é formal e independe do resultado. Isso significa que, caso a conversa tenha ocorrido, Moraes poderia ter solicitado investigação ao BC, ao FBI, à KGB etc., sem que isso altere a caracterização do crime.
TOFFOLI RECUA na Acareação do Caso Banco Master
A condução dos próximos passos da investigação sobre o Banco Master continua no centro das atenções do Supremo Tribunal Federal. O ministro Dias Toffoli, relator do inquérito, revogou a determinação anterior e passou à Polícia Federal a responsabilidade de avaliar a necessidade de uma acareação entre os personagens‑chave do caso. No início da tarde desta terça‑feira (30), a Polícia Federal ouvirá, de forma separada, o ex‑banqueiro Daniel Vorcaro, o ex‑presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa e o diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos. Apenas após a coleta desses depoimentos individuais a delegada responsável pela investigação poderá decidir se haverá ou não o confronto direto entre os envolvidos. Vale destacar que o representante do Banco Central não é investigado. Inicialmente, Toffoli havia determinado a realização imediata da acareação. Contudo, na segunda‑feira (29) o ministro reconsiderou a medida e autorizou que a própria Polícia Federal avalie, a partir do conteúdo dos depoimentos, se o procedimento é realmente necessário. A Organização dos Estados Americanos (OEA) manifestou repúdio à censura do livro “Diário da cadeia”, ordem do ministro Alexandre de Moraes. Em resposta, a loja Conteúdo Conservador está “queimando” seu estoque e oferecendo frete grátis para todo o país. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) também se manifestou contra a censura do livro “Diário da cadeia”. O ministro Alexandre de Moraes justificou a medida alegando que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor. A proibição permanece há quase um ano, sem clareza sobre o que se pretende ocultar. Outros títulos já são apontados como possíveis alvos da censura, entre eles “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a própria prática de censura e episódios peculiares dentro do STF. A loja Conteúdo Conservador decidiu “queimar” seu estoque e oferece frete grátis para todo o país, visando que o maior número possível de leitores tenha acesso às obras antes que sejam retiradas.
PL Antifacção avança rapidamente e eleva penas a até 120 anos
O Plenário do Senado aprovou por unanimidade o projeto que cria um novo marco legal para o enfrentamento ao crime organizado no país. O texto reformula a proposta aprovada pela Câmara, em novembro. A versão do relator, senador Alessandro Vieira (MDB‑SE), ao PL 5.582/2025, do Poder Executivo, retorna para análise dos deputados. Conhecido como PL Antifacção, o texto, que também passou nesta quarta pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), aumenta as penas para integrantes de grupos criminosos: líderes podem receber condenações de até 60 anos, com previsão de aumento de penas em casos específicos para até 120 anos, segundo o relator. O projeto também torna mais rígidas as regras de progressão de regime e determina que chefes de facções e milícias privadas cumpram pena obrigatoriamente em presídios federais de segurança máxima. Alessandro explicou que seu parecer buscou aprimorar o modelo de combate a facções e milícias que exercem controle armado sobre territórios, intimidam comunidades e limitam a presença do Estado. O relator afirmou ter sido pressionado pelo “lobby” de diversos setores, como o de corporações, da academia, dos tribunais e dos ministérios públicos: “O lobby que não teve acesso a esta Casa, sob o ponto de vista estruturado, foi o das vítimas, foi o da população que fica diuturnamente à mercê do domínio de facções e milícias. É em homenagem a essas, que não podem aqui acionar lobbies, que a gente faz o trabalho que faz aqui”, disse. Terrorismo O relator removeu do projeto a tipificação do crime de “domínio social estruturado”, incluída pela Câmara para integrantes de facções, milícias ou paramilitares que controlam territórios. Vieira considerou que o conceito era amplo e pouco preciso, abrindo margem para distorções. Durante a votação em Plenário, senadores da oposição defenderam que o projeto equiparasse as ações de facções e milícias ao crime de terrorismo. Uma emenda apresentada pelo senador Eduardo Girão (Novo‑CE) com esse objetivo, porém, foi rejeitada pela maioria dos senadores. O senador Carlos Portinho (PL‑RJ) afirmou que esses grupos agem de forma a espalhar pânico e restringir o direito de ir e vir de toda a comunidade. “Bandidos e narcotraficantes que usam drones para jogar granadas a esmo, dentro de comunidades onde a polícia está subindo. Esse ato é o quê? Bombas lançadas por drones, granadas. Isso é terrorismo puro”, disse o senador, ao defender que facções e milícias que adotam esse tipo de conduta sejam enquadrados na legislação antiterrorismo. O senador Jorge Seif (PL‑SC) apoiou a mudança, dizendo que a intenção formal das organizações não muda o impacto de suas ações sobre a sociedade. “Mesmo que organizações criminosas não tenham esse objetivo, o efeito final é o mesmo”, declarou. Já o senador Eduardo Girão (Novo‑CE) defendeu que o Congresso reconheça explicitamente a gravidade desses crimes. “Terrorismo a gente tem que chamar pelo nome. O que está acontecendo no Brasil é terrorismo”, disse. Em resposta, Alessandro Vieira argumentou que a definição técnica de terrorismo não se aplica aos grupos que atuam no país, destacando que o terrorismo tem motivação política, ideológica ou religiosa. O relator afirmou que, apesar de produzir sensação de terror, a atuação dessas organizações visa apenas proteger atividades ilícitas e não pressionar governos ou populações por objetivos políticos. O senador lembrou que o enquadramento de um grupo como terrorista pode justificar ações militares e sanções externas contra o país. “Por mais que a sensação de terror seja uma consequência natural da ação das organizações criminosas, isso não as faz organizações terroristas. Não há nenhum benefício para o Brasil em reconhecer o Comando Vermelho, o PCC ou qualquer outra facção como terrorista”, disse. Punições mais altas O parecer endurece penas para integrantes, financiadores e líderes de facções e milícias. Homicídios cometidos por membros desses grupos passam a ter pena de 20 a 40 anos. O projeto define como facção criminosa qualquer organização que dispute ou controle territórios ou atue em mais de um estado. Integrar ou financiar esses grupos passa a ser punido com 15 a 30 anos de prisão. Para quem ocupa posição de comando, a pena pode ser dobrada e chegar a 60 anos. Além disso, o relator incluiu novas situações que permitem ampliar as punições, tanto para líderes quanto para membros de facções, milícias ou outras organizações criminosas, podendo elevar a condenação máxima para até 120 anos. Progressão de regime mais rígida O Senado estabeleceu critérios mais severos para progressão: Condenados por crimes hediondos devem cumprir, no mínimo, 70 % da pena no regime fechado; Integrantes de facções ou milícias precisam cumprir entre 75 % e 85 % da pena, conforme as circunstâncias; Reincidentes podem ter percentuais ainda maiores. Inteligência e investigação: dados, infiltração e escutas O texto atualiza instrumentos de investigação, permitindo escutas ambientais e monitoramento por softwares especiais, com autorização judicial; acesso mais rápido a dados de investigados nas hipóteses previstas em lei; pedidos emergenciais de informações, sem ordem judicial, quando houver risco à vida de alguém; e interceptações telefônicas aceleradas, com autorização de até cinco dias, renovável. O relator também restabeleceu a possibilidade de delatores atuarem como infiltrados — proposta original do governo que havia sido retirada no relatório da Câmara. Integração institucional e banco de dados nacional O projeto formaliza as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficcos), que reúnem polícias e órgãos de investigação. Além da Polícia Federal e das polícias estaduais, poderão participar o Ministério Público, o Coaf, a Abin, a Receita Federal e o Banco Central. A proposta cria ainda um cadastro nacional de integrantes e empresas ligadas a organizações criminosas, que deverá ser replicado pelos estados. Monitoramento no sistema prisional e visitas O texto prevê o monitoramento de conversas e visitas a presos ligados a facções, mas mantém a inviolabilidade entre advogados e clientes, salvo em decisão judicial específica. Pessoas condenadas por crimes previstos na Lei de Organizações Criminosas não terão direito à visita íntima. Financiamento: nova Cide para bets O relator incluiu a criação de um tributo (Cide) sobre apostas on‑line (bets) com alíquota de 15 % sobre transferências de pessoas físicas para as plataformas. Essa contribuição
Helicóptero da Band cai em Guarulhos – veja o vídeo
Um helicóptero da Band se envolveu em um acidente nesta segunda‑feira (29), em São Paulo, após apresentar problemas técnicos durante uma operação aérea da emissora. A aeronave participava de uma cobertura jornalística quando precisou realizar um pouso forçado, que acabou não sendo bem‑sucedido. Duas pessoas estavam a bordo no momento do ocorrido. Segundo as primeiras informações repassadas pela Polícia Militar, o piloto e um segundo ocupante foram retirados do local após a queda. O acidente aconteceu nas proximidades de Guarulhos, na região metropolitana, enquanto o helicóptero tentava descer de forma emergencial nas imediações da Via Dutra. A suspeita inicial é de falha mecânica, o que levou o piloto a tentar o procedimento de emergência antes da queda. Em nota, a Band detalhou o ocorrido e informou que “o helicóptero da Band sofreu uma pane nesta segunda‑feira (29) enquanto sobrevoava a região do Parque Novo Mundo, entre as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias, na zona norte de São Paulo. Por volta das 17h30, o piloto, que estava acompanhado do cinegrafista, identificou a perda da potência do motor e realizou um pouso forçado em local seguro, no estacionamento de uma transportadora”. De acordo com o comunicado, o Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e enviou uma equipe de resgate, além de duas viaturas adicionais, para prestar atendimento no local. Os dois ocupantes não sofreram ferimentos graves, permanecem bem e estão em observação médica. A emissora também ressaltou que a aeronave estava com a manutenção e as certificações regularizadas. A Band lamenta o incidente e está prestando todo o apoio aos profissionais. O episódio recebeu ainda mais atenção devido às condições climáticas adversas registradas no momento do acidente. A capital paulista enfrentava chuva intensa, e a Defesa Civil havia decretado estado de emergência para tempestades em diferentes regiões da cidade. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura promovida pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro alegue que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, a censura persiste há quase um ano. Outros títulos também podem estar na mira da censura. Entre eles estão os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a própria censura e acontecimentos incomuns no STF.