Um crime de grande repercussão foi registrado em João Pessoa (PB) e está sendo investigado pelas autoridades policiais. O apartamento da desembargadora Fátima Bezerra, localizado no bairro Altiplano, foi alvo de uma ação criminosa que resultou no furto de joias avaliadas em aproximadamente R$ 3 milhões. A magistrada foi casada com o ex-governador José Maranhão, falecido em fevereiro de 2021. Entre os objetos subtraídos estavam relógios de alto valor e pertences pessoais que faziam parte do acervo do ex-governador. De acordo com informações repassadas pela polícia, o imóvel não apresentava sinais de arrombamento, o que indica que o delito foi planejado com cuidado. A polícia continua as investigações, mas ainda não emitiu declaração oficial.
Michelle Bolsonaro manifesta apoio a Jair Bolsonaro após alta hospitalar
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro se pronunciou publicamente após Jair Bolsonaro (PL) receber alta hospitalar e ser reconduzido à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde permanece preso. A manifestação ocorreu nas redes sociais, poucas horas depois da liberação médica do ex‑presidente. Na publicação, Michelle descreveu Bolsonaro como “um líder” e o chamou de “meu amor”. Em tom religioso e de apoio, escreveu: “Existe um Brasil de bem que te ama e ora por você. Vamos vencer os dias maus. Que Deus te abençoe. Te amo e estarei ao seu lado”. Com a alta, Bolsonaro foi novamente encaminhado à Superintendência da Polícia Federal, no Distrito Federal. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a medida permanece em vigor há quase um ano. Muitos outros títulos parecem estar na mira da censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de episódios controversos no Supremo Tribunal Federal.
Jornalista assassina ex‑companheiro e é flagrado em imagens chocantes
Câmeras de segurança de um edifício em Camboriú (SC) registraram o jornalista Rodrigo Oliveira dos Santos, atualmente foragido, no mesmo dia em que seu ex‑companheiro, o influenciador digital e empresário Robson Maldonado Malinoski, de 37 anos, foi encontrado morto. Nas imagens, Rodrigo aparece com uma faca na mão e a parte inferior da camiseta manchada de sangue dentro do elevador do prédio. Ele também é visto aparentemente digitando mensagens no celular enquanto segura a arma branca. Minutos antes, as gravações o mostram entrando no apartamento da vítima por volta do meio‑dia, o que reforça a suspeita de sua participação direta no crime. Robson foi encontrado sem vida cerca de três horas depois, por volta das 15h, em seu próprio apartamento. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado inicialmente para suposta parada cardiorrespiratória, mas, ao chegar, os socorristas constataram o óbito. A autópsia revelou ao menos três perfurações no peito causadas por golpes de faca. A Polícia Militar de Santa Catarina também atendeu a ocorrência e informou que o suspeito deixou o local pouco antes da chegada das equipes de emergência. Robson Maldonado Malinoski era conhecido nas redes sociais, onde reunia cerca de 77 mil seguidores no Instagram, além de atuar como empresário. Segundo relatos de amigos e familiares, Rodrigo não aceitava o término do relacionamento e vinha fazendo ameaças recorrentes contra Robson. Pessoas próximas afirmam ainda que a separação teria ocorrido em razão de episódios de agressões físicas. O caso está sob investigação da Polícia Civil de Santa Catarina, que continua buscando o suspeito e apurando as circunstâncias do homicídio. Veja o vídeo! A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura promovida por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro alegue que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, a censura permanece há quase um ano. Segundo a CIDH, muitos outros livros podem estar na mira da censura. Entre eles, destacam‑se “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de episódios controversos no STF.
Bolsonaro sai do Hospital DF Star e volta à Polícia Federal
Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, e retorna à Superintendência da Polícia Federal após passar por quatro procedimentos médicos, entre eles três cirurgias. Veja: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) condenou a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros títulos também podem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de acontecimentos incomuns dentro do STF.
MORAES TENTA SE ESCONDER EM DUBAI, MAS É CAPTURADO EM PLENA VISIBILIDADE (VEJA O VÍDEO)
Usando óculos escuros e boné, sempre de cabeça baixa, o ministro Alexandre de Moraes tentou passear anonimamente em Dubai. Não conseguiu: foi rapidamente identificado e as imagens se espalharam nas redes sociais. Paralelamente, o ministro negou o pedido de prisão domiciliar humanitária apresentado pela defesa do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). O pedido, protocolado na quarta‑feira (31), antes da alta de Bolsonaro, alegava que as condições de saúde do ex‑mandatário poderiam se agravar no cumprimento do regime fechado. Moraes desconsiderou a alegação. Segundo o ministro, “diferentemente do alegado pela defesa, não houve agravamento da situação de saúde de Jair Messias Bolsonaro, mas sim quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentindo, após a realização das cirurgias eletivas, conforme apontado no laudo de seus próprios médicos”. Tal posicionamento foi considerado desumano. Veja o vídeo:
A decisão de Alexandre de Moraes que poucos notaram e que provocou revolta internacional
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH), órgão vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA), manifestou indignação diante da censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro do escritor Ricardo Lísias, medida que está em vigor há quase um ano. O livro “Diário da cadeia”, no qual Ricardo Lísias utiliza o pseudônimo “Eduardo Cunha”, foi censurado por Moraes em janeiro deste ano. Desde então, sua comercialização está proibida. Embora o ministro sustente que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, permanece incerto o que exatamente se pretende ocultar, já que a censura persiste por quase doze meses. Pedro Vaca Villareal, relator especial da CIDH para a liberdade de expressão, aponta em seu relatório que solicitou informações ao gabinete de Alexandre de Moraes sobre a medida, mas nunca recebeu resposta. Outros títulos parecem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam especificamente da censura e de acontecimentos incomuns no Supremo Tribunal Federal.
Moraes obriga Bolsonaro a deixar o hospital e voltar à prisão
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) para substituir o regime de prisão fechado por prisão domiciliar de caráter humanitário. Com a decisão, ficou determinado que, assim que receber alta hospitalar – prevista para o mesmo dia – Bolsonaro deverá retornar diretamente à Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, onde ficará custodiado em Sala de Estado‑Maior. O deputado federal Gustavo Gayer afirmou que “Moraes está condenando Bolsonaro a uma pena que há muito tempo foi banida da Constituição”. “Talvez se Bolsonaro tivesse contratado um certo escritório de advocacia de uma certa esposa por 129 milhões ele nem sequer teria sido julgado”, disse o parlamentar. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura promovida por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a proibição permanece há quase um ano. Vários outros títulos podem estar sob risco. Entre eles estão os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de episódios incomuns no STF.
Multidão agride acusado de furto de celular em Copacabana no primeiro dia do ano
Um homem foi agredido por um grupo de aproximadamente 15 pessoas na Praia de Copacabana, na altura do posto 2. O incidente ocorreu nesta quinta‑feira (1º), primeiro dia de 2026, por volta das 8h30 da manhã, quando o indivíduo foi acusado de furtar um aparelho celular. Banhistas que aproveitavam a manhã na orla após as celebrações de réveillon presenciaram o tumulto. Bombeiros que estavam de serviço na região notaram a confusão e se dirigiram ao calçadão para solicitar apoio de policiais militares. Ao chegarem ao local, as autoridades encontraram o homem caído na areia, recebendo golpes do grupo que o cercava. Testemunhas relataram aos policiais que o indivíduo teria roubado o celular de uma mulher. A vítima apresentava ferimentos visíveis, inclusive um corte na parte direita da cabeça. Depois da intervenção policial, ele foi algemado e conduzido em viatura para fora da praia. O caso ocorreu em uma das áreas mais movimentadas de Copacabana, enquanto moradores e turistas desfrutavam do primeiro dia do ano na praia.
Jornal Nacional denuncia conexão suspeita entre Banco Master e PCC (Veja o vídeo)
O Jornal Nacional informou que o Banco Central encontrou indícios de fraudes praticadas pelo Banco Master em operações com fundo investigado por suposta ligação com o PCC. Nos esclarecimentos apresentados ao Tribunal de Contas da União, o Banco Central apontou indícios de crime envolvendo o Banco Master e uma gestora do setor financeiro chamada Reag, que está sendo investigada por suposta ligação com o PCC. Confira: Paralelamente às investigações criminais sobre as operações entre o Banco Master e o BRB, há também uma acusação de que o ministro Alexandre de Moraes teria exercido pressão sobre o Banco Central, em razão de sua esposa, Viviane Barci, advogada do Banco Master. O ministro nega a acusação. A Polícia Federal ainda não se pronunciou sobre eventual investigação, gerando tensão em Brasília. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) criticou a censura feita pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro sustenta que a obra induz o leitor ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros livros também podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de episódios controversos no STF.
EUA realizam novo ataque militar no Caribe contra navios de narcotráfico
As Forças Armadas dos Estados Unidos realizaram um ataque contra três embarcações ligadas ao narcotráfico em águas internacionais do Caribe. A operação foi autorizada pelo secretário de Defesa Pete Hegseth, conforme comunicado oficial divulgado no X. De acordo com informações militares, os três navios faziam parte de um comboio monitorado pelos serviços de inteligência norte‑americanos. A identificação foi feita pela Força‑Tarefa Conjunta Southern Spear, que classificou os operadores como integrantes de organizações consideradas terroristas pelos EUA. Relatórios apontam que as embarcações utilizavam rotas tradicionais do tráfico e haviam efetuado transferências de drogas entre si pouco antes do ataque. No início da operação, a embarcação que liderava o comboio foi atingida por forças americanas, provocando a morte de três membros do grupo criminoso. Os ocupantes das outras duas embarcações abandonaram os barcos e se lançaram ao mar antes de serem afundados, resultando no naufrágio total dos alvos. Após o término dos disparos, o Comando Sul dos Estados Unidos acionou imediatamente a Guarda Costeira para conduzir operações de busca e salvamento na área. As Forças Armadas reiteraram que os indivíduos envolvidos estavam ligados a organizações formalmente designadas por Washington como terroristas. O ataque integra um esforço mais amplo de endurecimento da política norte‑americana no Caribe. Nos últimos meses, Washington intensificou a pressão sobre atividades ilícitas associadas ao regime de Nicolás Maduro, na Venezuela, ampliando o uso de meios militares e elevando o narcotráfico regional ao status de ameaça estratégica. As autoridades americanas afirmam que a operação segue o mesmo modelo de campanhas anteriores contra redes criminosas transnacionais, reforçando o compromisso dos Estados Unidos com o combate ao tráfico internacional de drogas e à atuação de grupos considerados hostis à segurança regional. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou forte protesto contra a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Moraes sustenta que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, embora a medida já se arraste por quase um ano. Segundo a CIDH, a proibição pode abrir precedentes para a censura de outras publicações. Entre os títulos que, segundo críticos, correm risco de serem alvo, estão “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a própria censura e episódios controversos envolvendo o Supremo Tribunal Federal.