O novo prefeito de Nova York tomou posse nesta quinta‑feira (1º). Trata‑se de um dirigente identificado como comunista, comparado ao “Boulos” americano. Durante a cerimônia de posse, o mandatário realizou um gesto muito semelhante ao que Elon Musk fez durante a campanha de Donald Trump. Na ocasião, a imprensa militante acusou o bilionário de nazista. Agora, a mesma mídia de esquerda parece optar pelo silêncio, ignorando o ato do recém‑eleito. A imprensa esquerdofrênica demonstra, mais uma vez, corrupção e decadência. Veja o vídeo:
Moraes e Viviane aparecem em Dubai como símbolo do caos que afunda o Brasil (Veja o vídeo)
Alexandre de Moraes (ADM) e sua esposa, supostamente detentores de R$ 129 milhões, apareceram disfarçados e camuflados para não serem reconhecidos, protagonizando, no início de 2026, uma das cenas mais icônicas do descalabro que mergulha o Brasil, envolvendo políticos, ministros do STF, um banqueiro estelionatário, a família de Lula (filho e irmão) e seus asseclas. ADM, cabisbaixo, evitava ser reconhecido usando boné, camiseta e óculos escuros, ocultando o rosto e a calvície, lembrando um foragido da justiça internacional, comparável a Al Capone, desmoralizado tanto dentro quanto fora do país, assumindo a condição de pária. No âmbito federal, os três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – tornaram‑se sinônimos de lama, corrupção, abusos, privilégios imorais, gastos excessivos, perseguições, autoritarismo, fraqueza, covardia, conchavos, acordos de alcova e escândalos intermináveis. Não há mais como sustentar a República. Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa. Veja o vídeo:
EXCLUSIVO: Celular de Vorcaro alimenta tensão política em Brasília (VEJA O VÍDEO)
Apreensão do aparelho do dono do Banco Master amplia apreensão entre políticos e integrantes do Judiciário. A apreensão do celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, tornou‑se um dos pontos mais sensíveis das investigações conduzidas pela Polícia Federal e passou a gerar inquietação nos bastidores do poder em Brasília. O aparelho foi recolhido no momento da prisão do banqueiro, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, durante operação que apura suspeitas envolvendo o sistema financeiro. Desde então, o celular deixou de ser apenas uma peça técnica do inquérito e passou a ser visto como um possível detonador de novas crises políticas. TEMOR ALÉM DA INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA Segundo relatos de bastidores, o receio não está restrito aos aspectos econômicos do caso. O temor em Brasília decorre da possibilidade de que o aparelho contenha registros de conversas, mensagens e áudios envolvendo autoridades dos três Poderes, incluindo políticos influentes e integrantes do Judiciário. Fontes ouvidas pela imprensa classificam o conteúdo potencial do celular como altamente sensível, capaz de expor relações informais, pressões políticas, pedidos de apoio e articulações de bastidor que raramente vêm ao público. DISPUTA PELO CONTROLE DA NARRATIVA O clima de apreensão aumentou diante da informação de que o celular estaria protegido por camadas avançadas de segurança digital, o que dificultaria o acesso imediato ao conteúdo. Ainda assim, a simples existência do material já é suficiente para provocar movimentações discretas em Brasília, com tentativas de antecipar danos e controlar narrativas. Nos corredores do Congresso e em gabinetes ministeriais, o caso é tratado como uma “bomba‑relógio”, não pelo que já foi revelado, mas pelo que ainda pode vir à tona a partir da análise do aparelho. SILÊNCIO OFICIAL E ESPECULAÇÃO POLÍTICA Até o momento, não houve divulgação oficial de qualquer conteúdo extraído do celular. A Polícia Federal mantém sigilo sobre o andamento das perícias, enquanto o debate público se alimenta de especulações e preocupações políticas. O episódio reforça a percepção de que, em Brasília, informação é poder — e que um simples celular pode se tornar um dos objetos mais temidos da República quando passa a concentrar possíveis registros das engrenagens invisíveis do poder. Veja o vídeo:
Grampo da PF captura Moraes: áudio volta a circular e jornalista relaciona ao caso Banco Master (Veja o vídeo!)
O jornalista Sam Pancher publicou nas redes sociais um áudio interceptado pela Polícia Federal em 2015, quando Alexandre de Moraes ainda exercia a função de secretário de Segurança Pública de São Paulo, antes de se tornar ministro do Supremo Tribunal Federal. Na gravação, Moraes conversa com um desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, relatando que, apesar de não poder advogar, entrou em contato com diversos ministros do STF para influenciar o voto e conseguir o arquivamento de um processo aberto no Conselho Nacional de Justiça contra o magistrado. O jornalista aponta semelhanças entre esse episódio e as acusações atuais de que Moraes teria feito lobby em favor do Banco Master, caso que também tem gerado forte repercussão. No contexto de 2025, o ministro nega qualquer atuação em benefício da instituição financeira. Veja o vídeo: Além da gravação, a matéria menciona o livro “Supremo Silêncio”, que discute a suposta perseguição a parlamentares, jornalistas e outras figuras públicas iniciada no Inquérito das Fake News.
Texto viral sobre Gonet se transforma em piada nas redes sociais
A atuação do Procurador‑Geral da República é descrita como ridícula, um aliado do sistema sem autonomia. Nesse sentido, circulou na internet um texto de autoria desconhecida, que acabou viralizando. Confira: – Temos o caso aqui de uma advogada que fechou um contrato de 129 milhões com um banco – Não tem nada de ilegal – Mas não tem histórico de prestação de serviços – Não é problema meu – Mas o marido dela é Ministro do STF – Uma coisa não tem ligação com a outra – Mas o banco tem casos no STF – E daí? – Mas o marido dela teve encontros com o dono deste banco – Totalmente casual – Mas ele pressionou o BC pra favorecer este banco – Nada confirmado, não tem nenhuma prova – É que um outro ministro blindou este banco e agora ninguém pode acessar nenhuma prova – Sem casualidade – Mas este outro ministro viajou de jatinho com o advogado deste banco – Acho que foi só uma carona – Mas… – Já deu, não vi nada de importante, caso arquivado. – Ok, tem este outro caso aqui de um senador que fez uma piada numa festa junina citando um ministro do STF – Gravíssimo!! Investigue agora, prenda quem for necessário!!!
Grupo do PT ganha outra bolão na Mega da Virada, cinco anos depois
Um caso inusitado, estranho, talvez até inédito. O grupo de assessores do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados foi novamente premiado na Mega. Desta vez, acertou a quadra na Mega da Virada, repetindo um episódio curioso ocorrido cinco anos após ter conquistado um prêmio milionário no mesmo tipo de aposta. A aposta coletiva reuniu 301 participantes, totalizando 535 cotas, com investimento aproximado de R$ 17 mil. Segundo o organizador, o prêmio chegou a R$ 25 mil. Os integrantes decidiram reinvestir a quantia individual, estimada em cerca de R$ 48 por pessoa. Em 2019, os mesmos apostadores acertaram as seis dezenas da Mega‑Sena e dividiram um prêmio de R$ 120 milhões; naquele concurso, o bolão era composto por 49 cotas, e cada participante recebeu aproximadamente R$ 2,4 milhão. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra cria a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros livros podem estar sob risco, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de acontecimentos no STF.
Assessores do PT faturam novamente na Mega da Virada
Servidores ligados à liderança do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados voltaram a figurar entre os premiados da Mega‑Sena. Desta vez, o grupo acertou a quadra na Mega da Virada, repetindo um episódio curioso ocorrido cinco anos depois de ter conquistado um prêmio milionário no mesmo tipo de aposta. O bolão foi organizado por Joaquim Carlos Carvalho, assessor legislativo da liderança do partido. Em entrevista ao portal Uol, ele contou que o grupo mantém o costume de apostar desde a premiação obtida em 2019. “Dessa vez, organizei um bolão popular, com cota de R$ 33, e participaram companheiros do PT de várias partes do país”, afirmou. A aposta coletiva reuniu 301 participantes e totalizou 535 cotas, com investimento aproximado de R$ 17 mil. Segundo o organizador, o prêmio arrecadado chegou a R$ 25 mil. Após discussão entre os integrantes, ficou decidido que a quantia individual, estimada em cerca de R$ 48 por pessoa, será reinvestida. “Amanhã vou à Caixa para decidir o que será feito”, disse Carvalho. O histórico do grupo chama atenção. Em 2019, os mesmos apostadores acertaram as seis dezenas da Mega‑Sena e dividiram um prêmio de R$ 120 milhões. Naquele concurso, o bolão era composto por 49 cotas, e cada participante recebeu aproximadamente R$ 2,4 milhão. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou forte protesto contra a decisão do ministro Alexandre de Moraes de proibir a venda do livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor da publicação, embora a censura permaneça há quase um ano. Diversos outros títulos parecem estar na mira da censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam exatamente da censura e dos acontecimentos incomuns no Supremo Tribunal Federal.
Descobrem origem da denúncia que levou Moraes a prender Filipe Martins
Novas informações revelam que a prisão preventiva do ex‑assessor Filipe Martins foi consequência de um e‑mail enviado ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Conforme noticiado pela CNN Brasil, a mensagem encaminhada à Corte continha uma captura de tela das buscas realizadas no LinkedIn, na qual aparecia o perfil de Filipe Martins. O remetente do e‑mail questionou se Martins não estava impedido de acessar as redes sociais. A defesa do ex‑assessor nega que ele tenha acessado a plataforma, alegando que tal ato violaria medida cautelar imposta pela Suprema Corte, e afirma que o suposto acesso teria sido realizado por alguém da equipe que o assessorava na Casa Presidencial. Martins foi preso nesta sexta‑feira (2) e encaminhado para uma prisão pública em Ponta Grossa, no Paraná, de acordo com a CNN. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura promovida por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro sustenta que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor da publicação. A proibição, que já dura quase um ano, levanta dúvidas sobre o que se pretende ocultar. Outros títulos parecem estar na mira da censura, entre eles “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a própria censura e acontecimentos incomuns dentro do STF.
Moraes converte prisão domiciliar de Filipe Martins em preventiva e demonstra fúria
Ao converter a prisão domiciliar em preventiva, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que Filipe Martins agiu com total desrespeito às determinações judiciais e às instituições democráticas. A ordem foi cumprida pela Polícia Federal na manhã de sexta‑feira (2/1) na residência de Martins, em Ponta Grossa, no Paraná. Até então, ele vivia em regime domiciliar, sujeito a rigorosas medidas cautelares impostas pelo STF. De acordo com Moraes, o acusado violou claramente essas restrições, sobretudo ao utilizar redes sociais, prática expressamente proibida no contexto do regime cautelar. Para o ministro, tal conduta é incompatível com a confiança exigida para a manutenção da prisão domiciliar. “O acusado demonstra total desrespeito pelas normas impostas e pelas instituições constitucionalmente democráticas”, registrou Moraes. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta diante da censura feita por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura permaneça há quase um ano. Outros títulos parecem estar na mira da mesma medida. Entre eles estão “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a censura e os acontecimentos incomuns dentro do STF.
Motivo da prisão de Filipe Martins: uso proibido do LinkedIn
Filipe Martins foi novamente preso por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Ele está detido no presídio de Ponta Grossa, no Paraná, onde permanecerá custodiado. O motivo da prisão foi considerado inacreditável pelo próprio ministro. Em despacho, Moraes escreveu: “Efetivamente, não há dúvidas de que houve descumprimento da medida cautelar imposta, uma vez que a própria defesa reconhece a utilização da rede social, não havendo qualquer pertinência da alegação defensiva no sentido de que as redes sociais foram utilizadas para ‘preservar, organizar e auditar elementos informativos pretéritos relevantes ao exercício da ampla defesa’”. O caso começou a ser analisado ainda na terça‑feira, 30 de dezembro, quando Alexandre de Moraes intimou a defesa de Filipe Martins a prestar esclarecimentos sobre o uso de uma conta na rede profissional LinkedIn. Na ocasião, o ministro advertiu que a falta de justificativa poderia resultar na decretação de prisão preventiva. Segundo os autos, uma denúncia recebida em 29 de dezembro apontou que o ex‑assessor da Presidência teria utilizado o LinkedIn para buscar perfis de outras pessoas, configurando descumprimento direto da proibição de acesso a redes sociais. A defesa recebeu o prazo de 24 horas para se manifestar. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, embora a censura permaneça há quase um ano. Outros títulos podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de episódios incomuns dentro do STF.