Informações recentes indicam que a Venezuela fechou a fronteira com o Brasil neste sábado (3), depois do ataque dos Estados Unidos e da captura do presidente Nicolás Maduro. Segundo a CNN Brasil, a informação vem de fontes da Polícia Federal que monitoram os acessos via Pacaraima (RR), município brasileiro que faz divisa com a Venezuela. Adidos da PF estão, neste momento, na embaixada do Brasil em Caracas, capital venezuelana, para obter informações a respeito do conflito. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repulsa à censura promovida pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura perdure há quase um ano. Segundo a CIDH, outros títulos também podem estar sob ameaça. Entre eles estão “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da censura e de ocorrências incomuns no Supremo Tribunal Federal.
TRUMP CONFIRMA QUE VIO AO VIVO A CAPTURA DE MADURO E REVELA SUA LOCALIZAÇÃO
Em entrevista recente à Fox News, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter assistido ao vivo à captura de Nicolás Maduro. Trump acrescentou que o ditador foi transportado de helicóptero até um navio de guerra americano, que segue em direção a Nova Iorque. Veja: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repulsa à censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o leitor ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor do texto, embora a censura permaneça há quase um ano. Segundo a CIDH, outros títulos também podem estar sob risco de censura. Entre eles estão os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de episódios incomuns ocorridos dentro do Supremo Tribunal Federal.
Ministro de Lula adota atitude vergonhosa logo após descobrir captura de Maduro
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil Pinto, informou que manteve contato telefônico com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, logo após os ataques realizados pelos Estados Unidos ao território venezuelano. De acordo com o representante da administração chavista, a conversa ocorreu neste sábado, 3 de janeiro. Segundo Gil Pinto, durante a ligação o ministro brasileiro expressou posição crítica em relação à ação militar norte‑americana. “Tive uma conversa telefônica com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Brasil, Mauro Vieira, que manifestou a sua forte condenação deste inaudito ato de agressão militar criminosa contra o nosso povo. Também lhe agradecemos sinceramente as suas expressões de solidariedade”, declarou o chanceler venezuelano. Vergonha! A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor, a censura permanece há quase um ano. Atualmente, outros títulos podem estar sob risco de censura. Dois exemplos claros são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de acontecimentos incomuns no STF.
MARÍA CORINA MANIFESTA‑SE E EXIGE POSSE IMEDIATA DE NOVO LÍDER NA VENEZUELA
María Corina Machado, líder da oposição venezuelana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, reagiu à captura do ditador Nicolás Maduro. Em nota pública, a opositora classificou o momento como decisivo para o futuro do país. No comunicado, intitulado “chegou a hora da liberdade”, afirmou que “Nicolás Maduro enfrenta a justiça internacional por crimes atrozes cometidos contra os venezuelanos e contra cidadãos de muitas outras nacionalidades. Diante de sua recusa em aceitar uma saída negociada, o governo dos Estados Unidos cumpriu sua promessa de fazer valer a lei”. A dirigente também defendeu a posse imediata de Edmundo González Urrutia, apontado pela oposição como vencedor das últimas eleições presidenciais. Segundo ela, González “deve assumir de imediato seu mandato constitucional e ser reconhecido como comandante‑chefe das Forças Armadas Nacionais por todos os oficiais e soldados”, numa tentativa de consolidar a transição de poder. Machado ressaltou ainda que a oposição está pronta para agir politicamente. “Estamos preparados para fazer valer nosso mandato e tomar o poder. Permaneceremos vigilantes, ativos e organizados até que se concretize a transição democrática”, declarou, sinalizando mobilização contínua de apoiadores dentro e fora do país.
Venezuelanos saem às ruas para celebrar a queda de Maduro (Veja o vídeo)
Em várias cidades ao redor do mundo, venezuelanos celebram o dia histórico de hoje. A queda de Nicolas Maduro representa, para eles, o fim da ditadura no país. Veja imagens da comemoração: Um dos principais motivos que levaram o ex‑presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a adotar uma postura firme contra o regime foi o conjunto de denúncias apresentadas à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA).
Milei celebra captura de Maduro e deixa Lula sem reação
O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do ditador Nicolás Maduro. Em publicação no X, Milei reproduziu a notícia da captura e escreveu: “A liberdade avança”, acrescentando seu tradicional bordão: “VIVA LA LIBERTAD CARAJO!”. O presidente argentino publicou um vídeo no qual dirige duras críticas ao regime de Maduro, na presença do presidente brasileiro Lula, que ficou sem reação. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repulsa à censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, porém a censura permanece há quase um ano. Diversos outros títulos podem estar na mira da censura. Entre eles estão os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a própria censura e acontecimentos controversos no Supremo Tribunal Federal.
Ditador venezuelano perde o sono hoje após alerta de Trump sobre censura no Brasil
Donald Trump enviou um recado ao mundo: não há espaço para conversas que ameacem a democracia. Quem transgredir a ordem constitucional acabará pagando, ainda que a justiça demore a chegar. Um dos principais motivadores da postura de Trump foi o acúmulo de denúncias contra Nicolás Maduro, apresentadas à Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH), órgão vinculado à Organização dos Estados Americanos (OEA). A mesma comissão vem recebendo, há anos, denúncias referentes ao que ocorre no Brasil. Recentemente, a CIDH manifestou forte protesto contra a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o leitor ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano, sem explicação clara. Outros títulos também podem estar sob risco de censura. Entre eles, destacam‑se “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a própria censura e os acontecimentos incomuns dentro do Supremo Tribunal Federal.
Petistas choram em agonia por supostos ataques dos EUA à Venezuela
A tirania é atacada e os petistas agonizam num choro incontido e absurdo. Essa gente é uma verdadeira escória, lamentam pela prisão de um ditador sanguinário. Eis o que disse Zeca Dirceu, o filho de José Dirceu e certamente de índole semelhante à do pai: “O mundo acorda estarrecido com as imagens e informações que chegam a cada instante da Venezuela. E pior: com uma confirmação de Trump em suas redes sociais da autoria desses ataques e até de rapto do presidente Maduro e sua esposa. As informações estão chegando aos poucos, mas evidenciam já um grave ataque à soberania do país e uma invasão bélica no território da América Latina – assumida pelos Estados Unidos –, que agride o mundo inteiro e gera graves consequências. Atenta contra a paz e a segurança mundial. É preciso repudiar com rigor.” Outro petista da mesma laia de Dirceu, felizmente aposentado pela força das urnas, Tarso Genro, também apresentou suas indecorosas lamúrias: “Trump bombardeia Caracas. Uma mudança qualitativa dramática para a vida, a política, a economia e o futuro do que resta de soberania territorial no Continente. Quem pensa que Trump está interessado em ‘restaurar’ a democracia na Venezuela se engana redondamente. A questão ali são as fontes de energia fóssil e a fundação de uma plataforma de apoio militar, na Venezuela, para atacar e subordinar todo o Continente, inclusive o Brasil. Trata-se também de estimular a indústria de armamentos dos EUA, dando os retoques atualizados no keinesianismo militar, originário da era Reagan.” “Nossas vidas, nas próximas décadas, poderão estar afetadas por uma política de Defesa Nacional e Continental que exigirá, por dentro da Democracia, um novo patamar de unidade frentista e de Coalizão, pela qual as palavras ‘pátria’, ‘unidade’ e ‘traição’, poderão ter um novo sentido.” “A agressão imperial-colonial depois das tarifas, agora já em pleno andamento militar, vai buscar se combinar – dentro do nosso país – com os movimentos golpistas ‘continuados’, para a extrema direita tentar avançar novamente, pela desordem, na apropriação do Estado pela força.” “Podemos estar vivendo à beira de uma nova Gaza e de uma agressão militar brutal contra a América Latina, que será tão impiedosa como as demais que já ocorreram no mundo inteiro. Lembremo‑nos que o bolsonarismo já pediu várias vezes que Trump determinasse ataques militares ao nosso país. É a ‘cadela’ do fascismo já mostrando as suas crias.” Esse povo é do mal. Extremamente nocivo. Desumano. Não é a toa que aplaudem a tortura que está sendo feita no Brasil. O jornalista Cláudio Dantas resumiu com precisão o alcance desse choro: “Notas de repúdio da esquerda não mudam mais o destino de Nicolás Maduro, um ditador sanguinário que reprimiu com violência inédita na Venezuela toda e qualquer reação popular contra o regime. Quem diz que caberia aos venezuelanos derrubá‑lo, não faz ideia de como funciona uma ditadura. Deixo aqui o relatório mais recente da ONU, com registro até de crianças presas – algumas delas com deficiência –, acusadas de ‘terrorismo e incitação ao ódio’.” https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Lula condena captura de Maduro pelos EUA como afronta à soberania
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou‑se sobre a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, denunciando os bombardeios e a captura como violação gravíssima da soberania da Venezuela e como um precedente perigoso para a comunidade internacional. Lula afirmou que atacar países em flagrante violação do direito internacional constitui o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo. Ele reiterou que a condenação ao uso da força está alinhada à posição tradicional do Brasil em situações recentes em outras nações e regiões. Segundo o presidente, a ação lembra os piores momentos de interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz. Lula cobrou que a comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, responda de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e permanece à disposição para promover o diálogo e a cooperação.
CILIA FLORES É CAPTURADA AO LADO DE MADURO EM OPERAÇÃO DOS EUA
Nicolas Maduro não foi capturado sozinho. Sua esposa, Cilia Flores, também foi alvo da operação dos Estados Unidos, informação confirmada pelo presidente Donald Trump. Em pronunciamento transmitido por rádio estatal, a vice de Maduro, Delcy Rodríguez, exigiu ao governo de Donald Trump a apresentação imediata de prova de vida tanto de Maduro quanto de Cilia. Veja: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Segundo a CIDH, outros livros podem estar sob risco de censura. Dois exemplos citados são “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da censura e de acontecimentos incomuns no STF.