Kamala Harris, ex‑vice‑presidente dos Estados Unidos, criticou publicamente a atuação do presidente Donald Trump na Venezuela após a captura de Nicolás Maduro por forças norte‑americanas, ocorrida neste sábado (3). A manifestação foi feita nas redes sociais e gerou ampla repercussão no cenário político americano. Em sua declaração, Harris reconheceu o histórico autoritário do líder venezuelano, mas afirmou que isso não justifica a operação conduzida pelo governo dos Estados Unidos. Segundo ela, “o fato de Maduro ser um ditador brutal e ilegítimo não muda o fato de que a iniciativa adotada por Washington foi ilegal e imprudente”. “As ações de Donald Trump na Venezuela não tornam os Estados Unidos mais seguros, mais fortes ou mais acessíveis. O fato de Maduro ser um ditador brutal e ilegítimo não muda o fato de que essa ação foi ilegal e imprudente. Já vimos esse filme antes. Guerras por mudança de regime ou por petróleo que são vendidas como demonstração de força, mas que se transformam em caos, e as famílias americanas pagam o preço”, escreveu Harris na rede social X. A ex‑vice‑presidente também afirmou que a sociedade norte‑americana não aceita mais esse tipo de condução da política externa. “O povo americano está cansado de ser enganado”, escreveu. “O povo americano não quer isso e está cansado de ser enganado. Não se trata de drogas ou democracia. Trata‑se de petróleo e da ambição de Donald Trump de se impor como o homem forte da região. Se ele se importasse com qualquer uma dessas coisas, não perdoaria um narcotraficante condenado nem marginalizaria a legítima oposição venezuelana enquanto busca acordos com os aliados de Maduro. O presidente está colocando tropas em risco, gastando bilhões, desestabilizando uma região e não oferecendo nenhuma autoridade legal, nenhum plano de saída e nenhum benefício para o país.” No encerramento da publicação, Harris reforçou a necessidade de mudança de prioridades na liderança dos Estados Unidos. Segundo ela, o país precisa de um governo focado em questões internas e no fortalecimento institucional. Harris concluiu afirmando que “os Estados Unidos precisam de uma liderança cujas prioridades sejam reduzir os custos para as famílias trabalhadoras, fazer cumprir a lei, fortalecer alianças e — o mais importante — colocar o povo americano em primeiro lugar”. Bizarro!
Malu Gaspar denuncia o suposto “esforço do TCU contra a liquidação do Banco Master”
O Tribunal de Contas da União decidiu realizar inspeção direta no Banco Central para examinar documentos e procedimentos ligados à liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro. A iniciativa busca esclarecer se o processo conduzido pela autoridade monetária seguiu critérios técnicos adequados e se houve risco de dilapidação do patrimônio da instituição controlada por Daniel Vorcaro. O relator, ministro Jhonatan de Jesus, avalia inclusive a adoção de medida cautelar caso identifique prejuízos à apuração ou danos de difícil reversão. A jornalista Malu Gaspar questionou o estranho “esforço do TCU contra a liquidação do Banco Master”. A resposta, segundo a própria jornalista, é simples: “A liquidação é o último flanco de investigação sobre o que aconteceu no Master. O liquidante tem acesso a todos os papéis que hoje a gente não tem mais no STF e não tem mais na CPI. Se acaba com a liquidação a gente não fica mais sabendo o que aconteceu no Banco Master”, disse. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura do ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, mas a censura permanece há quase um ano. Segundo a mesma fonte, outros títulos também podem ser alvo da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e de episódios incomuns no STF.
Jornalistas são presos na Venezuela após a queda de Maduro
Novas informações confirmam que a situação na Venezuela continua alarmante. O Sindicato Nacional de Trabalhadores de Imprensa (SNTP) da Venezuela denunciou, nesta segunda‑feira (5), a prisão de 14 jornalistas e funcionários de imprensa. Desses, 11 pertencem a meios de comunicação e agências internacionais e um é de um veículo nacional, segundo a CNN. Ao menos dez dos detidos permanecem sob custódia, de acordo com o sindicato, que solicitou a libertação de todos os envolvidos. Segundo o grupo, parte dos profissionais foi detida dentro e nos arredores da Assembleia Nacional do país. A CNN relata que, na mesma segunda‑feira, ocorreu a cerimônia de posse de novos parlamentares e o início do ano legislativo na Assembleia Nacional. Além disso, Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina da Venezuela em cerimônia realizada no local. Sindicato exige libertação de mais jornalistas na Venezuela Anteriormente, o sindicato já havia exigido a libertação de 23 jornalistas e profissionais da imprensa, bem como o desbloqueio de mais de 60 meios de comunicação censurados na internet venezuelana. “Não é possível avançar rumo a uma transição democrática enquanto persistirem a perseguição política, a censura e a prisão arbitrária”, disse o SNTP em nota. O sindicato também pediu a libertação de sindicalistas, defensores dos direitos humanos e “todas as pessoas presas por razões políticas”. Além disso, a nota requer garantias de segurança para o exercício do jornalismo na Venezuela. “A liberdade de expressão, o direito de acesso à informação e o direito ao trabalho não são concessões do poder político, mas direitos humanos fundamentais, consagrados na Constituição da República Bolivariana da Venezuela e nos tratados internacionais assinados pelo Estado”, acrescentou a nota.
Senador Nelsinho Trad alerta para risco de brasileiros na Venezuela após ação militar dos EUA
O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado (CRE), senador Nelsinho Trad (PSD‑MS), declarou em nota de imprensa neste sábado (3) que o colegiado acompanha com preocupação a situação da fronteira entre o Brasil e a Venezuela e a condição dos brasileiros que se encontram em território venezuelano. Na madrugada de hoje, os Estados Unidos realizaram uma ação militar contra a Venezuela, prendendo o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. Na mesma nota, Nelsinho Trad afirmou que, se necessário, defende a convocação de reuniões extraordinárias da CRE e da Comissão Representativa do Congresso Nacional, órgão formado por senadores e deputados que pode atuar durante o recesso parlamentar. A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal acompanha com especial atenção a situação na Venezuela. É motivo de grande preocupação, em particular, a situação dos brasileiros que se encontram em território venezuelano e os impactos imediatos nas regiões fronteiriças com o Brasil. A rapidez da ação militar realizada em território venezuelano levanta questionamentos legítimos sobre possível conivência interna. Vale lembrar o histórico amplamente conhecido do regime de Nicolás Maduro: destruição das instituições democráticas, repressão a opositores, prisões políticas e graves acusações de vínculos com o crime organizado. A CRE está ciente de que os eventos estão em desenvolvimento e terão consequências de curto, médio e longo prazos. Neste momento, é importante aguardar as manifestações oficiais dos Estados Unidos, inclusive o pronunciamento ou coletiva de imprensa do presidente norte‑americano, previsto para as 13h, horário de Brasília. Também se deve esperar o posicionamento oficial do governo brasileiro, que convocou reunião de emergência para tratar do assunto. A Comissão tem acompanhado, com preocupação, as manifestações de grandes potências ou países considerados aliados do governo de Nicolás Maduro, como China, Irã e Rússia. Defesa da democracia e o enfrentamento ao narcotráfico não autorizam a banalização do uso da força contra a soberania de um país; tais ações devem observar os marcos do Direito Internacional e os princípios da Organização das Nações Unidas. Na condição de presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e da Comissão Temporária Externa para interlocução sobre as relações econômicas bilaterais com os EUA (CTEUA), Nelsinho Trad reitera que, se for necessária, defende a convocação imediata de reuniões extraordinárias da Comissão Representativa do Congresso Nacional e da CRE durante o recesso parlamentar. Completamente abalado, Foro de São Paulo se manifesta sobre “queda” de Maduro. Fonte: Agência Senado
Homem que encontrou passaporte de Eliza Samudio em Portugal expõe mistério sobre quem poderia usar documento de pessoa morta (Veja o vídeo)
O homem que encontrou o passaporte de Eliza Samudio em um apartamento em Portugal concedeu entrevista ao portal LeoDias, afirmando que prefere não revelar a identidade da proprietária do imóvel onde o documento foi localizado. Identificado apenas como José, ele lançou a pergunta que considera central para o esclarecimento do caso: “Quem seria capaz de entrar no país com o passaporte de uma pessoa que está morta?”. José alertou que conclusões precipitadas podem ser injustas e prejudicar terceiros, defendendo que a investigação seja conduzida exclusivamente pelas autoridades. “Eu prefiro não falar nada, deixar para as autoridades investigarem para não ser injusto com ninguém. Posso estar falando alguma coisa que possa prejudicar alguém que não tem nada a ver. Prefiro que investiguem de fato como esse passaporte foi parar naquela casa, não posso afirmar nada”. Ele também demonstrou preocupação com o impacto da notícia sobre a família de Eliza, citando a mãe, Sonia Moura, e o filho, Bruninho. José lembrou que Luiz Henrique Romão (Macarrão), Marcos Aparecido dos Santos (Bola), Jorge Luiz Rosa, primo de Bruno, e o ex‑goleiro Bruno Souza já confessaram envolvimento direto ou conhecimento do sequestro e da morte da jovem, embora ainda circulem teorias que sugerem que Eliza poderia estar viva. Na avaliação de José, o uso de um passaporte de pessoa oficialmente declarada morta levantaria suspeitas graves. “No meu ponto de vista, sabendo que eu não teria coragem de entrar [em outro país] com o passaporte de alguém que morreu… Acredito que outra pessoa também não [entraria com o documento], a não ser que esteja envolvida nesse crime. (…) Não é possível que alguém vá entrar em Portugal com o passaporte de uma pessoa que sofreu um homicídio tão grande, no Brasil e no mundo, de um homicídio tão grave”.
Passaporte de Eliza Samudio encontrado em Portugal pode reabrir o caso que chocou o país (Veja o vídeo)
Uma reviravolta pode ocorrer em um dos crimes mais conhecidos do país. Um passaporte antigo de Eliza Samudio, considerado desaparecido há anos, foi encontrado abandonado em um apartamento alugado em Portugal. De acordo com fontes oficiais, o documento é autêntico e corresponde ao único passaporte emitido em nome de Eliza Samudio. Não há registro de solicitação ou de emissão de segunda via. O passaporte foi expedido em 9 de maio de 2006 e tem validade até 8 de maio de 2011. Na internet, já circulam discussões sobre a possibilidade de reabrir o caso. Em nota, o Consulado‑Geral do Brasil em Lisboa informou: “O Consulado‑Geral do Brasil em Lisboa já fez uma comunicação oficial ao Itamaraty, em Brasília, informando que o passaporte foi encontrado e entregue ao consulado. Neste momento, aguardamos instruções sobre os próximos passos relativos ao documento. De nossa parte, como a questão não é de competência do consulado, não podemos prever o que ocorrerá a seguir. O consulado apenas receberá orientações de Brasília e cumprirá o que for determinado. Aproveito para esclarecer que o consulado e a embaixada são duas unidades independentes aqui em Lisboa; o consulado não faz parte da embaixada.” Confira:
Passaporte de Eliza Samudio é encontrado em apartamento alugado em Portugal (veja o vídeo)
Um passaporte antigo de Eliza Samudio, considerado desaparecido há anos, foi localizado abandonado em um apartamento alugado em Portugal. A descoberta, divulgada nesta segunda‑feira, possibilitou a verificação detalhada do estado do documento após contato direto com o homem que o encontrou, identificado apenas como José. Segundo apuração do portal LeoDias, em conjunto com fontes oficiais, o passaporte é autêntico e corresponde ao único documento emitido em nome de Eliza Samudio. Não há registro de solicitação ou emissão de segunda via. O passaporte foi expedido em 9 de maio de 2006, com validade até 8 de maio de 2011. A análise do material revelou que as 32 páginas estão preservadas, sem rasgos ou avarias. O documento mantém todos os requisitos formais, como número de identificação e assinatura do diretor responsável. Consta apenas um carimbo de entrada em país estrangeiro, datado de 5 de maio de 2007, em Portugal, sem registro de saída ou de novas entradas posteriores. Na época dos fatos, Eliza Samudio declarou em entrevistas que havia viajado para Portugal e Alemanha. Ela também afirmou ter se relacionado com Cristiano Ronaldo e que os dois ainda trocavam mensagens pelo MSG, aplicativo usado naquele período. A reportagem acompanhou José até o Consulado‑Geral do Brasil em Lisboa, onde o passaporte foi oficialmente entregue às autoridades brasileiras. Em nota, o órgão informou: “O Consulado‑Geral do Brasil em Lisboa já fez uma comunicação oficial ao Itamaraty em Brasília informando que o passaporte foi encontrado e entregue ao consulado. Neste momento estamos aguardando instruções sobre quais são os próximos passos com relação ao documento. De nossa parte, como não se trata de matéria de competência do Consulado, não sei lhe informar sobre o que vai ocorrer a partir de agora. O consulado vai apenas receber instruções de Brasília e cumprir o que for determinado. Aproveito para também esclarecer que o consulado e a embaixada são dois postos independentes aqui em Lisboa, o consulado não é parte da embaixada”. Confira:
Ao vivo: Foro de São Paulo em ruínas e Lula no seu pior momento (Veja o vídeo)
O Jornal do JCO apresenta uma live com análises contundentes sobre os acontecimentos que têm agitado o cenário internacional e nacional. Em operação que lembra filme de Hollywood, o governo Trump capturou o ditador Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, acusados de narcoterrorismo. Na primeira audiência, Maduro declarou‑se inocente, alegando ser “prisioneiro de guerra”. E Lula? O ex‑presidente demonstra receio? Há suspeita de que Maduro possa revelar informações? Vale lembrar que Hugo Carvajal está preso nos Estados Unidos e conhece detalhes comprometedores de líderes sul‑americanos. No Brasil, a oposição postergou para fevereiro o pedido de impeachment de Alexandre de Moraes, relacionado ao escândalo do Banco Master, mas continua a reunir assinaturas para a criação de uma CPMI que investigará o caso, considerado mancha na história do país. Para discutir esses temas, o Jornal do JCO recebeu o professor Marcos Pizzolatto, o advogado Claudio Caivano e o jornalista Diogo Forjaz. A transmissão traz análise sem censura, opiniões firmes e revelações. Assista agora, compartilhe e apoie o trabalho independente do Jornal da Cidade Online. Veja o vídeo!
URGENTE: MADURO DECLARA INOCÊNCIA EM AUDIÊNCIA EM MANHATTAN
Durante audiência realizada nesta segunda‑feira (5/1) em um tribunal de Manhattan, Nova Iorque, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, finalmente se manifestou. Ele declarou‑se inocente das acusações que lhe são imputadas pela Justiça norte‑americana e, diante do juiz responsável, o líder chavista rejeitou todas as imputações apresentadas. “Não sou culpado. Sou inocente de tudo o que foi mencionado aqui”, disse Maduro ao magistrado. Em sua manifestação, afirmou ainda ser um homem decente e descreveu sua situação como a de um “presidente sequestrado”. A sessão contou com a presença de Cilia Flores, esposa de Maduro, que acompanhou o marido durante toda a audiência e também se declarou “completamente inocente” das acusações formuladas pelas autoridades dos Estados Unidos. No decorrer do ato processual, o juiz Alvin K. Hellerstein informou ao casal que ambos têm o direito de solicitar contato com o consulado da Venezuela. Maduro demonstrou interesse em receber a visita consular; Flores, igualmente, pediu que o encontro fosse providenciado. A defesa de Cilia Flores comunicou ao juiz que, neste momento, ela não pretende solicitar liberdade sob fiança, embora indique que esse pedido poderá ser apresentado em fase posterior do processo. De forma semelhante, a equipe jurídica de Nicolás Maduro afirmou que o venezuelano também não busca, por ora, a concessão de liberdade provisória. Ol Olivo
Escândalo do Banco Master pode derrubar Moraes, revela revista
Ulysses Guimarães, um dos grandes políticos da história do Brasil, já dizia: “Política é nuvem”. Hoje, a frase parece ganhar ainda mais sentido. Em uma reviravolta surpreendente nos acontecimentos políticos brasileiros, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que antes era celebrado pela imprensa tradicional como um firme defensor da democracia, agora se vê isolado e criticado pelos mesmos veículos que o enalteciam. O centro dessa mudança é o escândalo envolvendo o Banco Master, instituição financeira que entrou em colapso em meio a denúncias de fraudes bilionárias. A grande mídia, que anteriormente aplaudia as decisões enérgicas de Moraes contra supostas ameaças à ordem institucional, parece ter “soltado a mão” do jurista, suscitando dúvidas sobre quem está por trás dessa alteração de tom e se isso indica o fim de seu amplo poder. Todos os detalhes sobre a “queda” que se avizinha estão na mais nova edição da Revista A Verdade. Para acessar, clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/77690/a-queda-como-o-escandalo-do-banco-master-pode-derrubar-alexandre-de-moraes Veja a capa: