Um relatório elaborado pela Polícia Federal (PF) informou que o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) sofreu um corte na região da bochecha após cair da cama na madrugada desta terça‑feira, 6 de janeiro. O documento foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que havia solicitado oficialmente as informações antes de decidir sobre um eventual encaminhamento hospitalar. Mais cedo, Moraes rejeitou o pedido da defesa para que Bolsonaro fosse levado ao Hospital DF Star, em Brasília, alegando que, segundo a avaliação inicial, não havia indicação de urgência médica. A negativa ocorreu após a PF concluir que o estado de saúde do ex‑presidente não exigia hospitalização imediata. De acordo com o laudo, Bolsonaro estava consciente e orientado no momento da avaliação, sem sinais de comprometimento neurológico. O relatório descreve pupilas isocóricas e reativas, preservação da motricidade e da sensibilidade dos membros superiores e inferiores, além de estabilidade hemodinâmica. O documento também menciona um leve desequilíbrio ao ficar em pé e a presença de uma lesão superficial cortante na face, especificamente na região malar direita, bem como um ferimento no hálux esquerdo, ambos com sangramento. Com base nessas informações, Moraes reiterou que “não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”. Na mesma decisão, o ministro determinou a juntada formal do laudo médico aos autos e solicitou que a defesa informasse quais exames considera necessários, a fim de avaliar a possibilidade de realização dentro do sistema penitenciário; o pedido foi protocolado em seguida. A queda ocorreu durante a madrugada, e a própria Polícia Federal informou que o médico responsável constatou apenas ferimentos leves, recomendando apenas observação clínica e não identificando necessidade de encaminhamento hospitalar. Segundo a defesa, a perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados continua, e há a alegação de que se pretende ocultar fatos ocorridos em 2022.
Moraes nega transferência de Bolsonaro ao hospital após queda
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, na tarde desta terça‑feira (6/1), não autorizar a saída imediata do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para o Hospital DF Star. A decisão foi tomada após Bolsonaro sofrer uma queda dentro de sua cela e bater a cabeça durante a madrugada. Ao fundamentar a decisão, Moraes afirmou de forma categórica: “Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”. Os advogados de Bolsonaro, porém, sustentaram que o episódio deveria ser investigado com maior rigor. No pedido encaminhado ao STF, a defesa alegou: “O paciente sofreu queda em sua cela, com impacto craniano e suspeita de traumatismo, situação que, diante de seu histórico clínico recente, impõe risco concreto e imediato à sua saúde”. A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro também se manifestou publicamente após visitar o marido nesta terça‑feira. Em publicação nas redes sociais, demonstrou preocupação com o estado de saúde do ex‑presidente: “Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel. Como o quarto permanece fechado, ele só recebeu atendimento quando foram chamá‑lo para minha visita”. Posteriormente, o médico particular de Bolsonaro, Cláudio Birolini, avaliou o ex‑presidente e confirmou que ele apresentou um “traumatismo leve”, indicando a necessidade de realização de exames complementares. O diagnóstico preliminar após a queda foi de traumatismo cranioencefálico leve.
Impeachment e CPI avançam contra João Campos
A Câmara Municipal de Recife registrou um avanço decisivo na articulação para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) após o pedido de impeachment contra o prefeito João Campos. A CPI, liderada pelo vereador Thiago Medina, já conta com nove assinaturas, faltando apenas quatro para atingir o número necessário à sua abertura. O objetivo da comissão é apurar indícios de possível favorecimento indevido em concurso público municipal, especificamente na nomeação de um candidato em vaga destinada a pessoas com deficiência (PCD). Segundo a denúncia, o resultado do certame teria sido alterado posteriormente para incluir um segundo candidato, filho de uma procuradora, o que levanta dúvidas sobre o cumprimento dos princípios da impessoalidade, da moralidade administrativa e da isonomia. O vereador Thiago Medina, que encabeça a iniciativa, reforçou o caráter institucional da CPI e a necessidade de esclarecimento dos fatos: “A CPI que estamos encabeçando tem um objetivo muito claro. Apurar se houve favorecimento indevido na nomeação de um candidato em vagas destinadas a pessoas com deficiência (PCD) em concurso público. Não se trata de questionar condições pessoais, mas de garantir legalidade, impessoalidade e igualdade de oportunidades. Já reunimos nove assinaturas e faltam apenas quatro para que a CPI seja protocolada e possa esclarecer os fatos com total transparência.” Vereadores signatários da CPI (nove): Alef Collins Thiago Medina Felipe Alecrim Davi Muniz Eduardo Moura Gilson Machado Filho Fred Ferreira Alcides Teixeira Neto Paulo Muniz Com o avanço das adesões, a expectativa é de que as quatro assinaturas restantes sejam colhidas nos próximos dias, permitindo a instalação imediata da CPI e o início das investigações. A iniciativa, liderada por Thiago Medina (PL), reforça o papel fiscalizador do Legislativo e a defesa da transparência, da legalidade e da igualdade de oportunidades no serviço público. “A CPI é essencial para esclarecer se houve interferência ou favorecimento indevido em um concurso público. Quando surgem dúvidas sobre a lisura do processo, o Parlamento não pode se omitir. A CPI está perto de ser instalada e vai garantir transparência, apuração técnica e respeito aos princípios da legalidade e da isonomia. Concurso público tem que ser justo para todos”, concluiu Medina. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta diante da censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor, embora a censura já dure quase um ano. Outros títulos também podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam de questões relacionadas à restrição de obras e aos acontecimentos incomuns no Supremo Tribunal Federal.
Vereador e influencer Rony Gabriel expõe proposta milionária para defender o Banco Master (VEJA O VÍDEO)
O vereador e influencer Rony Gabriel lançou uma “bomba” nas suas redes sociais. Ele revelou ter recebido uma proposta milionária indecorosa para “defender” o Banco Master contra o Banco Central. Segundo o vereador, diversos influencers, tanto de direita quanto de esquerda, aceitaram a oferta. Rony ainda mostrou um contrato de confidencialidade no valor de R$ 800 mil, colocando sua própria situação financeira em risco. É um fato impactante. Assista:
Toffoli cria desastre no caso Banco Master, entra em choque com delegada da PF e tem reação de Alexandre de Moraes
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), embora não possam se manifestar publicamente sobre os depoimentos determinados pelo colega Dias Toffoli no caso Banco Master – em pleno recesso do Judiciário –, consideraram incomum a forma como o ministro, ausente de Brasília, conduziu o processo por telefone. Também apontaram como erro do relator a inversão da ordem processual: em vez de aguardar os depoimentos das partes para, caso surgissem divergências, contradições ou incongruências, ele determinou que a acareação fosse realizada imediatamente. A realização da audiência durante o recesso judicial foi outro equívoco, pois o STF costuma atuar em “plantão” apenas quando há risco de destruição de provas, continuidade delitiva ou ameaça à ordem pública. A convocação de Ailton de Aquino, diretor do Banco Central, foi considerada um desastre, já que o senhor Aquino foi inicialmente equiparado aos suspeitos das irregularidades que culminaram na dissolução do banco. Não se esclareceu, ainda, por que o processo foi levado ao Supremo, por que tramita sob forte sigilo, nem por que o ministro se recusou a atender aos pedidos da Procuradoria‑Geral da República (PGR) e do Banco Central para não realizar a acareação. É necessário esclarecer a participação do ministro Alexandre de Moraes e a entrada do Tribunal de Contas da União (TCU) na história, visto que a competência dessa entidade, constitucionalmente, é fiscalizar o uso de recursos públicos federais, julgar as contas de gestores e analisar a legalidade, legitimidade e economicidade dos atos administrativos, auxiliando o Congresso Nacional no controle externo dos órgãos federais, empresas estatais e até pessoas físicas ou jurídicas que gerenciem dinheiro da União, garantindo eficiência e resultados para a sociedade. Em outras palavras, o TCU não tem competência sobre o Banco Master, que é uma empresa privada. Especialistas em direito econômico e criminal qualificaram a atitude de Toffoli como “absurda”, “ilegal” e “prematura”, pois o ministro utilizou expedientes pouco ortodoxos como forma de ajuda ao dono do Master, recursos anteriormente empregados pela defesa do banqueiro: uma proposta de negócio imobiliário encontrada na casa de Daniel Vorcaro, na qual constava o nome de um deputado federal, com o objetivo de levar ao STF as investigações sobre as operações com títulos podres perpetradas pelo banco para obter bilhões de reais junto ao BRB, banco ao qual Vorcaro pretendia vender o Master. A imprensa nacional relata que, no mesmo dia em que Toffoli viajou a Lima na companhia do advogado de um diretor do Master, decretou sigilo completo sobre as investigações e ordenou que nada prosseguisse sem sua autorização. Além disso, criou uma acareação sem fundamento legal antes de qualquer depoimento dos envolvidos, incluindo um diretor do Banco Central que não deveria figurar em investigação nenhuma. O espanto aumentou entre os já pasmos observadores do imbróglio, pois não é normal que o Banco Central tenha de prestar satisfações a um ministro do STF ou a um ministro do TCU, acrescentando estranheza à história da liquidação do banco. A acareação foi vista pelos especialistas, pelo Banco Central e pelo setor financeiro como uma intimidação contra a instituição que selou o destino do Master. A avaliação geral indica que o ministro estaria “pescando” uma brecha que lhe permitisse anular a liquidação do banco. Mesmo após recuar, ao decidir que a Polícia Federal tomasse apenas os depoimentos em etapa anterior a eventual acareação, os erros continuaram a gerar confusão entre a delegada da PF (responsável por conduzir as perguntas) e o juiz auxiliar do gabinete de Toffoli, designado para acompanhar o processo. A delegada acreditava que sua tarefa era acarear, pois a PF não foi informada da mudança determinada pelo ministro. Diante do impasse, foi necessário ligar para Toffoli, que ordenou que a delegada fizesse algumas perguntas que ele mesmo havia preparado para os envolvidos, mas a delegada recusou a fazê‑las a menos que constasse em ata que as perguntas eram de autoria do ministro. De todos os equívocos, o maior foi o ministro assumir o papel de investigador e tentar transformar a delegada da PF em um “boneco de ventrículo” de um ministro do STF. Segundo a jornalista Mônica Bergamo, “Daniel Vorcaro não vai para a forca calado”, e ela ouviu de um ministro a seguinte afirmação: “Eu não sei se o Brasil tá preparado para saber toda a verdade sobre esse caso, mas não sei se o Brasil aguenta continuar com esse grau de corrupção”. Que República!
Ao vivo: Bolsonaro sofre queda na prisão – detalhes chocantes (veja o vídeo)
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro revelou que Jair Bolsonaro sofreu uma queda. Carlos Bolsonaro relatou ter encontrado o pai com hematoma no rosto e os pés sangrando durante visita à Superintendência da PF em Brasília, onde o ex‑presidente está preso. O que realmente aconteceu com o ex‑presidente? O candidato à presidência Flávio Bolsonaro planeja uma agenda internacional, buscando abrir diálogos com os Estados Unidos. Um encontro com Donald Trump não está descartado. Para comentar os assuntos, o JCO recebeu a advogada Ana Paula Rocha, o advogado Wellington dos Santos e o analista político Fabio Rodrigues. Assista, compartilhe e apoie o jornalismo independente do Jornal da Cidade Online. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura do ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro afirmou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, mas a censura permanece há quase um ano. Atualmente, muitos outros livros podem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e de acontecimentos incomuns no STF.
MORAES RECUSA TRANSFERÊNCIA DE BOLSONARO AO HOSPITAL APÓS QUEDA NA CELA
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu negar a solicitação da defesa para que o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) fosse novamente levado ao Hospital DF Star, em Brasília. A decisão ocorreu depois que Bolsonaro sofreu uma queda dentro de sua cela na Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena, e bateu a cabeça. Segundo informações da Polícia Federal, o primeiro atendimento médico não identificou gravidade que justificasse a remoção hospitalar imediata. Diante dessa avaliação inicial, a defesa acionou o STF para pedir a transferência do ex‑presidente, mas o pedido foi rejeitado poucas horas depois. Na decisão, Moraes afirmou: “Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”. Apesar da negativa, o ministro determinou providências adicionais para o acompanhamento do caso. Entre as medidas, Moraes ordenou que fosse anexado aos autos o laudo médico elaborado pela Polícia Federal após o atendimento prestado a Bolsonaro. Além disso, solicitou que a defesa indique quais exames considera necessários, a fim de avaliar a possibilidade de realização dentro do próprio sistema penitenciário. Segundo o médico que acompanhou Bolsonaro, o ex‑presidente sofreu um traumatismo craniano leve. A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados continua, segundo a defesa. Tudo isso está documentado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, que já se tornou best‑seller no Brasil. O livro, apresentado como um “documento”, reúne relatos sobre supostas manobras do “sistema” para trazer o ex‑presidiário Lula de volta ao poder, além de episódios de eleições, prisões, mídia, censura, perseguição e manipulação. Segundo os autores, a obra está sob risco de censura e pode deixar de estar disponível ao público.
Horas se passaram e Bolsonaro ainda não tem autorização para ir ao hospital
Carlos Bolsonaro publicou que, conforme combinado, sua visita ao pai deveria ocorrer depois da de Michelle. Ao chegar à Polícia Federal, constatou que Michelle ainda não havia entrado, pois médicos estavam avaliando a queda de Jair Bolsonaro. Ao avistar o presidente, notou um hematoma no rosto e sangramento nos pés. Quando questionou o ocorrido, Jair, visivelmente atordoado, mudou de assunto. Em conversa posterior com Michelle Bolsonaro, ela demonstrou grande apreensão. Segundo ela, o presidente teria caído durante a madrugada, possivelmente após um pesadelo, mas não soube informar o horário nem as circunstâncias exatas. A polícia só percebeu a queda pela manhã, ao destrancar a porta do quarto e encontrar Jair atordoado. Diante desse relato, foram solicitadas avaliações médicas, que foram realizadas. Agora, informaram que o presidente só poderá ser encaminhado ao hospital se os advogados protocolarem uma petição ao Supremo Tribunal Federal. Já se passaram várias horas e a família permanece angustiada, aguardando a liberação para exames. Relatórios estão sendo preparados para medidas posteriores, visando à preservação da vida de Jair Bolsonaro, que também sofre de labirintite. A situação se complica porque um fisioterapeuta foi impedido, por duas vezes, de atender o presidente na prisão, o que poderia ter ajudado no tratamento da condição. Michelle está em contato com os responsáveis e Carlos a acompanha, aguardando a possível liberação do pai para exames, caso ele ainda esteja vivo. Eles esperam há cerca de duas horas no hospital. O ministro Alexandre de Moraes proibiu a venda do livro “Diário da cadeia”. A medida gerou revolta na Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH), que denunciou a censura. Moraes alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura já dure quase um ano. Outros títulos podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam diretamente da censura e de acontecimentos incomuns no STF.
Banco Central contesta decisão monocrática de ministro e recorre ao TCU
O Banco Central do Brasil manifestou forte oposição e decidiu interpor recurso ao Tribunal de Contas da União (TCU) contra a autorização de uma inspeção relacionada a documentos do chamado caso Master, concedida por despacho individual do ministro Jhonatan de Jesus. A autarquia sustenta que a questão deve ser apreciada de forma colegiada, no âmbito da Primeira Câmara do TCU, e não por meio de decisão monocrática. No recurso apresentado, o BC argumenta que a medida determinada pelo ministro não possui respaldo em deliberação formal da Primeira Câmara, órgão responsável por esse tipo de procedimento. Para a autoridade monetária, a ausência de tal indicação compromete a regularidade do ato e precisa ser esclarecida antes de qualquer avanço da inspeção. O Banco Central enfatiza que, ao analisar a decisão impugnada, não há referência explícita a manifestação coletiva dos ministros que integram o colegiado. Esse ponto, segundo o órgão, é central para garantir segurança jurídica e respeito às normas internas do próprio TCU. “Tendo em vista que não há, na decisão monocrática proferida por Vossa Excelência, indicação de deliberação da Primeira Câmara do TCU determinando a realização de inspeção no BCB, serve‑se esta Autarquia dos presentes embargos de declaração para solicitar que tal omissão seja sanada”, afirmou o BC no documento encaminhado à Corte de Contas. A Primeira Câmara do Tribunal de Contas da União é composta pelos ministros Benjamin Zymler, Bruno Dantas, Jhonatan de Jesus, Augusto Sherman Cavalcanti, Weder de Oliveira e Walton Alencar Rodrigues, que exerce a presidência do colegiado. O Banco Central avalia que uma decisão com esse grau de impacto institucional deveria, necessariamente, passar pela análise conjunta desses integrantes. Nos bastidores, a leitura feita pelo BC indica que a atuação do TCU estaria inserida em um contexto de pressão política relacionada à liquidação do Master. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou protesto contra a censura do ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro alegue que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, a censura permanece há quase um ano, sem esclarecimentos adicionais. Segundo o texto, outros títulos também estariam sob risco de censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da própria censura e de episódios estranhos no STF.
Empresário e ex-CEO da Hurb é preso no aeroporto de Jericoacoara com documento falsificado
João Ricardo Mendes, fundador e ex‑CEO da Hurb, foi detido na noite de segunda‑feira (5) no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no litoral do Ceará. As autoridades relataram que ele tentava embarcar em um voo com destino a Guarulhos, em São Paulo, portando um documento de identidade falsificado e com a tornozeleira eletrônica descarregada. A Secretaria da Segurança Pública do Ceará informou que a ocorrência teve início quando funcionários da companhia aérea e da segurança do aeroporto perceberam inconsistências na documentação apresentada durante o processo de embarque. Diante da suspeita, a Polícia Militar foi acionada para averiguar a situação. No local, os agentes constataram que o passageiro utilizava um documento irregular e que a tornozeleira eletrônica estava sem carga no momento da abordagem. “No local, durante a verificação da documentação apresentada, a equipe constatou que o documento de identidade era falso. Diante da confirmação da irregularidade, foi dada voz de prisão ao suspeito, que se encontrava utilizando tornozeleira eletrônica, a qual estava descarregada no momento da abordagem”, informou a Secretaria da Segurança. Após a prisão, João Ricardo Mendes foi encaminhado à Delegacia Regional de Acaraú, onde foi instaurado inquérito policial. Ele foi autuado com base no artigo 304 do Código Penal, que trata do uso de documento falso. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou forte protesto contra a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor da obra. A censura, que já dura quase um ano, levanta dúvidas sobre os reais motivos da supressão. Outros títulos também parecem estar na mira das autoridades. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a própria censura e episódios controversos envolvendo o Supremo Tribunal Federal.