O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou nota oficial informando que determinou ao Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM‑DF) a abertura de sindicância para apurar a condução do atendimento médico prestado ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, que sofreu queda e bateu a cabeça na Superintendência da Polícia Federal, onde cumpre pena. Segundo o comunicado, foram recebidas denúncias formais questionando se foi garantida assistência médica adequada ao paciente. “O recebimento formal de denúncias protocoladas no CFM expressa inquietação quanto à garantia de assistência médica adequada ao paciente”, afirma a entidade. Em outro trecho, o conselho ressalta que “declarações públicas de relatos sobre intercorrências clínicas causam extrema preocupação à sociedade brasileira”. Na avaliação do CFM, o quadro clínico relatado requer atenção especial. A entidade destaca que “crises agudas de características diversas, episódio de trauma decorrente de queda, histórico clínico de alta complexidade, sucessivas intervenções cirúrgicas abdominais, soluços intratáveis e outras comorbidades em paciente idoso demandam um protocolo de monitoramento contínuo e imediato”. O conselho também enfatiza que a decisão sobre o atendimento deve respeitar a autonomia do médico responsável pelo acompanhamento do ex‑presidente. De acordo com o CFM, essa autonomia deve ser soberana na definição da conduta médica, “não podendo sofrer qualquer influência, por possuir presunção de verdade”. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta diante da censura do ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar da afirmação do ministro de que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, a censura persiste há quase um ano. Atualmente, diversos outros livros parecem estar na mira da censão. Entre eles, destacam‑se “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e dos acontecimentos incomuns no Supremo Tribunal Federal. Para adquirir os títulos enquanto ainda é possível, basta clicar no link abaixo: https://conteudoconservador.news/stf/. Vale a pena o investimento!
URGENTE: CFM exige sindicância sobre a assistência médica a Bolsonaro
O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou, nesta terça‑feira (7), Nota à Sociedade na qual se manifesta sobre a condição de saúde do ex‑presidente da República Jair Messias Bolsonaro. No documento, a autarquia informa ter recebido denúncias formais que expressam preocupação quanto à garantia de assistência médica adequada ao paciente. Segundo o Conselho, declarações públicas e relatos de intercorrências clínicas recentes suscitaram inquietação na sociedade brasileira, especialmente diante do histórico de saúde do ex‑presidente. Entre os pontos destacados estão episódios de crises agudas de diferentes naturezas, trauma decorrente de queda, sucessivas intervenções cirúrgicas abdominais, soluços intratáveis e outras comorbidades associadas ao paciente idoso. De acordo com o CFM, esse conjunto de fatores demanda monitoramento contínuo e imediato, com a garantia de assistência médica adequada, envolvendo múltiplas especialidades, inclusive em situações de urgência e emergência, sob responsabilidade do Estado brasileiro. Na nota, o Conselho reforça ainda que a autonomia do médico assistente é soberana na definição da conduta terapêutica, não podendo sofrer qualquer tipo de interferência externa, por se tratar de ato profissional que goza de presunção de verdade e respaldo ético e legal. Providências adotadas – Em conformidade com a legislação vigente e com o Código de Processo Ético‑Profissional, o CFM determinou ao Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM‑DF) a imediata instauração de sindicância para apuração dos fatos relacionados às denúncias recebidas. O Conselho Federal de Medicina reafirma, por meio da nota, seu compromisso institucional com a defesa da boa prática médica, da ética profissional e da segurança do paciente, ressaltando que acompanhará o caso dentro dos limites de suas atribuições legais. Leia a nota na íntegra abaixo ou CLIQUE AQUI! A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim! Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer! Querem tirar a vida dele e esconder o que realmente aconteceu em 2022… Porém, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.
EUA interceptam navio russo ligado à Venezuela por violar sanções
Os Estados Unidos apreenderam petroleiros que tentaram romper o bloqueio naval imposto às exportações energéticas da Venezuela, em uma operação que se estendeu ao Atlântico e ao Caribe. Entre os alvos está o navio Bella 1, registrado sob bandeira russa, interceptado após cerca de duas semanas de monitoramento, e o M/T Sophia, capturado sem resistência em águas caribenhas. Segundo autoridades norte‑americanas, o Bella 1 seguia em direção à Rússia quando foi abordado. A tripulação não ofereceu resistência nem apresentou comportamento hostil. Em comunicado divulgado na rede social X, o Comando Europeu das Forças Armadas dos Estados Unidos informou que a apreensão foi conduzida de forma conjunta pelos Departamentos de Justiça, Segurança Nacional e Defesa, em razão do descumprimento das sanções impostas por Washington. A operação ocorreu depois que o petroleiro conseguiu, inicialmente, burlar o bloqueio marítimo aplicado a embarcações sancionadas e ignorou tentativas de abordagem da Guarda Costeira dos EUA. A interceptação foi realizada com apoio direto das Forças Armadas norte‑americanas, após o navio ser acompanhado por dias no Atlântico Norte. Fontes ouvidas pela imprensa dos Estados Unidos relataram que embarcações militares russas, incluindo um submarino, estariam na região no momento da ação. No entanto, uma fonte que falou sob condição de anonimato ao *The New York Times* afirmou que não houve qualquer reação ou confronto. Posteriormente, dois funcionários americanos declararam que não havia navios russos próximos ao Bella 1 no instante da abordagem, afastando o risco de um incidente entre forças rivais. O petroleiro, que passou a ser identificado como Marinera e continua sob bandeira russa, tornou‑se um dos principais alvos da Guarda Costeira desde o início da ofensiva do presidente Donald Trump contra o regime venezuelano. Até o momento, o governo russo não se pronunciou oficialmente sobre o episódio. Veja:
Moraes impõe 15 dias de prazo a Malafaia
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, concedeu prazo de 15 dias para que o pastor Silas Malafaia apresente defesa em denúncia de calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva. A determinação foi tomada ainda durante o recesso do Judiciário e refere‑se a declarações feitas pelo líder religioso em manifestação realizada no ano passado. A denúncia foi formalizada pelo procurador‑geral da República, Paulo Gonet, em 18 de dezembro, às vésperas do início do recesso judicial. O procedimento teve origem em representação apresentada pelo próprio comandante do Exército, que alegou ter sido atingido por falas de Malafaia durante ato político em São Paulo. O episódio ocorreu em abril do ano passado, durante manifestação bolsonarista na avenida Paulista. Do alto de um carro de som, o pastor dirigiu críticas ao Alto Comando do Exército, sem mencionar nomes específicos. Na ocasião, declarou: “Cadê esses generais de quatro estrelas, do Alto Comando do Exército? Cambada de frouxos, cambada de covardes, cambada de omissos. Vocês não honram a farda que vestem. Não é para dar golpe, não, é para marcar posição”. Segundo Paulo Gonet, as declarações de Malafaia atingiram a honra e o decoro dos generais que integram o Alto Comando, inclusive o comandante da força. O procurador‑geral sustenta ainda que o pastor teria atribuído falsamente aos militares o crime de prevaricação e ampliado o alcance das ofensas ao divulgar o discurso nas redes sociais, em publicação que ultrapassou 300 mil visualizações. No dia 20 de dezembro, Alexandre de Moraes determinou a notificação do pastor e fixou o prazo para apresentação da defesa. Malafaia recebeu a intimação oficialmente em 23 de dezembro. Durante o período de recesso e férias coletivas do STF, que se estende até o fim de janeiro, apenas casos considerados urgentes podem ser apreciados pelo presidente da Corte, Edson Fachin, ou pelo vice‑presidente, o próprio Moraes. Gonet justificou o envio do processo ao gabinete de Moraes alegando “estrita conexão entre as condutas denunciadas” e as investigações em curso nos inquéritos das fake news e das chamadas milícias digitais. Essa vinculação, contudo, é contestada pela defesa do pastor. Malafaia afirma que não possui prerrogativa de foro e, por isso, entende que o caso deveria tramitar na primeira instância. “Eu não tenho prerrogativa de função, que me mandasse, então, para a primeira instância”, disse à reportagem. Ele também nega ter ofendido diretamente o comandante do Exército. “A minha fala não cita o nome de ninguém. Eu não citei o nome do comandante do Exército”, argumenta. “O que tem a ver uma expressão de opinião em uma manifestação com fake news e milícia digital? Isso se chama liberdade de expressão, que Alexandre de Moraes transformou em crime de opinião com esse inquérito imoral e ilegal de fake news. Isso é perseguição política, é conluio”, conclui. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor, mas a censura permanece há quase um ano. Outros títulos também podem estar sob ameaça, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que abordam a censura e os acontecimentos no STF.
Direitos humanos permanecem em silêncio sobre a queda de Bolsonaro e a negativa de Moraes (VEJA O VÍDEO)
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de negar o pedido para que o ex‑presidente Jair Bolsonaro fosse encaminhado a um hospital após sofrer uma queda dentro da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, provocou forte reação política e social. Aos 70 anos, Bolsonaro bateu a cabeça dentro da cela, e a defesa alertou para riscos neurológicos e a necessidade de exames mais aprofundados. Mesmo diante do pedido para transferência imediata ao Hospital DF Star, Moraes entendeu que não havia comprovação de urgência médica, com base em laudos preliminares da Polícia Federal, que apontaram ferimentos leves. O ministro também determinou a apresentação dos laudos médicos completos do atendimento prestado. Aliados e familiares classificaram a decisão como desumana, considerando a idade, o histórico de saúde do ex‑presidente e os riscos associados a uma queda. A defesa sustenta que exames de imagem são indispensáveis e que o ambiente prisional não oferece estrutura adequada para avaliação completa. O episódio reacende o debate sobre direitos humanos, proporcionalidade e tratamento dado a presos de alta exposição pública, enquanto cresce o questionamento sobre o silêncio de entidades que tradicionalmente se manifestam em casos envolvendo condições de custódia e saúde de detentos.
Nova revelação sobre Eliza Samudio e o suposto motivo do passaporte encontrado em Portugal
A recente localização de um passaporte de Eliza Samudio em Portugal trouxe novamente à tona episódios pouco esclarecidos da trajetória da modelo, assassinada em um crime que abalou o Brasil em 2010. O documento, que teria recebido o último carimbo em 2007 e não apresenta registro formal de saída, gerou questionamentos sobre sua autenticidade e sobre os deslocamentos internacionais realizados por ela naquele período. De acordo com informações divulgadas pelo jornal Extra, Eliza teria ido à Europa em três ocasiões distintas com o objetivo de assistir a partidas de Cristiano Ronaldo, com quem, segundo o próprio relato da modelo, manteve um breve envolvimento. A primeira entrada em Lisboa teria ocorrido em 1º de maio de 2007, utilizando um passaporte emitido no ano anterior em um posto da Polícia Federal localizado em São Paulo. Em entrevista concedida ao jornal em 2009, Eliza afirmou que a viagem tinha como propósito conhecer o jogador português. “Foram só uns beijinhos”, disse Eliza à época, ao apresentar também uma fotografia ao lado de Cristiano Ronaldo, registrada em maio de 2007, poucos dias depois de sua chegada a Portugal. “Ao contrário do que as pessoas dizem, ele é educado, simples e muito gente boa. A gente se fala por mensagem”, acrescentou a atriz, mantendo exatamente o teor das declarações já conhecidas. Ainda segundo a mesma publicação, a modelo teria retornado a estádios europeus ao menos outras duas vezes entre 2008 e o início de 2009. Naquele momento, Cristiano Ronaldo vivia o auge de sua passagem pelo Manchester United e frequentemente era associado a diferentes modelos, entre elas, Eliza Samudio.
Michelle diz que só a PGR pode salvar Bolsonaro, enquanto critica Moraes
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro (PL) fez críticas públicas, nesta terça‑feira, 6, à condução do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em relação à situação do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), que permanece sob custódia da Polícia Federal. Segundo ela, o estado de saúde e a própria vida do marido estariam agora condicionados à atuação da Procuradoria‑Geral da República (PGR), sob comando de Paulo Gonet. Neste momento, somente ele pode salvar a vida de Bolsonaro. A manifestação ocorreu após Moraes negar um pedido da defesa para que Bolsonaro fosse encaminhado a um hospital com o objetivo de realizar exames médicos. Na decisão, o ministro destacou que não havia indicação clínica que justificasse a necessidade de atendimento hospitalar emergencial, com base em relatório elaborado pela equipe médica da Polícia Federal. Ao deixar a Superintendência da PF, em Brasília, Michelle relatou que um novo requerimento havia sido apresentado enquanto ela aguardava no hospital. “Nós fizemos novamente (o pedido de exames), estava no hospital aguardando ele. Nós ficamos quase três horas no estacionamento (do hospital), retornamos para cá (Polícia Federal) e vimos que ele (Alexandre de Moraes) encaminhou essa petição para a PGR. Então a saúde e a vida do meu marido estão nas mãos da PGR”, declarou. “A gente não sabe por quanto tempo ele esteve desacordado e ele não sabe explicar. Então a gente não sabe o que está acontecendo. A PF não tem autonomia para tirar uma pessoa que sofreu um acidente, que bateu com a cabeça em um móvel, não tem autonomia, a gente está esperando o excelentíssimo ministro Alexandre de Moraes liberar”, afirmou. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder — já que a censura persiste por quase um ano. Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.
Luana Piovani critica a operação dos EUA contra Maduro e desperta controvérsia
A atriz Luana Piovani usou as redes sociais para comentar a operação dos Estados Unidos que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. “Acabei de saber que o Trump sequestrou o Maduro. Vocês viram as explosões? Como é que um presidente sequestra outro?” Embora declare rejeitar o regime chavista, a atriz afirmou que não concorda com a iniciativa norte‑americana. “Eu detesto o Maduro, mas você não vai na casa dos outros e mata o dono da casa. Não matou, mas é o que ele está querendo fazer.” Piovani disse nunca ter imaginado assistir a um episódio desse tipo: “Eu ouvi falar das guerras, conheço as histórias, mas estou imaginando a cena do exército americano entrando na Venezuela e levando o Maduro.”
Moraes autoriza, finalmente, ida de Bolsonaro ao hospital
Mais de 24 horas. Esse foi o tempo que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, demorou para autorizar que o ex‑presidente Jair Bolsonaro fosse ao Hospital DF Star para realizar exames, depois de sofrer uma queda na prisão. Bolsonaro sofreu um traumatismo craniano e as consequências podem ser graves. É inacreditável o que está acontecendo no país. Moraes proíbe venda de livro, causa revolta na OEA e loja decide “queimar” o estoque antes que seja tarde. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que o ex‑parlamentar Eduardo Cunha seria o autor da publicação, mas a censura permanece quase um ano sem esclarecimento. Outros títulos podem estar sob risco de censura. Dois exemplos claros são os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam exatamente da censura e dos acontecimentos incomuns no STF.
Bolsonaro apresenta novos sintomas após queda, mesmo com transferência proibida
O médico que atendeu Jair Bolsonaro concedeu entrevista. Segundo ele, o ex‑presidente apresenta apatia, tontura e queda da pálpebra esquerda: “Fiz uma última avaliação no presidente e ele estava um pouco apático, com uma leve queda na pálpebra esquerda e com sinal de tontura.” Novos sintomas estão surgindo. Mesmo assim, Alexandre de Moraes proibiu a transferência ao hospital.