A jornalista Daniela Lima não esconde mais sua militância. Ao vivo, ela ridicularizou a suposta queda de Jair Bolsonaro dentro da prisão, questionando: “Dona Carla, quem caiu da cama? Quem caiu da cama e teve um traumatismo craniano leve?” Veja: A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados, segundo a jornalista, não tem fim. Ela afirma que há quem queira tirar a vida dele e ocultar o que realmente aconteceu em 2022. Todo esse cenário estaria documentado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, um best‑seller no Brasil. O livro, que a própria autora define como um “documento”, teria se transformado em um arquivo histórico. Nele são descritas as manobras do “sistema” para devolver o ex‑presidiário Lula ao poder, os acontecimentos que desencadearam a perseguição contra Bolsonaro e as supostas tramas da esquerda, incluindo eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e outros fatos. Segundo a matéria, a obra está na mira da censura e não se sabe até quando permanecerá à disposição do povo brasileiro. O próprio Jair Bolsonaro já conhece o livro:
Supremo da Venezuela nomeia Delcy Rodríguez, mas a decisão vem dos EUA
Em decisão divulgada no sábado, o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela determinou que a vice‑presidente Delcy Rodríguez assuma interinamente as atribuições de Nicolás Maduro, detido pelos Estados Unidos depois de um ataque aéreo a Caracas. Segundo a ordem judicial, Rodríguez passa a exercer “o cargo de Presidente da República Bolivariana da Venezuela, a fim de garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da Nação”. O tribunal justificou a medida como necessária diante da ausência forçada do chefe do Executivo. O Supremo acrescentou que ainda analisará o caso com mais profundidade para “determinar o quadro jurídico aplicável para garantir a continuidade do Estado, a administração do governo e a defesa da soberania face à ausência forçada do Presidente da República”. A corte indicou que novas decisões podem ser tomadas nos próximos dias. Pouco depois da captura de Maduro, Delcy Rodríguez reuniu ministros e fez um apelo direto à população venezuelana para resistir ao que classificou como uma intervenção norte‑americana nos assuntos internos do país. A convocação ocorreu em meio a um clima de forte tensão política e militar. Em pronunciamento transmitido pela televisão estatal, a vice‑presidente pediu tranquilidade e declarou que a Venezuela “nunca será colônia de nenhuma nação”. Ela reforçou que Nicolás Maduro continua sendo o legítimo chefe de Estado e descreveu sua detenção como um “sequestro” promovido pelos Estados Unidos. Entretanto, a nova presidente já começou a baixar o tom e a acatar os posicionamentos dos EUA. Os próximos dias serão decisivos.
Cortes internacionais serão acionadas pela grave condição de Bolsonaro
O advogado de Jair Bolsonaro, Paulo Cunha Bueno, declarou que pretende acionar “Cortes Internacionais” e expôs a situação do presidente. O Presidente Bolsonaro, durante esta madrugada, sofreu uma queda que lhe causou um traumatismo craniano que, apesar de aparentemente leve, exige, segundo seu corpo médico, a realização de exames mais aprofundados (tomografia, ressonância magnética do crânio e eletroencefalograma). Esses exames seriam feitos no Hospital DFStar, em Brasília, nosocômio onde o presidente já esteve internado diversas vezes, sob vigilância da Polícia Federal e sem qualquer indício de tentativa de fuga. Um trauma no crânio – o que requer conhecimento médico para compreender – demanda investigação laboratorial, não sendo prudente limitar a investigação à esfera clínica nas dependências da Polícia Federal. Negar a internação do Presidente Bolsonaro – septuagenário com conhecidos problemas de saúde (bem mais graves que aqueles que garantiram ao ex‑presidente Collor de Mello a prisão domiciliar, onde se encontra atualmente) – constitui medida que viola direitos fundamentais do cidadão, que, além disso, é idoso e, portanto, tem direito a cuidados mais cuidadosos. A defesa está adotando as medidas legais cabíveis e não se intimidará diante de um Estado que fere, de forma grave, o princípio da dignidade da pessoa humana, tão caro ao direito ocidental e reconhecido pelas Cortes Internacionais. Vale ressaltar que a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou recentemente sua indignação com a censura, promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro alegue que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, a censura permanece há quase um ano, sem explicação clara. Outros títulos também parecem estar sob risco de censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da censura e dos acontecimentos incomuns no STF.
A queda iminente da ditadura iraniana e suas repercussões globais
Desde a última semana de dezembro, os protestos populares contra a ditadura teocrática iraniana têm tomado as ruas das principais cidades em todo o país. Na cidade de Kouhdasht, o xerife local (uma espécie de delegado seccional) foi morto por populares sem que houvesse qualquer represália por parte do regime – antes, uma simples ofensa a um membro do governo, feita por um civil, poderia resultar em prisão perpétua ou até pena de morte. Outros membros das Forças de Segurança foram severamente agredidos no mesmo incidente. Confrontos também foram relatados pela BBC‑Persa nas províncias de Hamedan e Lorestan, ao sul do país. Nessas localidades, a polícia abriu fogo contra a população desarmada, revelando o completo desespero do que resta do regime iraniano, já que praticamente toda a liderança militar foi eliminada pelos ataques israelenses em junho do ano passado. Na cidade de Fulad Shahr, um quartel da temida Guarda Revolucionária foi incendiado por populares. Já a cidade de Hamadon, próxima à capital Teerã, foi totalmente tomada pelos civis; prefeitos, policiais e legisladores municipais abandonaram o município. Em alguns vídeos é possível ver policiais – uma espécie de tropa de choque – assistindo à revolta de forma inerte, desorientados e incapazes de reagir à fúria da população. Segundo a TousiTV, maior canal de oposição iraniana no YouTube, no município de Hamadã, no centro‑oeste do país, a população descobriu uma prisão secreta destinada a prisioneiros políticos. A turba invadiu o local, libertou os detidos e ateou fogo nas instalações. IMPLICAÇÕES NO MUNDO MUÇULMANO O Irã não é apenas mais uma nação muçulmana; tornou‑se o epicentro do radicalismo islâmico desde 1979, quando os Aitolás derrubaram o regime do Xá Reza Pahlavi. A ditadura teocrática iraniana financia e orienta praticamente todos os grupos terroristas do mundo, do Iêmen à Venezuela, da Nigéria à Austrália. Os iranianos não buscam apenas derrubar o regime; almejam o fim do monopólio islâmico no país, o retorno da cultura persa e o fim da influência árabe. Desde o império persa, no século V a.C., a região tem tradição politeísta e ecumênica. O Irã sempre foi um país cosmopolita, aberto à interação e ao respeito com outras culturas. Com a queda do regime do Aitola Khamenei, grupos terroristas como Hamas, Boko‑haram, Al‑Qaeda, Hezbolá, Estado Islâmico e Houthis perderão seu principal financiador, o que os tornará vulneráveis às forças de segurança dos respectivos países onde atuam. Notícias recentes indicam que dezenas de líderes da ditadura iraniana já estão em fuga ou planejam escapar do país. Informações dos serviços de inteligência apontam que seus destinos preferenciais são: Emirados Árabes, Rússia e… Brasil. Só faltava essa.
Carlos Bolsonaro ora: “Que meu pai não tenha complicações após o acidente na Superintendência da PF”
Carlos Bolsonaro divulgou a cronologia dos acontecimentos ocorridos hoje, relativos ao acidente de seu pai, Jair Bolsonaro, na Superintendência da Polícia Federal. Ele afirmou: “20h35 – ainda na Superintendência da Polícia Federal e sem posicionamento de nenhum órgão responsável ou de instituições frente a mais este absurdo. Que meu pai não tenha complicações. É só o que peço a Deus! Não há mais nada a pedir…”. Cronologia dos fatos de hoje – alegações jurídicas de Alexandre de Moraes para negar a medida domiciliar humanitária 09h00 – Michelle tenta entrar para a visita e é informada de que precisaria aguardar, sem explicação do motivo. 09h30 – Michelle toma conhecimento de que o presidente havia sofrido um acidente ao ver médicos passando à sua frente. 09h40 – Chego para a visita e sou informado dos fatos. 10h00 – Michelle consegue entrar para a visita. 10h30 – Michelle sai da visita. 10h40 – Michelle retorna acompanhada do médico pessoal do presidente para conversar com os peritos. 11h00 – Eu entro para a visita e permaneço pelos meus 30 minutos regulamentares. 11h40 – É solicitado atendimento médico especializado. Foi informado que não haveria necessidade de petição para a ida ao hospital, diante das circunstâncias. 12h00 – Somos informados de que o presidente só poderia ir ao hospital mediante autorização do STF, por meio de petição dos advogados. 14h08 – Protocolo da petição realizado. 15h08 – Permanecemos na garagem do hospital aguardando possível liberação para a chegada do presidente. 15h10 – “Notem há quanto tempo todos estamos aguardando, que horas ele chegará, se for liberado”. 18h38 – Voltamos à Superintendência da PF após mais de quatro horas na garagem do hospital. Já se passaram mais de dez horas desde a queda do presidente Jair Bolsonaro. Ele ainda não sabe exatamente como nem quando o acidente ocorreu, mas todos têm plena noção da gravidade da situação. O mais absurdo é que não há maiores detalhes, pois a avaliação médica completa ainda não foi autorizada. Conclusão – enquanto isso Ao analisar pedidos de internação/medida humanitária e ao autorizar procedimentos médicos sem conceder prisão domiciliar, o ministro Alexandre de Moraes sustentou que a custódia de Jair Bolsonaro na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, não representaria risco à sua integridade física, porque: a unidade da Polícia Federal está localizada muito próxima ao hospital privado onde o custodiado costuma receber atendimento médico; essa proximidade geográfica permitiria rápido deslocamento em caso de emergência, reduzindo eventuais riscos à saúde; por essa razão, não haveria necessidade de alteração do regime de custódia ou concessão de medida mais ampla, já que o atendimento médico poderia ser realizado mediante autorização judicial específica. Em síntese, o argumento central foi que a curta distância entre a Polícia Federal e o hospital garantiria segurança médica suficiente, afastando, naquele momento, a urgência de uma medida humanitária mais extensa. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro alegar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, a censura persiste há quase um ano, levantando suspeitas sobre outras obras que possam estar sob risco. Entre os títulos que, segundo a CIDH, podem estar na mira da censura, estão “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da censura e de acontecimentos incomuns no STF.
Trump afirma que “dancinha” de Maduro foi a gota d’água para captura (veja o vídeo)
Informações provenientes dos Estados Unidos revelam qual foi a “gota d’água” que levou o presidente Donald Trump a decidir capturar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. Segundo fontes, o motivo foi uma “dancinha” que o líder venezuelano fez para zombar de Trump. O próprio Trump chegou a mencionar esse episódio em entrevista recente. Veja: Em outra entrevista, Trump reiterou que a provocação de Maduro foi decisiva. Veja: