O empresário Fabio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha, afirma não conhecer o conteúdo da encomenda enviada pelo “Careca do INSS” para sua residência. O advogado Marco Aurélio de Carvalho, líder do grupo Prerrogativas, prestou esclarecimentos em nome de Lulinha. “Ele [Lulinha] desconhece, até porque ele próprio não é o destinatário”, disse. O destinatário da encomenda é a esposa de Lulinha, Renata Moreira. Mensagens obtidas pela Polícia Federal indicam que, em 6 de outubro de 2024, o “Careca do INSS” instruiu um funcionário a entregar um “medicamento” em um prédio residencial na rua Juriti, especificando que a entrega fosse feita em nome de Renata Moreira. O advogado também afirmou que “existe um esforço pirotécnico em tentar envolver Lulinha nas investigações”. Segundo ele, esse esforço seria uma tentativa de desviar evidências que apontam para ligações entre Lulinha e o “Careca”.
PF revela que Careca do INSS enviou encomenda suspeita para apartamento de Lulinha
Tudo só piora e as implicações de Lulinha com o escândalo do INSS ficam cada vez mais evidentes. As provas são gritantes. A Polícia Federal constatou que o indivíduo conhecido como “Careca do INSS” enviou uma encomenda para um apartamento de alto padrão onde residia Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”. A constatação ocorreu em 6 de outubro de 2024, quando o Careca encaminhou a um funcionário um print de conversa contendo o endereço de um prédio em Moema, São Paulo. De acordo com documentos obtidos pela PF, a encomenda, descrita como “medicamento”, teria sido destinada a Renata Moreira, esposa de Lulinha. O imóvel está registrado em nome do empresário Jonas Suassuna, antigo sócio do filho de Lula. Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Lulinha, negou qualquer envolvimento do cliente no caso. “Ele [Lulinha] desconhece, até porque ele próprio não é o destinatário”, afirmou o defensor, acrescentando que “existe um esforço pirotécnico em tentar envolvê‑lo nas investigações”. Na prática, o referido “esforço pirotécnico” seria uma tentativa de desviar a atenção das evidências cada vez mais robustas que ligam Lulinha ao Careca. A PF segue investigando a possibilidade de Lulinha ser sócio oculto do Careca. O nome do filho de Lula já aparece em, pelo menos, três conjuntos de dados obtidos após a quebra de sigilo de investigados ligados ao Careca. O “Careca do INSS” está preso desde setembro de 2025, sob acusação de liderar fraudes previdenciárias. Em materiais apreendidos, a polícia encontrou menções ao filho de Lula, fato já comunicado ao Supremo Tribunal Federal.
PF identifica entrega de encomenda do “Careca do INSS” ao apartamento de Lulinha
As implicações de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, no escândalo envolvendo o INSS ficam cada vez mais evidentes. As provas são contundentes. A Polícia Federal constatou que o indivíduo popularmente chamado de “Careca do INSS” enviou uma encomenda para um apartamento de alto padrão onde residia Lulinha. A determinação foi feita em 6 de outubro de 2024, quando o Careca enviou a um funcionário o registro de uma conversa contendo o endereço de um prédio em Moema, São Paulo. Conforme documentos obtidos pela PF, a encomenda, descrita como “medicamento”, teria sido destinada a Renata Moreira, esposa de Lulinha. O imóvel está formalmente registrado em nome do empresário Jonas Suassuna, ex‑sócio do filho de Lula. Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Lulinha, negou qualquer envolvimento de seu cliente no caso. “Ele [Lulinha] desconhece, até porque ele próprio não é o destinatário”, afirmou o defensor. Carvalho acrescentou que “existe um esforço pirotécnico em tentar envolvê‑lo” nas investigações. A PF investiga a possibilidade de Lulinha ser sócio oculto do Careca. O nome do filho de Lula já aparece em, pelo menos, três conjuntos de dados obtidos após quebra de sigilo de investigados ligados ao Careca. O “Careca do INSS” está preso desde setembro de 2025, sob suspeita de liderar fraudes previdenciárias. Em materiais apreendidos, a PF encontrou menções a Lulinha, fato já comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF). Lula tentou esconder a situação, mas as investigações revelam sua verdadeira face. Detalhes e revelações sobre o passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”.
BMW da esposa do ministro do TCU, envolvido no caso Master, é apreendido ao lado do “Careca do INSS”
O ministro Jhonathan de Jesus, que tenta reverter a liquidação do Banco Master, teve seu nome citado na suposta farra de descontos indevidos do INSS. Um dos carros de luxo apreendidos pela Polícia Federal (PF) com o “Careca do INSS”, durante a operação contra descontos indevidos sobre aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no fim de abril de 2025, estava registrado em nome da esposa do ministro. O BMW X1 branco, avaliado em R$ 350 mil, foi encontrado na residência do filho de um lobista, em Brasília, quando a PF cumpriu mais de 200 mandados de busca e apreensão na Operação Sem Desconto. O fato em si não prova nada contra o ministro, mas é, sem dúvida, intrigante e abre espaço para inúmeras teorias e elucubrações.
Trump foca na captura do chefe de cartel de drogas na Venezuela, não na queda de Maduro
Apesar de toda a retórica de intervenção política e da celebração dos democratas ao redor do mundo, está ficando cada vez mais claro que a ação do governo Trump teve como objetivo principal capturar o chefe de um cartel de drogas, e não depor um governo. O fato de esse chefe de cartel também ser presidente da Venezuela não impediu a medida dos Estados Unidos. Assim, Nicolás Maduro será julgado em solo americano por tráfico de drogas, e não perante o tribunal de Haia por crimes contra a humanidade. Se o propósito fosse derrubar o regime, os americanos estariam administrando o país interinamente – como, aliás, afirmou Trump nas primeiras declarações – e preparando a posse da oposição. Não é isso que está acontecendo. Quem assumiu a presidência foi a vice‑presidente Delcy Rodríguez, tão chavista e ilegítima quanto seu antecessor. As regras para novas eleições exigem que a Assembleia Nacional chavista declare o cargo presidencial como vago. Ainda não há indicação de quando isso ocorrerá. Há quem argumente, de forma plausível, que o verdadeiro interesse do governo Trump seja retomar a exploração do petróleo venezuelano por petrolíferas americanas. Nesse cenário, Delcy Rodríguez poderia ser amigável aos interesses dos Estados Unidos e permanecer no cargo com o beneplácito da Casa Branca. Isso deixaria claro que a questão é, sobretudo, comercial e não humanitária. Para desgosto dos democratas, esse arranjo poderia ser, inclusive, benéfico aos interesses do povo venezuelano. Permitir o aumento da exploração petrolífera por meio de parcerias com empresas privadas elevaria a riqueza e o bem‑estar da população ao longo do tempo. Os chavistas que permanecem no poder poderiam se perpetuar, desde que não interfiram nas empresas americanas. Não seria a primeira vez que os EUA apoiam uma ditadura alinhada aos seus interesses. Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
Helicóptero cai e mata noivo e três jovens da família horas antes do casamento
Uma tragédia abalou o estado do Arizona, nos Estados Unidos, quando um helicóptero particular modelo MD 369FF colidiu com uma corda de slackline estendida entre duas montanhas, provocando a morte de quatro pessoas. Entre as vítimas estavam o piloto David McCarty, de 59 anos, que seria casado no mesmo dia, e as jovens Rachel Heideman, de 23 anos, Faith Heideman, de 21 anos, e Katelyn Heideman, de 22 anos, todas da mesma família, que haviam viajado do Oregon para participar da cerimônia. O helicóptero havia partido do Aeroporto Pegasus, em Queen Creek. O local do acidente era de difícil acesso, o que atrasou as equipes de resgate; policiais e socorristas precisaram chegar a pé, e os corpos foram encontrados entre os destroços. Segundo familiares, McCarty era piloto experiente e já havia sobrevoado a região diversas vezes. O voo era apenas um passeio para receber os parentes antes do casamento. A Administração Federal de Aviação (FAA) e o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) abriram investigações. Dados preliminares indicam que a corda de slackline possuía sinalização para aeronaves e que pilotos haviam sido alertados sobre a obstrução a aproximadamente 600 pés do solo. As autoridades continuam apurando as circunstâncias que levaram ao choque e à queda.
Mesmo com Maduro preso, grupo chavista persiste
Hoje, já existem relatos de que os “coletivos”, grupos temidos de criminosos armados até os dentes — força paramilitar criada por Maduro — patrulham as ruas, impedindo comemorações e intimidando os venezuelanos. Delcy Rodríguez, marxista e vice de Maduro, foi empossada como presidente interina pelo próprio irmão, Jorge Rodríguez, reeleito no mesmo dia como presidente da Assembleia venezuelana. O grupo chavista, corrupto e assassino, domina o país há mais de 25 anos e continua a resistir, buscando manter‑se à força. Delcy é outra criminosa; foi, entre outras funções, chefe do serviço de inteligência de Maduro, sendo tão responsável quanto ele pela violência contra o povo e pela repressão. Para entender, basta observar que os governos de Chávez e Maduro transformaram o país numa espécie de “base” armada, onde circulam e operam agentes da inteligência cubana, da Rússia, da China, membros do terrorismo islâmico, das FARC e da LN da Colômbia, além de sicários de movimentos sociais de esquerda de todo o mundo. Todos estão armados até os dentes, subjugando uma população desarmada pelo chavismo e submetida à fome. A remoção de Maduro não alterou essa realidade, e os Estados Unidos estão cientes disso. Embora os altos dirigentes mais próximos a Maduro tenham desaparecido — como Diosdado Cabello — o regime perverso permanece. A responsabilidade assumida por Trump, ao intervir e prender Maduro, parece ser a de proteger o povo venezuelano com presença militar no país. Só uma limpeza geral, radical e à força, pode transformar a VNZL em um país livre novamente. Se o povo for abandonado neste momento, a situação do país continuará igual ou pior. Para os Estados Unidos, isso pode se tornar uma reedição de um fracasso retumbante, uma espécie de “Vietnam II”. O que Delcy diz ou deixa de dizer não tem peso; ela é uma cobra mais venenosa ainda. É a versão feminina perfeita e acabada de Nicolás Maduro, e não se enganem: agirá como tal.
Juíza critica decisão absurda de Moraes e afirma que ele será responsabilizado por qualquer dano a Bolsonaro
A juíza exilada Ludmila Lins Grilo não mediu palavras para demonstrar sua indignação com a última decisão do ministro Alexandre de Moraes contra o Conselho Federal de Medicina. Em sua manifestação, a magistrada acusou Alexandre de fingir desconhecer que os médicos que atuam na Polícia Federal também estão sujeitos à disciplina normativa e ética dos Conselhos Regionais e Federal de Medicina, conforme a Lei Federal nº 3.268/57. Segundo Grilo, “o único fora da lei é ele mesmo, Moraes, que viola o princípio da inércia da jurisdição, age de ofício, ignora e rebaixa o Ministério Público a pó de bosta e usa seu cargo para perseguir quem expõe sua lama.” Ela ressaltou que Alexandre, na qualidade de agente garantidor (art. 13, § 2º do Código Penal), responde pelo resultado de sua conduta penalmente relevante. Se, tendo ciência de que Bolsonaro precisa urgentemente de cuidados médicos fora da unidade prisional, negar ou retardar seu atendimento, todo e qualquer desfecho que ocorrer com o presidente recairá sob a responsabilidade penal de Moraes. “Isso significa que, sabendo que o custodiado corre risco de vida, o agente garantidor nega, retarda ou dificulta seu socorro dolosamente, já se configuraria, em tese, o delito de tentativa de homicídio, na forma do art. 13, § 2º do Código Penal. Caso o resultado seja a morte, configuraria homicídio doloso consumado,” afirmou a juíza. Parabenizou o Conselho Federal de Medicina por não se omitir diante de mais uma barbaridade contra um homem inocente e idoso. “Mesmo se fosse um preso de alta periculosidade – um traficante, homicida ou estuprador – o atendimento médico deveria ser providenciado imediatamente pelo diretor do presídio, sendo absolutamente incabível, inadequado, inoportuno e perigoso postergar o socorro para aguardar decisão judicial,” declarou. No cotidiano da execução penal, quem decide sobre incidentes de saúde (necessidade de levar o preso ao médico, à cirurgia, etc.) é o diretor do estabelecimento prisional, que tem plenos poderes para tais decisões, e não o juiz. Se Moraes se apropriou dessa atribuição, responderá por tudo – absolutamente tudo – que acontecer com a saúde de Bolsonaro. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar de o ministro alegar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o verdadeiro autor, não se sabe ao certo o que se pretende ocultar, já que a censura persiste há quase um ano.