Projeções médicas apontam que o estresse extremo e a pressão política têm agravado a saúde do ex‑presidente, podendo levá‑lo a óbito. O episódio em que Jair Bolsonaro sofreu queda dentro da Superintendência da Polícia Federal na noite de segunda‑feira (6) reacendeu o debate sobre os limites da política e seus impactos na saúde de figuras públicas. Médicos independentes classificaram a situação como “crueldade sem limites”, ressaltando que o contexto jurídico e político ao qual Bolsonaro está submetido provocaria estresse extremo e graves consequências clínicas. O acidente e o estresse Especialistas afirmam que o trauma craniano não pode ser visto como evento isolado; trata‑se de reflexo direto da pressão contínua e da “perseguição implacável” que o próprio ex‑presidente denuncia. O estresse extremo seria fator determinante para o episódio. Histórico médico e agravantes Bolsonaro tem histórico clínico marcado por complicações desde o atentado durante a campanha de 2018. Ao longo dos anos passou por múltiplas cirurgias e, recentemente, foi submetido a novos procedimentos para correção de hérnias, sequelas diretas do ataque com faca. Também sofre de apneia do sono, condição que eleva o risco cardíaco e pode causar morte súbita. Esse quadro exige acompanhamento médico constante e cuidados rigorosos, tornando a situação ainda mais delicada diante de pressões externas. A crueldade denunciada Para os especialistas, a saúde do ex‑presidente ultrapassa os limites do embate político. “O que estão fazendo com Jair Bolsonaro é uma crueldade sem limites. O Brasil assiste a uma perseguição implacável e a um julgamento injusto, um intenso abalo psicológico em um homem com histórico clínico grave”, afirmam. O caso levanta reflexão inevitável: até que ponto a disputa política pode comprometer a dignidade humana? Independentemente de posicionamentos partidários, a situação evidencia a necessidade de separar o embate político da preservação da saúde. O episódio demonstra que, quando a política ultrapassa os limites, o resultado pode ser devastador não só para o indivíduo, mas para a credibilidade das instituições.
PT condena operação dos EUA na Venezuela e provoca reação de Trump
O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou nota oficial condenando a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela — ação que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira‑dama Cilia Flores. Para o partido de Lula, o episódio representa “a mais grave agressão internacional registrada na América do Sul no século XXI”. O documento, assinado pela Secretaria de Relações Internacionais e pela Comissão Executiva Nacional do PT, descreve a ação como “sequestro” de Maduro, sem mencionar as acusações internacionais que ligam o regime à corrupção, ao narcotráfico e a violações de direitos humanos. Segundo o PT, a intervenção norte‑americana intensificou um cenário de tensão que, segundo o partido, já vinha crescendo desde setembro, com declarações hostis e movimentações militares. O texto afirma que o conflito tem motivações “políticas e econômicas” e traz riscos à estabilidade do continente. O partido também associa o episódio ao Brasil, alertando que a proximidade territorial com a Venezuela exigiria que a América Latina fosse preservada como “zona de paz”. O PT argumenta que a ação dos EUA contraria princípios históricos da diplomacia brasileira, como a não‑intervenção e o respeito à soberania — embora ignore a realidade do regime venezuelano. O PT está brincando com fogo… Trump não tem absolutamente nada a perder.
8 DE JANEIRO: Quando a memória dos verdadeiros heróis é apagada pelo suposto “golpe”
Oito de janeiro deveria ser celebrado como um mosaico de cultura, arte e história, mas hoje é lembrado quase exclusivamente pelo episódio do chamado “golpe”, que tem apagado da memória coletiva as verdadeiras pérolas que essa data carrega. A MÚSICA COMO LEGADO Foi em 8 de janeiro que nasceram dois dos maiores ícones da música mundial: Elvis Presley, em 1935, e David Bowie, em 1947. O primeiro reinventou o rock e tornou‑se símbolo de uma geração; o segundo ultrapassou os limites da música, tornando‑se referência estética e cultural. Apenas esses nomes já justificariam que o dia fosse celebrado como patrimônio da humanidade. COMUNICAÇÃO E LIBERDADE Em 1916, uma das primeiras transmissões públicas de rádio nos Estados Unidos inaugurou a era da comunicação de massa. Já em 1908, no Brasil, nasceu a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), marco da defesa da liberdade de expressão e da dignidade jornalística. Oito de janeiro, portanto, também é um dia da palavra, da notícia e da resistência. HISTÓRIA E MEMÓRIA A Batalha de Nova Orleans, em 1815, encerrou a Guerra Anglo‑Americana e consolidou Andrew Jackson como herói nacional nos Estados Unidos. Em 1839, a França anunciou oficialmente o daguerreótipo, o primeiro processo fotográfico viável, abrindo caminho para a arte da imagem que molda nossa memória até hoje. O APAGAMENTO PELA NARRATIVA DO “GOLPE” Infelizmente, todos esses marcos foram relegados ao esquecimento. Oito de janeiro passou a ser associado quase exclusivamente ao episódio político que dividiu o país e que, mais do que um fato, tornou‑se uma narrativa conveniente. Pessoas nascidas nesse dia – artistas, pensadores, cidadãos comuns – viram sua data ser sequestrada por manchetes que insistem em reduzir o calendário a um único acontecimento. O EX‑PRESIDENTE E O ABANDONO INSTITUCIONAL A situação atual do ex‑presidente constitui outro capítulo dessa história. Em meio às disputas políticas, sua saúde debilitada tornou‑se objeto de descaso. As autoridades vigentes preferem o silêncio ao reconhecimento de que, independentemente de posições ideológicas, um ex‑chefe de Estado merece acompanhamento digno. Esse abandono não é apenas físico, mas simbólico: representa a tentativa de apagar uma figura da memória nacional, como se a história pudesse ser reescrita pela conveniência dos que hoje ocupam o poder. Oito de janeiro não pode ser lembrado apenas como o dia de um “pseudo golpe”. É preciso resgatar Elvis, Bowie, a ABI, o rádio, a fotografia e a batalha que marcou a independência de uma nação. Datas carregam significados múltiplos e a história não deve ser sequestrada por narrativas únicas. O oito de janeiro é muito maior do que a versão oficial que tentam impor. É um dia de cultura, liberdade e memória – e não de apagamento. Importante: também é o dia do meu aniversário.
STF anula sindicância do Conselho Regional de Medicina e suscita críticas de médicos
Há muito tempo o egrégio Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição, vem relativizando suas atribuições constitucionais e, por meio de decisões heterodoxas, passou a imiscuir‑se nas competências de outros Poderes da República. Os guardiões da Lei Maior impuseram censura às redes sociais, derrubaram perfis da internet, criaram tipos penais atípicos, como “fake news” e “discurso de ódio”, e, apesar de proclamarem, de forma retórica, que “não se pode permitir a volta da censura sob qualquer argumento no Brasil”, durante o período eleitoral vetaram a exibição do documentário produzido pelo site Brasil Paralelo, intitulado “Quem mandou matar Jair Bolsonaro?”. Além das censuras impostas, determinaram o bloqueio financeiro de um senador da República e de parentes de investigados em um inquérito que ficou conhecido — por expressão cunhada pelo ministro Marco Aurélio de Mello — como o “inquérito do fim do mundo”. O ativismo judicial da mais alta Corte salta aos olhos. Trata‑se de uma jurisdição e competência exacerbadas que, em minha modesta opinião, não se coadunam com os ditames constitucionais e, por conseguinte, com o Estado Democrático de Direito, dando azo ao surgimento de um malfadado “superpoder” ou, como denominam alguns, de uma verdadeira ditadura judicial. O que mais preocupa é que, amparadas em malabarismos jurídico‑argumentativos, surgem decisões casuísticas, moldadas à visão subjetiva de seus julgadores, dissociadas da legislação posta, notadamente das normas constitucionais, utilizando‑se o poder da toga como instrumento intimidatório contra cidadãos e instituições. Esse introito se faz necessário diante da recente decisão do ministro Moraes que, de forma inusitada, determinou a anulação de uma sindicância instaurada pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), sob o argumento de desvio de finalidade, e, pasmem, ordenou ainda que a Polícia Federal colhesse o depoimento de seu presidente, o renomado médico Dr. José Hiran da Silva Gallo. O caso teve origem em episódio envolvendo o ex‑presidente da República, que, preso em cela da Superintendência da Polícia Federal, teria sofrido uma queda, resultando em “densificação de partes moles” na cabeça, quadro conhecido como traumatismo craniano leve. Segundo informações divulgadas pela imprensa, os médicos da Polícia Federal que realizaram os primeiros atendimentos não vislumbraram, naquele momento, a necessidade de encaminhamento imediato ao hospital para realização de exames. A transferência hospitalar somente ocorreu a pedido do médico particular de Bolsonaro, que informou que o ex‑presidente “sofreu queda em sua cela, com impacto craniano e suspeita de traumatismo, situação que, diante de seu histórico clínico recente, impõe risco concreto e imediato à sua saúde”. Diante da atuação dos médicos da Polícia Federal, o CRM, devidamente provocado, instaurou sindicância para apurar a conduta profissional à luz do Código de Ética Médica e da Lei nº 3.268/1957, que confere ao Conselho Federal e aos Conselhos Regionais de Medicina competência para regular e fiscalizar o exercício da medicina em todo o território nacional. Importa salientar que a legislação não faz qualquer distinção quanto à natureza do vínculo do médico — se profissional liberal ou servidor público — interessando apenas a conduta ética e técnica no exercício da profissão. Acrescente‑se, ainda, que a instauração de sindicância não implica, por óbvio, condenação do profissional, mas tão somente a apuração dos fatos. A intervenção do Poder Judiciário em atos administrativos é admitida apenas para o controle de legalidade. As conclusões administrativas, desde que observadas as normas legais vigentes, escapam à competência do Judiciário. Não cabe, portanto, ao Poder Judiciário interferir na conveniência, oportunidade ou no mérito técnico‑científico das decisões administrativas. A decisão monocrática do STF, de lavra do ministro Moraes, além de, a meu ver, equivocada e ilegal, inaugura perigosa limitação aos poderes de fiscalização conferidos ao CFM e aos CRMs pela Lei nº 3.268/1957. Não compete ao Judiciário, ainda que em sua última instância, anular sindicância instaurada por autarquia federal no exercício regular de sua competência legal, sob pena de esvaziar o poder de fiscalização e, consequentemente, de punir profissionais que eventualmente não atuem com ética, técnica e profissionalismo. Por fim, merece destaque a manifestação do Dr. Marcelo Matias, presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, que, sem se intimidar com a toga, assim se pronunciou em rede social: “Quando uma decisão impede que o Conselho Federal de Medicina investigue indícios de irregularidade, quem perde não é a instituição: somos nós, médicos, e principalmente o paciente.” Concluo afirmando ser inadmissível a interferência despropositada que determinou a anulação da sindicância promovida pelo CFM, bem como a utilização da toga como instrumento intimidatório ao ordenar que seu presidente, Dr. José Hiran da Silva Gallo, fosse ouvido pela Polícia Federal. Resta a sensação de que o Supremo Tribunal Federal caminha perigosamente para a consolidação de um Supremo Poder Federal. Tenho dito!!! Bady Elias Curi. Advogado fundador do Esc. Bady Curi Advocacia Empresarial, Prof. Mestre de Direito, ex‑juiz do TRE/MG, escritor.
TIO DE SUZANE VON RICHTHOFEN, DESAPARECIDO HÁ DOIS DIAS, É ENCONTRADO MORTO
Miguel Abdalla, tio de Suzane von Richthofen, foi encontrado morto nesta sexta‑feira (9) em Vila Congonhas, zona sul de São Paulo, aos 76 anos de idade. Ele era irmão de Marisia, mãe de Suzane, e atuou como tutor legal de Andreas von Richthofen logo após o crime que abalou o país. Abdalla era médico ginecologista. A causa da morte foi considerada natural. Seu desaparecimento havia sido notado há dois dias.
Mais uma ditadura na corda bamba: o Irã em crise – e não é a cubana
Centenas de milhares de iranianos tomaram as ruas das principais cidades do país exigindo o fim do governo do aiatolá Khamenei e seus aliados. Os protestos, que começaram em 28 de dezembro, levaram o regime a cortar o acesso à internet para impedir a divulgação de imagens das manifestações pelo mundo. A repressão governamental resultou em 35 mortes, incluindo quatro crianças, conforme dados da Human Rights Activists News Agency. O número de feridos chega a centenas, enquanto cerca de 1.500 manifestantes foram presos até o momento. Autoridades do judiciário iraniano anunciaram que não haverá clemência para os participantes dos protestos. Há relatos de manifestantes feridos sendo retirados de hospitais pelas forças de segurança. As atuais manifestações superam em dimensão os protestos de setembro de 2022, quando jovens se mobilizaram após as mortes de Masha Amini, assassinada pela polícia de costumes por uso incorreto do véu, e Nika Shakarami, morta após queimar seu véu em protesto. O gesto de Nika tornou‑se símbolo para a geração que enfrenta o regime de 46 anos. Diferentemente de mobilizações anteriores, os protestos atuais incluem tanto jovens quanto pessoas mais velhas, com as mulheres mantendo papel de liderança. A inflação é o principal fator desencadeador da crise atual. A situação econômica deteriorou‑se devido às sanções internacionais, que reduziram as exportações de petróleo e bloquearam o acesso do Irã ao sistema financeiro global, diminuindo as reservas nacionais e afetando importações essenciais. Apesar da escassez de recursos, o governo manteve, até recentemente, o financiamento a grupos como Hamas e Hezbollah. A desvalorização recorde do rial e os déficits governamentais agravam a situação, com o governo imprimindo dinheiro para cobrir dívidas. Questões econômicas já haviam motivado grandes protestos em 2019, os maiores desde o Green Movement de 2009, quando manifestantes contestaram a reeleição de Mahmoud Ahmadinejad e denunciaram corrupção e violações de direitos humanos. As manifestações atuais refletem também o descontentamento com aspectos políticos e sociais do regime. Analistas observam que o apoio ao governo está reduzido a setores específicos. “O que faz nascer as revoluções é o momento em que o custo do silêncio é maior do que o da resistência”, afirmam especialistas. Os protestos atuais mostram participantes mais determinados após derrotas recentes do regime em conflitos externos. A derrota para Israel e o bombardeio americano às instalações nucleares iranianas abalaram a imagem de força do governo, contribuindo para manifestações que desafiam abertamente o regime. A população parece ter chegado ao ponto em que resistir tornou‑se menos arriscado que permanecer calada.
Após saída de Lewandowski, mais três ministros devem deixar o governo nos próximos dias
Sacramentada a saída de Ricardo Lewandowski da pasta da Justiça e Segurança Pública, mais três ministros devem deixar o governo nos próximos dias. Uma saída crucial para Lula: Fernando Haddad. Setores do PT querem que ele se candidate ao governo de São Paulo, para enfrentar o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), repetindo o duelo de 2022. A candidatura de Haddad enfrenta dois grandes obstáculos: a boa avaliação do republicano em São Paulo e o fato de ele já ter vencido o petista em 2022. Há ainda outro caminho possível para Haddad, que seria coordenar a campanha de Lula à segunda reeleição presidencial — esta é, aliás, a preferência do atual ministro da Fazenda. Outra saída importante será a da ministra Gleisi Hoffmann, que deve disputar a reeleição ao cargo de deputada pelo Paraná. No estado do senador Sergio Moro (União Brasil‑PR), que pode tentar o governo estadual, o PT vivenciou um racha interno significativo no ano passado. Nas eleições do diretório estadual, o grupo de Gleisi, liderado por Adilson Chiorato, presidente estadual, venceu o de Zeca Dirceu (filho do ex‑ministro José Dirceu, que também pretende concorrer neste ano). Outro ministro relevante que deixará o cargo é Rui Costa, da Casa Civil, considerado o “gerente” do Palácio do Planalto e articulador dos ministérios. Filiado ao PT, ele será candidato ao Senado pela Bahia.
Trump aceita Nobel da Paz oferecido por María Corina Machado
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai se reunir com María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, na próxima semana em Washington. “Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá‑la”, disse Trump ao apresentador da Fox News, Sean Hannity, em entrevista na Casa Branca. María Corina Machado afirmou à Fox News que entregar o prêmio a Trump será um gesto de gratidão do povo venezuelano pela destituição de Nicolás Maduro. Ela já havia dedicado o Nobel da Paz ao republicano. Desde que assumiu a presidência, em janeiro, Trump encerrou diversas guerras e recebeu crédito pela libertação de presos políticos na Venezuela. Em alguns casos, as partes em conflito lhe atribuem o mérito de promover a paz ou de acalmar as hostilidades.
A única saída para Nicolás Maduro: enfrentar o processo judicial nos EUA
Nicolás Maduro enfrenta processo judicial em um tribunal no sul de Nova York, após ter sido capturado por autoridades americanas. O ex‑governante da Venezuela, de 63 anos, responde a graves acusações de envolvimento com narcotráfico em território norte‑americano. A defesa será conduzida pelos advogados Barry Pollack e Bruce Fein, membros de uma equipe jurídica especializada. O processo deve se estender por cerca de um ano, período em que os defensores buscarão contestar as acusações apresentadas pela promotoria dos Estados‑Unidos. Segundo a acusação, Maduro teria acobertado operações aéreas financiadas com recursos provenientes do tráfico de drogas e participado diretamente do planejamento de missões de transporte de entorpecentes. Os promotores alegam ainda que ele teria ordenado agressões físicas e assassinatos contra pessoas que representavam obstáculos às atividades ilícitas. As imputações podem resultar em condenação à prisão perpétua ou a uma pena de reclusão extensa. Há ainda a possibilidade de Maduro enfrentar processos adicionais em outros tribunais americanos. Diante da gravidade das acusações e das penas potenciais, especialistas em direito internacional afirmam que a única alternativa viável para Maduro seria a delação premiada, que poderia reduzir a eventual sentença. “O fato de Maduro estar nos EUA permite que pessoas que residam no país possam ajuizar ações contra ele com base na lei antitortura. Essa legislação protege vítimas de tortura desde 1991. Familiares de pessoas que foram vítimas de homicídios e execuções podem buscar responsabilização”, explica Luís Fernando Baracho, professor de direito internacional na Universidade São Judas Tadeu. A legislação antitortura dos EUA protege vítimas de tortura desde 1991, permitindo que residentes no país proponham ações contra Maduro com base nessa lei. Assim, familiares de pessoas assassinadas ou torturadas durante o regime venezuelano podem buscar responsabilização nos tribunais norte‑americanos. Nesse cenário, Maduro pode considerar cooperar com as autoridades americanas por meio de delação premiada, estratégia que poderia lhe garantir redução de pena.
Ao vivo: Cerco se fecha contra Lulinha e Moraes volta à Lei Magnitsky – Veja o vídeo!
Em Washington, o jornalista Paulo Figueiredo e o ex‑deputado Eduardo Bolsonaro se reuniram para tentar retomar as sanções previstas na Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. O debate se concentra em novos elementos, entre eles as denúncias de que o ex‑presidente Jair Bolsonaro teria sido submetido a tratamento que Figueiredo qualificou como “tortura” durante sua prisão. No Brasil, o escândalo envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) continua a se aprofundar. Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, afirmou desconhecer a encomenda misteriosa enviada por Antonio Carlos Camilo Antunes – apelidado de “Careca do INSS” – diretamente ao seu apartamento de luxo em Moema, São Paulo. A Polícia Federal investiga a possibilidade de que o filho do presidente Lula seja sócio oculto em um suposto esquema de fraudes bilionárias. Para analisar esses fatos com rigor e sem rodeios, o programa do Jornal do JCO recebeu, nesta edição, uma bancada composta pela advogada Carolina Siebra, pelo jornalista José Carlos Bernardi e pelo economista Paulo Kogos. Comentários, compartilhamentos e apoio ao Jornal da Cidade Online são bem‑vindos.