O Ministério Público Federal abriu investigação sobre supostos sigilos de documentos de interesse público ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A apuração abrangeu a quantidade de assessores da primeira‑dama Janja, o uso de helicópteros oficiais e a estrutura destinada a receber os filhos do presidente. O processo foi encaminhado ao procurador da República Paulo Gonet, que decidiu arquivar todas as diligências. Lula condenou a decisão e reiterou que não ocultará documentos públicos na campanha contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro. Ao final, o presidente foi rotulado como o mais “sigiloso” da história do Brasil.
Irã sofre apagão de 72 horas enquanto protestos, com dezenas de mortos e milhares de presos, dominam o país
O Irã completou 72 horas praticamente desconectado da internet neste domingo (11), segundo dados divulgados pela organização de monitoramento NetBlocks. De acordo com a NetBlocks, a telemetria indica que o bloqueio nacional permanece ativo, com o tráfego de internet reduzido a cerca de 1% do volume considerado normal desde o dia 8 de janeiro de 2026. Moradores relatam impactos diretos no cotidiano. Um residente de Teerã confirmou à CNN que os serviços de telefonia celular também estão indisponíveis na capital iraniana, ampliando o isolamento da população em relação ao exterior. Ainda assim, o diretor da NetBlocks, Alp Toker, informou que alguns cidadãos conseguiram manter comunicação limitada por meio de terminais Starlink contrabandeados ou utilizando sinais de redes móveis de países vizinhos. “Os apagões nacionais costumam ser a estratégia preferida do regime quando há risco de uso de força letal contra manifestantes”, disse ele, explicando que o objetivo é dificultar a divulgação de informações e reduzir a atenção internacional sobre os acontecimentos no país. Apesar disso, há relatos de que o bloqueio teve efeito contrário ao esperado. Um morador de Teerã, de 47 anos, que falou à CNN sob condição de anonimato, afirmou que a falta de internet acabou estimulando a mobilização nas ruas. “O corte da internet parece ter saído pela culatra, já que o tédio e a frustração levaram ainda mais pessoas às ruas”, declarou. As manifestações já duram cerca de duas semanas e começaram como reação ao aumento da inflação, mas rapidamente ganharam contornos políticos, com pedidos explícitos pelo fim do regime islâmico. Segundo a agência HRANA (Human Rights Activists News Agency), com sede nos Estados Unidos, ao menos 65 pessoas morreram e mais de 2 300 foram presas desde o início dos protestos. Neste sábado (10), a Guarda Revolucionária do Irã afirmou que a segurança do país é uma “linha vermelha” e prometeu proteger propriedades públicas, sinalizando endurecimento da repressão. A mídia estatal informou que um prédio municipal foi incendiado em Karaj, a oeste de Teerã, atribuindo o ato a “manifestantes violentos”. Também foram exibidas imagens dos funerais de integrantes das forças de segurança mortos em confrontos nas cidades de Shiraz, Qom e Hamedan. No cenário internacional, as tensões aumentaram após novas declarações de autoridades americanas. Na sexta‑feira (9), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um alerta aos líderes iranianos. Já neste sábado, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou: “Os Estados Unidos apoiam o bravo povo do Irã”. As autoridades iranianas, por sua vez, acusam os Estados Unidos e Israel de estimularem os “distúrbios”. Enquanto isso, organizações de direitos humanos continuam documentando dezenas de mortes de manifestantes, reforçando a preocupação internacional com a repressão e o prolongado apagão digital no país.
Traficante mata a tiros filho de vereador em crime movido por ciúmes
Matheus Reis, de 25 anos, filho do vereador Zé Paulo de Luziânia (GO), foi assassinado a tiros por Paulo Henrique Telles Mathne Marinho, de 26 anos, conhecido pelo apelido “Red”. O suspeito não aceitava o relacionamento da ex‑namorada com a vítima. O crime ocorreu na quinta‑feira, 8 de maio, dentro de uma distribuidora, e foi registrado pelas câmeras de segurança do estabelecimento. As imagens mostram um homem de camisa preta aproximando‑se de Matheus, iniciando uma discussão que evolui para agressão física e termina com os disparos que tiram a vida do jovem. Testemunhas afirmaram que Paulo Henrique chegou ao local em uma BMW branca, com uma mulher no banco do passageiro, e imediatamente começou a atirar. A investigação policial aponta o ciúme como principal motivação do homicídio, já que o suspeito não aceitava que sua ex‑companheira estivesse em um novo relacionamento com Matheus Reis. Paulo Henrique possui histórico criminal relacionado ao tráfico de drogas e havia sido libertado da prisão recentemente. As autoridades de Luziânia continuam apurando os detalhes do caso para esclarecer todas as circunstâncias e formalizar a acusação contra o suspeito. Veja o vídeo:
Laços familiares questionáveis de Delcy Rodríguez, vice de Maduro e atual presidente da Venezuela
O padrasto de Delcy Rodríguez, hoje presidente empossada interinamente por Donald Trump na Venezuela e que foi vice‑presidente de Nicolás Maduro, ambos NÃO eleitos nas eleições de 2024, supostamente fraudadas pelo regime chavista, é Ilich Ramírez Sánchez, nascido em Caracas, Venezuela, em 12 de outubro de 1949. O pai biológico de Delcy Rodríguez foi Jorge Antonio Rodríguez, guerrilheiro marxista e um dos fundadores da Liga Socialista da Venezuela, que foi preso, torturado e assassinado em 1976 pela Direção de Serviços de Inteligência Policial (Disip), a polícia política do regime venezuelano da época. Ilich Ramírez Sánchez é o terrorista de extrema‑esquerda marxista conhecido mundialmente como Carlos, o Chacal, que se casou com a viúva de Jorge Antonio Rodríguez. Carlos, o Chacal, integrou o BARA (que em Italiano significa caixão), grupo terrorista árabe pró‑Palestina, a partir dos anos 1970, coordenado por Wide Haddad, vinculado à FPLP, fundada e chefiada por Yasser Arafat, posteriormente denominada ALP. Carlos, o Chacal, estabeleceu vínculos profundos com o regime cubano de Fidel Castro, servindo de mercenário do terror aos governos da Síria, da Líbia de Gueddafi, do Iraque de Saddan Hussein, do Sudão, da URSS, da Alemanha Oriental, da Hungria comunista e da Romênia, entre outros. Para esses governos e outros países contrários à existência do Estado de Israel, Carlos, o Chacal, promoveu, organizou e chefiou comandos que incluíram assassinatos, atentados a bomba na França que vitimaram mulheres e crianças, ataques a trens na Europa, tráfico de armas, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, sequestro de políticos, embaixadores e ministros de Estado, além de assassinatos seletivos e sequestro de aviões, sempre em colaboração com grupos terroristas da Alemanha Oriental, da Itália e, principalmente, com a ALP de Arafat. Carlos, o Chacal, planejou o sequestro de israelenses no voo 139 da Air France, em 27 de junho de 1976, em Entebbe, Uganda, sob o comando de Idi Amin Dada, ação que resultou na morte de 35 soldados ugandeses que colaboraram com os terroristas, de três reféns israelenses e de todos os sequestradores, abatidos pelas Forças Especiais de Israel. O ataque foi realizado por quatro terroristas que partiram de Atenas: dois palestinos da Frente Popular para a Libertação da Palestina – Operações Externas (PFLP‑EO) e dois alemães das Células Revolucionárias (RZ), identificados como Wilfried Böse e Brigitte Kuhlmann, ambos de extrema‑esquerda, sem nenhum escrúpulo em sequestrar israelenses após o Holocausto perpetrado pela Alemanha nazista. Preso na França, cumpre prisão perpétua por diversos crimes, inclusive o assassinato de dois agentes do Serviço Secreto francês. Ele foi capturado no Sudão pelo diretor do Serviço Secreto francês e entregue à França. Mesmo encarcerado, conseguiu manter contato e reunir integrantes remanescentes de grupos terroristas de extrema‑esquerda ao redor do mundo, inclusive José Dirceu, do Brasil, treinado em Cuba, colaborando na fundação do Foro de São Paulo, idealizado por Lula e Fidel Castro. Paulo Emendabili Souza Barros De Carvalhosa.
Vorcaro acredita que acordo judicial o tirará da prisão, desbloqueará bens e possibilitará indenização
Ansioso, apreensivo e até vivendo momentos de desespero, Daniel Vorcaro acredita que tudo ainda vai acabar bem, para ele. Ele avalia que, mesmo após a perda do controle do banco, pode obter um “acordão” que o livre da prisão, desbloqueie seus bens e lhe permita mover ação contra o Banco Central em busca de indenização. A nota de Lauro Jardim revela a situação: “Quem tem conversado com Daniel Vorcaro neste início de ano, já passadas oito semanas de sua prisão, relata que ele alterna momentos de ansiedade, apreensão e desespero com uma confiança de que tudo acabará bem — bem para ele, que fique claro.” “Avalia que dá para chegar do outro lado do rio por meio de um acordão em que ele fica sem o Master, mas se livra da prisão, desbloqueia os seus bens e processa o BC com possibilidade de obter uma bela indenização.” “Vorcaro tem repetido que está bem documentado para municiar sua defesa. Os próximos meses dirão quais documentos são esses.”
Vorcaro confia que escapará da prisão e ainda planeja indenizar o Banco Central
Ansioso, apreensivo e até vivendo momentos de desespero, Daniel Vorcaro acredita que tudo ainda vai acabar bem, para ele. Ele avalia que, mesmo perdendo o banco, pode conseguir um “acordão” que o livrará da prisão, desbloqueará seus bens e permitirá processar o Banco Central, com possibilidade de obter uma indenização considerável. A nota de Lauro Jardim descreve a situação: “Quem tem conversado com Daniel Vorcaro neste início de ano, já passadas oito semanas de sua prisão, relata que ele alterna momentos de ansiedade, apreensão e desespero com uma confiança de que tudo acabará bem — bem para ele, que fique claro. Avalia que dá para chegar do outro lado do rio por meio de um acordão em que ele fica sem o Master, mas se livra da prisão, desbloqueia os seus bens e processa o BC com possibilidade de obter uma bela indenização. Vorcaro tem repetido que está bem documentado para municiar sua defesa. Os próximos meses dirão quais documentos são esses.”
Morte de Manoel Carlos não põe fim à disputa judicial com a Globo
As filhas do autor de telenovelas Manoel Carlos, que faleceu neste sábado (10) aos 92 anos, iniciaram uma disputa judicial contra a TV Globo. O processo questiona a falta de esclarecimentos sobre as reexibições e o uso da obra do dramaturgo, considerado um dos maiores nomes da teledramaturgia brasileira. A ação judicial movida pelos familiares tornou‑se um capítulo importante nos últimos anos de vida do autor. O vínculo profissional entre Manoel Carlos e a Globo terminou em 2015, em circunstâncias que não foram harmoniosas. Após o encerramento da relação profissional, a emissora continuou utilizando as obras do autor em reprises, prática que costuma elevar os índices de audiência da programação. Esse uso do material criativo constitui um dos principais pontos questionados no processo judicial. O falecimento do dramaturgo ocorre enquanto a disputa legal ainda estava em andamento. Manoel Carlos deixa um extenso legado na televisão brasileira, com obras que marcaram diferentes gerações de telespectadores no país.
Exija a revelação do conteúdo do celular de Daniel Vorcaro – a verdade que Brasília tenta ocultar (Veja o vídeo)
A apreensão do celular de Daniel Vorcaro é um dos pontos mais sensíveis das investigações conduzidas pela Polícia Federal e tem gerado inquietação nos bastidores do poder em Brasília. Segundo relatos internos, a preocupação não se limita ao aspecto econômico do caso. O receio em Brasília decorre da possibilidade de que o aparelho contenha gravações de conversas, mensagens e áudios envolvendo autoridades dos três Poderes, inclusive políticos influentes e membros do Judiciário. Fontes ouvidas pela imprensa classificam o conteúdo potencial do celular como altamente sensível, capaz de expor relações informais, pressões políticas, pedidos de apoio e articulações de bastidor que raramente chegam ao público. O jornalista Alexandre Pitolli comparou o caso ao do ex‑senador Mauro Cid. No caso de Cid, o sigilo foi rompido em poucas horas, com mensagens vazadas, delação premiada e prisões em massa. Já no caso de Vorcaro, a senha foi recusada, o sigilo foi mantido, supostamente por decisão de Toffoli, e há um contrato de R$ 129 milhões com a esposa de Moraes, sem que ninguém intervenha. Duas medidas, uma “justiça” só. Veja o vídeo:
O FIM DE DITADORES É SEMPRE TRÁGICO E INFELIZ
Nicolas Maduro nasceu em 1962 e assumiu a presidência da Venezuela em 2012, aos 50 anos. Durante 14 anos governou como um déspota sem limites, abusando do poder e se deleitando com ele. Em 2026, aos 64 anos, sua trajetória marcada por atrocidades chega ao fim, e ele deverá passar o resto da vida preso. A herança que deixa à humanidade é a reflexão: valeu a pena? Quatorze anos de luxo, esbanjamento e abuso do poder às custas do sofrimento de todo o povo, para terminar seus dias na prisão. Tiranos são desprovidos de bom senso; caso contrário, não seriam tiranos. Que isso sirva de exemplo de que o fim de ditadores nunca é feliz e de alerta para outros. Pedro Possas. Médico.
Sigilo no Banco Central: o modus operandi tem dono
O Banco Central determinou sigilo nas conversas entre Gabriel Galípolo e o ministro Alexandre de Moraes, medida que vai além da simples proteção de informações. Essa prática de impor sigilo tem sido associada ao atual poder judiciário e ao executivo, segundo análises de observadores. O perfil institucional do Banco Central não costuma adotar esse tipo de procedimento; a nota divulgada pela autarquia afirmava que os contatos tinham como objetivo discutir o caso Magnitsky, sem excluir a possibilidade de terem abordado o Banco Master. Diante disso, alguns analistas concluem que a ordem para manter o sigilo pode ter origem externa, apontando, entre os envolvidos, o próprio ministro Alexandre de Moraes como provável mandatário. Nos bastidores, diferentes grupos políticos aparecem: representantes da região da Faria Lima e parte da imprensa de um lado, e, do outro, apoiadores do ex‑presidente Lula e o empresário Vorcaro. O conjunto de pressões cria um cenário volátil, que pode evoluir de forma imprevisível.