A defesa do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou, nesta segunda‑feira (12), novo recurso ao Supremo Tribunal Federal. Os advogados requerem que prevaleça o voto do ministro Luiz Fux, que o absolveu, e que a condenação seja anulada. O pedido também busca levar o caso ao plenário completo da Corte. Argumentam que as condutas imputadas – críticas ao sistema eleitoral – constituem exercício de liberdade de expressão ou atos preparatórios que não podem ser punidos, não configurando crimes contra o Estado Democrático de Direito. No agravo, solicitam a reconsideração da decisão que rejeitou pedido anterior. A defesa havia apresentado embargos infringentes em 28 de novembro; o relator Alexandre de Moraes rejeitou o pedido em 19 de dezembro. O documento de 73 páginas alega que o STF cometeu “erro judiciário” ao antecipar o trânsito em julgado enquanto ainda havia prazo para oposição de embargos, classificando o ocorrido como “exceção inadmissível”. O recurso foi assinado pelos advogados Celso Vilardi, Paulo da Cunha Bueno, Daniel Tesser, Renata Kalim, Domitila Kohler e Eduardo Ferreira da Silva.
O SUBSTITUTO DE LEWANDOWSKI
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve anunciar ainda nesta semana a escolha do advogado Wellington César Lima e Silva para comandar o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A expectativa no Palácio do Planalto é de que a nomeação seja oficializada nos próximos dias. Antes de concluir a decisão, Lula pretende ouvir ministros do Supremo Tribunal Federal e dirigentes partidários. Durante o processo de impeachment de Dilma Rousseff, Lima e Silva chegou a assumir a pasta da Justiça, mas permaneceu no cargo por apenas 14 dias. A posse foi anulada pelo STF, que entendeu que um integrante do Ministério Público não pode exercer cargo no Executivo; na época, o advogado era promotor de Justiça. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT‑BA), é apontado como o principal articulador da indicação, contando ainda com a simpatia do ministro da Casa Civil, Rui Costa. O ministro‑chefe da Secretaria de Comunicação (Secom), Sidônio Palmeira, também é citado como apoiador do advogado.
Capturar Maduro não basta: ainda há muito a fazer
A extração de Nicolás Maduro do poder, o criminoso terrorista e chefe do narcotráfico que usurpou a presidência da Venezuela por meio de fraude eleitoral, demonstra a dificuldade de desmontar um regime ditatorial e tirânico consolidado ao longo de décadas. Até o momento, foram confirmadas 18 mortes de militares – venezuelanos e cubanos – que faziam parte da segurança pessoal de Maduro dentro de seu bunker. Ainda não há informações sobre o número de mortos em instalações militares bombardeadas. Essas mortes ocorreram apenas para capturar e prender o criminoso. Entretanto, o problema não foi resolvido. O déspota havia cooptado a Suprema Corte, o Congresso, as Forças Armadas e a mídia venezuelanas. Retirar Maduro e substituí‑lo por Edmundo González, efetivamente eleito nas últimas eleições, ou por Maria Corina Machado, líder popular impedida de concorrer pelo próprio regime, seria ineficaz e até uma covardia. Eles não conseguiriam governar. Seriam sabotados até que o aparato montado por Maduro os derrubasse, garantindo a continuidade do regime. A tentativa anterior de dar posse a Juan Guaidó também fracassou. Assim como houve um longo preparo da opinião pública mundial para que a operação fosse realizada, ainda serão necessários vários anos para desmantelar as entranhas do regime. A queda de Maduro foi precedida por diversas medidas: – Recompensa pela sua cabeça. – Declarações da OEA, ONU, condenando violações de direitos humanos. – Embargos, sanções norte‑americanas, cassação de vistos, inclusão de inúmeros membros do regime na Lei Magnitsky, tentativas de acordo, culminando com o Prêmio Nobel concedido a Maria Corina Machado por indicação de Marco Rubio. Essas ações fazem parte de uma guerra de narrativas que prepara intervenções militares. Somente após esse preparo informacional, tropas foram enviadas ao Caribe e iniciaram as primeiras aproximações, afundando embarcações como últimos avisos. Mesmo com todo esse preparo, persistiram resistências previsíveis: as ditaduras dos países do BRICS, o Foro de São Paulo e a mídia esquerdista controlada mundialmente. Se a Europa não apoiasse, os Estados Unidos seriam massacrados unanimemente. Como costuma dizer a frase atribuída a Jânio Quadros: “O comunista pode chegar ao poder pelo voto, mas não sai pelo voto.” Vejam o tamanho da encrenca em que nos metemos, alinhando o país ao lado errado da história! Pedro Possas. Médico.
Policial premiado é morto diante da esposa; vídeo mostra o instante exato do crime (VEJA O VÍDEO)
Câmeras de segurança registraram o momento em que o policial civil Paulo Vítor Silva Heitor e sua esposa foram abordados por dois assaltantes no bairro do Maracanã, Zona Norte do Rio, na madrugada de domingo (11). O casal caminhava quando dois homens em uma moto se aproximaram. O agente, conhecido como PV, chegou a disparar, mas recebeu dois tiros e morreu no local. O ataque durou cerca de cinco segundos, na Rua Visconde de Itamarati, pouco antes das 3h, enquanto retornavam de um bar. O assaltante que estava na garupa saltou e atirou contra PV; a esposa foi ferida no dedo da mão esquerda. Os criminosos fugiram imediatamente. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu a investigação, buscando testemunhas e imagens de segurança. O corpo de PV foi encaminhado ao Instituto Médico‑Legal (IML) e o sepultamento ocorreu às 16h da segunda‑feira (12). Veja o vídeo!
Quando a estupidez do cinema nacional fala mais alto que a arte
Dar o microfone e os holofotes a quem não tem preparo para o sucesso tem sido a prática no cinema nacional. O Brasil possui tudo para se destacar no cenário mundial, mas a presença de Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho tem comprometido esse potencial. Já não bastava a intervenção de Fernanda Torres. Ao abrir a boca em pleno Globo de Ouro, eles fizeram a vergonha internacional transparecer. – “De 2018 a 2022, tivemos um presidente de extrema direita no Brasil/fascista que é a manifestação física dos ecos da ditadura”. Wagner Moura. – “Há cerca de 10 anos, o Brasil deu uma guinada muito acentuada para a direita e esse tempo já passou. O ex‑presidente está agora na prisão. Ele foi epicamente irresponsável ao não liderar o País”. Kleber Mendonça Filho.
Padre centenário morre ao concluir Ave‑Maria e gera comoção em Juiz de Fora
Faleceu na última sexta‑feira (9), aos 103 anos, o Padre José Luciano Jacques Penido, o missionário redentorista mais velho da Província Nossa Senhora Aparecida. Seu sepultamento ocorreu neste domingo (11), no Cemitério Provincial Nossa Senhora da Glória, em Juiz de Fora (MG), após a missa de velório celebrada às 11h. Exemplo de longevidade e lucidez, Pe. Penido deixa um legado de perseverança e entrega a Deus, com 78 anos de sacerdócio e 83 de consagração religiosa. Ele nasceu em Belo Vale (MG) no dia 18 de outubro de 1922, filho de Henrique Marques da Silveira Penido e Maria José Jacques Penido, em uma família de treze irmãos; era gêmeo de Paulo. Foi batizado em 28 de janeiro de 1923, na Paróquia São Gonçalo. Desde pequeno sonhava em ser sacerdote e, na infância, brincava de pregar as homilias que ouvia nas missas de domingo. Conheceu os missionários redentoristas nas Santas Missões de sua cidade. O missionário Pe. Atanásio visitou a casa de seus pais e declarou: “Esse menino será um redentorista”. Ingressou no Seminário Redentorista, em Congonhas (MG), aos 11 anos. Em 1941 passou à etapa do noviciado no Seminário da Floresta, em Juiz de Fora (MG), e professou os Votos Religiosos temporários na Congregação do Santíssimo Redentor em 2 de fevereiro de 1942. O padre provocou forte comoção em Juiz de Fora (MG) ao falecer logo após concluir a oração da Ave‑Maria.
Lewandowski, em seu último ato, encaminha à PF investigação bizarra contra Flávio Bolsonaro
Em um dos últimos atos de Ricardo Lewandowski à frente da pasta, o Ministério da Justiça encaminhou à Polícia Federal o pedido de uma deputada do PT para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ). O motivo foi uma publicação nas redes sociais de Flávio, pré‑candidato à Presidência em 2026, associando Lula ao ditador da Venezuela, Nicolás Maduro. A denúncia, feita pela deputada Dandara (PT‑MG), aponta um suposto crime contra a honra de Lula. O documento foi assinado por Eliza Pimentel da Costa Simões, coordenadora‑geral de Administração no gabinete do ministro, e enviado ao gabinete do diretor‑geral da PF, Andrei Rodrigues, para apreciação. Tem que rir… Haja criatividade.
Mulheres ao redor do mundo adotam gesto incendiário contra o regime iraniano
As atuais manifestações no Irã já têm seu próprio símbolo, repetido por mulheres de todo o mundo. O gesto consiste em atear fogo em uma foto do aiatolá Ali Khamenei e, com as chamas, acender o próprio cigarro. A cena, ato de rebeldia contra o regime ultraconservador imposto pela revolução de 1979, tomou as redes sociais nas últimas semanas, quando protestos alcançaram quase 200 cidades iranianas. Os protestos surgiram contra a alta dos preços, mas rapidamente se voltaram contra os líderes religiosos que governam há quase quatro décadas. As normas severas afetam sobretudo as mulheres – o Irã, ao lado do Afeganistão, exige por lei que as mulheres cubram o cabelo. Essa obrigação foi o estopim das manifestações em massa de 2022, quando Mahsa Amini, de 22 anos, morreu sob custódia do regime após ser detida em Teerã por supostamente exibir parte do cabelo fora do véu islâmico. Segundo a ONG de direitos humanos Hrana, 538 mortes foram registradas desde 28 de dezembro – 490 manifestantes e 48 membros das forças de segurança. O número de presos já ultrapassa 10 mil. Não há confirmação independente desses números, e o regime ainda não divulgou dados oficiais. Uma das primeiras gravações de mulher acendendo cigarro com as chamas que consumiam a foto de Khamenei foi feita no Canadá e publicada em conta da rede X, conforme noticiado pela imprensa internacional. Em seguida, outras mulheres replicaram o gesto em vídeo.
Novas regras da CNH provocam demissões em massa e ameaçam empreendedores
A cidade de Passo Fundo, no norte do Rio Grande do Sul, foi a primeira a registrar uma onda de demissões que pode se espalhar por todo o país, em razão das recentes alterações nas normas para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Nas últimas semanas, 45 instrutores de trânsito foram dispensados. Esse número corresponde a 25 % dos 180 profissionais que atuavam nos Centros de Formação de Condutores (CFCs) de Passo Fundo, segundo levantamento do sindicato da categoria (SindiCFC‑RS). As demissões são consequência direta das novas regras, vigentes há uma semana, que eliminaram a obrigatoriedade da maioria das aulas em autoescolas e reduziram a carga horária exigida para a CNH. Com as alterações, os candidatos podem utilizar veículos particulares e contratar instrutores autônomos credenciados, precisando comprovar apenas duas horas de aula obrigatória. Os CFCs estão reavaliando a viabilidade econômica de suas operações; a migração para instrutores autônomos pode precarizar ainda mais a relação de trabalho desses profissionais e comprometer a sustentabilidade dos empreendimentos.
Bolsonaro tratado como mártir enquanto justiça americana derruba o Banco Master (VEJA O VÍDEO)
Jair Bolsonaro enfrenta um momento dramático: está preso e com sérios problemas de saúde. Uma nova acusação contra Alexandre de Moraes chegou ao Ministério Público Federal. Há suspeitas de que o ex‑presidente esteja sendo torturado. Onde estão os deputados e senadores que deveriam defendê‑lo? O presidente argentino Javier Milei declara apoio a Flavio Bolsonaro para 2026, preferindo “uma solução com os Bolsonaros” ao socialismo de Lula. Novas atualizações sobre o escândalo do Banco Master, que já são comparadas a um caso pior que o Mensalão… Para discutir esses assuntos, o Jornal do JCO recebe a juíza Ludmila Lins Grilo (direto dos EUA), o professor Marcos Pizzolatto e o procurador Marcelo Rocha Monteiro. Assista, debata e compartilhe as verdades que a grande mídia tenta ocultar! Veja o vídeo: