A Meta, controladora do Facebook, anunciou nesta segunda‑feira (12) a nomeação de Dina Powell McCormick como nova presidente da empresa e como vice‑presidenta do Conselho de Administração. A executiva já atuou como assessora no primeiro governo de Donald Trump e retorna à companhia depois de ter integrado o Conselho de Administração entre abril e dezembro de 2025. A indicação provocou reação imediata do presidente dos Estados Unidos, que manifestou apoio à decisão de Mark Zuckerberg, CEO da Meta. “Parabéns a Dina Powell McCormick, que acaba de ser nomeada a nova presidente da Meta. Uma ótima escolha de Mark Zuckerberg! Ela é uma pessoa fantástica e muito talentosa, que serviu ao governo Trump com força e distinção!”, escreveu Trump em sua rede social Truth Social. A carreira de McCormick inclui passagens por administrações republicanas. Entre 2017 e 2018, ela foi conselheira adjunta de Segurança Nacional dos Estados Unidos durante a gestão Trump (2017‑2021). Antes disso, integrou a equipe do ex‑presidente George W. Bush, atuando de 2003 a 2007. Na Meta, McCormick fará parte da equipe executiva principal, com responsabilidades no planejamento estratégico e na execução das operações de negócios da empresa. Em comunicado oficial, Zuckerberg destacou as qualificações da nova presidente, ressaltando sua experiência nos mais altos níveis das finanças globais e seus profundos relacionamentos ao redor do mundo.
Negaram atendimento médico a Bolsonaro; quem fez isso não é humano
São tantas as aberrações que estão ocorrendo que nem temos tempo de nos recuperar de uma indignação, pois outra se sobrepõe. É cruel, desumano, abusivo e criminoso o que estão fazendo com Bolsonaro. Nem aos piores criminosos se nega assistência à saúde. Como um sujeito pode se julgar superior a uma conduta médica apenas por vestir uma toga? Negligência, imprudência ou ainda pior: decretação covarde de pena de morte lenta, sob tortura e desumana. Não foi um ser humano quem negou atendimento médico a Bolsonaro. Quem emitiu essa ordem já não guarda mais nenhum vestígio de humanidade em sua alma. Que Deus proteja, alivie e guarde Bolsonaro. Bem‑aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Que assim seja! Pedro Possas. Médico.
Senador reaviva alerta sobre mentira da ministra na sabatina (Veja o vídeo)
Uma empresa ligada a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”, pagou R$ 700 mil ao escritório de advocacia da ministra do STM (Superior Tribunal Militar) Verônica Abdalla Sterman. Um dos Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) enviados à CPMI do INSS traz esse pagamento, que teria sido efetuado antes da posse de Verônica como ministra. O pagamento de R$ 700 mil foi realizado pela empresa ACX ITC Serviços de Tecnologia S/A, em parcela única. A conta da ACX, aberta no Banco do Brasil, em São Caetano do Sul (SP), movimentou cerca de R$ 266,6 milhões entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025, segundo o relatório. A ministra do STM alegou que o valor corresponde a honorários de três pareceres jurídicos que ela elaborou na época em que atuava como advogada. Todos os pareceres tratariam de questões criminais relacionadas às atividades da empresa. O senador Carlos Portinho recordou que, durante a sabatina, denunciou uma “mentira” da ministra, embora seu nome tenha sido aprovado pelo colegiado. O parlamentar publicou a seguinte mensagem: “Advogada sem Mestrado cobrando 700 mil por pareceres e ainda compõe o STM indicada por companheiros ?!!” “Só no Brasil de Lula, o país do compadrio onde tudo é possível.” “Eu alertei na sua sabatina!” Veja o vídeo:
Ministro relator do caso Master no TCU deixa R$ 13 milhões em emendas para casas populares de Iracema desaparecer
Jhonatan de Jesus, atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), e seu pai, o senador Mecias de Jesus (Republicanos), enviaram R$ 13 milhões em “emendas Pix” para a construção de 300 casas populares em Iracema, Roraima. O projeto, que deveria ter sido concluído até o final de 2024, resultou na construção de apenas uma residência modelo, que já apresenta sinais de deterioração. O terreno destinado ao conjunto habitacional, localizado às margens da BR-174, encontra‑se praticamente tomado pela vegetação, sem qualquer sinal de fundações ou trabalhos de infraestrutura para as 299 casas restantes. A única casa construída permanece desabitada. Quando questionado sobre a situação, o ministro Jhonatan de Jesus, que atualmente é relator do caso Master no TCU, negou irregularidades e afirmou não ter responsabilidade sobre a execução dos projetos. “A indicação de emendas não se confunde com a execução dos recursos”, declarou. O senador Mecias de Jesus também se manifestou sobre o caso, afirmando que “a execução é de responsabilidade exclusiva da prefeitura”. Em nota, reforçou: “O parlamentar destina; o município executa e presta contas”. A Prefeitura de Iracema justificou que os recursos foram aplicados na elaboração de projetos técnicos. “Os valores liberados no âmbito desta meta foram regularmente aplicados no pagamento dos serviços licitados para elaboração dos projetos técnicos, incluindo projetos arquitetônicos, de engenharia, iluminação pública, drenagem e esgotamento sanitário, etapa indispensável e obrigatória para a futura execução física das unidades habitacionais”, informou a administração municipal. Um levantamento do jornal Estadão mostrou que Jhonatan de Jesus, enquanto deputado federal, destinou R$ 42 milhões em emendas parlamentares para Roraima que resultaram em obras inacabadas e pavimentações deterioradas. Parte desses recursos “sumiu” sem a devida prestação de contas. O ex‑prefeito de Iracema, Jairo Ribeiro (Republicanos), aliado político de Jhonatan e Mecias de Jesus, utilizou politicamente a construção da única casa modelo. Em maio de 2024, ele declarou: “O sonho nosso de Iracema se tornou realidade. A casa modelo foi construída, compromisso da nossa gestão cumprido”. Ribeiro, que encerrou dois mandatos consecutivos, é investigado pela Polícia Federal por supostas fraudes eleitorais ocorridas durante o pleito de 2024 e por possíveis desvios de recursos públicos. Sobre sua relação com o ministro do TCU, o ex‑prefeito afirmou: “As indicações eram priorizadas de acordo com a necessidade do município e o ex‑deputado dentro do possível alocava suas emendas para ajudar o município em sua infraestrutura urbana ou rural”. Quanto à investigação, Ribeiro garantiu que sua prisão “não teve nada a ver com emendas” e que o processo investigativo ainda está em andamento. O caso ganha relevância adicional pelo fato de Jhonatan de Jesus atuar como relator no TCU do processo que investiga a atuação do Banco Central na liquidação do Banco Master. O ministro havia determinado uma inspeção na autoridade monetária, mas posteriormente encaminhou a decisão para o plenário da Corte, atualmente em recesso. “A responsabilidade pela apresentação de projetos, execução das obras, fiscalização, transparência e prestação de contas é exclusiva dos entes beneficiários e dos órgãos executores, conforme a legislação vigente, as normas do Tribunal de Contas da União e as decisões do Supremo Tribunal Federal”, disse Jesus. A Prefeitura de Iracema finalizou seu comunicado afirmando: “A Prefeitura Municipal de Iracema reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos, permanecendo à disposição para prestar esclarecimentos adicionais aos órgãos de controle e à sociedade”.
Ex-secretário de Doria, que liderou a Saúde no início da pandemia, morre
Faleceu neste sábado (10) o médico José Henrique Germann Ferreira, que ocupou o cargo de secretário de Estado da Saúde de São Paulo durante o início da pandemia de Covid‑19, em 2020. A confirmação da morte foi feita por entidades médicas, que não divulgaram a causa do óbito. Germann assumiu a Secretaria da Saúde em janeiro de 2019 e esteve à frente da coordenação das ações do sistema estadual justamente no período inicial da crise sanitária provocada pelo coronavírus, quando o setor público enfrentou desafios inéditos. Ele deixou o cargo em julho de 2020, após 19 meses de gestão, por motivos relacionados à própria saúde, sendo substituído pelo infectologista Jean Gorinchteyn, do Hospital Emílio Ribas. À época da mudança, o então governador João Doria fez questão de esclarecer as circunstâncias da saída. “A troca acontece neste momento por necessidade de saúde. O doutor [Germann], ao longo de um período de 19 meses, cumpriu brilhantemente seu trabalho à frente da secretaria. Deixa esta função e assume amanhã a função de assessor especial do governo para assuntos de saúde pública, dando expediente no Palácio e na secretaria. Quero deixar claro que não houve razão de ordem administrativa, exceto de saúde”, declarou. Após a confirmação do falecimento, João Doria voltou a se manifestar, lamentando a perda. “Lamento profundamente a perda do Dr. José Henrique Germann, que foi Secretário de Saúde durante nossa gestão à frente do Governo do Estado de São Paulo. Médico respeitado e gestor público de alta qualidade, Germann prestou relevantes serviços à saúde pública no estado de São Paulo. Meus sentimentos aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele”, afirmou. O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) divulgou nota oficial expressando profundo pesar e destacando a contribuição do médico para a saúde pública paulista. A entidade também manifestou solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de profissão.
CPI do Banco Master atinge número de assinaturas para abertura (Veja o vídeo)
O deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB‑DF) anunciou que reuniu as 171 assinaturas necessárias para protocolar o requerimento de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e o Banco Regional de Brasília (BRB). “Já temos assinaturas suficientes para a instalação da CPI do Banco Master. Importante registrar que fui o primeiro a propor essa CPI, tão logo surgiram os escândalos de compra de títulos inexistentes do Banco Master pelo BRB, que somam mais de 12 bilhões de reais. Segundo investigações da Polícia Federal e do Banco Central, o rombo do BRB ultrapassa 4 bilhões de reais em títulos que não puderam ser substituídos”, afirmou. Em seguida, acrescentou: “É relevante destacar que o PSB foi o primeiro a denunciar essa operação ao Banco Central, à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, e os fatos comprovaram que estávamos corretos. Precisamos instalar essa CPI para identificar todos os laços que Daniel Vorcaro construiu para chegar onde chegou, bem como investigar até onde vai o envolvimento do governador Ibaneis Rocha, que defendeu a operação de forma enfática em diversas ocasiões”. Rollemberg também declarou: “É imprescindível que os responsáveis sejam punidos, presos e tenham seus bens sequestrados, a fim de reduzir o prejuízo do BRB. Por isso queremos instalar essa CPI para investigar a fundo, doa a quem doer. A corrupção desvia recursos da educação, da saúde e da segurança. Não podemos tolerar a corrupção”. O anúncio, feito pelo ex‑governador do Distrito Federal, ocorre poucos dias depois de a oposição no Congresso afirmar que alcançou o número necessário de assinaturas para protocolar o requerimento de criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) contra o Banco Master. Ambos os pronunciamentos foram realizados durante o recesso parlamentar, que se estende até 1º de fevereiro. A coleta de assinaturas por Rollemberg teve início após a deflagração da Operação Compliance Zero, promovida pela Polícia Federal, que resultou na prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e de outras seis pessoas, além do afastamento da diretoria do BRB. CPIs e CPMIs dispõem de poderes investigativos equiparados aos das autoridades judiciais, podendo determinar diligências, ouvir indiciados e inquirir testemunhas. Para que esses colegiados sejam efetivamente criados, é necessário que o presidente da Câmara dos Deputados (no caso da CPI) ou o presidente do Congresso Nacional (no caso da CPMI) faça a leitura do requerimento em sessão plenária. Veja o vídeo:
PF tem caminho fácil para identificar o mandante do crime contra o Sistema Financeiro Nacional
É simples para a Polícia Federal chegar ao mandante do crime contra o Sistema Financeiro Nacional: basta descobrir quem está por trás do chamado “Projeto DV”, sigla que remete a Daniel Vorcaro, que nega envolvimento. O jornalista Lauro Jardim avalia que essa investigação não deve ser das mais difíceis para a PF e argumenta: “Alguns influenciadores que admitiram ter recebido propostas para os ataques ao Banco Central revelaram os nomes das agências de marketing digital que fizeram as ofertas. Entre elas, o Portal Group, a Miranda Comunicação e o grupo Farol. Quem as contratou para esse serviço? Não há a menor chance de essas agências terem pensado em executar campanhas desse tipo sem um contratante – e, evidentemente, esse contratante tende a ser a mesma pessoa. Trata‑se de alguém com dois interesses claros: defender o Banco Master e atacar o Banco Central. Quem reúne esses requisitos? Basta saber quem contratou as agências de marketing digital para se chegar ao mandante desse crime contra o Sistema Financeiro Nacional.” Isso, claro, a menos que “forças ocultas” impeçam a PF de obter essa informação.
Parlamentar de Itainópolis se envolve em acidente e constata que a vítima fatal é seu irmão (Veja o vídeo)
O vereador de Itainópolis (PI), Erivan Osmundo dos Santos, de 62 anos, esteve envolvido em um acidente na rodovia PI‑245, entre Picos e Itainópolis, neste sábado (10). A colisão entre a sua caminhonete e a motocicleta de seu irmão, Geusivan Pereira dos Santos, de 55 anos, resultou na morte do motociclista. O acidente ocorreu por volta das 13h30, no Assentamento União. Segundo a Polícia Militar, o motociclista teria invadido a pista contrária, provocando a colisão frontal. Geusivan morreu no local. As circunstâncias continuam sob investigação. Veja o vídeo: Estranhamente, Suzane aparece na delegacia e recebe um “não” da polícia. O que poucos perceberam no “surto” de Wagner Moura contra Bolsonaro (veja o vídeo). URGENTE: Vaza repasse milionário a escritório de ministra feitos por empresa ligada ao Careca do INSS.
Suzane von Richthofen aparece na delegacia e tem pedido de liberação do corpo do tio recusado pela polícia
Suzane von Richthofen compareceu ontem à 27ª Delegacia de Polícia, na zona sul de São Paulo, para tentar liberar o corpo de seu tio, Miguel Abdala Netto, de 76 anos, encontrado morto dentro de casa, no Campo Belo, em São Paulo. A Polícia Civil investiga o caso como morte suspeita. A presença de Suzane na delegacia surpreendeu os policiais. Ela alegou ser a única parente consanguínea próxima do médico, por ser sobrinha de primeiro grau, e buscou formalizar a liberação do corpo para sepultamento. Essa iniciativa também abriria caminho para que se tornasse inventariante dos bens deixados por Miguel, que incluíam uma casa e um apartamento no Campo Belo, além de um sítio no litoral paulista, estimados em cerca de R$ 5 milhões. Os policiais decidiram não atender ao pedido de Suzane. Após ter o pedido negado na delegacia, ela dirigiu‑se ao fórum e ingressou com um pedido de tutela, na tentativa de reverter a decisão. Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex‑companheira de Miguel, afirmou que torce para que exista um testamento que a exclua da herança. Segundo ela, assim que o documento for localizado, ficará claro que Suzane está excluída. Durante o relacionamento com Miguel, Magnani relata que o médico “falava horrores da sobrinha” e dizia que lutaria até o fim da vida para que ela não herdasse “nem um alfinete” da família, que, nas palavras dele, ela própria havia destruído. O caso continua sob investigação.
O “surto” de Wagner Moura contra Bolsonaro: o que poucos perceberam (VEJA O VÍDEO)
Marina Helena, comentarista política e ex‑candidata à prefeitura de São Paulo, reagiu ao que chamou de “surto” do ator Wagner Moura contra Jair Bolsonaro. Ela destacou o que poucos perceberam: De vez em quando eles deixam escapar. Wagner Moura diz que é preciso fazer mais filmes sobre a ditadura militar porque Bolsonaro, um ‘presidente fascista’, seria a ‘manifestação física’ dela no cotidiano brasileiro. Ou seja: na visão dele, são necessários mais filmes com essa temática para evitar que o povo cometa o mesmo erro de eleger a ‘extrema‑direita’. Na cabeça de Wagner Moura, ele fez parte de uma heroica ‘resistência ao fascismo’ entre 2019 e 2022. Deve se sentir uma mulher iraniana, um preso político venezuelano ou mesmo um dos muitos presos políticos brasileiros da atual ditadura da toga. Aliás, para esses, Wagner Moura também está se lixando. A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados, descrita como cruel, absurda e desumana, não tem fim, segundo o texto. Afirma‑se que há intenção de eliminar a vida dele e de encobrir o que aconteceu em 2022, mas que a “verdade não vai morrer” para o “terror do sistema”. Todo esse conteúdo teria sido registrado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, apontado como best‑seller no Brasil. O livro, descrito como um “documento”, teria se tornado um arquivo histórico por seu conteúdo corajoso. Segundo a matéria, nele constam as manobras do “sistema” para devolver ao poder o ex‑presidiário Lula, além dos episódios de perseguição contra Bolsonaro, eleições, prisões, mídia, censura, manipulação e muito mais. A obra estaria sob ameaça de censura e não se saberia por quanto tempo permanecerá disponível ao público. O próprio Bolsonaro já teria tomado conhecimento do livro: