Em editorial contundente, a Folha de S.Paulo revelou como prosperam os parentes de ministros do Supremo Tribunal Federal. O texto, inédito, demonstra que o cerco está se fechando para os magistrados. Ser indicado a uma das 11 cadeiras do STF gera um aumento significativo na demanda pelos serviços dos escritórios de advocacia de seus parentes. O efeito não era segredo, mas o economista Bruno Carazza, em coluna no Valor Econômico, apresentou números que o comprovam. Carazza analisou nove advogados que são cônjuges ou filhos de ministros do STF e comparou o número de processos que eles tinham no STF e no STJ antes e depois das respectivas posses. No total, as ações dos parentes saltaram de 80 para 170 no STF e de 278 para 1 394 no STJ. Esses resultados são conservadores, pois não consideram os sócios das firmas de advocacia dos familiares. É importante ressaltar que a multiplicação das causas não implica irregularidades — a escolha de um cliente por determinado profissional não constitui ilícito em nenhum país civilizado. Contudo, é difícil afastar a ideia de que quem contrata um advogado parente de ministro da mais alta corte constitucional busca, além da excelência técnica, a influência do magistrado, o que corrói a credibilidade do Judiciário. O fenômeno, já chamado jocoso de “filhotismo”, ganhou novos contornos nos últimos anos, somando‑se a relatos de luxuosos eventos jurídicos no exterior, financiados por empresas com interesses no STF, e a revelações de relações que ultrapassam os limites da moralidade exigidos ao cargo. Entre os casos citados, a viagem de Dias Toffoli em jato de empresário, com advogado ligado ao Banco Master, e o contrato de R$ 129 milhões entre a mesma instituição financeira e o STF, além do escritório de advocacia da esposa de Alexandre de Moraes. O conjunto de fatos impulsionou um movimento da sociedade para que o STF adote um código de conduta, a exemplo de cortes supremas de países como Alemanha e Estados Unidos. A proposta, lançada pelo presidente do Supremo, Edson Fachin, conta com apoio de alguns ministros mais discretos, mas enfrenta forte resistência dentro do tribunal. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura feita por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro, criando a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a censura persiste há quase um ano. Atualmente, outros livros podem estar na mira da censura, como “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam justamente da censura e dos acontecimentos incomuns dentro do STF.
Escândalo atinge a igreja após revelação de caso extraconjugal do escritor cristão Philip Yancey
O escritor cristão Philip Yancey, de 76 anos, comunicou nesta semana que está se afastando definitivamente da escrita, de palestras públicas e das redes sociais após tornar público que manteve, por oito anos, um relacionamento extraconjugal com uma mulher casada. O anúncio marcou o encerramento de uma trajetória amplamente conhecida no meio cristão internacional. Em um comunicado encaminhado à revista Christianity Today, com a qual manteve colaboração contínua por 26 anos, Yancey fez uma confissão direta sobre o episódio. “Para minha grande vergonha, confesso que por oito anos me envolvi voluntariamente em um caso pecaminoso com uma mulher casada”, escreveu. O autor reconheceu que sua atitude contrariou tudo aquilo que sempre defendeu sobre o casamento e afirmou que não fornecerá mais detalhes “por respeito à outra família”. Casado há 55 anos com Janet Yancey, o escritor relatou que já confessou o ocorrido diante de Deus e de sua esposa. Segundo ele, está comprometido com um processo profissional de aconselhamento e prestação de contas. No mesmo texto, Yancey afirmou que sua prioridade, a partir de agora, será a reconstrução da confiança no casamento e a vivência, de forma reservada, dos princípios que defendeu ao longo da vida. “Tendo me desqualificado para o ministério cristão, estou me aposentando da escrita, da fala pública e das redes sociais”, declarou o autor, ao justificar sua decisão de se retirar completamente da exposição pública. Janet Yancey também divulgou uma nota na qual descreveu o momento como de “trauma e devastação”, mas reafirmou o compromisso firmado no matrimônio há mais de cinco décadas. “Fiz um voto matrimonial sagrado e vinculante há 55 anos e meio, e não quebrarei essa promessa. Aceito e compreendo que Deus, por meio de Jesus, pagou e perdoou os pecados do mundo, inclusive os de Philip”, afirmou. Ela acrescentou que pede a Deus força para conceder perdão, mesmo diante da dor profunda, e solicitou orações. “Que Deus me conceda a graça de também perdoar, apesar do meu trauma insondável”, disse. TRAJETÓRIA Philip Yancey iniciou sua carreira no jornalismo em 1971, na revista Campus Life, voltada ao público jovem cristão e posteriormente incorporada ao grupo editorial da Christianity Today. Ao longo dos anos, atuou como repórter, colunista e editor colaborador, mantendo por mais de duas décadas uma coluna fixa na contracapa da publicação. Reconhecido mundialmente, Yancey é autor de livros de grande impacto no meio cristão, como Maravilhosa Graça e O que há de tão surpreendente na Graça?. Ao todo, suas obras ultrapassaram a marca de 15 milhões de exemplares vendidos, abordando temas como fé, sofrimento, dor, esperança e, sobretudo, a graça cristã como expressão do perdão divino. Em 2023, o escritor revelou ter sido diagnosticado com a doença de Parkinson, assunto que já havia tratado em textos publicados anteriormente na Christianity Today. Apesar do diagnóstico, ele ainda manteve compromissos públicos até este ano, alguns dos quais foram cancelados após o anúncio da aposentadoria. Suas redes sociais também foram desativadas. Com informações da AE.
Foto inédita revela Bolsonaro em crise de vômito e azia
Carlos Bolsonaro afirmou que um médico foi chamado à prisão porque as crises persistentes de soluços de Jair Bolsonaro “evoluíram para um quadro de azia constante, o que o impede de se alimentar adequadamente e de dormir”. “É perceptível, ainda, o grave abalo psicológico que sofre, agravado pelo fato de permanecer sozinho na solitária”, declarou Carlos. Carlos ainda anexou uma foto em que registra o pai em “intermináveis crises de vômito, decorrentes das sequelas da facada que sofreu, praticada por um antigo militante do PSOL, partido historicamente alinhado à facção política de Lula”. Veja a foto publicada: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se manifestou contra a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro alegue que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor, a censura permanece por quase um ano. Segundo a CIDH, muitos outros livros podem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, obras que tratam da censura e dos acontecimentos no Supremo Tribunal Federal.
URGENTE: Saúde de Bolsonaro se deteriora, médico é chamado à prisão
Carlos Bolsonaro acabou de publicar: Prezados, O médico do meu pai foi chamado hoje, domingo, 11 de janeiro de 2026, à prisão, após sermos informados de que as crises persistentes de soluços evoluíram para um quadro de azia constante, o que o impede de se alimentar adequadamente e de dormir. É perceptível, ainda, o grave abalo psicológico que ele sofre, agravado pelo fato de permanecer sozinho na solitária. Neste fim de semana, a defesa do presidente Jair Bolsonaro protocolou mais um pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao STF, que, até o presente momento, lamentavelmente não foi apreciado. – A foto anexa registra meu pai em intermináveis crises de vômito, decorrentes das sequelas da facada que sofreu, praticada por um antigo militante do PSOL, partido historicamente alinhado à facção política de Lula. Os crimes pelos quais Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão: 1. Destruição de patrimônio 2. Destruição de patrimônio tombado Jair Bolsonaro estava em Orlando (EUA). Não se encontrava na Praça dos Três Poderes. Portanto, não destruiu absolutamente nada. No Direito Penal vigora o princípio da individualização da pena. Ainda assim, nesses dois crimes, Bolsonaro foi condenado injustamente. 3. Organização criminosa armada No dia 8 de janeiro, nenhuma arma foi apreendida. Não se tratou de movimento armado. Foi uma manifestação sem a participação ou liderança de Jair Bolsonaro, que saiu do controle, com a exaltação de alguns poucos manifestantes. Trata‑se de mais uma condenação injusta. 4. Golpe de Estado 5. Abolição violenta do Estado Democrático de Direito Não se pode falar em golpe sem ato executório. Não se dá golpe em um domingo, contra prédios públicos vazios. Os participantes foram condenados sob a tese de crime de multidão, isto é, sem liderança. Posteriormente, contraditoriamente, condena‑se Jair Bolsonaro como líder dos fatos de 8 de janeiro, mesmo ele estando fora do país. O que se observa é uma perseguição política escancarada, incompatível com o Estado de Direito. Mais uma condenação injusta. Veja a foto publicada: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder – já que a censura persiste por quase um ano. Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam exatamente da censura e dos estranhos acontecimentos dentro do STF.