O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), declarou que confia no deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT‑BA), apontado como principal alvo da nona fase da Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal. Ele afirmou que acompanhará o caso com cautela até a conclusão das investigações. Em entrevista concedida a jornalistas durante um evento oficial, Jerônimo ressaltou a importância do trabalho das instituições e reiterou que o parlamentar tem direito à ampla defesa. “Quero reconhecer aqui que a Justiça, a Polícia Federal e o Ministério Público têm toda a obrigação de fiscalizar qualquer tipo de denúncia. Eu tenho tido bons contatos com Félix, que tem me acompanhado nas agendas. Espero que as coisas se esclareçam e, até então, revelar e demonstrar a confiança que tenho, até que se prove o contrário”, declarou o governador. O chefe do Executivo baiano também destacou que mantém uma relação institucional positiva com o deputado, citando a presença frequente de Félix em compromissos oficiais do governo. Para Jerônimo, a confiança pessoal não elimina a necessidade de investigação, mas reforça a postura de aguardar os esclarecimentos formais antes de qualquer julgamento. Além disso, o governador afirmou que o PDT da Bahia, partido presidido por Félix Mendonça Júnior, continuará tendo espaço político dentro do governo estadual. Segundo ele, a legenda poderá fazer indicações na reforma do secretariado, independentemente do andamento das apurações. Deputado é alvo de mandados da PF Na manhã desta terça‑feira (13/1), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão no apartamento funcional utilizado pelo deputado em Brasília e em outros três endereços ligados a ele no estado da Bahia. A ação faz parte da Operação Overclean. A investigação apura a suposta atuação de uma organização criminosa envolvida no desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, além de possíveis crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O caso segue sob responsabilidade da Polícia Federal, que dará continuidade às diligências.
Bolsonaro é obrigado a usar protetores auriculares contra ruído ensurdecedor na prisão
Carlos Bolsonaro divulgou um comunicado alertando sobre a situação do ex‑presidente Jair Bolsonaro, que se encontra sob custódia do Estado. Segundo o filho, foi informado de que o presidente sofre exposição contínua a um ruído intenso e “enlouquecedor” proveniente de um equipamento de ar‑condicionado central instalado junto à parede de sua cela. Em vez de eliminar a fonte do problema, a autoridade responsável teria fornecido apenas protetores auriculares como suposta solução. O comunicado afirma que essa medida demonstra que os responsáveis têm plena ciência da irregularidade, mantendo a condição adversa e transferindo ao detido o ônus de suportá‑la. O ruído constante, a privação de descanso e o ambiente hostil configuram, segundo a mensagem, tratamento degradante, sobretudo para alguém com quadro de saúde sensível, agravando riscos físicos e psicológicos de forma desnecessária e injustificável. “Nenhuma custódia autoriza humilhação. Nenhuma medida administrativa pode substituir o dever do Estado de assegurar dignidade, integridade e humanidade. Providências urgentes precisam ser adotadas”, conclui. A comunicação descreve a situação como “cruel, absurda e desumana” e indica que há um esforço para “tirar a vida dele e esconder o que realmente aconteceu em 2022”.
Irã anuncia execução de Erfan Soltani; barbárie será concluída em poucas horas
O regime da República Islâmica do Irã está prestes a realizar, nesta quarta‑feira (14), a primeira execução oficial vinculada à atual onda de protestos que varre o país. O jovem Erfan Soltani, de 26 anos, foi condenado à morte e terá apenas dez minutos para se despedir da família antes de ser enforcado. Para ativistas e organizações de direitos humanos, o motivo real de sua condenação foi simples: “Clamar por liberdade”. Sem histórico conhecido de militância política, Soltani foi preso em sua própria residência, na cidade de Fardis, região central do Irã, na última quinta‑feira. Uma barbárie! Algo desumano! De acordo com relatos de entidades internacionais, o processo judicial foi conduzido de forma sumária, durando apenas quatro dias, sem garantia de defesa técnica, acesso a advogados ou qualquer respeito ao devido processo legal, o que caracteriza, segundo especialistas, uma grave violação do direito internacional.
FLÁVIO BOLSONARO DENUNCIA TORTURA PSICOLÓGICA DIÁRIA NA CELA DO PAI (VEJA O VÍDEO)
Flávio Bolsonaro visitou o pai, Jair Bolsonaro, na cela da superintendência da Polícia Federal. Em entrevista com jornalistas, o senador descreveu a situação que, segundo ele, ocorre diariamente na cela por causa do barulho do ar‑condicionado, afirmando que o ex‑presidente está sendo torturado psicologicamente. Ele afirmou que a perseguição contra o ex‑presidente e seus aliados é cruel, absurda e desumana, e que há temores de que algo ainda pior possa acontecer. O senador citou o livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, descrevendo‑o como um documento que reúne relatos sobre supostas manobras do que chamou de “sistema” para prejudicar Bolsonaro, incluindo questões relacionadas a eleições, prisões, mídia, censura e manipulação. O próprio Bolsonaro já conhece o livro:
Lula nomeia Wellington César como substituto de Lewandowski no Ministério da Justiça
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu nesta terça‑feira (13) o jurista Wellington César Lima e Silva para assumir o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública, vaga deixada por Ricardo Lewandowski, que pediu exoneração na última sexta‑feira (9) alegando razões de ordem pessoal e familiar. Atualmente advogado‑geral da Petrobras, Wellington César também é conhecido por sua passagem pela Secretaria Especial de Assuntos Jurídicos da Presidência da República, cargo que exerceu de 2003 até meados de 2024. Com bom relacionamento tanto com Lula quanto com lideranças do PT da Bahia, o futuro ministro já se encontra no Palácio do Planalto, à espera do presidente, que cumpre compromissos oficiais no Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados). A confirmação pública da nomeação deve ocorrer assim que Lula retornar ao Planalto. Com a escolha, Wellington passa a ser o terceiro ministro da Justiça no atual mandato presidencial. Antes dele, a pasta foi comandada por Flávio Dino, entre janeiro de 2023 e fevereiro de 2024, e, posteriormente, por Ricardo Lewandowski. A troca integra um processo mais amplo de rearranjos no primeiro escalão do governo: desde o início da gestão, já foram registradas quinze mudanças ministeriais, e novas alterações são esperadas ao longo do ano, especialmente por causa do calendário eleitoral. Nos bastidores, a indicação foi construída com forte participação da ala petista baiana instalada no Palácio do Planalto. Entre os articuladores estão o líder do governo no Senado, Jaques Wagner, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, todos defensores do nome de Wellington para a função. Esta não é a primeira vez que Wellington César Lima e Silva assume a chefia da Justiça. Em 2016, durante o governo da ex‑presidenta Dilma Rousseff (PT), chegou a ocupar o cargo de forma interina, mas sua permanência foi curta, limitada a onze dias, após o Supremo Tribunal Federal decidir que era incompatível o acúmulo da função no Executivo com a atuação como procurador do Ministério Público da Bahia. Mais recentemente, entre 2023 e 2024, Wellington comandou a Secretaria Especial de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, órgão estratégico responsável por assessorar diretamente o presidente da República e dar suporte técnico à tramitação de projetos de lei, medidas provisórias, vetos e sanções dentro do Poder Executivo.
AO VIVO: Lulinha, filho de Lula, está prestes a fugir do Brasil (veja o vídeo)
Carlos Bolsonaro, ex‑vereador, divulgou uma carta emocionada ao pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro, atualmente detido na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Na mensagem, ele acusa a prisão de pura perseguição política e exorta o pai a resistir com força e dignidade. Enquanto isso, Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está sob investigação da PF por suposto esquema milionário de roubo ao INSS e se prepara para deixar o Brasil novamente, retornando a Madri. A Polícia Federal também está analisando um pedido do Ministério da Justiça, feito na gestão do ministro Lewandowski, para investigar o senador Flávio Bolsonaro, em razão de publicações que o associam a Nicolás Maduro. Para comentar os assuntos, o Jornal do JCO recebeu os advogados Claudio Caivano e Wellington dos Santos, além do jornalista Diogo Forjaz. Curta, compartilhe e apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! Veja o vídeo: “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva” A Máquina Contra o Homem – Como o Sistema tentou destruir um presidente e despertou uma nação
Ditador aliado de Lula recua sob pressão dos EUA liderada por Trump
O governo da Nicarágua informou que libertará dezenas de detentos do sistema penitenciário nacional, em um movimento que ocorre enquanto os Estados Unidos intensificam a pressão diplomática contra o regime de Daniel Ortega, considerado amigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O anúncio surge cerca de uma semana após a prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro, episódio que elevou a tensão política na região. Em comunicado oficial, o Ministério do Interior nicarauguaense afirmou que “dezenas de pessoas que estavam no Sistema Penitenciário Nacional estão retornando para suas casas e famílias”, sem detalhar nomes, critérios ou prazos para as liberações. A embaixada dos Estados Unidos na Nicarágua elogiou a decisão da Venezuela de libertar o que classificou como “prisioneiros políticos”, considerando o gesto um avanço em direção à pacificação. No entanto, a representação diplomática criticou duramente a situação nicarauguaense, ressaltando que “mais de 60 pessoas permanecem injustamente detidas ou desaparecidas, incluindo pastores, trabalhadores religiosos, doentes e idosos”. Organizações independentes de direitos humanos também acompanham o caso. Uma ONG que monitora abusos no país afirmou que ao menos 61 pessoas foram presas recentemente após celebrarem ou demonstrarem apoio, nas redes sociais, à captura de Nicolás Maduro. Segundo a entidade, as detenções ocorreram em pelo menos nove estados da Nicarágua. A repressão promovida pelo regime de Ortega não é recente. Desde os protestos em massa de 2018, duramente reprimidos pelas forças de segurança, o governo tem intensificado ações contra opositores políticos, líderes religiosos, jornalistas e integrantes da sociedade civil considerados críticos ao poder. Nos últimos oito anos, mais de 5 mil organizações foram fechadas no país, a maioria delas de caráter religioso ou social. Além disso, milhares de nicaraugueses foram forçados a deixar o território nacional, em meio ao avanço da perseguição política e à deterioração das liberdades civis.
Carlos Bolsonaro publica carta aberta ao pai, Jair Bolsonaro, defendendo resistência contra perseguição
O ex‑vereador Carlos Bolsonaro (PL) divulgou uma carta aberta dirigida ao pai, o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). O texto, carregado de emoção, foi escrito inicialmente para uso familiar, mas o filho decidiu torná‑lo público para relatar a trajetória de um líder conservador que, segundo ele, permaneceu firme diante de adversidades extremas. LEIA A CARTA COMPLETA A SEGUIR: Segunda‑feira, 12 de janeiro de 2026Jair Messias BolsonaroSuperintendência da Polícia Federal de Brasília Pai, Escrevo não apenas como filho, mas como alguém que te viu resistir quando tudo parecia perdido. Vi seu corpo ferido, tua alma testada, tua honra atacada de formas que poucos homens suportariam sem cair. E, ainda assim, você permaneceu de pé – mesmo quando tentaram te dobrar pela dor, pela injustiça, pela humilhação calculada e pelo silêncio imposto. O que estão fazendo agora não é justiça. É perseguição, é tortura, é imoralidade. É a tentativa metódica de te esgotar por dentro, de te afastar de quem você ama, de te fazer acreditar que está sozinho. Mas você não está. Nunca esteve. Cada dia que passa, pai, confirma aquilo que sempre soubemos: não é sobre erros, não é sobre leis – é sobre te quebrar moralmente. E é justamente por isso que resistir se tornou um ato de amor. Amor por nós, teus filhos. Amor por quem acredita em você. Amor pela verdade. Quero que saiba que estamos aqui. Firmes. Atentos. Fortes por você, quando o cansaço aperta. Precisamos de você em pé, pai. Precisamos da tua lucidez, da tua presença, da tua voz – mesmo que agora tentem calá‑la entre paredes frias, barulhentas, molhadas e decisões arbitrárias. Você nos ensinou que dignidade não se negocia. Que caráter não se curva. Que a verdade pode até ser perseguida, mas nunca enterrada. É isso que nos sustenta agora. É isso que deve te sustentar. Levante‑se todos os dias com a certeza de que sua história não termina aqui. Que seus filhos precisam de você vivo, forte e de cabeça erguida. Que ainda há muito o que atravessar – e nós atravessaremos juntos. A injustiça não vence homens íntegros. E você, pai, segue íntegro. Com amor, lealdade e esperança,Carlos. A perseguição contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, segundo a narrativa de Carlos, é descrita como “cruel, absurda e desumana”. O autor afirma que há quem queira eliminar a vida de Bolsonaro e ocultar os fatos ocorridos em 2022. Essa versão dos acontecimentos está reunida no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, apontado como best‑seller no Brasil. O livro, que o próprio Bolsonaro já conhece, é apresentado como um “documento” histórico que detalha as supostas manobras do “sistema” para devolver ao poder o ex‑presidiário Lula, além de relatar eleições, prisões, censura, perseguição e manipulação promovidas pela esquerda. Segundo a matéria, a obra está sob mira da censura, mas ainda pode ser adquirida.
André Mendonça acionado com pedido de prisão preventiva contra Lulinha
O advogado Jeffrey Chiquini protocolou pedido de prisão preventiva contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, no âmbito de investigação da Polícia Federal que apura fraudes em descontos associativos indevidos sobre benefícios previdenciários do INSS. Trata‑se de um esquema complexo e de elevado impacto social. Conforme informações divulgadas publicamente e comunicadas ao Supremo Tribunal Federal, Lulinha passou a figurar de forma expressiva no conjunto investigativo, tendo sido citado por testemunhas e mencionado em elementos informativos colhidos pela Polícia Federal. Esses elementos indicam, em tese, sua vinculação direta às condutas fraudulentas, com indícios robustos de envolvimento. Após a ampla divulgação de que seu nome está sob apuração, a imprensa noticiou que Lulinha pretende deixar o território nacional em definitivo, com destino à Espanha, onde mantém vínculos estáveis. A notícia surge quando já eram públicos o avanço das investigações e o interesse direto da autoridade policial em sua conduta. Diante desse cenário, a iminente evasão do país, aliada à ciência inequívoca de sua condição de investigado e à gravidade concreta dos fatos, configura risco relevante à aplicação da lei penal, especialmente quanto à possibilidade de fuga e à frustração da persecução penal. Com fundamento nos artigos 311 e 312 do Código de Processo Penal, o pedido cautelar sustenta a presença de indícios suficientes de autoria, a gravidade das condutas investigadas e dados objetivos de perigo concreto decorrentes do estado de liberdade do investigado. Dessa forma, o advogado Jeffrey Chiquini requer a decretação imediata da prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, como medida necessária para assegurar a aplicação da lei penal e a regular condução das investigações.
Suzane, sob novo sobrenome, gera tumulto ao tentar liberar corpo do tio na delegacia
Suzane von Richthofen foi sábado (10) à 27ª Delegacia de Polícia, na zona sul de São Paulo, para tentar liberar o corpo do tio Miguel Abdala Netto, de 76 anos, encontrado morto dentro de casa, no Campo Belo, em São Paulo. A Polícia Civil investiga o caso como morte suspeita. Ela se apresentou na delegacia com o seu nome atual, Suzane Louise Magnani Muniz, que passou a utilizar após o casamento com o médico Felipe Zecchini Muniz, com quem tem um filho. Ele retirou o sobrenome “von Richthofen”. Os policiais reconheceram Suzane e decidiram não atender a sua reivindicação. A documentação já havia sido iniciada por uma prima de Miguel. No entanto, Suzane tentou assumir a frente, alegando ter o parentesco necessário para conduzir os trâmites. Essa movimentação acabou provocando atraso na finalização da papelada.