A defesa do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou um novo recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda‑feira (12). O pedido foi analisado quase que imediatamente pelo ministro Alexandre de Moraes, que o considerou juridicamente incabível, alegando que a pena já está em execução e que não cabe mais qualquer tipo de recurso no âmbito da ação penal. “Julgo prejudicado o agravo regimental, pois absolutamente incabível juridicamente a interposição desse recurso após o trânsito em julgado do Acórdão condenatório e o início do cumprimento da pena de reclusão, em regime fechado, em relação ao réu Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes.
Lulinha foge pela segunda vez enquanto a PF o investiga
O filho do presidente Lula passou três semanas no Brasil e já está retornando para a Espanha. Lulinha deixa o país no momento em que a Polícia Federal investiga supostos negócios dele com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como principal operador de um esquema de desvio de aposentados e pensionistas. A CPMI do INSS tenta, novamente, convocá‑lo para prestar esclarecimentos. Entretanto, a blindagem oferecida pelo partido tem sido rigorosa. Assim, sem ser impedido, Lulinha “foge” pela segunda vez.
Trump suspende diálogos com o Irã, incita protestos e promete ajuda ao povo iraniano
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a suspensão de todos os diálogos com autoridades iranianas e incentivou os manifestantes a assumirem o controle das instituições do país. A declaração foi feita nesta terça‑feira (13) em meio a uma das maiores ondas de protestos enfrentadas pela República Islâmica desde a Revolução de 1979. Em mensagem publicada na rede social Truth Social, Trump escreveu: “Patriotas iranianos, CONTINUEM A PROTESTAR — TOMEM SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guarde os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um grande preço. Eu cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que essa matança sem sentido de manifestantes ACABE. AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MIGA!!! [Make Iran Great Again]”. A posição do presidente americano representa um endurecimento na retórica contra o regime de Teerã. O Qatar emitiu alerta sobre possíveis consequências de um confronto militar entre EUA e Irã para toda a região. A declaração de Trump contradiz a postura expressa pelo governo iraniano na segunda‑feira (12), quando autoridades persas afirmaram manter canais de comunicação abertos com os Estados Unidos. No domingo (11), o republicano havia indicado que seu país poderia se reunir com representantes iranianos e mencionou contatos com grupos de oposição. A conta oficial do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, compartilhou nas redes sociais uma imagem mostrando Trump como um sarcófago destroçado, com a mensagem: “Ele também será derrubado”. Aproximadamente 2 000 manifestantes morreram no Irã desde 28 de dezembro, quando começaram os protestos atuais, segundo informações fornecidas por um membro do próprio regime. As autoridades iranianas atribuem a violência a grupos que classificam como terroristas. O Alto‑Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, manifestou preocupação com o aumento da repressão. “Esse ciclo de violência não pode continuar. O povo iraniano e suas demandas por justiça, igualdade e equidade precisam ser ouvidos”, declarou em comunicado oficial. Os protestos se intensificaram em diversas cidades iranianas, impulsionados pela deterioração econômica e desvalorização do rial. Comerciantes do Bazar de Teerã e outros importantes mercados do país, que historicamente apoiaram a Revolução Iraniana, agora se opõem ao regime. Teerã acusa Israel e os Estados Unidos de instigarem os protestos. Organizações de direitos humanos informam que a repressão continua intensa, com milhares de prisões e estimativas de que as mortes já ultrapassam 6 000 pessoas. O bloqueio da internet imposto pelas autoridades iranianas já dura mais de 108 horas, segundo a ONG Netblocks.
Wagner: desconfio de todo idealista que lucra com seu ideal
“Desconfio de todo idealista que lucra com seu ideal.” Millôr Fernandes. Que vergonha, Wagner! Ver você naquele palco americano ofendendo boa parcela dos habitantes deste país, enquanto atravessamos um momento histórico difícil, e ainda insistir nesta terra sem abandoná‑la para aventuras vaidosas em busca de reconhecimento e dinheiro, me enoja. Você pode ser o ator que quiser, receber os aplausos que desejar, atuar nos filmes que puder, sentir‑se no alto da montanha que tanto desejou escalar; não me importo. Cada um segue o seu destino, sua meta e sua vocação, tanto quanto quiser. O que você não pode, Wagner, é fazer militância explícita, escancarada, desavergonhada e mentirosa, disfarçando‑se de humanista preocupado com ditaduras e ditadores para ganhar fama, dinheiro e prestígio, manipulando fatos, história e vidas envolvidas. Essa atitude oportunista me leva a lançar aqui meu desagravo, meu desapreço e meu menosprezo a essa cena indecente. Você deveria pedir desculpas aos brasileiros que jamais poderão aplaudir um filme que trai, de forma desonrosa, milhões de compatriotas que vivem hoje em estado de angústia e tristeza, em um país que você já não habita, desconhecendo ou negando por completo o autoritarismo e a mais alta corrupção que imperam aqui. Você não tem o direito de sambar, literalmente, na cara desses brasileiros minutos depois de pronunciar um discurso militante, ideológico, afirmando que, entre 2018 e 2022, aqui imperou um governo fascista, mas que isso já se resolveu com a prisão daquele que, sinto lhe dizer, é um ser humano escandalosamente melhor que você e sua trupe, e que não merecia, sob nenhuma hipótese, ser exposto de maneira vexatória, rebaixando‑o moralmente num palco de premiação da arte do cinema, para que você e sua turma possam se elevar como grandes, dignos e bravos homens que lutam pela democracia no Brasil – democracia essa que, segundo sua militância cega, ainda existe. Bom mesmo é o seu camarada Lula, não, Wagner premiado? O “camarada” que concedeu R$ 7,5 milhões através da ANCINE, órgão federal ligado ao governo Lula, o mesmo que você tanto bajula, visita e conversa ao telefone em troca de elogios mútuos, reverenciando a causa ideológica comum que o leva a criticar a prisão de Maduro, mas silenciar o levante da população iraniana contra a ditadura dos aiatolás, a ditadura cubana e tantas outras formas de repressão à livre expressão. Esse é o personagem falso que você encarna. Lula foi um dos primeiros a ligar para lhe cumprimentar e agradecer o palco político que você transformou em prêmio, atacando o maior opositor do seu “camarada”, que certamente vibrou ao vê‑lo respaldar, em palco mundial, todas as “sandices” que ocorrem no Brasil, onde inocentes pagam por atos que não cometeram. Você anunciou ao mundo que o perigoso “fascista” Bolsonaro, que não liberou um centavo sequer para saciar seus desejos vaidosos de fama e dinheiro, está agora preso, fora de combate, para grande alegria da trupe que ratifica tudo aquilo que seu “camarada” Lula e seu sócio no Supremo praticam na busca incessante por poder. “Quem não te conhece, que te compre”, diz o ditado popular, mas os brasileiros que aqui estão sendo pisoteados pelos podres poderes sabem bem a dura verdade e não se iludem. Eu não te compro. Silvia Gabas. @silgabas
Irã tenta intimidar protestos ao executar manifestante amanhã
Erfan Soltani, manifestante de 26 anos preso na última quinta‑feira durante os protestos no Irã, será executado nesta quarta‑feira (14), conforme confirmação da Organização Hengaw para os Direitos Humanos. A família do jovem foi notificada sobre a execução, mas não recebeu informações sobre a data do julgamento nem sobre as acusações que lhe foram imputadas. Trata‑se da primeira execução oficial ligada às manifestações que se espalharam pelo país desde 28 de dezembro. As protestas já alcançaram mais de 100 cidades em todas as 31 províncias iranianas, provocando centenas de mortes. “Nunca testemunhamos um caso avançar tão rapidamente”, declarou Awyar Shekhi, representante da Hengaw. “O governo está usando todas as táticas que conhece para suprimir as pessoas e espalhar medo”. Na quinta‑feira passada, o governo iraniano impôs um bloqueio quase total da internet, dificultando a comunicação e a verificação independente das informações. Apesar das restrições, iranianos conseguiram contatar parentes no exterior e relatar a situação em diversas localidades. Um morador de Rasht, cidade na costa do Mar Cáspio, disse à BBC: “Tudo está queimado pelo fogo”. Segundo ele, a cidade ficou irreconhecível após confrontos entre manifestantes e forças de segurança. Os números de vítimas variam consideravelmente. Contagens mais conservadoras apontam cerca de 650 mortos durante os protestos. Uma fonte do governo iraniano, que falou anonimamente à Reuters nesta terça‑feira (12), mencionou um total de 2 mil mortes. A Iran Human Rights, organização sediada na Noruega, divulgou ontem estimativas mais graves: o número de mortos poderia chegar a 6 mil pessoas, com aproximadamente 10 mil manifestantes detidos. A entidade trabalha para confirmar casos individuais, apesar das severas restrições de comunicação. Imagens e vídeos que circulam nas redes sociais, apesar do bloqueio, mostram multidões nas ruas, prédios públicos em chamas e corpos em sacos mortuários do lado de fora de hospitais em diversas cidades. As manifestações, que começaram como protestos contra problemas econômicos no final de 2025, transformaram‑se em um movimento amplo de contestação ao regime teocrático estabelecido após a Revolução Islâmica de 1979. Analistas consideram essa onda de protestos um dos maiores desafios enfrentados pelo governo iraniano nas últimas décadas.
Lula abandona criação do Ministério da Segurança e cogita enterrar a PEC
Lula da Silva desistiu, segundo aliados, de dividir o Ministério da Justiça e criar uma pasta dedicada à segurança pública. Após a saída do ministro Ricardo Lewandowski, na semana passada, auxiliares chegaram a cogitar a hipótese, uma promessa do petista, mas essa reorganização não deve ser operada até o fim do mandato. Com dificuldades de articulação no Congresso, governistas já admitem, inclusive, a possibilidade de sepultar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança, que seria a principal vitrine do Executivo para responder às críticas de adversários. A criação do Ministério da Segurança passou a ser considerada uma armadilha para Lula em ano eleitoral. Auxiliares do petista argumentam que seria complexo definir as atribuições da pasta sem a aprovação da PEC, que daria mais poderes para o governo federal. Na realidade, o governo está totalmente perdido. Sem rumo, sem comando e com muita gente faturando em escabrosos esquemas de corrupção.
PF aponta propina do “Careca” do INSS a ex-assessor suspeito do senador Weverton Rocha
A Polícia Federal informou que identificou diálogos que tratam da entrega de dinheiro vivo a um ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT‑MA) por meio do telefone celular do empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca” do INSS. Essas conversas foram encaminhadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que decretou a prisão preventiva do ex-assessor Gustavo Gaspar. A prisão foi cumprida em dezembro, na fase final da Operação Sem Desconto. Gaspar havia sido nomeado por Weverton como assistente parlamentar sênior na liderança do PDT no Senado, quando o senador exercia a chefia da bancada. O assessor ocupou o cargo entre 2019 e 2023, período em que foi exonerado. Procurado, o senador nega as acusações. Weverton citou o parecer da Procuradoria‑Geral da República (PGR) apresentado sobre a representação da PF, que apontou que o panorama em relação a ele “é assentado em inferências ainda não consolidadas” e que o recebimento de dinheiro por assessores não responsabiliza diretamente o senador. A PF, porém, afirma que Weverton Rocha atuava como o “sustentáculo” político do “Careca” do INSS no esquema de desvios, razão pela qual seus assessores recebiam pagamentos de propina. Outros diálogos revelam funcionários do empresário chamando o senador de “parceiro”.
Casa Branca revela que Trump acompanhou minuto a minuto a operação que capturou Maduro
A Casa Branca divulgou, no último final de semana, imagens mostrando o presidente Donald Trump monitorando, minuto a minuto, a operação “Resolução Absoluta”, que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em Caracas. Nas fotografias, Trump aparece ao lado de seus principais assessores militares, acompanhando o avanço da missão, considerada uma das mais complexas realizadas na região nos últimos anos. O chefe do Estado‑Maior Conjunto, Dan Caine, explicou que a operação foi fruto de meses de planejamento e ensaios. Segundo ele, a ação foi discreta, precisa e executada durante a madrugada de 3 de janeiro, com mais de 150 aeronaves envolvidas — entre elas caças F‑35, F‑22 e F‑18, bombardeiros B‑1 e aviões E‑2 de alerta antecipado. O objetivo era inserir uma força de interdição no centro de Caracas, mantendo o fator surpresa. Enquanto a unidade de elite avançava para capturar Maduro, o Componente Aéreo Conjunto neutralizou os sistemas de defesa aérea venezuelanos. Caine afirmou que armamentos específicos foram empregados para garantir a passagem segura dos helicópteros. A chegada ao complexo onde Maduro se encontrava ocorreu às 2h01, horário local, e as equipes isolaram rapidamente a área para proteger o avanço terrestre. Trump confirmou que um helicóptero foi danificado e que dois militares ficaram feridos, mas destacou que não houve mortes e que a aeronave retornou à base. As imagens publicadas no X demonstram o acompanhamento direto da Casa Branca sobre a missão. Trump elogiou as forças envolvidas: “Foi uma operação extraordinária. Maduro foi capturado com sucesso no meio da noite.” Segundo o presidente, as luzes de Caracas foram desligadas para dificultar reações. Maduro e Cilia Flores agora “enfrentarão a Justiça dos Estados Unidos”, acusados em Nova York por envolvimento com narcotráfico. Trump descreveu o local da captura como “fortaleza militar no coração de Caracas” e concluiu: “Somos novamente um país respeitado.” Veja as imagens:
Sigilo criminal: o governo esconde gastos públicos
Em uma democracia, o povo detém o poder e é dono das riquezas que sustentam a máquina governamental, incluindo o pagamento de serviços públicos, privilégios, regalias e, inevitavelmente, a corrupção. No Brasil, os gastos do governo são protegidos por sigilo. Se os governantes aplicassem corretamente o dinheiro da população, seria esperado ao menos a divulgação do montante, a justificativa dos gastos e o destino dos recursos. A maioria dos cidadãos desconhece as somas empregues na manutenção da máquina pública e da “roubalheira”, pois esses valores permanecem ocultos, em clara contradição com a transparência financeira indispensável a um governo que realmente defenda o povo. Decretar sigilo nos gastos públicos com o argumento de evitar que irregularidades venham à tona configura crime. Segundo Oscar Arias, ex‑presidente da Costa Rica, “O sigilo é uma forma de corrupção, mesmo quando não serve para dissimular enriquecimento ilícito de membros do governo. Considero corrupta a atitude de governos que abusam do poder mantendo a população na ignorância quanto ao destino do dinheiro público.” Sem informações detalhadas sobre a aplicação dos recursos, cidadãos e seus representantes não podem analisar se os gastos são compatíveis com as necessidades coletivas. O sigilo protege a despesa e impede a transparência na utilização dos recursos públicos. Ainda em campanha, o presidente Lula da Silva prometeu acabar com os sigilos de 100 anos impostos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em, no mínimo, 65 casos, entre eles as visitas recebidas pela primeira‑dama Michelle Bolsonaro no Palácio da Alvorada. O “revogaço” dos sigilos foi anunciado em diversos discursos e em entrevista a uma rádio no interior de São Paulo. “É uma coisa que nós vamos ter que fazer: um decreto, um revogaço desse sigilo que o Bolsonaro está criando para defender os seus amigos”, afirmou Lula, alegando defender a transparência no setor público, princípio constitucional e democrático fundamental para garantir melhor controle dos gastos e aprimorar a aplicação do dinheiro público por meio do controle social. Nada disso se concretizou. Pelo contrário, a atitude de Lula acabou por encobrir os excessos de seu governo, inclusive os gastos pessoais do presidente e da primeira‑dama, conforme noticiado pela imprensa. O aumento do número de informações classificadas como sigilosas, em contraste com as promessas de campanha de transparência, ficou evidente nas medidas adotadas para manter o sigilo sobre a despesa desenfreada. Durante a campanha de 2022, Lula criticou duramente Bolsonaro por impor sigilos nos gastos da administração pública. Contudo, dados da Controladoria‑Geral da União (CGU) indicam que o volume de sigilos decretados no início da gestão lulista foi semelhante, senão superior. A Lei de Acesso à Informação (LAI) permite impor sigilo de até 100 anos a informações pessoais relativas à intimidade, vida privada, honra e imagem dos governantes, o que tem sido usado para proteger despesas indiscriminadas de qualquer governo. Entre os casos que receberam esse tipo de sigilo estão a lista de visitantes da primeira‑dama Janja da Silva, a ficha funcional de um militar envolvido nos eventos de 8 de janeiro e telegramas diplomáticos sobre assuntos de repercussão. O governo justificou o uso do sigilo de 100 anos com base na proteção de dados pessoais, mas, na prática, a medida tem sido empregada para esconder informações de interesse público, como o sigilo sobre o aluguel do barco usado pela comitiva presidencial na COP30. Em algumas situações, a justificativa recai sobre segurança nacional. Segundo a imprensa, a Procuradoria‑Geral da República (PGR) manteve, por meses, paralisada uma investigação sobre a legalidade dos sigilos decretados pelo governo Lula. Paralelamente, o número de operações especiais de combate à corrupção da CGU despencou em comparação com a gestão anterior. Não há dúvida de que o sigilo protege a corrupção. A falta de transparência, quando informações financeiras e decisões governamentais permanecem em segredo, dificulta que jornalistas, auditores e cidadãos identifiquem desvios na aplicação do dinheiro público. O sigilo, ao ocultar a real titularidade dos bens públicos, complica o rastreamento de recursos aplicados em atividades ilícitas. Suborno e lavagem de dinheiro também se beneficiam da ausência de acesso a registros e dados, tornando quase impossível responsabilizar alguém por atos de corrupção. O sigilo envolvendo o Banco Master é total, reforçando a afirmação de que o sigilo constitui crime ao proteger a corrupção.
Otto Baumgart, herdeiro do Grupo Baumgart, morre de câncer aos 45
Neto do fundador do Grupo Baumgart, conglomerado proprietário dos shoppings Center Norte e Lar Center, o empresário Otto Baumgart faleceu de câncer neste domingo (11). Ele deixa a esposa e três filhos. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em 2002, Otto também concluiu formação internacional e executiva na Harvard Business School. No Grupo Baumgart, ele exercia a função de conselheiro de administração e integrava os comitês de Pessoas, Cultura e Governança e de Finanças, Auditoria e Riscos. O grupo, fundado em 1936 por seu avô, também chamado Otto Baumgart, é um conglomerado multiempresarial de capital privado. Integrante da terceira geração da família fundadora da holding, o neto tinha 45 anos. Em nota, a Cidade Center Norte, que reúne as empresas do grupo, lamentou a morte do empresário. “Sua visão empreendedora e contribuição para o desenvolvimento da Zona Norte de São Paulo deixam um legado de valores e dedicação, que seguirá presente na história do Grupo Baumgart. Expressamos nossa solidariedade e sinceras condolências aos familiares e amigos neste momento de luto”.