De pequenos empresários no interior do Brasil a figuras relevantes no comércio internacional, como os irmãos Joesley e Wesley Batista, conseguiram esse feito extraordinário em tão pouco tempo. Quem está por trás deles? É o que questiona o jornalista José Carlos Bernardi. “Os donos da JBS estiveram na Venezuela um pouco antes de Maduro ser retirado do poder. A JBS que é hoje o ‘Itamaraty paralelo’. Acredito que na reunião em Washington com Paulo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro e os agentes econômicos, eles devam estar colocando na mesa quem são de fato os carniceiros, como são chamados os açougueiros, que eram donos de um pequeno açougue em Goiás e se tornaram uma potência internacional. A meu ver os donos da JBS são grandes ‘laranjas’ do Foro de São Paulo, que abriga Lula, José Dirceu…”, ressaltou o jornalista durante participação no Jornal do JCO. Veja o vídeo:
Transferência de Bolsonaro para a ‘Papudinha’ será feita em minutos
Alexander de Moraes determinou que o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) seja transferido para a cela conhecida como “Papudinha”. A transferência deve ocorrer ainda hoje, quinta‑feira (15). Em entrevista à CNN, o ministro afirmou que o sistema penitenciário brasileiro sofre de precariedade, mas ressaltou que Bolsonaro recebeu tratamento muito distinto do concedido aos demais condenados pelos atos de 8 de janeiro. Moraes enumerou os privilégios concedidos ao ex‑presidente, como ar‑condicionado, televisão, frigobar, banheiro privativo e um protocolo especial para entrega de comida caseira. O ministro alegou que, apesar dessas condições, há uma “sistêmica tentativa” de deslegitimar o cumprimento da pena, promovida por críticas públicas de familiares e aliados de Bolsonaro. Na própria decisão, Moraes anexou vídeos e declarações dos filhos de Bolsonaro, os quais, segundo ele, divulgam informações falsas sobre supostas condições degradantes na cela. Para o ministro, trata‑se de uma campanha coordenada de desinformação destinada a atacar o Judiciário. Ele afirmou que a pena está sendo cumprida “com absoluto respeito à dignidade da pessoa humana” e de forma “claramente privilegiada” em relação ao restante do sistema prisional. Moraes acrescentou que a falsidade das reclamações não impede a transferência de Bolsonaro para uma cela ainda mais favorável, referindo‑se à “Papudinha”.
Ao vivo: Toffoli reverte decisão e determina análise completa no caso Banco Master (veja o vídeo)
O ministro Dias Toffoli mudou de ideia no caso Banco Master — antes mandou acautelar todo o material apreendido no STF, agora determina que a PGR faça a extração e análise completa das provas. O que ele quer esconder? Na economia, o mercado piora as projeções: o déficit primário pode chegar a quase R$ 73 bilhões em 2026, e a dívida pública deve subir para 87 % do PIB em 2027. O governo Lula está levando o Brasil à falência? Os números não mentem e o cenário assusta. A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro solicitou audiência urgente com o ministro Gilmar Mendes para apelar pela saúde do ex‑presidente Jair Bolsonaro e defender a prisão domiciliar. Para comentar os assuntos, o Jornal do JCO recebeu o economista Josué Aragão, o vereador Darcio Bracarense, a professora Paula Marisa e o jornalista Julio Ribeiro. Assista, compartilhe e fortaleça o trabalho do Jornal da Cidade Online! A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repulsa à censura praticada pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Embora o ministro alegue que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor, a censura persiste há quase um ano, sem clareza sobre o que se pretende ocultar. Muitos outros livros podem estar na mira da censura. Dois exemplos são “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, obras que tratam da censura, de episódios incomuns no STF e da perseguição a Bolsonaro.
Revista revela segredos do Foro de SP que ligam Lula a Maduro
Na vasta cena política da América Latina, onde ideologias se entrelaçam como raízes de uma árvore venenosa, surge uma parceria que ultrapassa fronteiras e escândalos: a aliança entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ditador venezuelano Nicolás Maduro. Essa relação não se trata de um mero acidente diplomático, mas do núcleo de uma visão compartilhada de poder — um socialismo do século XXI que coloca alianças ideológicas acima de democracias genuínas. Com o castelo de cartas desmoronando sob pressões externas, sobretudo dos Estados Unidos, torna‑se necessário expor como esses líderes representam a mesma face autoritária que dominou o continente por décadas e que agora caminha para o colapso. Foi exatamente isso que a nova edição da Revista A Verdade traz à tona. Para ler a reportagem completa, clique no link abaixo: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/78011/maduro-e-lula-a-face-do-foro-de-sao-paulo
Ministra indicada por Lula é convocada pela CPMI para prestar esclarecimentos
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS passou a analisar a convocação da ministra Verônica Abdalla Sterman, integrante do Superior Tribunal Militar (STM). O pedido foi apresentado pelo senador Magno Malta (PL‑ES) e envolve informações financeiras que constam em relatórios enviados ao colegiado. Verônica foi indicada ao STM pelo presidente Lula e tomou posse no cargo em 1º de outubro de 2025. De acordo com dados incluídos nos Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) encaminhados à CPMI, o escritório de advocacia da ministra recebeu R$ 700 mil da empresa ACX ITC Serviços de Tecnologia S/A. A companhia é apontada como ligada a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”. Os documentos elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) indicam que os repasses ocorreram entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025, período anterior à nomeação da magistrada para o STM. Ainda assim, o volume e a origem dos valores levantaram questionamentos no âmbito da investigação parlamentar. No requerimento apresentado, Magno Malta sustenta existir uma “contradição factual” entre a versão de que se trataria de uma contratação “técnica e regular” e a “fria constatação documental de um vultoso recurso saindo de uma empresa que operava na penumbra”. Para o senador, mesmo não havendo coincidência temporal com a posse no tribunal, os fatos exigem esclarecimentos formais. Segundo Malta, a convocação tem como objetivo permitir que a ministra detalhe a “natureza, extensão e regularidade” dos pagamentos recebidos por seu escritório. O parlamentar afirma que a CPMI precisa compreender o contexto das transações para avaliar eventual conflito ou irregularidade. Em resposta, a ministra do STM declarou, por meio de nota, que o valor recebido corresponde à elaboração de três pareceres jurídicos sobre temas criminais relacionados à atuação da empresa contratante. Ela também afirmou que não tinha conhecimento de qualquer vínculo entre a ACX ITC e o Careca do INSS. As suspeitas em torno da empresa, no entanto, foram aprofundadas pela Polícia Federal. Segundo a PF, a ACX ITC integrava o esquema de lavagem de dinheiro comandado por Antônio Carlos Camilo Antunes. As investigações apontam que a Arpar Participações e Empreendimentos, empresa ligada a Antunes, transferiu ao menos R$ 4,4 milhões para a ACX ITC. De acordo com os investigadores, a Arpar funcionava como uma empresa de passagem, utilizada para ocultar a origem dos recursos e dificultar a identificação de seus beneficiários finais. Essas conexões reforçaram o interesse da CPMI em ouvir a ministra para esclarecer os repasses mencionados nos relatórios oficiais.
PGR aceita pedido de Bolsonaro
A Procuradoria‑Geral da República manifestou‑se favoravelmente a parte dos pedidos apresentados pela defesa do ex‑presidente Jair Bolsonaro durante o cumprimento de sua pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. O parecer foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal na quarta‑feira, 14 de maio, e analisou diferentes solicitações feitas pelos advogados do ex‑chefe do Executivo. No documento, a PGR considerou admissíveis os pedidos de assistência religiosa, de remição de pena por leitura e de vistoria nas dependências da Polícia Federal por integrantes do Senado. Em contrapartida, o órgão se posicionou contra a autorização para o uso de Smart TV por Bolsonaro no local de detenção. A manifestação atende a uma solicitação do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, que havia requisitado o posicionamento da Procuradoria na quinta‑feira, 9 de maio, concedendo prazo de cinco dias para resposta. Quanto à assistência religiosa, a PGR entendeu que o direito à liberdade de culto das pessoas privadas de liberdade está garantido pela legislação. O procurador‑geral Paulo Gonet explicou que as visitas do bispo Robson Rodovalho e do pastor Thiago Manzoni podem ser autorizadas, desde que tenham finalidade exclusivamente espiritual, e ressaltou que os líderes religiosos não podem exercer qualquer atividade política durante as visitas. Eventuais encontros adicionais dependem de requerimento formal. Em relação à remição de pena pela leitura, a PGR concluiu que não há impedimento jurídico para a concessão do benefício. Segundo Gonet, não é exigida a participação em programas específicos nem a definição prévia de lista de obras, bastando o cumprimento das normas internas estabelecidas pela Superintendência da Polícia Federal. A Lei de Execução Penal prevê a redução do tempo de prisão quando o detento comprova envolvimento em atividades educacionais, como a leitura, regra que se aplica a presos em regime fechado ou semiaberto. O pedido de utilização de Smart TV foi rejeitado. O argumento central é que o acesso constante à internet dificultaria o controle judicial sobre possíveis contatos não autorizados ou uso de redes sociais. O parecer, porém, indica que o acompanhamento de notícias pode ser garantido por meio de TV a cabo, desde que restrita a canais sem interação e com os custos arcados pelo próprio Bolsonaro. O documento também abordou a solicitação da senadora Damares Alves (Republicanos‑DF), presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, que pediu autorização para vistoriar as dependências da Polícia Federal onde o ex‑presidente está custodiado. Para Gonet, o pedido se enquadra nas prerrogativas do Senado, desde que observadas as regras internas da unidade policial. Com a manifestação da PGR formalizada, a decisão final sobre cada um dos pedidos caberá ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pela condução do processo no Supremo Tribunal Federal.
Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Reag Trust, mais empresa ligada ao caso Master
O Banco Central determinou nesta quinta‑feira (15) a liquidação extrajudicial da Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., medida adotada após a constatação de infrações graves às normas que regem o Sistema Financeiro Nacional (SFN), conforme informou a autoridade monetária. Dados enviados pelo Banco Central ao Tribunal de Contas da União (TCU) indicam que fundos administrados pela Reag Trust estruturaram operações irregulares envolvendo o Banco Master entre julho de 2023 e julho de 2024. O relatório aponta que tais operações violaram regras do SFN e apresentaram falhas relevantes na gestão de risco, crédito e liquidez. Além das irregularidades administrativas, a Reag Trust já era alvo de apurações relacionadas à Operação Carbono Oculto, investigação que analisa suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo empresas financeiras, o setor de combustíveis e suposta ligação com o PCC, o que intensificou a atenção das autoridades sobre a instituição. Em nota oficial, o Banco Central afirmou que continuará adotando todas as providências cabíveis para apurar responsabilidades dentro de suas competências legais. “O resultado das apurações poderá levar à aplicação de medidas sancionadoras de caráter administrativo e a comunicações às autoridades competentes, observadas as disposições legais aplicáveis. Nos termos da lei, ficam indisponíveis os bens dos controladores e dos ex‑administradores da instituição”, declarou o órgão. A relação entre a Reag Trust e o Banco Master também figura no centro das investigações. O Banco Master mantinha vínculos financeiros com gestoras como a Reag Investimentos e a Trustee DTVM, ambas citadas na Operação Carbono Oculto, que busca desmontar um esquema de fraudes e lavagem de dinheiro no mercado de combustíveis. Em setembro de 2025, após a deflagração da operação, a Reag Investimentos comunicou ao mercado que o fundo Hans 95 havia negociado CDBs (Certificados de Depósito Bancário) emitidos pelo Banco Master. Na ocasião, o banco afirmou que a Reag atuava apenas como prestadora de serviços, com foco restrito à gestão e administração de fundos. Segundo o Banco Master, a instituição era apenas uma entre centenas de clientes da Reag, sem participação na sua gestão, estrutura societária ou decisões internas. A declaração foi divulgada como resposta às suspeitas levantadas após o avanço das investigações. Com a decretação da liquidação extrajudicial, o caso ganha um novo capítulo e amplia o impacto das apurações sobre o sistema financeiro, especialmente no que se refere às conexões entre instituições financeiras, fundos de investimento e operações sob suspeita de irregularidades.
Advogado aliado dos irmãos Batista compra resort da família Toffoli
O resort associado a familiares do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli passou para o controle de um advogado com atuação profissional ligada aos irmãos Joesley e Wesley Batista, controladores do grupo J&F. A operação foi concluída em um curto intervalo de tempo e concentrou a propriedade do empreendimento em um único nome. Entre fevereiro e abril de 2025, o advogado Paulo Humberto Barbosa adquiriu todas as cotas do resort Tayayá, localizado em Ribeirão Claro, no Paraná. As participações pertenciam a dois irmãos e a um primo do ministro. Com as compras finalizadas, Barbosa tornou‑se, em abril de 2025, o único proprietário do complexo turístico. O novo dono do resort mantém vínculos empresariais relevantes. Ele é sócio de Renato Mauro Menezes Costa, atual presidente da Friboi, empresa controlada pelos irmãos Batista, e também de Gabriel Paes Fortes, cunhado de José Batista Júnior, o Júnior Friboi, irmão mais velho de Joesley e Wesley. Os três participam da Petras Negócios e Participações, companhia voltada ao aluguel de aeronaves, na qual Barbosa detém 50 % das cotas. Além desse negócio, Paulo Humberto Barbosa possui participação em outras nove empresas registradas em seu nome. As atividades vão desde comércio atacadista até investimentos, passando por setores como agropecuária, o que demonstra um portfólio empresarial diversificado. Paralelamente, seu escritório de advocacia atua em processos que investigam a aquisição de empresas norte‑americanas pelos irmãos Batista, operações que teriam contado com financiamento do BNDES. Em nota, a JBS afirmou que “o escritório do advogado mencionado defendeu a empresa em ações no estado de Goiás. Nem a Companhia nem os acionistas possuem qualquer relação com as empresas citadas ou com qualquer outro negócio do advogado”. A transação envolvendo o resort Tayayá ganhou ainda mais repercussão por ter sido realizada por meio de um fundo de investimento administrado pela Reag, instituição financeira que está no centro das investigações do escândalo do Banco Master. Essa conexão levantou questionamentos sobre a atuação de Dias Toffoli, relator do inquérito que apura o caso no STF. O ministro também foi responsável, em 2023, por determinar a suspensão do pagamento da multa de R$ 10,3 bilhões prevista no acordo de leniência firmado pela J&F com o Ministério Público Federal. Embora Toffoli nunca tenha integrado formalmente o quadro societário do resort, ele é conhecido por frequentar o local com regularidade. No fim de 2025, a imprensa noticiou que Toffoli esteve no Tayayá utilizando uma aeronave pertencente a Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco. Ele é investigado na Operação Carbono Oculto e suspeito de integrar um esquema ligado ao PCC envolvendo evasão fiscal e comercialização de combustível adulterado. Procurado para comentar as conexões entre o resort, o advogado e as investigações em curso, Dias Toffoli não se manifestou. Paulo Humberto Barbosa também não respondeu às tentativas de contato feitas pela coluna. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder – já que a censura persiste por quase um ano. Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, que falam justamente sobre a censura, estranhos acontecimentos dentro do STF e a perseguição contra Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro denuncia barulho insuportável na prisão e acusa tortura (veja o vídeo)
Flávio Bolsonaro denunciou o barulho constante do sistema de ar‑condicionado na prisão onde seu pai está detido. Segundo o senador, o ex‑presidente tem usado abafadores de ouvido durante grande parte do dia para suportar o ruído, que se prolonga das 7h às 19h. Para Flávio, a situação ultrapassa qualquer razoabilidade. “É inacreditável que em um prédio desse tamanho não exista outra sala livre desse ruído. Isso é técnica de tortura, não há outra palavra para o que estão fazendo com ele aqui”, afirmou ao criticar a estrutura da unidade da Polícia Federal. Apesar das dificuldades físicas e do ambiente descrito como hostil, o pré‑candidato afirmou que o pai mantém firmeza emocional. Ele disse que Jair Bolsonaro possui “mentalidade forte”, característica que seria essencial para enfrentar a rotina prisional e os problemas de saúde relatados. Flávio ainda acusou que a perseguição contra o ex‑presidente e seus aliados é cruel, absurda e desumana, e alertou que há risco de escalada. Segundo ele, “querem tirar a vida dele e esconder o que realmente aconteceu em 2022”. O próprio Jair Bolsonaro já conhece o livro:
Flávio Bolsonaro nega pré‑candidatura após vídeo de Michelle apoiando Tarcísio (Veja o vídeo)
Apontado por Jair Bolsonaro (PL) como o nome da família para disputar a Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL‑RJ) se manifestou depois que a ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro divulgou um vídeo em apoio ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Questionado sobre o assunto, Flávio afirmou que sua indicação não foi fruto de articulações prévias nem de campanha pessoal. “Eu nunca costurei, nunca procurei, não rodei o Brasil por isso. Não corri atrás de ser pré‑candidato.” Na última terça‑feira, Flávio e Michelle estiveram juntos na visita a Jair Bolsonaro na prisão. Pouco depois de deixarem o local, a ex‑primeira‑dama publicou o vídeo do governador paulista e curtiu uma postagem da esposa de Tarcísio que defendia um “novo CEO” para o Brasil. Na manhã desta quarta‑feira, Michelle voltou à sede da Polícia Federal para nova visita a Jair Bolsonaro, mas saiu sem falar com jornalistas. Flávio, ao conversar com a imprensa, tentou reduzir o peso das divergências, alegando que não houve diálogo recente com a madrasta desde terça‑feira, o que teria impedido esclarecimentos sobre as publicações. O senador afirmou que não pretende alimentar conflitos internos e que sua atuação está voltada à construção de unidade. A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim, segundo ele. Tudo indica que, em breve, o pior pode acontecer; há quem queira tirar a vida de Bolsonaro e ocultar o que realmente ocorreu em 2022. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não morrerá. O próprio Jair Bolsonaro já conhece o livro: