Na vasta arena política da América Latina, onde as ideologias se entrelaçam como raízes de uma árvore venenosa, surge uma parceria que ultrapassa fronteiras e escândalos, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ditador venezuelano Nicolás Maduro. Tal relação não se trata de um mero acidente diplomático, mas do núcleo de uma visão compartilhada de poder – um socialismo do século XXI que prioriza alianças ideológicas em detrimento das democracias genuínas. Com o castelo de cartas desmoronando sob pressões externas, sobretudo dos Estados Unidos, torna‑se necessário expor como esses líderes representam a mesma face autoritária que dominou o continente por décadas, agora encaminhada ao colapso. Foi exatamente isso que a nova edição da Revista A Verdade traz à luz. Para ler a reportagem completa, clique no link abaixo: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/78011/maduro-e-lula-a-face-do-foro-de-sao-paulo
Toffoli recua e aceita prorrogação de investigação sobre o Banco Master
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, recuou ao atender a um pedido da Polícia Federal e autorizou a prorrogação, por mais 60 dias, das investigações que apuram supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. A decisão foi tomada nesta sexta‑feira, 16, e divulgada pelo tribunal, mantendo o inquérito sob sigilo no gabinete do magistrado, onde tramita desde o ano passado. Ao justificar a medida, Toffoli ressaltou que o pedido partiu da autoridade policial e considerou adequadas as razões apresentadas para a extensão do prazo. “Trata‑se de manifestação da autoridade policial, requerendo nova prorrogação do prazo para conclusão das investigações por mais 60 (sessenta) dias. Posto isso, considero que as razões apontadas para prorrogação, por mais 60 (sessenta) dias, devem ser deferidas.” Segundo as regras internas do STF, após a instauração de um inquérito a Polícia Federal dispõe inicialmente de 60 dias para reunir os elementos necessários à apuração dos fatos, incluindo depoimentos e outras diligências. O regimento também prevê que esse prazo pode ser ampliado pelo relator, desde que haja requerimento fundamentado da PF ou do procurador‑geral da República, com a indicação das etapas ainda pendentes. Como o procedimento corre em sigilo, os argumentos detalhados apresentados pela corporação não foram divulgados. Sabe‑se, porém, que os investigadores ainda precisam colher os depoimentos dos envolvidos ao longo deste mês, além de acompanhar a extração e a análise do material apreendido recentemente.
Diretor‑geral da PF critica decisão de Toffoli de lacrar provas da Operação Compliance Zero
O diretor‑geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, que a decisão de manter lacrados os bens e materiais apreendidos na segunda fase da Operação Compliance Zero compromete o avanço das investigações que apuram suspeitas de fraude envolvendo o Banco Master. A manifestação da PF ocorreu após determinação de Toffoli, na quarta‑feira (14), para que as provas ficassem sob a custódia direta de seu gabinete no STF. Embora reconheça a legitimidade do controle judicial, a corporação avalia que a medida impede o aproveitamento das chamadas “horas de ouro”, período imediatamente posterior à apreensão, considerado crucial para evitar a perda automática de dados por sistemas de segurança e mecanismos de proteção dos equipamentos. Os esclarecimentos foram apresentados depois que o ministro cobrou explicações sobre o fato de a operação não ter sido deflagrada dentro das 24 horas seguintes à autorização judicial. Na mesma resposta, a PF solicitou que Toffoli reconsiderasse a decisão de lacrar o material e mantê‑lo sob a guarda do Supremo, argumentando que a falta de acesso integral aos autos também prejudicou o andamento dos trabalhos. Paralelamente ao pedido da Polícia Federal, a Procuradoria‑Geral da República também se manifestou, solicitando a revisão da medida. Diante disso, Toffoli decidiu que as provas fossem encaminhadas à PGR. Com essa definição, a PF permanece impedida de analisar imediatamente os equipamentos apreendidos, enquanto a Procuradoria, responsável por eventuais denúncias, poderá examinar o conteúdo. Mesmo sem acesso direto, o ministro determinou que a Polícia Federal mantenha os aparelhos carregados e isolados de redes telefônicas e de Wi‑Fi, como forma de preservar os dados armazenados. A orientação busca evitar qualquer alteração no material até que a análise seja autorizada. Sobre a alegada demora na deflagração da operação, Andrei Rodrigues negou que tenha havido inércia ou intenção de descumprir ordem judicial. Segundo ele, informações sensíveis precisavam ser confirmadas antes do cumprimento das medidas, o que demandou mais tempo, especialmente porque alguns alvos estavam em deslocamento ou viagem, dificultando a confirmação de endereços. O diretor‑geral também citou a realização de outras grandes operações já programadas para o mesmo período, como a Operação Overclean, que investiga desvios de emendas parlamentares. Por fim, afirmou que todas as informações foram devidamente comunicadas ao STF antes do prazo inicialmente fixado, inclusive por ligação telefônica ao gabinete de Toffoli e por mensagens, reiterando que as limitações de acesso ao material impactaram diretamente o ritmo da investigação. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, a censura persiste há quase um ano, suscitando dúvidas sobre o que se pretende ocultar. A CIDH alertou que outros títulos críticos ao STF podem estar na mira da censura. Citou dois exemplos claros: os livros “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, que tratam justamente de censura, acontecimentos estranhos dentro do STF e da perseguição contra Bolsonaro.
Vereador de São João da Urtiga é preso por suposta extorsão a família
Um vereador da cidade de São João da Urtiga, no Rio Grande do Sul, foi preso preventivamente sob suspeita de integrar um esquema organizado de extorsão contra membros de uma mesma família. A prisão ocorreu na quinta‑feira, 15 de janeiro, durante operação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS). Segundo a investigação policial, o parlamentar faria parte de um grupo que cobrava valores elevados alegando dívidas supostamente contraídas em casas noturnas. A ação contou com a participação conjunta de agentes das delegacias de Sananduva, da Regional, da DP e da DPPA de Lagoa Vermelha, além das unidades de Cacique Doble, Ibiaçá, São José do Ouro e Barracão. Ao todo, três homens, residentes de São João da Urtiga e Sananduva, tiveram mandados de prisão preventiva cumpridos. Na mesma operação foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cinco residências e em duas casas noturnas. Como medida judicial, duas contas bancárias foram bloqueadas e dois veículos foram apreendidos pelas autoridades. As investigações tiveram início após o registro de uma ocorrência de extorsão envolvendo uma família de São João da Urtiga. De acordo com a polícia, os suspeitos passaram a exigir quantias que consideraram abusivas de um jovem e de seus familiares, alegando débitos em estabelecimentos noturnos acrescidos de juros muito elevados. Para atender às exigências, as vítimas realizaram diversas transferências bancárias, recorreram a empréstimos e até venderam terras para levantar os valores solicitados. No decorrer da investigação, foram apreendidos celulares, dinheiro e veículos. A Polícia Civil informou que as apurações continuam, com o objetivo de esclarecer todos os detalhes do esquema e identificar outros possíveis envolvidos.
AO VIVO: Lula realiza reunião de emergência (Veja o vídeo)
Escárnio: durante evento de colação de grau na USP, o ministro Alexandre de Moraes ironizou a transferência do ex‑presidente Jair Bolsonaro para o Complexo da Papuda: “Acho que hoje eu já fiz o que tinha que fazer”. Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou uma reunião de emergência depois que o ministro Alexandre de Moraes abriu inquérito para investigar possíveis vazamentos de dados fiscais envolvendo a família do ministro no escândalo do Banco Master. Gilberto Kassab está se reunindo com Ratinho Júnior para discutir a candidatura do governador do Paraná à presidência da República em 2026. Para analisar tudo isso com profundidade, sem papas na língua, o Jornal do JCO recebeu a advogada Carolina Siebra e os jornalistas José Carlos Bernardi e Thiago Cortês — nomes que não fogem do debate. Assista, compartilhe, apoie o trabalho do Jornal da Cidade Online! Veja o vídeo:
TOFFOLI REDUZ DE CINCO PARA DOIS DIAS O PRAZO DA PF NO CASO MASTER
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, decidiu reduzir de cinco para dois dias o prazo concedido à Polícia Federal para a realização dos depoimentos dos investigados no caso envolvendo o Banco Master. A medida, considerada estranha, foi justificada por limitações operacionais do STF, como a disponibilidade de salas e de pessoal para acompanhar as oitivas, segundo o próprio ministro. Inicialmente, os depoimentos estavam previstos para ocorrer entre 23 e 28 de janeiro. Com a nova determinação, a PF deverá apresentar um cronograma revisado, concentrando os trabalhos em dois dias consecutivos. A ordem original, expedida em 15 de dezembro, havia estabelecido prazo máximo de 30 dias para a conclusão das oitivas. De acordo com o ministro, os depoimentos são essenciais “para o sucesso das investigações” e também funcionam “como medida de proteção ao Sistema Financeiro Nacional e às pessoas que dele se utilizam”. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar de o ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o verdadeiro autor, a censura permanece há quase um ano. Atualmente, muitos outros livros parecem estar na mira da censura. Dois exemplos claros são “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, obras que tratam da censura, de acontecimentos estranhos dentro do STF e da perseguição contra Bolsonaro.
Médicos brasileiros impedidos de inspecionar navio‑hospital militar chinês no Rio
O navio‑hospital militar chinês Silk Road Ark, da Marinha do Exército de Libertação Popular da China, atracou no Pier Mauá, no Rio de Janeiro. A embarcação de 180 metros chegou ao Brasil alegando prestar atendimentos médicos, mas recusou a inspeção do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ). Médicos brasileiros denunciam que a embarcação impôs barreiras aos fiscais sanitários nacionais. Francisco Cardoso, conselheiro federal pelo Estado de São Paulo, questionou a situação, afirmando: “O que um navio militar chinês está fazendo no Brasil? Por que tanto mistério? Por que a autoridade sanitária brasileira não pode simplesmente inspecionar um atendimento médico dentro do território nacional?”. O episódio segue outro caso envolvendo um navio de guerra iraniano que foi colocado sob sigilo pelas autoridades brasileiras. O médico Raphael Campos esteve no local e registrou a presença de militares chineses a bordo. Segundo seu relato, o acesso ao navio é restrito e há barreiras linguísticas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) declarou não ter competência para fiscalizar o navio, justificando que se trata de uma “operação militar”. Essa classificação levanta dúvidas sobre os protocolos sanitários que deveriam ser aplicados independentemente da origem da embarcação. O Ministério da Defesa brasileiro não se manifestou oficialmente sobre a presença do navio chinês em águas territoriais, nem esclareceu qual seria o papel do ministro José Múcio diante da embarcação estrangeira operando em um porto nacional. A presença do navio‑hospital chinês no Brasil insere‑se em um contexto mais amplo da atuação internacional da China. O país não está apenas “oferecendo saúde”, mas utiliza navios‑hospital como ferramenta de diplomacia médica para projetar influência, abrir mercados e testar cooperações em vacinas, produtos farmacêuticos e biotecnologia. A jornalista Karina Michelin, em texto publicado nas redes sociais, escreveu: “Fica a questão central: que país soberano permite uma missão militar estrangeira atuar em seu território, prestar serviços à sua população e escapar de fiscalização sanitária e debate público? O silêncio das autoridades brasileiras é mais barulhento do que as sirenes desse navio.”
Michelle Bolsonaro reage à suposta censura e denuncia “tribunal de julgamento pessoal” após vazamento de encontro com Moraes
A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro (PL) manifestou hoje que não deseja ser submetida a um “tribunal do julgamento pessoal”. Embora não mencione explicitamente, a referência está ligada aos encontros com os ministros do STF Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. Eis a manifestação: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) protestou contra a censura imposta por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor do texto. A censura permanece há quase um ano, sem esclarecimento sobre o que se pretende ocultar. Outros títulos parecem estar na mira da censura. Entre eles, “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, obras que tratam da censura, de episódios incomuns no STF e da perseguição ao presidente Jair Bolsonaro.
Reunião vazada de Michelle Bolsonaro com Moraes tenta barrar transferência de Bolsonaro
Horas antes de determinar a remoção do ex‑presidente Jair Bolsonaro para o Complexo Penitenciário da Papudinha, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes recebeu a ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro na manhã da quinta‑feira (15/1), em Brasília. De acordo com fontes do Supremo, a reunião ocorreu no gabinete de Moraes, na própria Corte, e foi articulada pelo deputado federal Altineu Cortês (PL‑RJ), vice‑presidente da Câmara dos Deputados, que atuou como intermediário. Durante o encontro, Michelle Bolsonaro fez um pedido direto ao ministro: que Jair Bolsonaro deixasse a Superintendência da Polícia Federal, onde está detido, e passasse a cumprir prisão domiciliar na capital federal. O pedido foi rejeitado; Moraes manteve a decisão já em curso. O contato com Alexandre de Moraes não foi isolado. Nos dias anteriores, Michelle Bolsonaro já havia procurado outro membro do Supremo para tratar da situação do marido. No início da semana, ela conversou com o ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, em tentativa de discutir os desdobramentos do caso. A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou‑se contra a censura feita por Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura persista há quase um ano. Outros livros também parecem estar na mira da censura, como “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, que abordam a censura, acontecimentos incomuns no STF e a perseguição contra Bolsonaro.
Bolsonaro tem crise de soluço na Papudinha; equipe médica é acionada
O ex‑presidente Jair Bolsonaro passou a primeira noite na Papudinha, em Brasília. Durante a noite, ele sofreu uma crise de soluço que exigiu a intervenção da equipe médica, conforme informações do SBT. A perseguição contra Bolsonaro e seus aliados tem sido descrita como cruel, absurda e desumana, segundo o texto, que alerta para possíveis tentativas de silenciá‑lo e de ocultar fatos de 2022.