O comportamento do ministro Alexandre de Moraes gera espanto e indignação. Ele parece se deleitar com o sofrimento do ex‑presidente Jair Bolsonaro. Isso não é normal. É macabro. Os inimigos políticos do ex‑presidente obviamente adoram isso e, por isso, fazem vista grossa para tudo que envolve o magistrado. Para a justiça e para a nossa saudosa ‘democracia’, tudo isso é extremamente ruim e pesaroso. Uma vingança perversa e desumana está em curso, sob aplausos da ‘esquerdofrenia’ brasileira. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista. Veja o vídeo:
TRUMP RECEBE MEDALHA DO PRÊMIO NOBEL DA PAZ DA LÍDER VENEZUELA NA CASA BRANCA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi homenageado pela líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado. Ela entregou a ele uma medalha do Prêmio Nobel da Paz durante um encontro na Casa Branca. “Entreguei a medalha, o Prêmio Nobel da Paz, ao presidente dos Estados Unidos”, disse Maria Corina. Segundo Machado, o gesto reconhece o compromisso do presidente dos EUA com a “nossa liberdade”. O teor da conversa entre Trump e Maria Corina ainda não foi divulgado, mas a venezuelana descreveu a reunião como “extraordinária”. Após o encontro, o primeiro desde a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro, Machado reiterou seu desejo de que a oposição exerça influência na nova realidade venezuelana. “Tenho insistido, e continuarei a insistir, que a Venezuela tem um presidente eleito (Edmundo González), e estou muito orgulhosa de trabalhar ao lado dele”, disse ela a repórteres após uma breve reunião com senadores norte‑americanos. Depois de capturar o herdeiro político de Hugo Chávez, Trump afirmou que os EUA devem governar a Venezuela durante um período de transição. Com a queda de Maduro, Caracas passou a apresentar diversas sinalizações positivas para os interesses de Washington, como negócios envolvendo o petróleo venezuelano, o restabelecimento de laços diplomáticos e a libertação de presos políticos.
DELEGADA DA PF ESQUECE NOTEBOOK EM UBER E MOTORISTA É ARRASTADO PELA POLÍCIA
Um episódio envolvendo uma delegada da Polícia Federal e um motorista de aplicativo terminou com a condução do profissional à delegacia na última quinta‑feira (8/1), em Brasília. O caso teve início após a autoridade esquecer um notebook no veículo utilizado em uma corrida entre o Setor Hoteleiro e o Aeroporto Internacional de Brasília. Conforme o boletim de ocorrência, o motorista, que trabalha há cerca de quatro anos com transporte por aplicativo, completou a viagem até o aeroporto. Depois de deixar a passageira, aceitou outra corrida, retornando ao ponto de origem. Durante esse trajeto, percebeu uma pasta no banco traseiro e concluiu que o objeto havia sido esquecido pela passageira anterior. Logo depois, o condutor começou a receber diversas ligações. Ao atender, confirmou que estava com o notebook e explicou que precisava concluir a corrida em andamento antes de retornar ao aeroporto para devolvê‑lo. Informou ainda que cobraria R$ 50 referentes ao deslocamento necessário para entregar o equipamento. De acordo com o relato do motorista, a delegada recusou‑se a pagar o valor, alegando que se tratava de extorsão. Diante da recusa, ele enviou mensagem esclarecendo que o Código Civil permite o recebimento de até 5 % do valor de objetos achados, mas que, no caso, solicitava apenas o ressarcimento do trajeto adicional. O motorista também destacou que, segundo a orientação da plataforma para a qual presta serviço, o procedimento indicado é entregar itens esquecidos na delegacia mais próxima, e não diretamente ao proprietário. Mesmo assim, afirmou que seguiu até o local combinado para efetuar a devolução. Ao chegar ao aeroporto, porém, o motorista relata ter sido surpreendido por agentes da Polícia Federal. Foi conduzido inicialmente à delegacia da área aeroportuária, onde seus dados foram coletados, e depois encaminhado à Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Na unidade policial, declarou que nunca havia sido detido antes e reafirmou que apenas solicitou o pagamento da taxa de deslocamento. Também apresentou o áudio que teria enviado à delegada durante a discussão: “Aí, tá a lei pra senhora. Caso a senhora não conheça ou desconheça essa lei, a lei tá aí, tá? Eu tô fazendo só meu papel de devolver; tem muito cara aí pilantra, que se esquecesse no carro deles, eles te roubavam, mas eu sou honesto, gosto de devolver as coisas pra todo mundo que entra no meu carro, parceira, entendeu? Aí você quer taxar os outros de menino, ninguém é menino, não. A senhora pode ser Polícia Federal, a senhora pode ser Presidente…” Após prestar depoimento, o motorista foi liberado. Contudo, acabou sendo bloqueado na plataforma de transporte após a denúncia de extorsão registrada contra ele. Procurada, a Polícia Federal informou, por meio de nota, que o motorista teria desacatado os policiais federais presentes no local no momento da devolução do notebook. “Ele foi encaminhado à Superintendência Regional da Polícia Federal para esclarecimentos, sem prisão ou uso de algemas”, informou a corporação. A PF também comunicou que será instaurado procedimento para apurar a eventual prática de crimes relacionados ao caso.
Irmã do prefeito de São Paulo é presa por desacato, embriaguez ao volante e lesão corporal
Janaína Reis Miron, irmã do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), foi presa na tarde de quinta‑feira, 15 de junho. Ela responde a mandados de prisão por desacato, embriaguez ao volante e lesão corporal. A captura ocorreu depois que o sistema de reconhecimento facial da prefeitura, Smart Sampa, disparou alerta ao identificar uma pessoa procurada pela Justiça nas dependências da Unidade Básica de Saúde Veleiros, no bairro do Socorro. Por volta das 15h20, policiais militares do 1.º Batalhão abordaram a UBS na Avenida Clara Mantelli, confirmaram a identidade e, diante das ordens judiciais vigentes, conduziram Janaína ao 11.º Distrito Policial, em Santo Amaro, onde a ocorrência foi formalizada. O mandado de prisão por embriaguez ao volante e desacato está ligado a um caso ocorrido na madrugada de 20 de outubro de 2022, na rodovia Professor João Hipólito Martins, em Botucatu (interior de São Paulo). Segundo relato dos policiais, Janaína dirigia um Hyundai IX35, ziguezagueando na pista, apresentava sinais de embriaguez, não portava documentos e tinha tanto o documento do veículo quanto a habilitação vencidos. O advogado Alexandre Fanti informou que Janaína faz uso de medicação para dependência química ou de álcool. Ela foi detida enquanto se encontrava na UBS para retirar a medicação. Fanti, presidente da 102ª Subseção da OAB em Santo Amaro, acompanhou o caso até a delegacia, pois Janaína também é advogada e ainda não havia constituído defensor. “Pelo que pudemos apurar, ela tem dependência química ou de álcool e está em tratamento psiquiátrico. Compareceu à UBS para retirar a medicação”, declarou Fanti, que foi chamado pela OAB para garantir a preservação dos direitos da irmã de Ricardo Nunes. “Verificamos que todas as prerrogativas e direitos dela foram assegurados”, acrescentou ao conversar com jornalistas na porta do 11.º DP, em Santo Amaro. O advogado ainda informou que Janaína tem um transplante de fígado agendado para a próxima semana.
Primeira foto de Bolsonaro na Papudinha – veja o vídeo
O ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou recentemente à Papudinha. Ele foi submetido a exames médicos. Um fotógrafo capturou a primeira imagem da sua chegada. Confira: Veja o vídeo da chegada: A perseguição contra Bolsonaro e seus aliados tem sido descrita como cruel, absurda e desumana, sem sinais de cessar. Há quem afirme que há risco de violência extrema contra ele.
Moraes usa transferência de Bolsonaro para iniciar censura de livros
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta quinta‑feira, 15 de janeiro, transferir o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecida como “Papudinha”. Na mesma decisão, Moraes incluiu, de forma incomum, uma série de entrevistas concedidas por Flávio Bolsonaro, nas quais o senador critica as condições da prisão do pai. “Vem ocorrendo uma sistemática tentativa de deslegitimar o regular e legal cumprimento da pena privativa de liberdade de JAIR MESSIAS BOLSONARO”, alega Moraes. Veja: A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou repúdio à censura imposta por Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o leitor ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, embora a censura já se estenda por quase um ano. Outros títulos parecem estar na mira da censura, entre eles “A Máquina Contra o Homem” e “O Fantasma do Alvorada”, obras que tratam de censura, episódios incomuns no STF e da perseguição a Bolsonaro.