As autoridades de aviação dos Estados Unidos passaram a alertar companhias aéreas sobre riscos elevados ao sobrevoar áreas da América Central e de partes da América do Sul, citando a possibilidade de ações militares e interferências em sistemas de navegação por GPS. Os avisos começaram a valer nesta sexta‑feira (16) e terão duração inicial de 60 dias. A Administração Federal de Aviação (FAA) informou que os alertas abrangem o espaço aéreo do México, dos países da América Central até o Equador, além da Colômbia e de regiões do leste do Oceano Pacífico. Segundo a agência, o objetivo é reforçar a cautela das empresas diante de um cenário de instabilidade crescente na região. Companhias aéreas brasileiras também foram notificadas. As advertências surgem num contexto de aumento das tensões entre Washington e líderes regionais, após o governo de Donald Trump montar uma grande força militar no sul do Caribe, realizar ataques contra a Venezuela e prender Nicolás Maduro. O próprio Trump já declarou publicamente a possibilidade de novas ações militares na região, inclusive eventuais operações contra a Colômbia.
Moraes cede ao pedido de Bolsonaro e autoriza entrega de marmitas
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes autorizou, nesta sexta‑feira (16/1), a entrega de refeições ao ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL), que está custodiado no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”. A decisão permite que cinco pessoas façam a entrega das marmitas, entre elas o irmão da ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro. A possibilidade de receber alimentação externa já existia quando Bolsonaro estava detido na Superintendência da Polícia Federal, desde novembro. O pedido foi apresentado pela defesa e pela família do ex‑presidente, que alegaram a necessidade de uma dieta específica devido a problemas gástricos que ele enfrenta. Conforme a determinação judicial, a administração penitenciária definirá os horários das entregas e fiscalizará o conteúdo dos alimentos. Todos os responsáveis deverão assinar um termo de responsabilidade detalhando o que será levado ao local. A situação tem gerado críticas intensas, com alegações de perseguição ao ex‑presidente e seus aliados. Segundo alguns, há um esforço para silenciar a verdade sobre os acontecimentos de 2022. Tudo isso foi documentado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, best‑seller no Brasil. O livro, que funciona como um documento, reúne relatos sobre supostas manobras do “sistema” para favorecer o ex‑presidiário Lula, bem como sobre a perseguição a Bolsonaro, eleições, prisões, mídia, censura e manipulação. O próprio Bolsonaro já conhece o livro: