Ninguém questiona as decisões do ministro Alexandre de Moraes sobre os processos referentes ao chamado “gópi” do 8 de janeiro há mais de três anos. De repente, o julgamento de um habeas corpus que pede a concessão de regime domiciliar ao ex‑presidente Jair Bolsonaro foi remetido ao ministro Gilmar Mendes, após Moraes se declarar impedido – declaração feita somente agora. Alguns observadores sugerem que a mudança brusca pode estar ligada à humilhação que Michelle Bolsonaro teria sofrido ao se encontrar com os ministros Moraes e Gilmar Mendes, chegando ao ponto de se perguntar se lhe foi exigida alguma postura subserviente. Embora, inicialmente, Gilmar Mendes tenha rejeitado o pedido por questões processuais, sem analisar o mérito, a expectativa é de que o pedido seja concedido assim que a defesa oficial do ex‑presidente o impetrar. A questão que permanece é o que motivou Moraes a declarar impedimento novamente neste momento, permitindo que a decisão caia nas mãos do decano da corte. Talvez a explicação esteja no viés político que o Supremo Tribunal Federal teria adotado há tempos, conforme mencionado pelo ex‑ministro Luís Roberto Barroso em 2023.
Tarcísio e Michelle mostram que política de resultados supera o barulho da internet
A política de verdade não se resume a curtidas nas redes sociais nem a gritos para a câmera de um celular. Enquanto muitos “especialistas” da internet gastam energia atacando até mesmo seus aliados, figuras como a ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro e o governador Tarcísio de Freitas demonstram como se joga o jogo para proteger quem realmente importa. A recente transferência de Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para a chamada “Papudinha” (a Sala de Estado Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar) ilustra que a articulação silenciosa funciona muito melhor que o barulho vazio. É preciso encarar a realidade de frente: a prisão de Bolsonaro é uma aberração jurídica. Todo o processo, desde a acusação até a condenação de 27 anos, soa como uma piada de mau gosto para quem analisa os fatos com honestidade. Estamos diante de uma perseguição clara, em que o sistema tenta asfixiar uma liderança popular. Contudo, reclamar no Twitter ou no Instagram não tira ninguém da cela. O que realmente tira alguém de uma situação de injustiça é a política feita com inteligência, paciência e estratégia. O papel de Tarcísio: governador, não influencer Existe uma parcela da direita que parece viciada no conflito inútil. Esse grupo critica o governador Tarcísio de Freitas porque ele não passa o dia “batendo” publicamente nos ministros do STF. Trata‑se de um erro de julgamento. Tarcísio é chefe do Executivo do estado mais importante do Brasil. Ele não é um influencer digital cujo trabalho seja gerar engajamento por meio de polêmicas; ele é um administrador que precisa manter portas abertas em Brasília para alcançar resultados reais. Matérias do jornal Metrópoles e da Revista Oeste mostram que Tarcísio agiu exatamente como um homem de Estado deve agir. Ele intensificou sua atuação nos bastidores, conversando com ministros e chefes de poderes. Não foi para discutir ideologia, mas para apresentar fatos concretos: o risco à integridade física de Bolsonaro. Tarcísio ressaltou que, após a queda sofrida no cárcere e diante dos laudos médicos que apontam vulnerabilidade clínica permanente, o caso deixou de ser apenas jurídico e passou a ser uma questão humanitária. Ao manter um bom relacionamento com o STF, Tarcísio consegue ser ouvido. Se ele tivesse queimado todas as pontes para satisfazer o ego de quem quer ver “treta” na internet, não teria nenhum canal para interceder pela saúde do ex‑presidente. Atacar Tarcísio por sua postura diplomática não é apenas injusto; é uma burrice estratégica que só enfraquece o nosso lado. Michelle Bolsonaro e a sensibilidade estratégica Da mesma forma, Michelle Bolsonaro tem sido alvo de críticas infundadas por buscar o diálogo. Ela se reuniu com o ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, para relatar a situação precária de saúde do marido. Michelle não está “conspirando” nem “traindo princípios”, como alguns pseudos‑especialistas sugerem. Ela exerce o papel de esposa e líder que quer salvar a vida do companheiro. As condições na cela da Polícia Federal eram degradantes para um homem da idade de Bolsonaro e com o histórico clínico dele. O barulho constante do ar‑condicionado, a falta de luz solar e o isolamento total configuram formas de tortura psicológica e física. Michelle entendeu que, para sensibilizar o tribunal sobre a necessidade de uma prisão domiciliar humanitária, era preciso conversar com quem detém o poder de decisão. Mesmo que o objetivo final – a volta para casa – ainda não tenha sido plenamente alcançado, a transferência para a “Papudinha” já representa uma vitória significativa. Ali, Bolsonaro tem acesso a médicos, fisioterapia e, o mais importante, ao banho de sol. Isso faz diferença vital no aspecto psicológico e na saúde de quem está preso. Se Michelle e Tarcísio conseguiram esse avanço, foi porque souberam articular, e não porque ficaram gritando ofensas ao vento. A divisão interna é a vitória do adversário O grande problema da direita atual é a “briguinha de ego”. Há quem prefira ter razão na internet a ver Bolsonaro livre. Esses grupos atacam Michelle e Tarcísio por puro purismo ideológico ou por inveja do protagonismo que exercem. É preciso entender que cada um tem um papel. Quem critica na internet tem sua importância para manter a militância alerta, mas quem faz a política institucional precisa de liberdade para negociar. Bater em Tarcísio e Michelle neste momento é dar um presente a quem quer ver Bolsonaro se acabando em uma cela. Quando a direita se divide e começa a “cancelar” seus próprios quadros técnicos e políticos, facilita o trabalho de quem deseja nos destruir. A união em torno de quem está realmente fazendo algo prático é o único caminho para a vitória. Bolsonaro não deveria estar preso. O episódio da tornozeleira e as alegações de risco de fuga são desculpas frágeis para manter uma punição política. Enquanto a liberdade plena não chega, cada passo em direção a um tratamento humano e digno deve ser celebrado e apoiado. Se continuarmos com esforço coordenado, sem birras e sem ataques internos, as chances de Bolsonaro conseguir a prisão domiciliar aumentam consideravelmente. É hora de maturidade política Parem de ouvir influenciadores que lucram com o caos e a divisão. Olhem para os fatos: a situação de Bolsonaro na PF era crítica. Michelle e Tarcísio agiram. Usaram os meios disponíveis – a conversa, o argumento técnico e a diplomacia – para melhorar a vida do líder que defendem. A política é a arte do possível. Se queremos ver Bolsonaro em casa, precisamos de gente sentada à mesa de negociação, e não apenas de gente gritando na calçada. Tarcísio e Michelle não precisam de críticas destrutivas; precisam de respaldo. Eles estão certos ao buscar o diálogo, ao manter as portas abertas e ao focar no que é prático. O inimigo é o sistema que injustiçou o ex‑presidente, não o governador que tenta salvá‑lo ou a esposa que luta por sua saúde. Aprendam a distinguir estratégia de traição. Com apoio e unidade, a justiça será feita. Com divisão e egoísmo, só teremos vídeos de indignação enquanto nosso líder continua sofrendo as consequências de uma condenação injusta. Paula Sousa.
Ex-jogador da seleção tem dívida de R$ 2 milhões em pensão e corre risco de perder cachê no BBB
A Justiça decretou a penhora de bens de Edilson Capetinha, participante do BBB 26, para quitar pensão alimentícia que soma aproximadamente R$ 2 milhões. O ex‑jogador acumulou débitos entre 2013 e 2020, conforme processo judicial em andamento. O valor que Edilson receberá por sua participação no reality show da Globo poderá ser destinado ao pagamento das pendências judiciais. As autoridades trabalham para definir o montante exato devido ao longo dos sete anos de inadimplência. A equipe de Edilson, ao ser consultada, afirmou que não há risco de prisão para o participante. Os representantes também reconheceram as dificuldades financeiras que levaram ao acúmulo da dívida. O processo segue em curso enquanto Edilson permanece no programa. A decisão judicial pode impactar diretamente os valores que ele receberá durante ou após sua permanência no reality. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
HC de Bolsonaro e o “Tofolão”: o suposto novo escândalo da República
Em discurso no auditório da Universidade de São Paulo, Xerxes reiterou o que muitos já suspeitavam: o presidente Jair Bolsonaro, apelidado de “Careca”, terá sua foto exibida na “Papuda” e o processo será encaminhado ao ministro Gilmar Mendes. Segundo ele, com o tempo, Bolsonaro obterá a chamada “domiciliar” e o acordo firmado com os Estados Unidos será cumprido. O novo inquérito, de acordo com o orador, não tem objetivo de perseguir os apoiadores de Bolsonaro, mas sim de bloquear o fluxo de informações que, segundo ele, vem vazando das instituições para a imprensa. Xerxes enfatizou que o escândalo deve receber a designação de “Tofolão” e garantiu que este ano será diferente de 2022. Ele ainda apontou que o ministro Gilmar Mendes indeferiu o habeas corpus, porém sem analisar o mérito, o que, em sua avaliação, abriu caminho para os desdobramentos pretendidos.
Gilmar Mendes rejeita pedido de prisão domiciliar de Bolsonaro (Veja o vídeo)
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, rejeitou o pedido de prisão domiciliar apresentado ao ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele assumiu a responsabilidade de julgar o recurso depois que o ministro Alexandre de Moraes se declarou impedido. “Cumpre destacar que o presente habeas corpus nem sequer foi impetrado pela defesa técnica do paciente, ex‑Presidente da República. Diante do exposto, não conheço do habeas corpus, por manifesta inadmissibilidade da via eleita”. O habeas corpus foi impetrado pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não integra a defesa oficial de Bolsonaro. Gilmar Mendes ressaltou que esse tipo de recurso não pode ser apreciado pelo STF e negou a ação por questões processuais. Veja o vídeo:
Gleisi deixa governo e encara batalha política quase impossível
A ministra Gleisi Hoffmann já comunicou que deixará o Ministério das Relações Institucionais, após um período que considerou fracassado. Ela pretende encarar uma batalha política considerada indigesta, com poucas chances de sucesso, ao tentar retornar ao Senado Federal representando o Paraná. Uma pesquisa divulgada recentemente indica que, na disputa, pelo menos quatro nomes já se apresentam como possíveis concorrentes de Gleisi: o governador Ratinho Jr., a senadora Cristina Graehl, o ex‑promotor Deltan Dallagnol e o deputado Filipe Barros.
Auditores da Receita Federal criticam inquérito de Moraes sobre quebra de sigilo de ministros
Auditores da Receita Federal observam com cautela a investigação aberta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar suposta quebra indevida de sigilo fiscal de membros da Corte e possível vazamento das informações. O inquérito foi instaurado sem solicitação prévia da Polícia Federal ou do Ministério Público, o que caracteriza sua ilegalidade. A investigação surgiu após reportagens jornalísticas revelarem ligações entre familiares de ministros do STF e o Banco Master, instituição alvo da Operação Compliance Zero por supostas fraudes. O jornal O Globo informou que Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre, recebeu contrato de R$ 3,6 milhões mensais para prestar serviços jurídicos ao banco. A Folha de S.Paulo apontou que empresas vinculadas a parentes do ministro Dias Toffoli, relator da operação, participaram de um fundo de investimento supostamente utilizado nos esquemas do Banco Master. O procedimento tem como alvo a Receita Federal e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O STF declarou que, no momento, não há detalhes a serem divulgados. Apurações sugerem que todos os onze ministros da Corte teriam sido alvo de investigação não autorizada. Servidores da Receita Federal mantêm silêncio sobre o caso e evitam discussões nos grupos de WhatsApp da categoria. Em conversas privadas, comparam o caso ao inquérito das fake news, também aberto diretamente pelo Supremo e que segue em andamento após quase seis anos. Em 2019, dois auditores foram temporariamente afastados por ordem de Alexandre de Moraes, sob acusação semelhante à atual: suposto envolvimento na quebra indevida de sigilo fiscal de membros do STF. Na ocasião, o ministro apontou “claros indícios de desvio de finalidade” em uma apuração da Receita Federal que envolveu 133 pessoas, entre elas o ministro Gilmar Mendes e Roberta Rangel, esposa de Toffoli. Moraes afirmou que o procedimento investigativo “sem critérios objetivos de seleção, pretendeu, de forma oblíqua e ilegal, investigar diversos agentes públicos, inclusive autoridades do Poder Judiciário, incluindo ministros do STF, sem que houvesse, repita‑se, qualquer indício de irregularidade por parte desses contribuintes”. Em novembro de 2019, após os depoimentos, a medida foi revogada e os auditores retornaram às suas funções. Um auditor experiente, que preferiu permanecer anônimo, declarou que eventuais procedimentos irregulares e vazamentos devem ser investigados, mas questionou a metodologia adotada para a abertura do inquérito no STF. Segundo ele, o caminho adequado seria formalizar denúncia junto à Procuradoria‑Geral da República. O temor é que essa nova apuração se prolongue indefinidamente, como ocorre com o inquérito das fake news.
Cantor sertanejo Luan Pereira tem arritmia e taquicardia durante show e é levado às pressas ao hospital
Susto na madrugada deste sábado (17). O cantor sertanejo Luan Pereira precisou ser levado de ambulância ao hospital após passar mal durante uma apresentação em São Paulo. Nas redes sociais, a equipe do artista divulgou um vídeo no qual ele aparece sendo socorrido e explicou as razões do atendimento médico. Conforme comunicado, Luan apresentou quadro de arritmia cardíaca, pressão alta e taquicardia. “Após o show de hoje, Luan foi levado às pressas para o hospital por motivo de arritmia cardíaca, pressão alta e taquicardia. Vai ficar tudo bem, em nome de Jesus”, escreveu a equipe. Veja o vídeo:
PT recusa assinar CPMI do Banco Master; deputado revela o motivo
Nenhum parlamentar do PT assinou a CPMI do Banco Master, evidenciando a falta de interesse do partido em investigar casos de corrupção. Nesse sentido, o deputado Maurício Marcom fez uma breve, porém incisiva, análise sobre a situação. Confira: “Para o Toffoli estar agindo da forma como está no caso do Banco Master, vocês imaginam a quantidade de gente graúda que mamou nos R$ 12 bilhões desviados do BRB para o Master?” “Detalhe importante: Toffoli é ex‑advogado do PT, e nenhum — repito, nenhum — deputado ou senador do PT assinou o requerimento da CPMI.” “Basta juntar os pontinhos para saber quem são os ‘passarinhos’ que se alimentaram do dinheiro desviado, né?” Perfeito!
Futebol em luto pela morte do bilionário Rocco Commisso, dono da Fiorentina e do New York Cosmos
O mundo do futebol amanheceu enlutado. Morreu neste sábado (17), o empresário Rocco Commisso, presidente e proprietário da Fiorentina desde 2019. Ele travava, nos últimos tempos, uma batalha contra graves problemas de saúde. A própria Fiorentina anunciou a morte de Rocco Commisso, aos 76 anos, que também era dono do New York Cosmos – clube dos Estados Unidos lembrado pelos brasileiros porque Pelé jogou nele – e foi fundador da Mediacom Communications Corporation, uma das maiores provedoras de TV a cabo dos Estados Unidos, empresa da qual exercia a função de diretor‑executivo. “Depois de um longo período de cuidados, nosso amado presidente nos deixou e hoje todos nós lamentamos a sua morte”, diz trecho da nota de falecimento emitida pelo clube italiano, que não divulgou a causa da morte. “Sentimos sua falta e sempre sentiremos sua falta.” De acordo com o comunicado, “o futebol era seu amor” e a relação com a Fiorentina ficou marcada também pelo período mais difícil da pandemia de Covid‑19, quando Commisso “esteve sempre perto de Florença”, realizando grandes doações aos hospitais da cidade por meio da campanha “Força e Coração”. O centro de treinamento do clube, inaugurado em 2023, recebeu o seu nome. Vários grandes clubes manifestaram pesar após o falecimento. O Real Madrid destacou que, sob a gestão de Commisso, a Fiorentina chegou a duas finais da Conference League e a uma final da Copa da Itália, e em nota lamentou profundamente a morte do bilionário. A Juventus também enviou mensagem – “Descanse em paz, Rocco” – e o Milan expressou as “suas mais profundas condolências” à família e à Fiorentina. A Mediacom, fundada em 1995, publicou nota de pesar classificando seu fundador como “um dos empreendedores imigrantes italianos mais bem‑sucedidos” dos Estados Unidos, país para o qual se mudou com a família aos 12 anos. Segundo a empresa, a carreira empresarial de Commisso começou na fábrica da Pfizer, em Nova York. Entre as décadas de 1980 e 1990, foi vice‑presidente da Cabletelevision, que se tornou a oitava maior empresa de TV a cabo dos EUA, antes de fundar a Mediacom. Nascido na Calábria, região sul da Itália, Commisso concluiu a Mount Saint Michael Academy em 1967 e graduou‑se em Engenharia Industrial pela Universidade de Columbia, instituição à qual manteve laços como apoiador do futebol universitário. Em 2021, a Forbes o incluiu na lista de bilionários proprietários de clubes de futebol, apontando um patrimônio de 7,4 bilhões de dólares na época (equivalente a R$ 39,7 bilhões atualmente). Rocco Commisso deixa a esposa Catherine, com quem foi casado por mais de cinquenta anos, e os filhos Giuseppe e Marisa.