A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodrigues, afirmou que já foram libertados 406 presos por crimes contra a Constituição e a intolerância. Delcy, que assumiu a presidência após o sequestro de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, afirmou que este processo foi iniciado em dezembro, feito por Maduro, com 194 pessoas soltas como forma de abrir espaço para convivência e tolerância entre os venezuelanos. A presidente destacou que esse processo continua aberto e o objetivo é abrir espaço para um novo momento político. Segundo Delcy Rodrigues, estão excluídas desta soltura pessoas que cometeram crimes de homicídio e tráfico de drogas. Grupos de oposição contestam o número anunciado pela presidenta e pedem a divulgação da lista com os nomes. A ONG Foro Penal da Venezuela diz que 116 pessoas foram libertadas em uma contagem que totaliza 804 presos políticos.
Cadeirante persegue e ataca duas mulheres (VEJA O VÍDEO)
As campanhas que incentivam a população a não reagir a assaltos e que proíbem a posse de armas para autodefesa – sob o argumento de que “armas são perigosas” – obtiveram amplo apoio. Essas iniciativas moldaram a mentalidade de muitos, criando uma massa de cidadãos passivos e vulneráveis, o que constitui um verdadeiro paraíso para criminosos. O cenário favorece quem não respeita a lei, permitindo que aja sem medo de ser confrontado ou punido. Quando presos, alguns alegam maus‑tratos na audiência de custódia e conseguem ser liberados, com os juízes pedindo desculpas. Recentemente, assisti a um caso que parece tirado de ficção. Duas mulheres jovens e saudáveis fugiram de um cadeirante desarmado, que ainda era incapaz de usar um dos braços. As mulheres correram, não ofereceram resistência e o cadeirante escapou impune. Ao serem entrevistadas, ainda recomendaram que outras pessoas “não reajam”. Não estou sugerindo agressão física ao cadeirante, nem a sua remoção da cadeira, pois isso seria classificado como “incitação à violência” e maus‑tratos a pessoa incapaz. Contudo, é exatamente o que eu faria, embora não incentive ninguém a agir, pois vivemos em um ambiente hostil ao cidadão cumpridor da lei e favorável aos delinquentes. Raciocinemos: uma das mulheres poderia ter segurado a cadeira por trás, imobilizando o agressor, enquanto a outra ligava para a polícia. Esse episódio demonstra como a esquerda tem conseguido gerar uma população desorientada, passiva, indefesa e temerosa. Pedro Possas. Médico. Veja o vídeo:
Ex‑cantor de Os Hawaianos é preso por agredir esposa grávida
O cantor Ewerton Luiz da Silva Chagas, conhecido como Tonzão Chagas, ex‑integrante do grupo Os Hawaianos, foi detido neste sábado (17) em flagrante por violência doméstica contra a esposa. De acordo com informações da polícia, ele tentou agredir a mulher, que está grávida, e apresentava sinais de embriaguez. Débora Barreto, esposa da vítima, postou um vídeo nas redes sociais relatando que, após sentir fortes dores e passar mal, precisou ser levada ao hospital. “Essa madrugada eu sofri uma coisa muito absurda, onde eu poderia ter sofrido um aborto então tentei ficar descansando. Mas eu senti muita dor e comecei a passar muito mal, então vim para o hospital. Fui medicada e vou ficar em observação, sei nem o que falar, eu não estava conseguindo nem falar”, declarou. Ela também compartilhou uma foto da barriga obtida em exame de ultrassom e escreveu: “Hoje não está sendo um dia fácil, mas venho pedir orações. Passei por um episódio muito triste nesta madrugada, algo que nenhuma mulher, ainda mais grávida, deveria viver”. A advogada da família, Catarina Souto, emitiu comunicado repudiando os atos de violência e ressaltando que a situação se agrava por a vítima estar grávida. “A violência doméstica contra uma mulher grávida expõe não apenas a mãe, mas também o bebê a riscos físicos, emocionais e irreversíveis. Nenhuma mulher deve viver uma gestação sob medo. Nenhuma criança deve começar a vida cercada de violência”, escreveu.
Vorcaro tem contas bloqueadas, recorre a amigos e corre risco de delação premiada
O ex‑banqueiro que pagava R$ 3,6 milhões mensais à sua advogada agora vive um drama pessoal inusitado. Com as contas bloqueadas desde 18 de novembro, Daniel Vorcaro tem encontrado dificuldades para quitar despesas particulares, situação que contrasta fortemente com o padrão de gastos milionários que mantinha. Segundo Lauro Jardim, ele tem recorrido a amigos: “Com suas contas bloqueadas desde o dia 18 de novembro, Daniel Vorcaro tem recorrido a amigos para pagar suas contas particulares. São pessoas que, de algum modo, já fizeram negócios com o ex‑banqueiro.” A possibilidade de uma delação premiada paira sobre o caso. Lauro Jardim adverte que, se Vorcaro revelar o que sabe, “meia República vem abaixo”.
Cláudio Castro ameaça novamente o Comando Vermelho: “Ou preso ou CPF cancelado”
Pelo menos seis pessoas foram presas em nova etapa da Operação Contenção no Rio de Janeiro, deflagrada pelas polícias Civil e Militar com o objetivo de combater narcotraficantes da facção criminosa Comando Vermelho. A ofensiva ocorreu na Vila Kennedy, zona oeste da cidade. A ação integrada contou com a participação de policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). A ofensiva aconteceu após trabalho de investigação e inteligência realizado pela DRE, que identificou os alvos e a dinâmica criminosa na região. A Operação Contenção foi adotada pelo Estado para conter o avanço territorial do Comando Vermelho, desarticulando seus esquemas financeiro, logístico e operacional. Segundo a polícia, até o momento são mais de 275 prisões e 136 mortos em confrontos. Além disso, foram apreendidas cerca de 470 armas — sendo 189 fuzis — e mais de 50 mil munições. O governador Cláudio Castro declarou: “Aqui não tem espaço para romantizar o crime. Quem escolheu ser vagabundo e ameaçar a vida de trabalhador precisa entender uma coisa: o Estado vai chegar. Ou vai preso, ou vai ter o CPF cancelado.” “No Rio de Janeiro, bandido não dita regra, não escolhe território e não fica confortável. A resposta é firme, contínua e sem recuo.”
A toga de Toffoli: mais suja que pau de galinheiro – Veja o vídeo
“Toffoli tem a toga mais suja de que pau de galinheiro” (Wálter Maierovitch) Wálter Maierovitch, citado acima, é formado em direito pela Universidade de São Paulo (USP), tornou‑se Juiz de Direito em 1979 e é Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ‑SP). Em 1999, foi admitido à Ordem do Mérito Militar no grau de Comendador Especial. É um jurista competente, reservado, discreto e bastante procurado pela mídia nacional para falar sobre questões de Direito. Está, moral, intelectual e academicamente, a uma galáxia à frente e acima de TODOS os atuais ministros do STF. Eu disse TODOS, sem exceção! Em suma, Maierovitch é portador de notável saber jurídico, de ilibada reputação moral e, talvez por isso mesmo, nunca tenha sido indicado ao STF, ou para uma corte superior de Justiça. No Brasil, competência e reputação ilibada assustam e os que as tem são, em geral, evitados, quando não perseguidos. Segundo o imperador romano Julius Caesar, não basta à mulher de César SER honesta, ela tem de PARECER honesta. Dias Toffoli, ministro do STF, interferindo de ofício do escândalo do Banco Master para blindar sua família e ele próprio, não serve para mulher de César porque ele NÃO PARECE honesto. Aliás, diante de tantas evidências, tantas arbitrariedades, tantas incoerências jurídicas, de fazer corar de vergonha um estudante de Direito, dá para dizer que “o amigo do amigo do meu pai” da lista de propinas da Odebrecht está longe de ser honesto. Na realidade, Toffoli veste uma “toga mais suja do que pau de galinheiro”, segundo o Desembargador Maierovitch. Nada surpreendente; não se pode esperar mesmo que alguém togado por Luiz Ignorácio Lula da Çilva – um corrupto semianalfabeto, já condenado por corrupção e desvio de dinheiro público em todas as instâncias judiciais – venha a ser coisa que preste. O ministro Toffoli carrega o DNA imundo de seu criador. Vivesse Toffoli na China, cujo regime é, segundo Gilmar Mendes, muito admirado por aquela corte (STF), Dias Toffoli já estaria fuzilado, com a família tendo de pagar as despesas da execução. No Brasil, país da impunidade, Toffoli continuará livre e, como sempre, defendendo o lado criminoso da vida nacional, junto com alguns de seus pares. Tristes trópicos! Assistam agora ao vídeo em que o Desembargador aposentado, Wálter Maierovitch, desenha o retrato moral e intelectual do “amigo do amigo do meu pai”, José Antônio Dias Toffoli.
Tribunal suspende remoção de postagem que difamou o PT
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) suspendeu a ordem judicial que determinava a remoção de uma publicação feita pelo deputado federal Nikolas Ferreira em sua conta na rede social X. A decisão foi assinada pelo desembargador Fabrício Bezerra, da 1ª Turma Cível, no dia 19 de dezembro de 2025, e comunicada oficialmente à 5ª Vara Cível do Distrito Federal nesta segunda‑feira (12). O caso envolve uma postagem feita por Nikolas em 31 de outubro de 2025, na qual o parlamentar se referiu ao Partido dos Trabalhadores como “Partido dos Traficantes”. A declaração havia motivado uma decisão de primeira instância que ordenava a exclusão do conteúdo das redes sociais. Com a nova decisão, a ordem de remoção foi suspensa, permitindo que a publicação permaneça no ar enquanto o mérito da ação segue em análise.
Sociedade civil tem que cobrar a velha mídia por usarem uma liberdade que não lhes pertence
Para focarmos no período recente das eleições de 2018 e da atuação do STF na política brasileira, que mistura jornalismo com funções que não lhe competem, é preciso resgatar o bom jornalismo, onde muito ainda precisa ser compreendido. O principal papel do jornalismo, em suma, é informar com veracidade e imparcialidade, contribuindo como um dos pilares da democracia. Contudo, o jornalismo ativista tem usado e abusado da liberdade de imprensa, condição essencial de formador de opinião e promotor da cidadania. Essa liberdade conta com defensores em todo o mundo, mas gera controvérsia. Analisando apenas dois casos no Brasil, de suposto abuso dessa liberdade, concentramo‑nos em duas expressões amplamente utilizadas pelos veículos: “golpe” e “extrema‑direita”, e suas variantes. Há anos o jornalismo alimenta o ódio ao rotular qualquer pessoa ou instituição que não siga as exigências do que o autor descreve como “sistema autoritário” do país, chamando‑as de golpistas. Essa rotulagem não desapareceu das páginas digitais e dos telejornais após o dia 8 de janeiro de 2023; ao contrário, serviu de apoio à ruptura institucional brasileira. Já a expressão “extrema‑direita” passou a dominar as redações a partir de 2018, quando a eleição de Jair Bolsonaro gerou temor no cenário político. Isso desencadeou uma campanha sistemática contra o mandatário e seu entorno. Vale questionar se faz sentido chamar o jornalismo de “extrema imprensa”. O jornalismo militante, ao fracassar, maculou toda uma classe, despindo‑se de honra, ignorando a dignidade e exaltando a falta de vergonha. Essa postura não tem trégua, nem no Brasil nem em outros países. Recentemente, observamos o mesmo padrão nas eleições americanas, ao rotular o candidato Donald Trump de “extremista da direita” de forma indiscriminada. Atualmente, assistimos ao ataque da imprensa ao candidato André Ventura, representante da ala conservadora em Portugal. Seu partido, Chega, tem crescido rapidamente e pode disputar o segundo turno das eleições presidenciais. E vejam a atuação da imprensa nacional, cujo carro‑chefe é o maior grupo de comunicação do país, o Grupo Globo. Fica a pergunta: com que direito a imprensa classifica seus adversários como bem entende? Por isso, a sociedade civil precisa reagir de forma mais incisiva contra esse jornalismo que ignora seus próprios limites, trilha caminho perigoso e arrasta para o lamaçal tóxico cidadãos pouco conscientes, desprovidos de moralidade ou vulneráveis por fraqueza intelectual.
BC de Lula aprova transferência de banco a ex‑sócio de Vorcaro apesar das irregularidades do Master
O Banco Central autorizou, em julho de 2025, a transferência do controle do Banco Voiter para o empresário Augusto Ferreira Lima, mesmo após a identificação de irregularidades envolvendo o Banco Master. A autorização foi concedida meses antes da liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada em novembro de 2025. O Banco Voiter, que recebeu o nome de Banco Pleno após a aquisição, integrava o conglomerado prudencial do Master, mas não foi incluído no processo de liquidação. O BC comunicou ao TCU que detectou a cessão de créditos inexistentes ao BRB, adquiridos pelo Master de empresa terceira. Esses indícios de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional foram repassados ao Ministério Público Federal em julho de 2025. A transferência do controle do Voiter para Augusto Lima foi autorizada em 24 de julho de 2025, simultaneamente ao comunicado ao MPF. O Master tentou obter recursos mediante a venda de ativos pessoais entre abril e novembro daquele ano, por não conseguir cumprir recolhimentos compulsórios. A autoridade monetária permitiu a movimentação de ativos dentro do conglomerado como forma de sustentar financeiramente o Master. Essa operação preservou o Banco Pleno, que não sofreu intervenção, enquanto parte dos recursos e operações foi direcionada para a nova estrutura sob controle de Lima. Lima foi preso em novembro de 2025, durante a Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal, que também deteve Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. A investigação examina a venda de carteiras de crédito no valor de R$ 11,5 bilhões, consideradas fraudulentas. Na mesma operação, a PF apreendeu R$ 1,6 milhão em dinheiro e diversos bens de alto valor na residência de Lima. O empresário foi libertado posteriormente, e as investigações continuam em andamento. Augusto Ferreira Lima construiu sua carreira no crédito consignado e chegou a ser sócio e CEO do Banco Master. Natural da Bahia, iniciou no mercado financeiro em 2018, após a privatização da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal) durante a gestão estadual de Rui Costa, atual ministro da Casa Civil. A partir da estrutura da antiga Ebal, Lima criou o Credcesta, produto de crédito consignado para servidores públicos, firmando convênios com o governo baiano. O modelo foi incorporado ao Banco Master quando Lima se associou a Vorcaro em 2019. Lima deixou o Master em maio de 2024. Em junho de 2025 adquiriu o Banco Voiter com autorização do BC, renomeando-o para Banco Pleno. Investiu R$ 160 milhões e concentrou as operações de crédito consignado, inclusive o Credcesta, na nova instituição. O Banco Pleno segue operando, apesar da prisão de Lima e das investigações em curso. A separação societária realizada antes da liquidação do Master e a autorização formal do BC explicam por que a entidade não foi atingida pelas medidas aplicadas ao conglomerado de Daniel Vorcaro.
Presidente interina da Venezuela demite aliado de Maduro, conhecido como “testa de ferro”
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, demitiu na sexta‑feira (16) o empresário Alex Saab do cargo de ministro da Indústria, em uma das primeiras mudanças relevantes do governo provisório instaurado após a saída de Nicolás Maduro do poder. Saab, considerado um dos aliados mais próximos de Maduro, foi acusado pelas autoridades norte‑americanas de atuar como “testa de ferro” do ex‑presidente em operações comerciais destinadas a driblar as sanções internacionais. Ele havia sido nomeado ministro em 2024, depois de ser libertado pelos Estados Unidos em uma troca de prisioneiros. A demissão ocorre num contexto de intensificação da pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela, reforçada após a operação militar de 3 de janeiro que resultou na retirada de Maduro do país.