O fundador da grife Valentino, Valentino Garavani, morreu nesta segunda‑feira (19), aos 93 anos, em Roma, Itália. O falecimento foi anunciado por comunicado da Fundação Valentino Garavani e de Giancarlo Giammetti. Garavani foi fundamental para a valorização da moda italiana – o “Made in Italy” – no cenário internacional, ajudando a consolidar Roma como uma capital da alta‑costura ao lado de Paris. Ao fundar a Maison Valentino em 1960, elevou a moda italiana a um novo patamar de sofisticação e luxo, vestindo as mulheres mais influentes do mundo e definindo o estilo da elite. O estilista nunca se casou formalmente, mas manteve um relacionamento extremamente longo e significativo com seu parceiro de negócios e de vida, Giancarlo Giammetti. A parceria, iniciada em 1960, foi tanto profissional quanto pessoal e foi decisiva para o sucesso da grife Valentino.
Goleiro Bruno cancela encontro com filho que quase aconteceu
Ex‑goleiro Bruno Fernandes informou que decidiu cancelar o encontro que teria com seu filho, Bruninho Samúdio, de 15 anos. A declaração foi feita nesta quinta‑feira (15) nas redes sociais. Segundo Bruno, a reunião estava sendo organizada de forma reservada e teria um significado pessoal importante. Contudo, ele afirma que o encontro ficou inviável após exigências impostas pela avó materna do adolescente, Sônia Moura, em conjunto com a advogada da família. Entre as condições apresentadas, estava a proibição de que ele estivesse acompanhado, inclusive de seu advogado, o que, segundo ele, gerou insegurança jurídica. “Eu tinha um encontro marcado com meu filho, algo que sempre quis que acontecesse. Mantive tudo em sigilo para não expô‑lo nem me expor. Mas o encontro não vai acontecer, porque foram feitas exigências que fogem completamente da normalidade, inclusive a de que eu fosse sozinho, sem a presença do meu advogado”, afirmou. Bruno também ressaltou que há uma medida protetiva judicial que o impede de se aproximar do filho, decisão que, segundo ele, tem sido respeitada ao longo dos anos. Por isso, declarou que a presença de um advogado seria essencial para garantir segurança em qualquer contato. O ex‑goleiro declarou ainda que passou a desconfiar das intenções por trás do encontro ao tomar conhecimento do possível envolvimento de um jornalista conhecido e da existência de gravações no local. “Acredito que nunca houve a intenção real de que eu conhecesse meu filho. Isso parecia uma armadilha para que eu falasse algo relacionado à mãe dele, para uso em um suposto documentário. Havia câmeras escondidas na casa”, disse. Mesmo com o cancelamento, Bruno afirmou que continua disposto a encontrar o filho futuramente, desde que haja condições adequadas. “Quero dizer ao meu filho que tenho muita vontade de abraçá‑lo e conversar. Sigo à disposição para que esse encontro aconteça”, declarou.
Vazamento revela técnicos de enfermagem suspeitos de mortes em série na UTI de Brasília
A identidade dos três técnicos de enfermagem suspeitos de homicídios em uma UTI de um hospital de Brasília já é de conhecimento público. Os suspeitos são um homem e duas mulheres: Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camille Alves da Silva. As vítimas confirmadas são João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios; e uma professora, cuja identidade ainda não foi divulgada. A motivação dos crimes permanece desconhecida. Outros 20 óbitos estão sendo investigados. A atitude dos Delegados da PF e os novos vazamentos do “Toffolão” geram especulação; Bolsonaro pede para receber Tarcísio e há alegações de que a PF ajudou a consolidar a ditadura e agora entra em desespero (veja o vídeo).
Delegados da PF limitam prazos e geram novos vazamentos do “Toffolão”
O juiz, conhecido como “amigo do amigo”, não apenas restringiu os prazos da Polícia Federal, como também designou peritos de sua confiança para analisar as provas da última operação no “Toffolão”. Segundo informações, a cúpula da chamada “banda boa” está insatisfeita com as decisões do magistrado, a ponto de a associação publicar nota contra o ministro. Em paralelo, o presidente Lula recebeu hoje Andrei para uma reunião cujo objetivo seria impedir que a Polícia Federal entre em confronto com o Supremo Tribunal Federal. Em Brasília, há grande apreensão quanto à ferramenta que permite auditoria de celulares desligados e quanto a uma possível delação de Vorcaro. Autoridades afirmam que novos vazamentos são esperados nas próximas semanas.
Bolsonaro pede autorização para receber Tarcísio e gera especulação
O ex‑presidente Jair Bolsonaro solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça‑feira (19/1), autorização para receber a visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Além de Tarcísio, a defesa de Bolsonaro requereu permissão para que também sejam recebidos Diego Torres, irmão de Michelle Bolsonaro, e Bruno Scheid, vice‑presidente do Partido Liberal (PL) de Rondônia. A última vez em que Tarcísio e Bolsonaro se encontraram foi em setembro do ano passado, quando o ex‑presidente ainda cumpria prisão domiciliar; a reunião tinha como objetivo discutir o cenário eleitoral de 2026. Com exceção de Michelle, advogados e médicos, todas as visitas ao ex‑presidente precisam ser previamente autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, que, nesse caso, exerce o papel de carcereiro. Um verdadeiro absurdo.
PF consolidou a ditadura e agora está em desespero (Veja o vídeo!)
Delegados da Polícia Federal divulgaram nota oficial atacando duramente decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Uma decisão proferida pelo ministro Dias Toffoli provocou indignação entre os delegados, que manifestaram “legítima perplexidade institucional”. O jornalista Cláudio Dantas, ao comentar o episódio, ressaltou que a “ditadura” que se instalou no país contou com a complacência da própria Polícia Federal, que teria atuado no “submundo da ilegalidade”, cumprindo ordens inconstitucionais. Agora, a ilegalidade recai sobre eles. Veja o vídeo:
Nikolas Ferreira inicia caminhada de Minas a Brasília pela liberdade e justiça
O jovem deputado federal Nikolas Ferreira decidiu transformar inconformismo em gesto público. Ao anunciar uma caminhada em defesa da liberdade e da justiça, ele optou por um percurso simbólico e pacífico, voltado a uma parcela expressiva da população que se sente sem voz diante dos acontecimentos recentes do país. A caminhada teve início hoje, em Minas Gerais, no dia 19 de janeiro, com previsão de chegada a Brasília, no Distrito Federal, no domingo, 25 de janeiro. A iniciativa surge em um contexto marcado por supostas injustiças: prisões vinculadas às manifestações de 8 de janeiro de 2023, questionamentos sobre decisões do Supremo Tribunal Federal e denúncias que atingem ministros da Corte e o governo federal. O Brasil vive um ambiente de insegurança jurídica e de seletividade, no qual princípios básicos do Estado de Direito têm sido relativizados. É nesse cenário que a caminhada ganha força. Mais do que um ato político tradicional, ela se apresenta como um chamado cívico, que busca mobilizar cidadãos comuns em torno de valores como liberdade, justiça e respeito às garantias individuais. Ao escolher o deslocamento a pé, a exposição pessoal e o contato direto com a população, Nikolas Ferreira assume riscos e responsabilidades, reforçando a ideia de liderança que não se limita às redes sociais ou aos discursos no plenário. O impacto do gesto é evidente. A mobilização espontânea, a repercussão popular e o debate gerado indicam que a iniciativa toca sentimentos profundos de uma sociedade polarizada, mas ainda sedenta por participação e sentido. Independentemente de concordâncias ou discordâncias políticas, a caminhada se consolida como um dos mais expressivos atos públicos em defesa da liberdade nos últimos anos, reafirmando o papel da manifestação pacífica como instrumento legítimo da democracia.
Polícia Civil investiga 20 mortes suspeitas de série na UTI de hospital em Brasília
O caso que chocou a capital federal, já identificado com três homicídios cometidos por técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta, pode ser ainda mais grave e devastador. A Polícia Civil está analisando, ao longo de um ano, pelo menos 20 laudos de óbitos ocorridos em unidades de terapia intensiva de hospitais. O objetivo é verificar se há outros falecimentos em circunstâncias semelhantes às das três vítimas já confirmadas, que morreram subitamente após a aplicação de uma substância letal. As três vítimas dos profissionais de saúde são: João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Companhia de Abastecimento de Água e Esgoto (Caesb); Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios; e uma professora aposentada, de 75 anos, cuja identidade ainda não foi revelada.
Deputado Nikolas Ferreira inicia caminhada de protesto de mais de 700 km até Brasília (Veja o vídeo)
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) anunciou, na manhã desta segunda‑feira (19), a realização de uma “caminhada até Brasília” como forma de protesto político. O anúncio foi divulgado em vídeo nas redes sociais. Em linha reta, a distância entre as duas capitais é de 624,6 km; por estradas, o trajeto tem 733 km. Na gravação, Nikolas afirma que deixou de voltar para casa após sentir uma inquietação em relação ao cenário político nacional. Segundo ele, o país vive uma sucessão de “escândalos” que teriam levado à naturalização de fatos que deveriam gerar maior indignação. O parlamentar também citou o que chamou de “prisões injustas” ligadas aos atos de 8 de janeiro de 2023 e mencionou a prisão do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL). Ainda, criticou diretamente o Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo do presidente Lula. “Esse sentimento de impotência não é só de vocês. É um sentimento nosso também”, declarou Nikolas, acrescentando que parte dos deputados e senadores compartilha da mesma avaliação sobre o momento político. Veja o vídeo:
Viviane Barci falha e causa prejuízo a Daniel Vorcaro
A atuação da advogada Viviane Barci no único processo em que representou o banqueiro Daniel Vorcaro pode ser considerada desastrosa. Barci perdeu todos os embates na Justiça paulista, obrigando Vorcaro a arcar com os honorários da parte contrária. Além disso, o banqueiro terá de responder a uma notícia‑crime por denunciação caluniosa. Parece que a especialidade de Viviane Barci está no STF. Mesmo assim, as parcelas de R$ 3,6 milhões contratadas entre a advogada e o banqueiro foram pagas integralmente, pelo menos até a liquidação do banco. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.