O caso que chocou Brasília nesta segunda‑feira (19) continua gerando notícias assustadoras e desumanas. Um dos técnicos de enfermagem detidos, de apenas 24 anos, teria introduzido desinfetante na veia de uma das vítimas em, no mínimo, dez aplicações consecutivas. O delegado responsável pelo inquérito declarou, perplexo: “Ele sugou um desinfetante no quarto de um paciente com a seringa e aplicou ao menos 10 vezes no paciente. Eles foram mortos pela ação de quem deveria estar cuidando deles”. Entre as vítimas estão uma professora aposentada de 75 anos, um servidor da Caesb de 63 anos e um jovem de 33 anos. Confrontados com as provas, os investigados não demonstraram arrependimento e mantiveram postura de completa frieza, segundo o delegado. Ao confessar, o grupo não explicou o motivo do crime. A polícia deverá indiciar os suspeitos por homicídio doloso qualificado, com impossibilidade de defesa da vítima.
TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO DF MATARAM PACIENTES COM DROGAS INDETECTÁVEIS
Barbárie em Brasília. Técnicos de enfermagem aplicavam em suas vítimas substância letal de difícil detecção em exames iniciais. Os suspeitos foram presos nesta segunda‑feira (19) pela Polícia Civil do DF. Os crimes ocorreram em novembro e dezembro de 2025 e são enquadrados como homicídios. O caso foi denunciado pelo próprio Hospital Anchieta. A substância letal era injetada diretamente na veia dos pacientes. Quando usada fora dos protocolos médicos, pode provocar parada cardíaca em poucos minutos. Fontes ligadas à investigação afirmam que o composto químico chama atenção porque pode causar morte sem deixar sinais evidentes nos primeiros exames, dificultando a identificação da causa e podendo simular morte natural ou complicações clínicas. As investigações continuam e outras medidas não estão descartadas. O objetivo é esclarecer os fatos, responsabilizar todos os envolvidos e apurar eventuais falhas institucionais que permitiram a prática dos crimes no hospital. NOTA DO HOSPITAL O Hospital Anchieta S.A., referência em cuidados de saúde em Brasília/DF há 30 anos, vem a público esclarecer as providências adotadas diante de fatos graves envolvendo ex‑funcionários da instituição. Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao compromisso com a transparência, um comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex‑técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes. Com base nessas evidências, fruto da investigação interna, o Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos, que já haviam sido desligados da instituição. As prisões foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026. Pautado pela transparência de seus processos e pela confiança nos protocolos internos que norteiam sua atuação, o Hospital entrou em contato com as famílias envolvidas, prestando todos os esclarecimentos necessários de forma responsável e acolhedora. Reitera ainda que o caso tramita em segredo de justiça, o que impede a divulgação de informações adicionais e a identificação das partes envolvidas. O hospital entende que o segredo de justiça é imprescindível à preservação da apuração, à proteção das partes e ao regular exercício das atribuições das autoridades competentes, devendo ser rigorosamente observado segundo os limites impostos pela decisão judicial. O Hospital, enquanto também vítima da ação desses ex‑funcionários, solidariza‑se com os familiares das vítimas e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e com a justiça. Veja o vídeo!
URGENTE: Técnicos de enfermagem assassinam pacientes e são presos no DF
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) deteve três ex‑técnicos de enfermagem acusados de assassinar pacientes no Hospital Anchieta, localizado em Taguatinga. As prisões foram efetuadas nesta segunda‑feira, dia 19 de janeiro, após investigação que apontou a morte de três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) entre novembro e dezembro de 2025. Segundo as investigações, os suspeitos teriam introduzido na corrente sanguínea das vítimas um composto químico capaz de provocar parada cardíaca sem deixar vestígios evidentes. A operação policial, batizada de Anúbis, desenvolveu‑se em duas fases distintas. A primeira fase ocorreu em 11 de janeiro, quando agentes da PCDF, com o apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE), cumpriram mandados de busca e apreensão nas residências de Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas. Nessa etapa, dois dos investigados foram detidos temporariamente. Na segunda fase, realizada na quinta‑feira, 15 de janeiro, foi cumprido mais um mandado de prisão temporária. Dispositivos eletrônicos foram apreendidos nas áreas de Ceilândia e Samambaia, com o objetivo de analisar as comunicações entre os suspeitos. O Hospital Anchieta foi o responsável por identificar as circunstâncias suspeitas e iniciar as investigações internas. Em comunicado oficial, a instituição declarou: “O Hospital Anchieta S.A., referência em cuidados de saúde em Brasília/DF há 30 anos, vem a público esclarecer as providências adotadas diante de fatos graves envolvendo ex‑funcionários da instituição.” A nota detalha as medidas adotadas: “Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao seu compromisso com a transparência, um comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex‑técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes.” A administração do hospital também solicitou a abertura de inquérito policial: “Com base nessas evidências, fruto da investigação interna realizada pela instituição, o próprio Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos, que já haviam sido desligados da instituição. As prisões foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026.” A Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP) coordena a Operação Anúbis e mantém os nomes dos acusados em sigilo. Os investigadores continuam trabalhando para esclarecer a dinâmica das mortes, o papel de cada suspeito e a possível existência de outros envolvidos. O Hospital Anchieta informou que entrou em contato com as famílias das vítimas para prestar esclarecimentos. A instituição se posicionou como vítima das ações dos ex‑funcionários, manifestando solidariedade às famílias e comprometendo‑se a colaborar integralmente com as autoridades.
Marina Silva prepara saída do governo e avalia nova filiação partidária
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, deve deixar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até abril. A decisão está vinculada ao seu plano de disputar as eleições deste ano, o que exige a desincompatibilização do cargo no Executivo. Além de se retirar da Esplanada dos Ministérios, Marina também se prepara para abandonar a Rede Sustentabilidade, partido que ajudou a fundar. Ela avalia filiar‑se a outra legenda para viabilizar a candidatura, com negociações em andamento com o Partido dos Trabalhadores, o Partido Socialista Brasileiro e o Partido Socialismo e Liberdade. Entre os cenários considerados, está a eventual candidatura ao Senado Federal, possivelmente em chapa ao lado do ministro da Fazenda Fernando Haddad. Essa hipótese ainda é incerta, já que Haddad também é cotado para disputar o governo do estado de São Paulo.
Assédio no BBB: Pedro sai após acusação de Jordana (Veja o vídeo)
A edição 26 do Big Brother Brasil registrou uma saída inesperada neste domingo (18/1). Pedro decidiu abandonar o reality ao apertar o botão de desistência, poucos minutos depois de ser acusado de assédio sexual por Jordana, também participante. O relato ganhou repercussão dentro da casa quando Jordana contou a outros brothers o que teria acontecido no confessionário. Segundo ela, Pedro adotou uma postura agressiva e sem consentimento ao ficar a sós com a participante no local reservado do programa. “Ele entrou comigo no confessionário, me pegou pelo pescoço e tentou me beijar”, disse Jordana em conversa com Breno e Paulo Augusto. Em seguida, a participante afirmou que confrontou o colega imediatamente após o incidente. “Eu falei: ‘Você está louco, o que você está fazendo?’ Ele respondeu: ‘Estou fazendo o que me deu vontade’”, contou Jordana ao relatar o diálogo aos demais confinados. Diante do relato, Breno e Paulo Augusto orientaram Jordana a formalizar a denúncia diretamente no confessionário. Contudo, antes que a produção pudesse tomar qualquer medida, o desfecho ocorreu de forma abrupta. Poucos minutos depois da conversa, Pedro acionou o botão de desistência e deixou o BBB 26. O participante havia chegado ao programa por meio de votação popular, após disputar uma vaga na dinâmica da Casa de Vidro, realizada na região Sul do país.
Esposa de Moraes sofre derrota inesperada na justiça
O Banco Master e seu CEO, Daniel Vorcaro, foram derrotados de forma definitiva no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ‑SP) em ação movida por Vladimir Joelsas Timerman, fundador da Esh Capital. A ação, protocolada em outubro de 2024, resultou em decisão desfavorável tanto à instituição financeira quanto ao executivo. Foi o único processo conhecido em que ambos foram representados pelo escritório de Viviane Barci de Moraes — esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal — em conjunto com os filhos, Alexandre e Giuliana Barci de Moraes. O litígio tem como pano de fundo conflitos societários envolvendo a Gafisa, empresa na qual Timerman detém participação acionária. Nesse período, o acionista apresentou denúncias à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), desencadeando investigações sobre supostas operações fraudulentas ligadas a fundos associados ao empresário Nelson Tanure e ao Banco Master. Segundo Timerman, as supostas manobras visavam ampliar o controle de Tanure sobre a construtora, mascarando conflitos de interesse e interferindo irregularmente no mercado de capitais. As acusações embasaram tanto procedimentos administrativos quanto apurações criminais. Decisão judicial e impactos para o Master Após derrotas sucessivas em todas as fases do processo, o Banco Master e Vorcaro foram condenados ao pagamento de R$ 5,5 mil em honorários advocatícios à defesa de Timerman. Em outubro de 2025, a 2ª Câmara de Direito Criminal do TJ‑SP rejeitou o recurso interposto pela instituição, acompanhando parecer da Procuradoria‑Geral de Justiça que apontou ausência de “provas suficientes de dolo específico de ofender”. O caso foi encerrado definitivamente em dezembro, após o julgamento dos embargos. Paralelamente, Timerman encaminhou o episódio ao Ministério Público de São Paulo por meio de notícia‑crime contra Vorcaro. Na representação, alega que o CEO do Banco Master praticou denunciação caluniosa, mesmo tendo conhecimento prévio das irregularidades envolvendo a Gafisa. Timerman também destacou que investigações conduzidas pela Polícia Federal, pelo Ministério Público Federal e manifestações da própria Procuradoria‑Geral de Justiça corroboram a consistência de suas denúncias relativas à Gafisa, ao Banco Master e a Nelson Tanure. Escolha do escritório e questionamentos Na peça enviada ao Ministério Público, Timerman chamou a atenção para a contratação do escritório de Viviane Barci de Moraes. Segundo ele, a escolha do “escritório da esposa de um ministro do STF”, entre “dezenas de escritórios que defendem a instituição”, teria um “evidente propósito intimidatório”, conforme registrado na notícia‑crime. Documentos apreendidos na primeira fase da Operação Compliance Zero indicam que o contrato firmado entre o Banco Master e o escritório previa honorários de até R$ 130 milhões. O acordo, porém, não foi integralmente cumprido em razão da liquidação do banco determinada pelo Banco Central em novembro do ano passado. Mensagens obtidas nas investigações mostram que Vorcaro considerava prioritário o pagamento ao escritório de Viviane Barci de Moraes, mesmo diante da deterioração financeira do Banco Master. A notícia‑crime apresentada por Timerman requer que o Ministério Público paulista apure os fatos e, caso identifique ilícitos, ofereça denúncia contra o executivo. O fundador da Esh Capital também relembrou que uma representação apresentada ao Ministério Público Federal em 2023, envolvendo supostas fraudes ligadas a Tanure e ao Banco Master no contexto da Gafisa, resultou na abertura de inquérito e, em dezembro passado, na denúncia por insider trading contra o empresário. Para Timerman, esse desdobramento reforça a credibilidade de suas acusações. Por fim, ele citou parecer da Procuradoria‑Geral de Justiça de São Paulo, emitido em processo movido por Nelson Tanure, no qual o órgão considerou procedentes as denúncias relacionadas ao empresário, à Gafisa e ao Banco Master, acrescentando mais um elemento ao conjunto de questionamentos que circunda o caso.
Luís Montenegro é o grande derrotado; André Ventura, da direita, garante lugar no 2º turno da eleição presidencial em Portugal
Independentemente do resultado, o grande derrotado da eleição presidencial em Portugal é o primeiro‑ministro Luís Montenegro, cujo partido, o PSD, não chegou ao segundo turno. Pela primeira vez, o partido Chega, liderado pelo deputado André Ventura, avançou ao segundo turno, um feito notável considerando que o movimento tem apenas cinco anos de existência. André Ventura enfrentará no segundo turno o socialista José Antonio Seguro, do PS. Desde 1986, o PSD e o PS se alternam na presidência da República, apresentando dois candidatos para cada lado. Se Ventura conseguir unir a direita, poderá derrotar o candidato socialista, alterando o padrão histórico.
Hang processa ex-ator da Globo por ofensas abomináveis
O empresário Luciano Hang ajuizou ação indenizatória no valor de R$ 50 mil contra o ex‑ator da Rede Globo, Tuca Andrada. Tuca Andrada publicou comentários no X acerca de um ato de vandalismo ocorrido em uma loja Havan, em Petrolina (PE), ofendendo gravemente o empresário. Na ocasião, duas pessoas incendiaram a estátua da liberdade do estabelecimento. “Se essa moda pega, nosso periquitinho patriota terá prejuízo.” Em seguida, um internauta criticou Tuca Andrada: “Triste ver isso de um cara que se diz ‘ator’. A Havan tem cerca de 22 000 colaboradores diretos …” O artista respondeu, ofendendo Hang: “Não sou a favor da barbárie, mas estou cagando que essa cafonice queime e também que o nazista morra.” Hang pede a indenização de R$ 50 mil ao ex‑ator da Globo. A ação está tramitando na Justiça de Santa Catarina. O empresário, ainda, fez a seguinte declaração: “O ex‑ator Tuca Andrada vem disparando comentários e postagens ofensivas contra mim e contra a Havan, apenas por pensarmos diferente. Sempre digo: somos concorrentes de ideias, mas jamais inimigos pessoais. Infelizmente, muitos não pensam assim. Espero que um dia possamos viver com pensamentos e opiniões diferentes, mas de forma pacífica.” Que isso sirva de lição para acalmar a frustração dessa galera global. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Certamente, esse lançamento vai tirar o sono de muita gente.
Viviane Barci sofre derrota retumbante na única ação que defendeu Daniel Vorcaro
A queixa‑crime por calúnia e difamação movida pelo Banco Master e seu CEO, Daniel Vorcaro, contra Vladimir Joelsas Timerman, fundador e gestor da Esh Capital, foi rejeitada em todas as instâncias da Justiça paulista. O processo, iniciado em outubro de 2024, teve como representantes legais dos autores o escritório Barci de Moraes, pertencente à esposa do ministro Alexandre de Moraes. A decisão final ocorreu em 31 de outubro de 2025, quando o Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a rejeição da ação. Esta é, até o momento, a única ação conhecida em que o escritório de Viviane Barci de Moraes atuou na defesa do Banco Master. Além dela, seus filhos Alexandre e Giuliana Barci de Moraes também participaram da representação legal, juntamente com outros advogados da família. A disputa teve origem em denúncias feitas por Timerman sobre supostas operações fraudulentas envolvendo fundos ligados ao empresário Nelson Tanure e o Banco Master, no contexto da construtora Gafisa, empresa da qual o gestor da Esh Capital é acionista. Essas denúncias motivaram a abertura de investigação pela Comissão de Valores Mobiliários. A queixa‑crime foi inicialmente rejeitada pela 14ª Vara Criminal de São Paulo por ausência de justa causa. Após recurso dos autores, a Procuradoria‑Geral de Justiça emitiu parecer contrário, alegando falta de “provas suficientes de dolo específico de ofender”, o que levou à manutenção da rejeição pela 2ª Câmara de Direito Criminal do TJ‑SP. Como consequência da derrota judicial, Vorcaro e o Banco Master foram condenados a pagar R$ 5,5 mil em honorários sucumbenciais aos advogados de Timerman. O caso foi encerrado definitivamente após o julgamento dos embargos declaratórios, em dezembro de 2025. Em nova fase do conflito, Timerman protocolou notícia‑crime por denunciação caluniosa contra Vorcaro no Ministério Público de São Paulo. Na representação, o gestor afirma que a escolha do escritório “da esposa de um ministro do STF”, o Barci de Moraes, “dentre os 77 mil processos do Banco Master e dezenas de escritórios que defendem a instituição”, teve “evidente propósito intimidatório”. O contrato entre o escritório Barci de Moraes e o Banco Master, apreendido durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, previa ampla representação jurídica da instituição financeira. O acordo poderia gerar R$ 130 milhões ao escritório se fosse integralmente cumprido, mas não se concretizou devido à liquidação do banco pelo Banco Central, em novembro de 2025. Timerman ressalta que uma denúncia enviada por ele ao MPF em 2023 originou inquérito sobre as supostas operações fraudulentas. Em dezembro de 2025, essa investigação culminou na denúncia de Nelson Tanure pela Procuradoria por insider trading, reforçando as acusações iniciais. O gestor também destacou um parecer da Procuradoria‑Geral de Justiça de São Paulo, emitido em processo de stalking movido por Tanure contra ele, que reconheceu a procedência dos fundamentos das denúncias sobre o empresário, a Gafisa e o Banco Master.
Velha mídia ataca ferozmente Moraes, denunciando desvio intolerável no sistema democrático
A velha mídia participou ativamente dos acontecimentos recentes no Brasil e foi decisiva para fortalecer o ministro Alexandre de Moraes, motivada pela aversão ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, apoiando o “vale‑tudo” que o derrotou. Hoje, o país está mergulhado em corrupção e as consequências atingem a população de forma indiscriminada. Por outro lado, o ministro Alexandre de Moraes se apresenta como “defensor da democracia” e conduz uma farsa cada vez mais preocupante. Na segunda‑feira, 19, o site Metrópoles foi incisivo. O jornalista Mário Sabino lançou duras críticas ao sistema. Confira: O monarca absoluto Alexandre de Moraes abre outro inquérito sigiloso Alexandre de Moraes abriu, de ofício, outro inquérito sigiloso para investigar suposto vazamento de dados financeiros seus e de sua família pela Receita Federal ou pelo Coaf, bem como informações sobre parentes do ministro Dias Toffoli. Ele se irritou ao saber que a imprensa revelou que sua esposa, advogada, assinou contrato com o Banco Master, sem escopo definido, no valor de R$ 130 milhões. O país foi informado de que, graças aos dividendos desse contrato, a doutora Viviane Barci de Moraes acumula patrimônio pessoal próximo a R$ 80 milhões. Quais são as ações que o escritório da esposa desenvolve para o Master? Nenhuma, até o momento. O escritório nem aparece entre os que defendem Daniel Vorcaro no inquérito sobre fraudes do “banqueiro” e sua turma. A única iniciativa de um Moraes em favor do Master teria sido o próprio ministro, que teria pressionado o Banco Central para que o Master fosse vendido ao BRB durante a vigência do contrato. Alexandre de Moraes negou veementemente ter feito essas pressões. O ministro não ofereceu explicação sobre o contrato. Parece que ele não vê problema em sua esposa receber uma “bolada de Mega‑Sena” de um banco que se arrasta na Justiça sem prestar prestação de contas visível. O que incomoda Moraes é que o país tomou conhecimento do contrato e, por isso, abriu outro inquérito sigiloso de ofício, como se fosse o STF atingido, e não o ministro em pessoa. Se Moraes acredita que houve vazamento ilícito de dados financeiros seus e de sua família, o procedimento correto seria acionar o Ministério Público, que, constatados indícios de crime, encaminharia o inquérito à primeira instância. Desde a instauração, em 2019, do inquérito das fake news, sem prazo para término, o sistema acusatório foi enfraquecido. A partir daí, Alexandre de Moraes, como relator de todos esses inquéritos que supostamente defendem a democracia, acumulou poder comparável ao do monarca absoluto das Ordenações Filipinas, código de direito português que vigorou no Brasil até o século XIX. A Constituição Federal não concede poder absoluto a ninguém; o que se observa, portanto, é um desvio intolerável no sistema democrático, do qual Alexandre de Moraes se autodenomina grande defensor. Ele pode tudo, sua família pode tudo, mas não. Seu poder é incompatível com a democracia, e resta saber até quando seus colegas do tribunal e dos demais poderes fingirão que nada há de errado.