O nome do bairro onde está localizado o Resort Tayayá, em Ribeirão Claro, interior do Paraná, virou motivo de piada. Existem indícios de que o verdadeiro dono do empreendimento seja o ministro Dias Toffoli, que teria usado seus irmãos como “laranjas”. O resort fica, portanto, no bairro Laranjal.
Campeão de karatê impede assassinato e salva vizinha de ex‑marido (veja o vídeo)
Um campeão paulista de karatê salvou a vida de uma vizinha ao impedir um ataque cometido pelo ex‑companheiro da mulher em Várzea Paulista, interior de São Paulo. O incidente ocorreu quando o homem foi até a casa da vítima para devolver a filha do casal. Segundo relatos, o agressor atacou a mulher com facas na presença do filho de quatro anos. Ao ouvir os gritos, Felipe, vizinho e faixa‑preta em karatê, correu ao local, invadiu a residência e conseguiu retirar o suspeito de cima da vítima, evitando que o ataque fosse fatal. “Quando cheguei, a faca estava no chão, mas ele já havia conseguido feri‑la, havia muito sangue. Ela só pedia: ‘me ajuda, moço, me salva’”, relatou Felipe. Após a intervenção, o agressor tentou fugir, mas foi contido pelo vizinho até a chegada da polícia. A vítima recebeu atendimento médico e permaneceu internada. O suspeito foi preso e encaminhado à delegacia local. O caso segue sob investigação.
Cunhada de Dias Toffoli agrava escândalo
O irmão do ministro Dias Toffoli, José Eugenio Dias Toffoli, aparece como diretor‑presidente da Maridt Participações, empresa que chegou a deter um terço da participação no resort de luxo Tayayá, localizado no interior do Paraná. A sede da Maridt está situada em uma casa de 130 metros quadrados, no bairro Jardim Universitário, em Marília, interior de São Paulo. O imóvel serve como residência de José Eugenio Dias Toffoli. O imóvel apresenta sinais de deterioração: a pintura da fachada apresenta rachaduras e os pisos da garagem e da calçada encontram‑se quebrados. Uma reportagem do jornal Estadão foi ao endereço, obtido na Junta Comercial de São Paulo, e encontrou Cássia Pires Toffoli, esposa de José Eugenio. Questionada, ela afirmou que nunca soube que a casa fosse a sede da Maridt e que não tem conhecimento de qualquer ligação do marido com o resort. “Essa casa é minha, financiei com o meu dinheiro, por 25 anos”, disse Cássia. Ela prosseguiu: “Eu falei para as minhas irmãs que tenho vontade de sumir daqui. As pessoas ficam inventando coisas, que (José Eugenio) é dono do Tayayá”. Os irmãos Toffoli venderam metade da participação que detinham no resort, por R$ 6,6 milhões, a um fundo ligado ao pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O ministro Dias Toffoli atua como relator do inquérito do caso Master no STF, investigação que também abrange a Reag Investimentos, gestora dos fundos envolvidos na transação. Dias Toffoli assumiu a relatoria após aceitar um pedido da defesa do banqueiro Daniel Vorcaro para que o caso fosse encaminhado ao STF. Cássia finalizou: “Moço, dê uma olhada na minha casa. Você está vendo a situação da minha casa? Eu não tenho nem dinheiro para arrumar as coisas da minha casa! Se você entrar dentro, vai ficar assustado. O que está lá (na Junta Comercial), eu não sei. Eu moro aqui há 24 anos e não sei de nada que seja sede da Maridt aqui. Aqui é onde eu moro”. Veja o vídeo:
Nikolas Ferreira chuta boneco inflável de Lula na Caminhada da Liberdade
No quarto dia da “Caminhada da Liberdade”, que saiu do interior de Minas Gerais em direção a Brasília (DF), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) chutou um boneco inflável do ex‑presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de dar o chute, o parlamentar declarou: “Esse chute é pelo Brasil”. A marcha, iniciada na última segunda‑feira (19), encontra‑se no entorno do Distrito Federal. Nesta quinta‑feira, o deputado e seus apoiadores deixaram um posto de gasolina em Cristalina (GO), a cerca de 130 km de Brasília, por volta das 9h40, e seguem em direção a Luziânia, percorrendo aproximadamente 40 km. Os manifestantes vestem roupas verdes e amarelas, camisetas com mensagens favoráveis ao ex‑presidente Jair Bolsonaro e carregam bandeiras do Brasil enroladas ao corpo. O movimento tem ganhado proporções gigantescas e pode ficar registrado como histórico. Veja o vídeo:
Jair Bolsonaro – um fenômeno político jamais visto no Brasil
Amigos, ao observar o cenário atual, vejo: A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ganhando força; O Executivo se desestabilizando diante dos resultados dos institutos de pesquisa; O Partido das Trevas concentrando sua campanha em impedir o avanço dos candidatos de direita, sobretudo nas eleições para o Senado Federal; Milhões de pessoas mobilizando‑se pela caminhada “ACORDA BRASIL”, liderada por Nikolas Ferreira, até Brasília, com milhares aderindo à marcha nas estradas; Políticos considerados “sujos” temendo e sucumbindo ao movimento popular; Até a imprensa militante enfraquecendo suas narrativas; Instituições como o STF, a PGR e a PF enfrentando impasses; Ministros do STF, antes arrogantes, começando a perder o controle; Uma luz surgindo no fim do túnel. Chego à conclusão de que Jair Bolsonaro é um fenômeno político sem precedentes no Brasil. Mesmo ofendido, maltratado e perseguido há quase oito anos; Mesmo torturado, desqualificado e maculado; Mesmo injustiçado, sequestrado e isolado do mundo; A força que ele exerce junto ao povo torna‑se cada vez mais descomunal.
TARCÍSIO REPROGRAMA ENCONTRO COM BOLSONARO EM NOVA DATA
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou novamente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a visitar o ex‑presidente Jair Bolsonaro. A visita está programada para a próxima quinta‑feira, 29. No início da semana, o ministro já havia concedido a permissão ao governador paulista. Contudo, Tarcísio cancelou a visita alegando que tinha compromissos em São Paulo. Além de Tarcísio, Moraes permitiu que o senador Rogério Marinho (PL‑RN) e o ministro do Tribunal de Contas da União, Jorge Antônio de Oliveira Francisco, visitem o ex‑presidente, em 4 de fevereiro e 28 de janeiro, respectivamente. A visita de Rogério Marinho foi autorizada um dia depois de Flávio Bolsonaro anunciar que o senador faria parte de sua campanha ao Palácio do Planalto.
Delação de Toffoli na Lava Jato volta a viralizar nas redes (Veja o vídeo)
O ministro Dias Toffoli foi delatado pelo empresário Marcelo Odebrecht durante a Operação Lava Jato. Segundo a denúncia, esse fato teria contribuído para a destruição da maior investigação anticorrupção da história do país. O texto alega que o sistema judicial interveio em favor do ministro, desmontou a operação, libertou diversos réus que haviam confessado e anulou o processo contra o ex‑presidente Lula, que já havia sido condenado em três instâncias. Na época, o caso de Toffoli foi censurado; a imprensa, de modo geral, silenciou a reportagem e tudo ficou abafado. Agora, o mesmo ministro protagoniza um novo escândalo. Desta vez, a imprensa parece relutante em calar a história. O depoimento em que ele foi delatado na Lava Jato está sendo republicado, sem censura. Veja o vídeo:
Parlamento Europeu bloqueia acordo UE‑Mercosul sob pressão de agricultores
Em votação apertada que revelou as divisões internas da União Europeia, o Parlamento Europeu aprovou nesta quarta‑feira a suspensão do processo de ratificação do acordo comercial com o Mercosul. A medida também encaminhou o texto para análise do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE). A moção foi aprovada por 334 votos a favor, 324 contra e 11 abstenções, atendendo a pressões de agricultores e de governos protecionistas, especialmente da França, Irlanda, Polônia e Áustria. O acordo, assinado no sábado, dia 17, em Assunção, Paraguai, após 25 anos de negociações, criaria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo, abrangendo mais de 700 milhões de consumidores e eliminando tarifas sobre 92 por cento das exportações do Mercosul para a União Europeia. Representantes da Comissão Europeia, liderada por Ursula von der Leyen, e do Conselho Europeu, presidido por António Costa, defenderam o pacto como um avanço estratégico para o multilateralismo em um cenário de crescente protecionismo global. Contudo, a decisão do Parlamento representa um duro revés para a Comissão e para os exportadores sul‑americanos, que esperavam maior acesso aos mercados europeus para produtos agrícolas, carnes e manufaturados. A revisão pelo TJUE, solicitada por um grupo de eurodeputados, em sua maioria de partidos de esquerda e verdes, questiona a legalidade da divisão do acordo em duas partes – um pacto interino de comércio e um acordo de parceria mais amplo – e analisa cláusulas como o mecanismo de reequilíbrio, que permitiria ao Mercosul adotar medidas compensatórias caso novas normas ambientais ou sanitárias europeias prejudicassem suas exportações. O tribunal pode levar até cinco anos para emitir um parecer, o que, na prática, congela a votação final no Parlamento Europeu. Embora a Comissão tenha a prerrogativa de aplicar provisoriamente as partes comerciais do tratado, como a redução de tarifas e cotas, especialistas consideram essa opção politicamente inviável. O peso dos lobbies agrícolas e o risco de o Parlamento anular a medida mais adiante tornam essa alternativa pouco provável. A vitória temporária dos agricultores reforça o protecionismo interno da União Europeia, que continua priorizando a defesa de setores sensíveis mesmo diante de oportunidades econômicas globais. Países como a Alemanha, principal defensora do acordo, criticaram a decisão e pediram que a Comissão avance com a aplicação provisória do tratado. No Mercosul, sobretudo no Brasil, a decisão reacende críticas ao que muitos consideram amadorismo da diplomacia e do setor empresarial, que teriam aceitado um texto assinado às pressas, sem garantias concretas de aprovação no Parlamento Europeu. O governo brasileiro anunciou que pretende acelerar a tramitação interna do acordo no Congresso Nacional, na tentativa de aumentar a pressão política sobre a União Europeia. O acordo UE‑Mercosul entra para a lista de promessas que não sobreviveram ao teste da realidade. A União Europeia protege seus interesses e encaminha o impasse para os tribunais. O governo Lula, por sua vez, fica com discurso vazio, sem acordo, sem resultados econômicos concretos e sem nada além de retórica diplomática no ano eleitoral.
GONET ARCHIVA PEDIDO DE SUSPEIÇÃO DE TOFFOLI NO CASO BANCO MASTER
O procurador‑geral da República, Paulo Gonet, arquivou o pedido de impedimento e suspeição do ministro Dias Toffoli no caso Banco Master. O requerimento foi apresentado pelos deputados federais Adriana Ventura (Novo‑SP), Carlos Jordy (PL‑RJ) e Caroline de Toni (PL‑SC), que alegaram que Toffoli viajou em jatinho acompanhado de um advogado dos executivos do Banco Master. “O caso a que se refere a representação já é objeto de apuração perante o Supremo Tribunal Federal, com atuação regular da Procuradoria‑Geral da República. Não há, portanto, qualquer providência a ser adotada no momento”, afirmou Gonet. Além desse pedido, Gonet recebeu um requerimento mais recente do senador Eduardo Girão (Novo‑CE), que solicita a suspeição das decisões de Toffoli no mesmo processo.
Toffoli, presidente do STF, usou avião da FAB para curtir o resort Tayayá
O ministro Dias Toffoli aproveitou um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) em 2019, quando exercia a presidência do Supremo Tribunal Federal, para se deslocar ao resort Tayayá, atualmente centro da crise vinculada ao escândalo do Banco Master. Em 20 de dezembro daquele ano, ele utilizou um avião da FAB para viajar de Brasília até Ourinhos, interior de São Paulo. Na ocasião, o magistrado participou da inauguração do Fórum Eleitoral de Ribeirão Claro (PR), batizado em homenagem ao seu pai, Luiz Toffoli. Após a cerimônia, Toffoli passou o final de semana no Tayayá, retornando a Brasília em 22 de dezembro, conforme registros da própria Força Aérea. Na época, a imprensa já apontava que parentes do ministro eram sócios do empreendimento, e o resort havia sido incluído no âmbito das investigações da Operação Lava Jato. Desde dezembro de 2022, o ministro acumulou ao menos 168 dias de permanência no resort Tayayá, localizado em Ribeirão Claro (PR). As diárias dos seguranças que o acompanharam custaram ao erário 548,9 mil reais.