O presidente da Argentina, Javier Milei, aliado de primeira hora da família Bolsonaro, importante liderança da direita na América do Sul e crítico contundente de Luiz Inácio Lula da Silva, foi questionado por um repórter se daria a um de seus cães o nome do atual presidente do Brasil. Milei riu da pergunta, mas não perdeu a oportunidade de fustigar o ex‑presidente brasileiro, debochando do petista e afirmando: “Eu os amo muito para insultá‑los”. A provocação ocorreu nesta quinta‑feira, 22 de janeiro, durante entrevista concedida à Bloomberg em Davos, na Suíça. Veja o vídeo:
Gráfico revela queda histórica de homicídios nos EUA durante Trump
Durante a gestão de Donald Trump, o índice de homicídios nos Estados Unidos registrou a maior redução já observada em um único ano, recuando 21% e atingindo o menor patamar desde 1900. Governos de esquerda promovem o crime, enquanto governos de direita prendem criminosos…
Vorcaro denuncia governador à PF e oposição pede impeachment
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, afirmou à Polícia Federal que conversou mais de uma vez com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), sobre a venda da instituição ao Banco de Brasília (BRB). O depoimento foi registrado em 30 de dezembro do ano passado, perante o Supremo Tribunal Federal, no âmbito de investigação que apura possíveis irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo banco estatal. A referência ao governador foi divulgada em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo JCO. No relato, o empresário declarou que tratou da negociação de forma institucional, com a participação de outras pessoas, e que Ibaneis Rocha esteve em sua residência, assim como ele visitou a casa do governador. Após a divulgação, o PSB e o Cidadania apresentaram, em conjunto, pedido de impeachment contra Ibaneis Rocha na Câmara Legislativa do Distrito Federal. O PSOL informou que também pretende protocolar pedido de afastamento.
Lindbergh Farias vira piada ao fracassar tentativa de interromper a Caminhada (veja o vídeo)
O deputado Nikolas Ferreira liderou a Caminhada pela Liberdade e Justiça, durante a qual o petista Lindbergh Farias foi alvo de piada. Segundo a reportagem, Lindbergh, descrito como incapaz de mobilizar a população, tentou encontrar justificativa para interromper a caminhada, entrando em contato com a Polícia Rodoviária Federal e alegando riscos à manifestação. A tentativa não foi aceita; a caminhada continuou e Lindbergh acabou se tornando motivo de piada. Veja o vídeo:
Diretor do Banco Central, indicado por Lula, se envolve no escândalo do Banco Master
Ailton Aquino, diretor de Fiscalização do Banco Central, enviou mensagens ao então presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, solicitando a compra de carteiras de crédito do Banco Master. As comunicações ocorreram antes da descoberta de fraudes de R$ 12 bilhões nos contratos vendidos ao banco de Brasília, fraudes que culminaram na prisão de Daniel Vorcaro, proprietário do Master, e de outros seis executivos, em novembro de 2025. As mensagens de Aquino foram exibidas durante a reunião do conselho do BRB, realizada em 25 de março de 2025. Na mesma sessão, os conselheiros aprovaram uma oferta para a aquisição de 58 % das ações do Banco Master por R$ 2 bilhões. Nos meses subsequentes, a proposta foi reduzida para 22 % da instituição, mas o Banco Central acabou vetando a operação por completo. A reunião, que se estendeu até 28 de março, contou com a intervenção de dois conselheiros – Ricardo José Duarte Rodrigues e Kátia do Carmo Peixoto de Queiroz – que propuseram suspender as compras de carteiras do Master. Eles argumentaram que o índice de liquidez do BRB estava abaixo do mínimo exigido pela política de risco. Paulo Henrique Costa apresentou aos conselheiros as mensagens recebidas de Aquino, nas quais o diretor pedia a compra de mais R$ 300 milhões em créditos do Master. O presidente do BRB informou que dispunha apenas de R$ 270 milhões para esse fim e exibiu a tela do celular contendo as conversas. O conteúdo gerou espanto entre os presentes, mas prevaleceu a interpretação de que se tratava de uma solicitação do “regulador”. Por decisão unânime, os conselheiros concederam uma exceção – registrada em ata como um waiver de 15 dias – autorizando a compra de R$ 270 milhões em créditos do Master. As mensagens não foram mencionadas na documentação oficial da reunião. Paulo Henrique Costa afirmou que não se manifestará sobre o assunto, e o BRB comunicou que não emitirá pronunciamento. O Banco Central divulgou nota afirmando que Aquino alegou que “obviamente jamais recomendou a aquisição de carteiras fraudadas”. O BC já havia alertado o Banco Master sobre problemas de liquidez meses antes da reunião do conselho do BRB. Segundo levantamento da Unidade de Auditoria Especializada em Bancos Públicos e Reguladores Financeiros do TCU, os avisos começaram em novembro de 2024 e se estenderam até setembro de 2025. Em novembro de 2024, um ano antes da liquidação do Master e quatro meses antes da reunião do conselho do BRB, o BC comunicou aos dirigentes do banco de Vorcaro que a situação financeira da instituição poderia acarretar a aplicação de medidas prudenciais preventivas, conforme resolução do Conselho Monetário Nacional de 2011. Essa resolução autoriza o BC a determinar ações como recomposição dos níveis de liquidez, redução do grau de risco das exposições e observância de limites operacionais mais restritivos, com o objetivo de assegurar a solidez, a estabilidade e o regular funcionamento do Sistema Financeiro Nacional. Dados da Polícia Federal revelam que, entre julho de 2024 e outubro de 2025, o BRB transferiu R$ 16,7 bilhões ao Master. Desse total, R$ 12,2 bilhões foram identificados como alvo de falsificação. O Banco Central já informou ao BRB que a instituição precisará de uma capitalização de R$ 4 bilhões. O governo do Distrito Federal não esclareceu se, quando ou como essa capitalização será realizada. Na nota divulgada após a publicação da matéria original, o BC destacou que a área de Supervisão, sob comando de Ailton Aquino, identificou inconsistências nas operações entre Master e BRB. O comunicado afirma que foi da área chefiada por Aquino a iniciativa de comunicar os ilícitos ao Ministério Público Federal. Ailton Aquino colocou à disposição do Ministério Público Federal e da Polícia Federal seus registros bancários, fiscais e as conversas realizadas com Paulo Henrique Costa. A decisão ocorre enquanto prosseguem as investigações sobre a compra de carteiras de crédito fraudadas do Banco Master pelo BRB. Aquino renunciou ao sigilo de suas informações como parte de seu compromisso com a transparência, permitindo que as autoridades investiguem integralmente as comunicações entre o diretor e o ex‑presidente do banco público. O Banco Central esclareceu que monitora permanentemente as condições de liquidez do sistema financeiro, incluindo transações entre instituições financeiras. Esse monitoramento visa “assegurar a solidez, a estabilidade e o regular funcionamento” do Sistema Financeiro Nacional. O comunicado do BC enfatiza que cada instituição financeira tem responsabilidade exclusiva pela análise da qualidade dos créditos que adquire no mercado, devendo manter procedimentos e controles internos adequados para gerenciar os riscos de seus negócios.
NÃO DÊ ECO À MÍDIA VELHA E PODRE
Durante anos temos discutido a batalha cultural e como a esquerda se apropriou dos veículos de comunicação e da academia para consolidar seus objetivos políticos. Sabemos que a grande mídia serve não apenas aos regressistas, mas também ao Centro e ao seu dinheiro sujo. Consciente disso, o que fazemos? Repetimos os comunicadores que utilizam essas matérias para construir análises do cenário e, ao reagir a essas perspectivas, nos tornamos eco das mesmas manchetes, agindo conforme nossos adversários planejaram. Precisamos abandonar essa prática imediatamente. De que adianta reconhecer a manipulação e continuar sendo manipulado?
Ex‑juiz Sergio Moro lidera as pesquisas para governador do Paraná e pode vencer no 1º turno
O senador Sergio Moro (União Brasil) desponta como líder nas pesquisas para o governo do Paraná, conforme levantamento divulgado nesta sexta‑feira (22) pelo Instituto Paraná Pesquisas. Candidatos possivelmente apoiados pelo atual governador Ratinho Jr. (PSD) – Guto Silva, Alexandre Curi e Rafael Greca – ficam pelo menos vinte pontos percentuais atrás do ex‑juiz nos cenários de primeiro turno. O resultado surge em meio à indefinição sobre a sucessão de Ratinho Jr., que ainda não definiu quem será seu herdeiro: o secretário das Cidades, Guto, ou o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Curi. Outra alternativa seria o atual prefeito de Curitiba, Greca, que aparece como o melhor colocado entre os apoiados, embora ainda distante do líder. Veja os cenários testados pelo instituto: CENÁRIO 1 Sergio Moro (União): 41,6% Alvaro Dias (MDB): 19,7% Requião Filho (PDT): 19,5% Guto Silva (PSD): 5,7% Luiz França (Missão): 1% Nenhum/branco/nulo: 6,9% Não sabe/não opinou: 5,5% CENÁRIO 2 Sergio Moro (União): 40% Alvaro Dias (MDB): 18,8% Requião Filho (PDT): 18,6% Alexandre Curi (PSD): 10,6% Luiz França (Missão): 0,9% Nenhum/branco/nulo: 6,1% Não sabe/não opinou: 4,9% CENÁRIO 3 Sergio Moro (União): 37,8% Alvaro Dias (MDB): 17,5% Rafael Greca (PSD): 17,5% Requião Filho (PDT): 16,5% Luiz França (Missão): 0,8% Nenhum/branco/nulo: 5,6% Não sabe/não opinou: 4,2% SEGUNDO TURNO Moro x Alvaro Dias Sergio Moro (União): 51% Alvaro Dias (MDB): 37,3% Nenhum/branco/nulo: 7,6% Não sabe/não opinou: 4,1%
Edson Fachin ostenta seu “cartão de visitas” e envergonha a nação
O presidente do STF, Edson Fachin, abandonou o silêncio cauteloso e passou a repetir o discurso de que críticas ao Supremo constituem ataques às instituições democráticas. Dois trechos resumem a nota do ministro. No primeiro, Fachin afirma que “… a Corte constitucional brasileira se pauta pela guarda da Constituição, pelo devido processo legal, pelo contraditório, e pela ampla defesa, […] atuando na regular supervisão judicial, como vem sendo feito no âmbito desta Suprema Corte pelo Ministro relator, DIAS TOFFOLI”. Em outras palavras, a atuação do relator está “regular”. Se o primeiro trecho reconhece a regularidade da atuação de Dias Toffoli, o segundo não economiza nos adjetivos para desqualificar as críticas ao tribunal. Vale ler o trecho completo: “É induvidoso que todos se submetem à lei, inclusive a própria Corte Constitucional; nada obstante, é preciso afirmar com clareza: o Supremo Tribunal Federal não se curva a ameaças ou intimidações. Quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade, a fim de provocar o caos e a diluição institucional, está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de direito. O Supremo age por mandato constitucional, e nenhuma pressão política, corporativa ou midiática pode revogar esse papel. Defender o STF é defender as regras do jogo democrático e evitar que a força bruta substitua o direito. A crítica é legítima e mesmo necessária. Não obstante, a história é implacável com aqueles que tentam destruir instituições para proteger interesses escusos ou projetos de poder; e o STF não permitirá que isso aconteça. “O Supremo fez muito no Brasil em defesa do Estado de direito democrático; fará ainda mais. Sim, todas as instituições podem e devem ser aperfeiçoadas, isso sempre, mas jamais destruídas. Quem almeja substituir a ousada pedagogia da prudência pelo irresponsável primitivismo da pancada errou de endereço.” Fachin utiliza a estratégia de transformar denúncias e críticas legítimas em supostos ataques, ao declarar: “Não nos curvaremos a pressões!”. Ele não indica quem estaria pressionando o tribunal com o objetivo de “provocar o caos e a diluição institucional”. Seriam jornalistas que investigam relações de ministros com partes interessadas? Seriam senadores que exercem seu dever constitucional de fiscalizar? Fachin não fornece nomes, embora afirme que há quem queira destruir instituições para proteger projetos de poder. Alguns interpretam a nota como um aviso a Toffoli de que seus atos serão revisados. Isso se evidencia no trecho: “As matérias de competência do Tribunal Pleno ou das Turmas, quando decididas no recesso, serão, oportunamente, submetidas à deliberação colegiada, com observância do devido processo constitucional, da segurança jurídica e da uniformidade decisória. A colegialidade é método.” Portanto, o colegiado revisará os atos de Toffoli, como se o problema se restringisse ao relator. Edson Fachin prometeu, como presidente, colocar ordem na Corte ao implementar um “Código de Ética”. Essa nota, portanto, funciona como seu cartão de visitas. Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.
PF intensifica buscas e apreensões no escândalo bilionário do Banco Master
A Polícia Federal deflagrou a Operação Barco de Papel contra a diretoria do Rioprevidência, fundo responsável pelas aposentadorias e pensões dos servidores estaduais do Rio. A ação ocorreu nesta sexta‑feira (23) na capital fluminense. A investigação analisou nove operações financeiras realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que resultaram na aplicação de cerca de R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master, instituição que foi liquidada posteriormente. Agentes federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em endereços no Rio, incluindo a sede do Rioprevidência e imóveis nos bairros de Botafogo e Urca. Os principais alvos são o diretor‑presidente Deivis Marcon Antunes, o diretor de Investimentos Eucherio Lerner Rodrigues e o gerente de investimentos Pedro Pinheiro Guerra Leal. A investigação, iniciada em novembro de 2025, foca nas aplicações feitas pelo fundo em títulos de longo prazo emitidos pelo Banco Master, com vencimentos previstos para 2033 e 2034. O montante investido corresponde a recursos destinados ao pagamento de aposentadorias de servidores que ingressaram no serviço público estadual na última década. O Rioprevidência administra os benefícios previdenciários de mais de 235 mil servidores do Estado do Rio. A Secretaria de Regime Próprio e Complementar do Ministério da Previdência Social colaborou com as investigações, fornecendo um Relatório de Auditoria Fiscal que embasou a operação policial. Entre os crimes investigados estão gestão fraudulenta, desvio de recursos, indução de repartição pública a erro, fraude à fiscalização ou ao investidor, associação criminosa e corrupção passiva. O Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE) identificou, três meses antes da ação da PF, uma “notável coincidência” entre a mudança na direção do Rioprevidência e o início dos investimentos no Banco Master. Segundo o TCE, o processo de credenciamento do banco junto ao fundo ocorreu de forma “acelerada” e com “aparentes irregularidades”. Entre julho e outubro de 2023, foram nomeados os três gestores que agora são alvos da operação: Deivis Antunes como diretor‑presidente, Eucherio Lerner para a diretoria de Investimentos e Pedro Leal como gerente de investimentos. Atualmente, dos três gestores investigados, apenas Antunes e Leal permanecem em seus cargos no Rioprevidência. A operação da PF representa um desdobramento nas investigações sobre as aplicações financeiras do fundo previdenciário fluminense.
PF amplia buscas e apreensões no escândalo bilionário do Banco Master
A Polícia Federal deflagrou a Operação Barco de Papel contra a diretoria do Rioprevidência, fundo responsável pelas aposentadorias e pensões dos servidores estaduais do Rio. A ação ocorre nesta sexta‑feira (23) na capital fluminense. A investigação examina nove operações financeiras realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que resultaram na aplicação de aproximadamente R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master, instituição posteriormente liquidada. Agentes federais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão em endereços no Rio, incluindo a sede do Rioprevidência e imóveis nos bairros de Botafogo e Urca. Os principais alvos são o atual diretor‑presidente Deivis Marcon Antunes, o diretor de Investimentos Eucherio Lerner Rodrigues e o gerente de investimentos Pedro Pinheiro Guerra Leal. A investigação começou em novembro de 2025 e foca em aplicações feitas pelo fundo previdenciário em títulos de longo prazo emitidos pelo Banco Master, com vencimentos previstos para 2033 e 2034. O montante investido pertence aos recursos destinados ao pagamento de aposentadorias de servidores que ingressaram no serviço público estadual na última década. O Rioprevidência administra os benefícios previdenciários de mais de 235 mil servidores do Estado do Rio. A Secretaria de Regime Próprio e Complementar do Ministério da Previdência Social colaborou com as investigações, fornecendo um Relatório de Auditoria Fiscal que fundamentou a operação policial. Os crimes investigados incluem gestão fraudulenta, desvio de recursos, indução de repartição pública a erro, fraude à fiscalização ou ao investidor, além de associação criminosa e corrupção passiva. O Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE) havia identificado, três meses antes da operação da PF, o que classificou como uma “notável coincidência” entre a mudança na direção do Rioprevidência e o início dos investimentos no Banco Master. Segundo o TCE, o processo de credenciamento do banco junto ao fundo previdenciário ocorreu de forma “acelerada” e com “aparentes irregularidades”. Entre julho e outubro de 2023, foram nomeados os três gestores que agora são alvos da operação: Deivis Antunes como diretor‑presidente, Eucherio Lerner para a Diretoria de Investimentos e Pedro Leal como gerente de investimentos. Atualmente, dos três gestores investigados, apenas Antunes e Leal permanecem em seus cargos no Rioprevidência. A operação da PF representa um desdobramento nas investigações sobre as aplicações financeiras do fundo previdenciário fluminense.