José Eugenio Dias Toffoli, irmão do ministro Dias Toffoli, figura como diretor‑presidente da Maridt Participações, empresa que chegou a deter um terço das cotas do resort de luxo Tayayá, no interior do Paraná. A sede da Maridt está localizada em uma casa de 130 metros quadrados no bairro Jardim Universitário, em Marília, interior de São Paulo, que, na prática, é a residência de José Eugenio. Uma reportagem do jornal Estadão foi ao endereço, obtido na Junta Comercial de São Paulo, e encontrou Cássia Pires Toffoli, esposa de José Eugenio. Questionada, ela afirmou que nunca soube que sua casa fosse a sede da Maridt e que não tem conhecimento de qualquer ligação do marido com o resort. “Essa casa é minha, financiei com o meu dinheiro, por 25 anos”. Continuou: “Eu falei para as minhas irmãs que tenho vontade de sumir daqui. As pessoas ficam inventando coisas, que (José Eugenio) é dono do Tayayá”. “Moço, dê uma olhada na minha casa. Você está vendo a situação da minha casa? Eu não tenho nem dinheiro para arrumar as coisas da minha casa! Se você entrar dentro, vai ficar assustado. O que está lá (na Junta Comercial), eu não sei. Eu sei que moro aqui há 24 anos e não sei de nada que seja sede da Maridt aqui. Aqui é onde eu moro”. Hoje, José Eugenio Dias Toffoli, marido de Cássia e irmão do ministro, declarou que a Maridt Participações não possui mais participação no resort Tayayá. Em nota, ele informou que a participação da Maridt no empreendimento foi vendida em duas operações distintas: a primeira para o Grupo Arllen, em 27 de setembro de 2021, e a segunda para a PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025. Segundo o irmão de Toffoli, todas as informações das vendas foram declaradas à Receita Federal. Parece que ele simplesmente esqueceu de comunicar a esposa. Veja o vídeo:
Navio-hospital chinês visita o Rio: mais que humilhação, um recado ao Brasil
O navio‑hospital Ark Silk Road, da Marinha da China, permaneceu no Porto do Rio de Janeiro entre 6 e 13 de janeiro de 2026, expondo vulnerabilidades nos protocolos diplomáticos e de defesa do Brasil. A embarcação faz parte da Harmony Mission 2025 e chegou ao país após um processo de autorização que suscitou dúvidas sobre a natureza da operação e a aplicação das leis brasileiras. A Embaixada da China comunicou a visita por meio de um documento breve. “A Embaixada da República Popular da China tem a honra de informar o seguinte: o Navio Hospital ‘ARK SILK ROAD’ da Marinha Chinesa tem previsto realizar uma Visita Oficial ao Porto do Rio de Janeiro, de 6 a 13 de janeiro de 2026”, dizia o texto oficial. O documento, que não ultrapassa uma página, não especificava claramente o objetivo da missão, classificando‑a apenas como “visita”, numa abordagem que lembra um “por quê?/porque sim”. Só depois que o navio já estava em águas brasileiras e a permissão havia sido concedida as autoridades chinesas revelaram o caráter de “ajuda humanitária” da missão. Em novembro do ano anterior, uma reportagem do site Poder360 já havia apontado desconforto entre diplomatas e militares brasileiros com a visita anunciada. “Há um certo mal‑estar”, disse uma fonte na ocasião, “porque o pedido não explicita que se trata da Harmony Mission. Isso gerou dúvidas sobre o objetivo real da visita”. A Harmony Mission 2025 é a primeira iniciativa desse tipo realizada pela China fora de sua área regional, com duração prevista de 220 dias e visitas a 12 países. A posterior descrição do navio como “navio da esperança e enviado da paz” não eliminou as preocupações sobre os objetivos estratégicos da missão no Brasil. O cientista político Maurício Santoro, colaborador do Centro de Estudos Político‑Estratégicos da Marinha do Brasil, considera o episódio problemático. “O episódio é constrangedor. O Brasil não precisa desse tipo de cooperação. O uso de navios hospitalares em visitas de boa‑vontade é adequado a países muito pobres ou que sofreram desastres naturais, o que não é o caso brasileiro”, afirmou o especialista. A situação evidenciou falhas na aplicação das normas brasileiras quando a China informou, apenas após obter permissão para atracar, que o navio‑hospital ofereceria serviços de saúde gratuitos à população. Veículos de comunicação internacionais especializados em assuntos militares documentaram amplamente o caso, que recebeu pouca atenção da mídia nacional. Rafael Almeida, coronel da reserva e analista de defesa com mestrado pela Universidade de Defesa Nacional da China, apontou características técnicas relevantes da embarcação. Ele sugeriu que as capacidades do Ark Silk Road vão muito além de funções médicas, apresentando um número incomum de sensores, antenas e sistemas de radar. De acordo com o coronel Almeida, esta foi a primeira vez que um navio militar chinês conduziu tal exercício sem um acordo formal de defesa entre os países. Normalmente, trocas de informações sobre condições marítimas e infraestrutura portuária ocorrem dentro de acordos bilaterais estabelecidos. Outro fato significativo foi revelado: o pedido de “visita” do navio chinês foi feito aproximadamente um mês antes de os Estados Unidos solicitarem permissão similar. O navio oceanográfico americano Ronald H. Brown ancorou em Suape, Pernambuco, para uma “missão científica” quase simultaneamente à partida do navio chinês do Rio. As visitas coincidentes das duas potências globais ocorrem em um período de realinhamento geopolítico mundial. O navio americano chegou a Pernambuco enquanto o chinês deixava o Rio, ambos com estadias programadas de sete dias em território brasileiro. O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro enviou notificação formal ao governo estadual para verificar se o navio chinês estava efetivamente prestando serviços de saúde à população, já que toda atividade médica em território nacional deve ser monitorada pelas autoridades competentes, conforme a legislação brasileira. Ao final da visita ao Porto do Rio, representantes do governo chinês divulgaram comunicado oficial: “Durante a visita, o Silk Road Ark serviu como ponte para trocas médicas e injetou um novo ímpeto nas trocas e cooperação entre as marinhas da China e do Brasil”. Especialistas também mencionam a realização da Olimpíada Militar de 2019 em Wuhan, China. O evento reuniu militares de diversas forças armadas mundiais e foi considerado o maior do gênero até aquela data, com limitada cobertura midiática internacional no período anterior à pandemia.
Toffoli afunda em escândalos no STF (Veja o vídeo)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli enfrenta uma crise política e institucional de grande repercussão, com desdobramentos que reforçam as críticas à sua atuação no chamado Caso Banco Master e levantam novas suspeitas envolvendo movimentações financeiras ligadas à sua família. Nos últimos dias, a pressão sobre Toffoli aumentou de forma significativa. Parlamentares da oposição protocolaram requerimentos de impeachment e pedidos de investigação, alegando possíveis conflitos de interesse e excessos nas decisões do magistrado como relator do inquérito que apura supostas fraudes financeiras no Banco Master S.A. PRESSÃO CRESCE COM CRÍTICAS À CONDUÇÃO DO CASO MASTER Críticos apontam que algumas decisões adotadas por Toffoli durante a tramitação do processo junto ao STF podem ter dificultado o avanço das investigações, incluindo a redução de prazos para depoimentos da Polícia Federal e a imposição de sigilo amplo sobre trechos dos autos, limitando a transparência pública. Segundo relatos de bastidores, tais medidas teriam gerado mal‑estar entre investigadores e especialistas jurídicos, que consideram interferências atípicas na condução técnica do inquérito — algo que, para muitos, fragiliza a confiança no processo. MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA E VÍNCULOS FAMILIARES SOB SUSPEITA O foco de críticas também recaiu sobre uma movimentação milionária de um fundo ligado à família de Toffoli, que nos últimos meses transferiu cerca de R$ 33,9 milhões em cotas para uma empresa offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, em um esquema analisado por jornalistas e setores do mercado como potencialmente irregular. Esse fundo, conhecido como Arleen Fundo de Investimentos, havia investido previamente em ações do Resort Tayayá, no interior do Paraná — empreendimento que contou com a participação dos irmãos do ministro e que foi citado em reportagens sobre possíveis conexões financeiras dentro do escopo das apurações. Críticos apontam que a valorização vertiginosa — cerca de 450 vezes o valor unitário das cotas em menos de dois meses — e a transferência para paraíso fiscal levantam questões sobre transparência e benefícios indiretos que podem ter favorecido terceiros ligados ao entorno de Toffoli. REPERCUSSÃO NO STF E REAÇÃO POLÍTICA A repercussão ganhou abrangência política após parlamentares, inclusive de diferentes partidos, pedirem à PGR e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que investiguem a conduta do ministro, questionando sua suspeição ou impedimento para continuar como relator no processo Master. Do outro lado, defensores de Toffoli negam qualquer envolvimento direto do ministro nas operações financeiras ou nas decisões sobre os fundos familiares, reforçando que sua atuação segue os preceitos legais e que eventuais críticas refletem interpretações divergentes sobre o papel institucional do STF. UM CASO QUE TRANSCENDE O JUDICIÁRIO O episódio transcende o âmbito exclusivo do Judiciário e tornou‑se tema de debate político e público mais amplo, reacendendo discussões sobre os limites de atuação de ministros em casos que envolvem interesses complexos e potenciais sobreposições familiares e institucionais. Enquanto isso, as notícias sobre o caso continuam a evoluir, com novas manifestações e repercussões em Brasília. Toffoli segue no centro de um turbilhão de críticas e questionamentos, com prognósticos de que este será um dos episódios mais controversos de sua carreira no STF. Veja o vídeo:
Wagner Moura tem a oportunidade de provar que não é apenas um “artistazinho cínico” que lucra com seu ideal
Brasil, meu Brasil brasileiro. O Brasil cansa, e esse cansaço é antecipado por toda a parafernália que protege os bandidos das altas esferas, enquanto inocentes apodrecem nas cadeias, lá colocados por esses mesmos bandidos, ridiculamente milionários por causa do assalto aos cofres públicos. Eles espoliam economicamente o cidadão comum, prendem‑no de maneira acintosa, mas para si não há prejuízo, cerceamento ou prisão. Os autores dos negócios escusos praticados há anos permanecem incólumes em suas torres de marfim, enquanto os inocentes são destinados a masmorras onde sofrem, adoecem e morrem sob o silêncio sepulcral de quem deveria defendê‑los. O Brasil vive um tempo de horror, em que corruptos e ladrões estão no poder – acintosamente, cinicamente – e entre eles decidem que está tudo bem, graças a uma rede de proteção recíproca e explícita, onde o corrupto protege o ladrão e o ladrão protege o corrupto. E quem são eles? Quem são todos eles? São a esquerda no poder, uma esquerda que não aceita, sob hipótese alguma, a possibilidade mais remota de contraponto ou discordância. Por isso, trabalha dia e noite para calar, de forma autoritária, todo aquele que se levanta contra ela. Nesse novelo gigantesco de maracutaias mil, lá estão a mídia e a classe artística, coniventes e partícipes de toda essa escandalosa realidade que é o país hoje. Mantêm‑se em rigoroso silêncio quanto às canalhices praticadas pelos donos da nação, que se sentem à vontade para praticar toda sorte de imoralidades e ilegalidades, sabendo que nada nem ninguém se oporá às suas loucuras, desmandos e crimes. Pois bem. Hoje, o cinema brasileiro, que eu considero lixo puro – e peço desculpas aos que discordam – não consegue agradar aos olhos nem aos sentidos, nem resiste à análise crítica estética e visual. Por hipocrisia ou conivência oportunista, chamam de valor algo que é, na verdade, um objeto excêntrico fabricado nos trópicos sul‑americanos e que, aos olhos externos, parece merecedor de prêmios ou reverências. Vivemos tempos estranhos, em que tudo foi invertido, a verdade virou mentira e o pior passou a ser o melhor. Eu, que sou daqui desta terra, conheço toda a sua malandragem, picaretagem e precariedade, e acredito saber distinguir bem do mal, belo do feio. Pergunto‑me o que será que Hollywood viu que eu não consegui ver, a ponto de investir até um vintém furado em algo que me parece grotesco. Mas, indicado que foi, deixo aqui uma sugestão ao indicado, o afligido Moura, que ao receber o Globo de Ouro fez aquele discurso político tão requentado por aqui, já cansativo, repetitivo e que nos leva ao desejo de levantar da cadeira e dizer em alto e bom som: chega, não aguento mais, artistazinho cínico que lucra com seu ideal, que me provoca asco com essa conversa de ditadura pra lá, meus milhões pra cá. Minha sugestão é que, caso ganhe o tão desejado troféu americano, que lhe renderá fama e fortuna, não se esqueça de mencionar os ladrões, corruptos e ditadores do presente, esses que estão fazendo barba e cabelo do povo brasileiro, rindo na cara do brasileiro enquanto se deliciam em banquetes orgiásticos e nos aproximam ainda mais do nosso trágico destino: um Brasil bonito por natureza, mas habitado por demônios peçonhentos nos altos poderes, incólumes. Aproveite a oportunidade, Moura. Te aplaudirei de pé. Silvia Gabas. @silgabas
Lula pressiona Eduardo Paes por votos e exoneração: o suposto “vazamento” da conversa
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizaram recentemente uma reunião fora de agenda, conforme relatado pelo ex‑governador Anthony Garotinho. Garotinho divulgou o que teria sido o teor da conversa. Confira o trecho: — Em determinado momento, Lula informou a Paes que precisava fazer dois pedidos. Paes respondeu: “O senhor pode fazer quantos pedidos quiser”. — Primeiro pedido: “Preciso dos votos do seu partido na Assembleia para o meu candidato, André Ceciliano”. — Paes tentou mudar de assunto, mas Lula foi incisivo: “Se ele ganhar, será governador apenas interino e, nas eleições, será o nome do PT para ser seu vice”. — Segundo pedido: “Já temos 36 votos, mas para garantir, exonere Martha Rocha no dia da votação para que ela vote em Ceciliano; assim teremos 37”. — Paes, desconcertado, indagou: “E se, depois de assumir, ele quiser ser candidato a governador?”. — Lula respondeu: “Ele só fará isso se você não me apoiar”. Se Paes decidir apoiar André Ceciliano na presidência da Alerj, a versão apresentada por Garotinho ganha plausibilidade. https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao
Formatura da USP revela vergonha moral e degradação ética
O episódio ocorrido na formatura do curso de Direito da Universidade de São Paulo deve ser lembrado, não como exemplo de excelência acadêmica, mas como marco da degradação ética da universidade pública brasileira. O ministro Alexandre de Moraes, ocupante de um dos cargos mais elevados da República, transformou a solenidade acadêmica em palco de vaidade, sarcasmo e deboche. Ele zombou de um réu que havia condenado, ironizou decisão que proferiu e riu da situação de um idoso doente sob custódia do Estado. Isso não constitui autoridade, mas soberba. Não se tratou de aula nem de discurso institucional. Foi um espetáculo grotesco de autocomplacência, no qual o poder aplaude a si mesmo, sem freio moral, empatia ou humanidade. Quando um juiz ri do jurisdicionado, o Direito já morreu; resta apenas força nua, disfarçada de toga. Nada foi tão revelador quanto os aplausos, o entusiasmo juvenil e as gargalhadas. Ficou evidente que a universidade deixou de formar juristas e passou a produzir militantes de toga, adoradores do poder, prontos a aplaudir qualquer abuso quando provém do “lado certo”. Aplausos à humilhação não são neutros; são escolhas morais. Quem aplaude o escárnio hoje pode praticá‑lo amanhã no balcão do fórum, na sala de audiência ou no gabinete refrigerado. Quem aprende a rir da dor alheia aprende, com igual facilidade, a ignorá‑‑la. O mais assustador é perceber que aqueles jovens, que deveriam estudar Constituição, dignidade da pessoa humana e devido processo legal, vibraram não com ideias, mas com a desumanização; não com o Direito, mas com o poder exercido sem limites. A universidade, que deveria ser espaço de pensamento crítico, converteu‑se em linha de montagem ideológica. Não se ensina a pensar, ensina‑se a repetir; não se ensina a duvidar, ensina‑se a aplaudir. Forma‑se, assim, não o jurista, mas o executor obediente do arbítrio. A pergunta deixa de ser retórica e torna‑se assustadora: que tipo de juízes, promotores, delegados e advogados está sendo gestado nesse ambiente moralmente falido? Que justiça pode surgir de uma geração que confunde crueldade com virtude e ironia com inteligência? O que se viu naquela formatura não foi apenas uma vergonha acadêmica, mas um alerta. Um aviso claro de que, quando o poder ri da própria brutalidade e a juventude o aplaude, o Estado de Direito já está em coma. Nesse cenário, a toga deixa de ser símbolo de justiça para se tornar fantasia de carnaval autoritário. Amarilio Tadeu Freesz de Almeida. Procurador de Justiça aposentado do MPDFT, advogado e professor de Direito.
Trump surpreende e dá um chute na barraca globalista
No Fórum Econômico Mundial, vários líderes europeus globalistas disseram que os EUA estariam “traindo” seus antigos aliados. Ora, é exatamente o inverso. Nos últimos anos, a Europa tem abandonado o princípio político que resume a lógica ocidental em contraposição aos modelos coletivistas: o respeito aos direitos fundamentais e o livre mercado. Durante a Guerra Fria, Europa e Estados Unidos representavam um modelo social baseado na defesa das liberdades individuais, na economia de mercado e no limite ao poder do Estado — em oposição ao comunismo e ao seu totalitarismo. Infelizmente, após a queda do Muro e a vitória contra os soviéticos, uma nova ameaça totalitária surgiu na Europa, representada pela União Europeia. A liberdade política e econômica foi substituída pela concentração de poder nas mãos de uma elite “iluminada”, e por um sistema de regulação e altos impostos que esmaga o empreendedorismo e a iniciativa individual. A política de fronteiras abertas importou milhões de imigrantes com valores incompatíveis com o Ocidente. Ao mesmo tempo, o ambientalismo radical, usado como justificativa para concentração de poder, ajudou a destruir a economia do continente. A liberdade política está em retração. Pessoas são censuradas e até presas por críticas a políticas estatais; partidos passam a ser alvo de iniciativas de proibição, como a proposta de banir o AfD na Alemanha; líderes da oposição são tornados inelegíveis por decisões judiciais, como Marine Le Pen, condenada e punida com banimento de cargos eletivos; e, na Romênia, o resultado do primeiro turno foi anulado após a vitória de um candidato da direita. Se hoje o Brasil vive um ambiente de censura e perseguição política, isso se deve em grande parte à influência de redes e instituições globalistas sediadas na Europa e nos EUA, que passaram a exportar ao país a agenda de “combate à desinformação” e de “integridade eleitoral” como justificativa para o controle do debate público. Essa influência tornou‑se explícita quando a Justiça Eleitoral brasileira incorporou iniciativas como as do CEPPS — consórcio ligado à USAID, cujo material a própria justiça eleitoral apresentou como referência “replicável” — e passou a dialogar com atores como o DFRLab, do Atlantic Council (principal think tank da OTAN), em eventos e debates institucionais. Esse arranjo insere‑se em uma rede mais ampla de cooperação financiada por Estados europeus, com destaque para a Alemanha, que inclui acordos governamentais, apoio da União Europeia e a atuação de fundações políticas e organizações sediadas em Berlim, fornecendo respaldo intelectual e técnico a um padrão de intervenção no fluxo de informação que, na prática, produz censura e perseguição política — especialmente durante o período eleitoral. Se dependesse dos globalistas, Trump estaria preso, assim como Bolsonaro está, e todos os não alinhados já estariam impedidos de usar as redes sociais. Não fosse a vitória de Trump, provavelmente você nem estaria lendo este texto. Portanto, quem deu as costas para o Ocidente foi a própria Europa, que está em claro processo de degeneração social, política e econômica. Trump faz muito bem em chutar o pau dessa barraca. Leandro Ruschel.
Toffoli protagoniza escândalo de R$ 200 milhões logo no início do dia
A reportagem do jornal Estadão traz um novo caso envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli. O foco é um contrato de honorários firmado entre o Núcleo Universitário de Pesquisa, Estudos e Consultoria (Nupec) e o município de São Sebastião, litoral de São Paulo, que prevê o pagamento de 20 % sobre os royalties de petróleo estimados em R$ 1 bilhão – o que corresponde a, no mínimo, R$ 200 milhões. O contrato, celebrado por dispensa de licitação, passou a ser objeto de disputa judicial entre o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ‑SP), o Ministério Público de São Paulo (MP‑SP) e o próprio ministro Toffoli, que atuou em plena vigência do recesso forense. Em dezembro, Toffoli atendeu a um pedido do Nupec, anulou a decisão do TJ‑SP que havia cassado o contrato e determinou a liberação imediata dos honorários, inclusive dos valores já bloqueados em juízo – mais de R$ 40 milhões – e dos recursos que a prefeitura ainda teria que desembolsar. A prefeitura de São Sebastião afirmou que sempre cumpriu as determinações judiciais, observando a legalidade, a segurança jurídica e a boa‑fé administrativa. Segundo o município, os procedimentos para atender à decisão de Toffoli, assinada em dezembro, estão sendo realizados conforme os ritos legais, orçamentários e financeiros. O Tribunal de Justiça de São Paulo, inicialmente, cassou o contrato por entender que uma associação civil sem fins lucrativos e sem registro na OAB não poderia ser contratada, por dispensa de licitação, para prestar serviços de advocacia ou representar o Poder Público em juízo. Em segunda instância, a 2ª Câmara de Direito Público confirmou a invalidação, alegando que a advocacia é atividade privativa de advogados e escritórios regularmente inscritos. Entretanto, o Supremo Tribunal Federal, em decisão anterior ao caso, reconheceu a possibilidade de contratação direta de serviços advocatícios pela administração pública, mediante inexigibilidade de licitação, desde que atendidos determinados critérios. O TJ‑SP concluiu que o caso do Nupec não se enquadrava nas hipóteses de inexigibilidade previstas pelo STF. Com base nesse entendimento, Toffoli, relator do Tema 309 no STF, anulou a decisão do Tribunal estadual, reconhecendo a legalidade do contrato e autorizando a produção de efeito, inclusive quanto à remuneração da entidade. O ministro ainda citou manifestação da OAB que considerava legítima a contratação dos serviços prestados pelo Nupec, argumentando que a consultoria jurídica oferecida pelos advogados da associação não violaria o Estatuto da Advocacia. O Ministério Público de São Paulo contestou a decisão de Toffoli, alegando que o despacho foi fundamentado em instrumento processual inexistente na legislação e que não seria possível o “acesso per saltum” ao STF. O MP pediu que a liberação dos valores fosse suspensa até o julgamento do recurso pela 2ª Turma do STF. O recurso foi incluído em pauta para julgamento em 11 de novembro, mas foi retirado de pauta antes da sessão. Em 18 de dezembro, o Nupec impetrou novamente o ministro, que, no dia seguinte, reiterou a ordem de liberação dos honorários, mesmo durante o recesso forense. O TJ‑SP cumpriu a determinação na véspera de Natal, mas registrou protesto, ressaltando que a decisão anterior de Toffoli, de novembro, não continha a mesma amplitude e que a nova ordem exigia a desconsideração do recesso, o que poderia dificultar o serviço judiciário. Além da liberação dos honorários, o despacho de Toffoli revogou medidas anteriormente adotadas pelo TJ‑SP, como a quebra de sigilo bancário e o compartilhamento de documentos sigilosos com o Ministério Público, que haviam sido solicitados pela Promotoria de São Sebastião para instruir um inquérito civil. A Segunda Turma do STF ainda analisará o recurso do MP contra a decisão de Toffoli. Não há data prevista para o julgamento. Caso o STF reverta a decisão, poderá ser determinada a devolução dos valores aos cofres públicos, conforme já havia sido estabelecido pelo TJ‑SP na decisão que anulou o contrato.
Regime Lula rejeita delação de Daniel Vorcaro, afirma porta‑voz Daniela Lima (Veja o vídeo)
A militante de redação e notória “porta‑voz” do regime Lula, Daniela Lima, declarou que o governo não aceita a delação premiada de Daniel Vorcaro. Segundo Lima, Vorcaro seria o chefe de uma organização criminosa e, por isso, a lei impede que alguém nessa condição faça delação premiada. Ela afirmou que seria traumático descobrir que Vorcaro não ocupa o cargo de “chefe”, descrevendo‑o como apenas uma peça de uma grande engrenagem. Veja o vídeo: Defesa de Vorcaro racha e cresce a possibilidade de delação
Líder petista tenta impedir a caminhada de Nikolas e revela mediocridade, desespero e despeito (Veja o vídeo)
O deputado petista Lindberg Farias fez piada no início da caminhada de Nikolas, quando ainda havia poucas pessoas. Hoje, com a presença de uma multidão no movimento “Acorda, Brasil”, o parlamentar afirmou que vai acionar a Justiça e a Polícia Rodoviária Federal para impedir a continuação das manifestações. A comentarista Cristina Graeml descreveu o comportamento como medíocre, afirmando: “A esquerda odeia dois fatos: o da direita arrastar multidões e o fato de o povo ir para a rua de graça. Aliás, a esquerda odeia democracia.” Veja o vídeo do falastrão: