Durante muito tempo, o Brasil foi entregue à corrupção e a um projeto de poder que nunca teve como base o bem‑estar do cidadão. Diante disso, os brasileiros reagiram com amargor à política. Se todo político não presta, não adianta escolher um representante. A democracia ficou à deriva. Mas e se pudéssemos voltar a acreditar? E se pudéssemos enxergar valor nas pessoas e recuperar a esperança? Bolsonaro foi o marco desse movimento, e esse impulso deve continuar. O trabalho de Nikolas tem sido relevante, e essa marcha pode gerar mais resultados do que a maioria imagina. Carisma não é transmitido por DNA; ele se conquista por meio da empatia e de uma esperança resiliente diante das mudanças de circunstâncias. O tempo é sempre implacável com quem busca amor pela força.
Caminhada pela Liberdade e Justiça chega a Brasília e a chegada ovacionada de Nikolas Ferreira entra para a história (Veja o vídeo)
A Caminhada pela Liberdade e Justiça chegou a Brasília após percorrer cerca de 240 quilômetros. O movimento reacendeu a esperança do povo brasileiro e plantou a semente para que a democracia seja efetivamente restaurada, recuperando o bem mais precioso que uma nação pode ter: a liberdade. Essa liberdade tem sido constantemente ameaçada por um sistema que persegue quem pensa diferente da minoria que impõe sua versão de verdade. O deputado Nikolas Ferreira, reconhecido como importante liderança política nacional, foi ovacionado pela população na chegada a Brasília, em uma cena que, segundo os organizadores, entrará para a história do país. Veja o vídeo:
Cantor paraibano flagra agredindo a esposa médica e recebe denúncia (veja o vídeo)
Um vídeo que circula nas redes sociais neste sábado (24) captou uma cena de agressão contra uma mulher em João Pessoa (PB). As imagens indicam que o cantor João Lima teria agredido a esposa, a médica e influenciadora digital Rafaela Brilhante, com quem estaria casado há cerca de dois meses. No vídeo, a vítima aparece deitada em uma cama enquanto o homem a agride dentro da residência. De acordo com informações apuradas, a gravação teria sido feita dias antes da divulgação. Neste sábado, Rafaela Brilhante compareceu à Cidade da Polícia Civil, na capital paraibana, onde registrou boletim de ocorrência contra o cantor. As agressões tiveram início durante a lua de mel do casal, ocorrida há dois meses. Antes disso, não houve violência física. A vítima está separada de João Lima e voltou a morar com os pais, pois estava com medo. O caso deve ser investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), que ficará responsável por apurar as circunstâncias da agressão e ouvir as partes envolvidas. A Polícia Civil ainda não divulgou detalhes sobre possíveis medidas protetivas. Veja o vídeo:
Diante da fúria da esquerda, deputado Nikolas Ferreira usa colete à prova de balas para se proteger
A esquerda é cruel, perversa e violenta. Essa caminhada liderada pelo deputado Nikolas Ferreira tem despertado os mais nefastos sentimentos em pessoas que são capazes de tudo pelo poder. Assim, diante das ameaças de violência feitas ao parlamentar, ele passou a usar um colete à prova de balas. A medida foi adotada após ele seguir a orientação da própria equipe de segurança que o acompanha na “Caminhada da Liberdade”. A Caminhada da Liberdade percorre a pé um trajeto de Minas Gerais até a capital federal, protestando contra a condenação dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. O objetivo do grupo é chegar a Brasília neste domingo (25). Nikolas iniciou solitário essa caminhada e hoje já conta com uma verdadeira multidão o seguindo. SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
“GROENLÂNDIA” EXPÕE DUAS FALÁCIAS DAS ELITES EUROPEIAS
A questão da Groenlândia expôs duas concepções fundamentalmente equivocadas amplamente difundidas pelas elites europeias. A primeira delas sustenta que a ordem mundial se baseia em regras. Isso está errado; tais regras sempre foram mera ilusão. O que tem mantido a Europa protegida é o poderio e o capital dos Estados Unidos. A segunda concepção afirma que são os Estados Unidos quem provocam turbulência e ameaçam a estabilidade mundial. Também está equivocada. Os Estados Unidos encontram‑se presos na chamada armadilha de Tucídides; quem realmente representa ameaça ao mundo é a China, enquanto os EUA apenas reagem. Quem expressou essa ideia, de forma resumida, foi Winston Marshall, músico britânico conhecido por tocar banjo e ser guitarrista principal da banda de folk rock Mumford & Sons, vencedora de vários Grammys e responsável por milhões de álbuns vendidos. Em 2021, Marshall deixou a banda após ser alvo de campanha de cancelamento pela esquerda, depois de elogiar, no Twitter (hoje X), o livro de Andy Ngo sobre a Antifa. Ele passou a manifestar livremente suas opiniões, apresenta o podcast The Winston Marshall Show, escreve e participa de eventos e debates sobre cultura, política e liberdade de expressão, geralmente em ambientes conservadores, e continua a produzir música de forma independente. A expressão “Armadilha de Tucídides” (ou “Thucydides Trap”, em inglês) designa um conceito de relações internacionais criado pelo cientista político americano Graham T. Allison, professor de Harvard. Allison sustenta que a armadilha descreve a situação em que uma potência emergente, em rápido crescimento, desafia uma potência dominante no sistema internacional, gerando alta probabilidade de guerra. A origem do termo remonta ao historiador grego antigo Tucídides (século V a.C.), autor da obra “História da Guerra do Peloponeso” (431–404 a.C.). Tucídides descreveu como o medo de Esparta, potência dominante na época, diante da ascensão de Atenas tornou o conflito inevitável. Allison analisou dezesseis casos históricos dos últimos quinhentos anos nos quais uma potência em ascensão desafiou uma potência dominante. Em doze desses casos ocorreu guerra. Hoje o conceito é amplamente usado para caracterizar a relação entre os Estados Unidos, potência dominante atual, e a China, potência em rápida ascensão. Allison argumenta que os dois países seguem uma trajetória de colisão estrutural; embora a guerra não seja inevitável, ela se mostra estatisticamente muito provável caso não haja um esforço diplomático extraordinário. Essa visão, porém, simplifica a realidade ao não considerar que a China é uma ditadura comunista que oprime seu próprio povo. Enquanto a civilização ocidental defende a democracia liberal, os direitos humanos, o Estado de Direito, o livre mercado e as liberdades individuais, o Partido Comunista Chinês se mostra hostil a esses ideais e promove autoritarismo em outros países. Além disso, o governo chinês conduz operações de espionagem e ciberataques para roubar tecnologia, dados e segredos comerciais ocidentais, recorrendo a infiltrações em redes críticas, ao furto de propriedade intelectual e à influência em universidades e empresas. A isso somam‑se violações sistemáticas de direitos humanos, como censura, vigilância em massa, repressão a minorias, intimidação de dissidentes no exterior e restrições à liberdade religiosa. A China, por sua vez, rejeita essas narrativas, classificando‑as de propaganda anti‑chinesa, e enfatiza que seu objetivo é o desenvolvimento pacífico.
Vida simples dos irmãos de Toffoli contrasta com o luxo do resort Tayayá
José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli, irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, são responsáveis pela administração da Maridt Participações S.A. A empresa realizou operações milionárias no estado do Paraná, ao mesmo tempo em que os irmãos mantêm um perfil discreto em Marília, interior de São Paulo. O endereço de José Eugênio, situado no bairro Jardim Universitário, em Marília, funciona como sede oficial da Maridt Participações. A companhia detinha participação no resort de alto padrão Tayayá e na DGEP Empreendimentos, ambos localizados em Ribeirão Claro, Paraná. Documentos da Junta Comercial do Paraná revelam que, em setembro de 2021, a Maridt vendeu cerca de metade de sua participação no resort ao fundo de investimento Arleen por R$ 618,9 mil. A saída definitiva ocorreu em fevereiro de 2025, quando recebeu R$ 698 mil da PHD Holding. Em outras transações, os irmãos Toffoli negociaram parte do empreendimento com o Arleen por R$ 3,1 milhões em 2021 e as cotas remanescentes com a PHD Holding por R$ 3,5 milhões em 2025. Para efeito de comparação, uma casa de três quartos no resort está sendo comercializada atualmente por aproximadamente R$ 2,5 milhões. Ao ser contactado pela reportagem, José Carlos Dias Toffoli, conhecido como padre Carlão, respondeu de forma sucinta: “A Maridt já deu a sua comunicação. Passar bem e até logo.” A “comunicação” citada refere‑se a uma nota enviada por José Eugênio explicando que a participação da Maridt no resort foi encerrada em duas etapas – primeiro com o grupo Arleen, em 2021, e depois com a PHD Holding, em 2025. Padre Carlão afastou‑se da paróquia Sagrada Família devido à sua atuação nos negócios familiares. Atualmente, como cônego, ele mantém o status de “uso de ordens”, o que, segundo a Diocese de Marília, permite que celebre missas quando convidado ou na ausência de outro religioso, embora não possua paróquia própria. A residência que o religioso ocupava, no bairro Castelo Branco, próxima à Igreja Sagrada Família, permanece fechada. Vizinhos afirmam que ele costumava visitar o imóvel, mas não tem sido visto no local recentemente. Atualmente, passa a maior parte do tempo em uma chácara que possui um chalé e área verde; a propriedade exibe uma placa indicando que o imóvel é alugado pelo irmão do ministro do STF. Paulo Humberto Degani, atual proprietário do resort Tayayá, integrou o grupo fundador do empreendimento desde 1999, conforme registros da Junta Comercial do Paraná. Ele se desvinculou da sociedade entre julho e setembro de 2025. O Tayayá é um empreendimento de alto padrão que oferece aos hóspedes ampla estrutura de lazer, incluindo piscinas aquecidas, passeios de caiaque e quadras de beach tennis. Segundo funcionários do hotel, os irmãos Toffoli ainda são percebidos como proprietários do local, ao lado de Paulo Humberto Barbosa, advogado com vínculos à JBS. O ministro Dias Toffoli costuma utilizar helicóptero como meio de transporte para chegar ao resort. As empresas vinculadas aos parentes do ministro tiveram como sócio o fundo de investimento Arleen, ligado ao Banco Master, que foi liquidado pelo Banco Central por fraudes contra o sistema financeiro. A atuação de Dias Toffoli como relator desse caso no STF tem sido alvo de questionamentos. Entre os membros da família, Mario Umberto Degani, primo do ministro, parece desfrutar de melhor condição financeira, residindo no condomínio fechado Recreio Santa Gertrudes, onde imóveis de três quartos são negociados por valores expressivos. A família Toffoli também contou com representação política em Marília por meio de José Ticiano Toffoli, que exerceu a chefia do município entre 2011 e 2012. Não há registros de sua participação no resort Tayayá.
Presidente do STF desmoralizado e STF sem credibilidade
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, emitiu sua primeira manifestação pública sobre a crise institucional vinculada ao caso Banco Master. Em nota divulgada, Fachin adotou postura interpretada como defesa dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, ambos questionados por suas relações com o banco de Daniel Vorcaro, investigado na maior fraude financeira da história brasileira. A declaração surge enquanto reportagens apontam conexões entre ministros do Supremo e pessoas envolvidas nas investigações. Fachin, que iniciou sua gestão defendendo autocontenção e a implementação de um código de conduta, manifestou confiança na Polícia Federal e no Banco Central, órgãos que têm sido alvos de críticas de Toffoli durante a condução do inquérito. O presidente do STF classificou como “ameaças e intimidações” as reportagens que documentaram o voo de Toffoli em jato com advogado de investigado, o contrato de R$ 130 milhões entre a esposa de Moraes e o banco, e a sociedade do grupo Vorcaro com familiares de Toffoli em um resort. “Quem tenta desmoralizar o STF para corroer sua autoridade a fim de provocar o caos e a diluição institucional está atacando o próprio coração da democracia constitucional e do Estado de Direito”, escreveu Fachin na nota. O magistrado acrescentou: “A crítica é legítima e mesmo necessária. Não obstante, a História é implacável com aqueles que tentam destruir instituições para proteger interesses escusos ou projetos de poder, e o STF não permitirá que isso aconteça.” Investigações da Polícia Federal e do Banco Central apontam que Vorcaro utilizava recursos obtidos por fraudes para obter influência em setores do poder em Brasília. As apurações não confirmam a versão propagada por milícias digitais financiadas pelo Master, que alegam ter “houve algo muito estranho” no processo de liquidação do banco. Fachin concluiu sua manifestação afirmando: “Quem almeja substituir a ousada pedagogia da prudência pelo irresponsável primitivismo da pancada errou de endereço.” Informações de bastidores indicam que a defesa de Toffoli poderia fazer parte de uma estratégia para que o ministro abandonasse a relatoria do processo Master. Em conversas privadas, Toffoli tem negado essa possibilidade. A permanência de Toffoli como relator representa apenas um aspecto da crise. Os princípios de código de conduta e autocontenção defendidos por Fachin enfrentam seu primeiro grande teste diante dos fatos revelados pela imprensa. Seu posicionamento é desmoralizante e covarde.
URGENTE: GONET REFORÇA PRISÃO DE FILIPE MARTINS ANTES DO PRAZO
Em decisão assinada em 20 de janeiro, o ministro Alexandre de Moraes fixou prazo de 15 dias para que a Procuradoria‑Geral da República se pronuncie sobre a prisão preventiva de Filipe Martins. O parecer foi encaminhado ao ministro no sábado, 24 de janeiro, e a PGR manifestou‑se favoravelmente à manutenção da medida. Filipe Martins foi preso preventivamente em 2 de janeiro de 2026 e conduzido à Cadeia Pública de Ponta Grossa, no Paraná. A ordem de prisão, determinada por Moraes, teve como fundamento um e‑mail que apontava possível descumprimento das medidas cautelares impostas. Ricardo Wagner Roquetti, coronel reformado da Aeronáutica, relatou que seu perfil no LinkedIn registrou a visita de uma conta identificada como “Filipe Garcia Martins”. Ao decretar a prisão, o ministro avaliou que houve violação da decisão judicial que proibia o uso de redes sociais. “Essas circunstâncias, por si sós, evidenciam o desprezo do réu pelas medidas impostas e pelo próprio sistema jurídico”, escreveu Moraes. Gonet concordou com o entendimento do relator. Segundo ele, a conduta atribuída a Martins demonstra a ineficácia de medidas cautelares alternativas. “Resta a segregação cautelar como meio idôneo para assegurar a aplicação da lei penal e a regularidade do processo”, afirmou o procurador‑geral. Em pedido de reconsideração, a defesa sustentou que o último acesso ao perfil ocorreu em 13 de setembro de 2024, a partir de um IP localizado nos Estados Unidos, o que seria compatível com a atuação de advogado constituído naquele país. Os advogados afirmaram que Martins permanecia em Ponta Grossa, sob monitoramento eletrônico, e anexaram o histórico de acessos da conta. Gonet declarou que a documentação apresentada não afasta o registro de uso da rede social em 28 de dezembro de 2025. A defesa também argumentou que o simples acesso não configuraria violação das medidas, já que não houve publicação de conteúdo. O procurador‑geral discordou, afirmando que a proibição judicial abrangia o uso das redes sociais de forma ampla, incluindo acesso e navegação, e não apenas postagens. Gonet concluiu que não há fatos novos capazes de alterar o quadro que fundamentou a prisão preventiva e manifestou‑se contra a revogação ou o relaxamento da medida.
Brasil insiste em sobreviver entre manés e Forrest Gump
A vida biológica é gratuita; o sentido, não. O ser humano é o único que sofre pela falta de sentido e, talvez por isso, trocou a vivência plena pela mera sobrevivência. Vivemos em um mundo polarizado, injusto e institucionalmente falho, enquanto a possibilidade de viver com propósito e pertencimento parece cada vez mais distante. O instinto gregário não é ideológico, é biológico. Ainda assim, a globalização prometeu liberdade e entregou isolamento. A felicidade individual depende do sentido de pertencimento coletivo, hoje fragmentado e desacreditado. Grandes revoluções não nascem de planilhas nem de modelos racionais perfeitos. Elas surgem quando a razão institucional falha e a justiça não se realiza. Nesse vazio, a intuição coletiva substitui o cálculo. Trata‑se de uma força ingênua, desprezada pelos intelectuais, mas historicamente decisiva. Dessa descrença emergem os “Manés” e os “Forrest Gump” da vida real: figuras improváveis, ridicularizadas por não dominarem a linguagem dominante, mas impulsionadas por fé moral e vontade de justiça. Não falta inteligência ao mundo contemporâneo; falta a crença de que vale a pena lutar. Dentro desse cenário, um jovem deputado inicia uma caminhada solitária em busca de liberdade e sentido. Rotulado de mané, ele transforma o isolamento em adesão. O gesto individual ganha corpo coletivo e evidencia o erro recorrente das elites: subestimar a força que nasce fora da sofisticação. Diante disso, impõe‑se a pergunta inevitável: vencerão os ímpios, corruptos e tiranos? Ou estaremos prestes a assistir à revolução dos manés, à semelhança da caminhada de Forrest Gump, que começa solitária, é ridicularizada e, gradualmente, passa a reunir milhares? Como será o amanhã — o dia 25 de janeiro, em pleno ano eleitoral? Seremos resilientes o bastante para abandonar o modo sobrevivência e voltar a viver? Seguiremos adiante rumo ao propósito final: liberdade e justiça para todos.
Simone Tebet, desesperada, busca saída política
A ministra Simone Tebet encontra‑se em profundo desespero, indecisa sobre o rumo a seguir nas eleições de 2026. Não é fácil buscar novas oportunidades quando se torna uma figura indesejada no cenário político. Existe o ditado de que as escolhas definem a pessoa, para o bem ou para o mal; talvez isso se aplique à filha de Ramez Tebet. Recentemente, ela tem circulado pesquisas supostamente fabricadas, tentando forçar sua candidatura em São Paulo, única alternativa que lhe resta devido à proximidade com o deputado federal paulista Baleia Rossi, presidente nacional do MDB. Em alguns momentos, afirma que pretende concorrer ao Senado; em outros, aparece pleiteando o cargo de governadora do estado. Por ora, sua estratégia limita‑se à divulgação de pesquisas encomendadas por fontes desconhecidas, sem comprovação de origem. Não há evidência de veracidade nessas informações, parecendo tratar‑se de um blefe. Simone declara aguardar uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para definir seu futuro. Assim, permanece perdida, possivelmente esperando que o PT lhe ofereça recursos financeiros para sustentar sua campanha, apostando no imprevisível. Contudo, mantém a postura de quem “quebra a perna, mas não rasga a meia”, preservando a arrogância que costuma caracterizar a elite política. Nos bastidores do estado de São Paulo, o PT demonstra expectativa de poder influenciar a candidatura de Simone, enquanto Fernando Haddad, Márcio Fortes (PSB) e José Maria Alkmin se preparam para os confrontos eleitorais que surgirão. Vale lembrar que o apoio de Simone a Lula nas eleições anteriores não foi bem aceito pelo eleitorado paulista, conforme revelam diversas pesquisas de campo. A maioria dos eleitores considerou sua aliança ao Lulismo como oportunismo e traição. Não está claro se essa mágoa persiste, mas o aumento da rejeição ao associar‑se ao PT é demonstrável. Resta a questão: eleitores paulistas estariam dispostos a aceitar uma candidatura considerada forasteira, que poderia entregar parte significativa do governo ao PT caso fosse eleita? Dante Filho. Jornalista. Conheça o blog do autor: Blog do Dante Filho https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/78187/tebet-perdida-sem-rumo-e-sem-futuro,https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/77396/simone-tebet-sai-do-armario-e-prepara-traicao-ao-pt,https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/72793/as-3-fazendas-de-simone-tebet-e-o-violento-conflito-com-os-indios