Um raio atingiu a área próxima à Praça do Cruzeiro, em Brasília, local previsto para o encerramento do ato liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL), neste domingo (25/1). Segundo informações, ao menos 13 pessoas precisaram de atendimento médico e foram encaminhadas ao hospital. As imagens são chocantes! Assista:
Tempestade atinge Brasília enquanto multidão demonstra patriotismo (Veja o vídeo!)
Imagens emocionantes! O povo continua firme no propósito mesmo com uma tempestade sobre Brasília. Veja:
Urgente: raio atinge caminhada de Nikolas Ferreira e fere dezenas (veja o vídeo)
Um raio atingiu a área próxima à Praça do Cruzeiro, em Brasília, local previsto para o encerramento do ato liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL), neste domingo (25/1). O incidente deixou ao menos 13 pessoas feridas, que foram encaminhadas ao Hospital de Base da capital federal para receber os primeiros cuidados. Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre o estado de saúde das vítimas. O episódio ocorreu em meio às fortes chuvas que atingem Brasília desde o fim da manhã deste domingo. A intensidade do temporal provocou alagamentos em diversas vias da cidade, dificultando o trânsito e exigindo atenção redobrada das autoridades e da população. Veja:
Carlos Bolsonaro chega à manifestação e revela que seu pai desconhece a realidade (Veja o vídeo)
Carlos Bolsonaro acabou de chegar à manifestação de hoje em Brasília. O ato, considerado histórico pelos organizadores, reunirá milhares de pessoas que reivindicam justiça e liberdade. Carlos Bolsonaro declarou: “Meu pai não tem noção do que está acontecendo hoje. Mostrei para ele fotos da caminhada na quinta. Infelizmente, os canais abertos não estão mostrando a realidade. Os garotos estão de parabéns pela iniciativa. Sou só mais um dentro dessa multidão que quer liberdade.”
Nikolas Ferreira recebe ordem da Polícia Federal de usar colete à prova de balas na rota para Brasília
Nos últimos quilômetros da Caminhada pela Justiça e Liberdade, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) passou a contar com um esquema de segurança reforçado. Ao deixar a cidade de Luziânia, em Goiás, o parlamentar foi orientado a utilizar um colete à prova de balas antes de seguir viagem pela BR‑040 em direção a Brasília. A medida foi recomendada por agentes da Polícia Federal que acompanham o deputado durante o trajeto, como forma preventiva diante da exposição pública do evento. O parlamentar tem sido apontado como alvo de criminosos.
Nikolas Ferreira atinge meta e exige apoio na luta por liberdade e justiça
O deputado Nikolas Ferreira já atingiu o objetivo que perseguiu durante sua campanha. Ele conseguiu chamar a atenção de todo o país para o pedido de justiça e liberdade dos presos políticos, entre eles o ex‑presidente Jair Bolsonaro. A partir de agora, sua luta será ainda mais intensa, pois o “sistema” não deixará de tentar silenciá‑lo. O povo, mais do que nunca, precisa permanecer ao lado de Nikolas nesse momento.
Lei de Santa Catarina elimina cotas raciais e identitárias, privilegia cotas sociais: “A partir de agora, cota é para quem realmente precisa” (Veja o vídeo)
Desde 2012, com a promulgação da Lei de Cotas, universidades e institutos federais passaram a reservar parte de suas vagas para determinados grupos. O objetivo era nobre: corrigir desigualdades históricas no acesso ao ensino superior. A lógica inicial é simples e correta. O Estado falha em oferecer educação de qualidade para todos. Quem estuda em escola pública, em regra, compete em desvantagem contra quem teve acesso a colégios particulares, cursinhos e infraestrutura melhor. O resultado é previsível: uma disputa desigual, na qual o mérito real se perde. Para enfrentar isso, foram criadas cotas sociais: estudantes de baixa renda, vindos da escola pública, passam a competir entre si. A partir daí, pessoas com oportunidades semelhantes disputam as mesmas vagas, valorizando o mérito dentro de condições equivalentes. A justificativa das cotas é legítima: há um desequilíbrio, e sem sua correção os mais pobres perdem sistematicamente suas vagas para candidatos com condições melhores. No entanto, a Lei Federal nº 12.711/2012, conhecida como “Lei das Cotas”, não funciona apenas com cotas sociais. Ela reserva vagas a estudantes de baixa renda que cursaram todo o ensino médio em escola pública e, dentro desse grupo, divide‑os em três categorias: quem “não é de cor”, as pessoas com deficiência e os grupos étnicos, que incluem negros, pardos e indígenas. É nesse ponto que a lógica se complica. Dois estudantes, ambos pobres, ambos vindos da mesma escola pública, com a mesma formação precária e as mesmas dificuldades. Um é branco. O outro, negro. Segundo a lei, eles não devem disputar a mesma vaga. O estudante “de raça” é tratado como um grupo à parte, mesmo que suas condições sociais e educacionais sejam idênticas. Mesmo dentro de uma concorrência de mesma renda e mesma escola, a cor passa a ser um critério de separação, como se a competição entre um negro e um branco, diante dos mesmos contextos, fosse injusta. Quando a lei foi aprovada em 2012, as cotas raciais passaram a existir. Surgiu, porém, um problema inevitável: como garantir que elas fossem destinadas a quem realmente se enquadra nelas? Criaram‑se, então, as chamadas bancas de heteroidentificação, comissões encarregadas de analisar características físicas dos candidatos – cor da pele, textura do cabelo, formato do nariz, lábios, traços faciais – para verificar se a pessoa é “socialmente percebida como negra”. São os mesmos critérios que, no passado, decidiam se alguém era livre ou escravizável. Essas cotas raciais, ou “cotas racistas”, não surgem para corrigir a desigualdade social, pois as cotas sociais já cumprem esse papel. Na prática, o sistema atual coloca o estudante “de raça”, mesmo em condições iguais, como menos capaz que o branco. Além disso, a estratégia se expandiu para outros grupos. Mais de 30 universidades públicas federais e estaduais já oferecem cotas para pessoas trans na graduação, muitas vezes sem considerar renda, escola pública ou deficiência, bastando a autodeclaração de identidade de gênero. Foi nesse contexto que, em janeiro de 2026, Santa Catarina deu um passo raro no cenário nacional. O governador Jorginho Mello sancionou a lei de autoria do deputado estadual Alex Brasil, que proíbe cotas raciais e identitárias nas universidades estaduais e nas instituições que recebem recursos do governo catarinense, mantendo apenas as cotas sociais – de renda, escola pública e pessoas com deficiência. Na prática, a lei não “acaba com cotas”. Ela as devolve ao seu princípio original: corrigir desigualdade econômica e educacional, não classificar cidadãos por raça, sexo ou identidade. O próprio autor da proposta deixou claro o espírito da mudança. Em vídeo publicado após a sanção, Alex Brasil afirmou: “A partir de agora, cota é para quem realmente precisa. São cotas sociais.” Com a nova lei, universidades catarinenses que haviam criado políticas próprias de reserva de vagas para pessoas trans ou outros grupos identitários não poderão mais mantê‑las, caso sejam instituições estaduais ou dependentes de verba do Estado. As cotas raciais também passam a ser vedadas nesse âmbito. A lei não alcança universidades federais; a UFSC, por exemplo, continua submetida à Lei Federal de Cotas. Mas, pela primeira vez desde 2012, um estado brasileiro rompe oficialmente com o modelo racial de ações afirmativas usado no acesso ao ensino superior. Não altera a lei federal, mas cria um precedente. Alex Brasil deixou claro que esse é, para ele, o verdadeiro objetivo: “Espero realmente que esse projeto se torne referência para as outras assembleias do Brasil todo.” Veja o vídeo!
AO VIVO: Veja a marcha de Nikolas em Brasília – ACORDA BRASIL!
Assista AO VIVO e acompanhe a marcha de Nikolas Ferreira em Brasília, enquanto ele enfrenta um momento de luta e superação.
URGENTE: MICHELLE BOLSONARO FAZ SHOW DE APOIO À MANIFESTAÇÃO E INCITA NIKOLAS FERREIRA (VEJA O VÍDEO)
Michelle Bolsonaro acabou de se manifestar sobre a manifestação histórica que ocorreu hoje em Brasília. A ex‑primeira‑dama fez um discurso enfático: “Quero agradecer o apoio de vocês. É um evento pacífico, ordeiro, conduzido por Deus. Por favor, sigam as orientações do nosso líder, Nikolas Ferreira. Quando chegarem ali, depois cada um para sua casa. Nós estamos aqui lutando pela libertação da nossa nação.” Veja:
Primeiras imagens chegam e Brasília treme em instantes (Veja o vídeo!)
Hoje será histórico! Nikolas Ferreira conseguiu um feito inédito. A movimentação em Brasília é enorme. Veja as primeiras imagens: Eis uma maneira de você apoiar Nikolas Ferreira neste momento de luta e superação. Vale a pena o investimento!